Em miley cyrus:

Miley Cyrus está oficialmente de volta, depois da turbulência. E fez cover de Billie Eilish

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* A hoje veterana cantora pop Miley Cyrus, ex-ídolo teen, cruzou passos ontem na Inglaterra com a hoje ídolo teen Billie Eilish, durante gravação de session para a Radio One, uma das emissoras lindas da BBC.

Depois de um pouco sumida do rolê, se recuperando de términos traumáticos e uma perda de casa também sofrida nos incêndios de Malibu, Cyrus aponta para o futuro com o lançamento de seu álbum-reafirmação “She Is Miley Cyrus”, ainda sem data certa de lançamento.

Desse seu sétimo disco de sua carreira já temos um primeiro single, lançado recentemente, que é o “Midnight Sky”, música inclusive mostrada em performance especial no último final de semana em Nova York na cerimônia do outrora importante prêmio Video Music Awards, da MTV. Das mais elogiadas do evento.

“Midnight Sky” também foi mostrada na session para a Radio One, especial para o programa multimídia “Live Lounge”. Mas o que botamos para rodar abaixo é a cover (sempre tem uma) de Miley Cyrus para “My Future”, musicaça das novas da Billie Eilish.

É Miley Cyrus, de volta depois da turbulência, querendo a parte dela do futuro. Ficou lindona a versão, o jeito, a pegada impressa por Cyrus para a pequena obra da Eilish.

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Miley Cyrus tocando Pink Floyd na TV americana. E tudo fazendo sentido.

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* Foi “Wish You Were Here”, ainda por cima. Tudo bem que essa música ficaria boa até se eu cantasse. Mas ainda assim. E rolou no sábado passado no “Saturday Night Live” feito de casa. Brad Pitt introduziu a performance da moça no programa, que vem envelhecendo muito bem. Tem uns dois anos ela gravou até com os Flaming Lips.

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O figurinha carimbada Andrew Watt, guitarrista e produtor, segurou a versão floydiana no instrumento que lhe deu fama. Ele testou positivo para o covid-19 em março e passou mals bocados com o vírus até há pouco tempo. Parece melhor.

Embora Brad Pitt estava sendo o host do programa, de casa, este foi o primeiro “SNL” desde 1984 sem um apresentador ao vivo em Nova York creditado, sem monólogos, sem “Boa Noite” de um condutor estrelado no fim do programa.

Pitt, que participou de Los Angeles de um quadro zoando sério o Trump, trocou a fala inicial do programa, que sempre é a clássica “Live from New York, it’s Saturday Night!”, para situar o “SNL” em tempos de pandemia. Ele disse: “Live, kind of, from all across America, it’s Saturday Night”

O ator Adam Sandler cantou um número musical sobre ficar trancado em casa. Rob Schneider estava com ele. E o Paul Rudd apareceu fazendo um Facetime.

A parte musical do programa, essa de Cyrus, não foi anunciada na abertura. E, diferente do costumeiro, só uma canção, esta boa cover de Pink Floyd mesmo.

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Tributo a Chris Cornell em Los Angeles comove o rock. Veja muitos vídeos

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* Aconteceu ontem em Los Angeles, durou mais de quatro horas, no Brasil já era de manhã quando acabou e teve a maior quantidade de gente conhecida da música o evento tributo ao saudoso roqueiro grunge Chris Cornell, ex-Soundgarden e Audioslave entre outras bandas significantes, que se matou aos 52 anos em um quarto de hotel em Detroit, em maio do ano passado. Chamou-se I Am the Highway – A Tribute to Chris Cornell.

O grande show, assistido pela Popload ao vivo via Periscope, alternou entre mostrar os singles esperados e coisas menos óbvias da carreira do Chris Cornell. De cara, as melhores partes: Dave Grohl cantando “Show Me How to Live”, do Audioslave”, Ryan Adams cantando a maravilhosa “Fell on Black Days”, do Soundgarden, e Miley Cyrus (!!!!) cantando “Say Hello to Heaven”, do histórico Temple of the Dog (banda-embrião da famosa cena de Seattle do final dos 80, começo dos 90, aquela em que o Nirvana apareceu em 1991 e BOOOOOM!!. No ano passado Seattle deu a Cornell uma estátua de bronze no imponente Seattle Center, parque de artes que tem a “agulha”).

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Miguel cantando “Reach Down”, com Temple of the Dog, foi destaque da noite, também. Os Foo Fighters, acima, mandaram três músicas bem lado Z do Soundgarden, o que foi bem interessante. O “Queen” Josh Homme cantou “Rusty Cage” na versão Johnny Cash, interpolando um trecho de “Hand of Doom”, do Black Sabbath, no meio. Metallica tocou duas covers (ruins) de Soundgarden, e inexplicavelmente, tocou duas músicas próprias (why?).

No último segmento da noite, foi o esperado momento do Soundgarden tocar com convidados nos vocais. Taylor Momsen (The Pretty Reckless) e o relativamente desconhecido Marcus Durant mandaram bem em suas respectivas músicas. Taylor Hawkins (Foo Fighters) foi excepcional nas absurdas “I Awake” e “The Day I Tried to Live” – que também contaram com Buzz Osborne (Melvins). Para fechar a grande noite em memória de Cornell, uma bela versão de “Black Hole Sun” com a cantora folk Brandi Carlile, e Peter Frampton na guitarra.

O principal evento deste ano que mal começou e já considero pacas. Entre muuuuitas coisas, teve…

* “The Day I Tried to Live (com Taylor Hawkins)

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* “Say hello to Heaven” (com Miley Cyrus)

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“All Night Thing” (com Fiona Apple)

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* “Show Me How to Live” (com Dave Grohl)

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* “Fell on Black Days” (com Ryan Adams)

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* Todas do Foo Fighters

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* “Hunger Strike” (Brandi Carlile e Chris Stapleton)

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* “Hunted Down” (meio Alice In Chains, meio Pearl Jam, e Josh Freese, ex-NIN, moendo na batera)

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* “Redemption Song” (Ziggy Marley e Toni Cornell, filha do Chris Cornell)

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* “Black Hole Sun” (com Brandi Carlile, e Peter Frampton)

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Flaming Lips e Miley Cyrus colorindo a sexta-feira com “We A Family”, outra inédita do disco Oczy Mlody

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A dupla mais improvável do indie-pop ataca novamente. Preparadíssimos para o lançamento de Oczy Mlody, novo disco que sai na sexta-feira que vem, dia 13, o gênio-doidão Wayne Coyne e seu Flaming Lips soltaram mais um single hoje, “We A Family”. A faixa tem o lado experimental viajandão característico do grupo, que, acredite, ficou perfeito com a voz de Miley Cyrus, agora já figurinha carimbada na turma psicodélica da banda de Oklahoma. Nós adoramos:

Parecia bizarro quando láá em 2014 o Flaming Lips anunciou que Miley Cyrus faria uma parceria com a banda em um álbum que recriaria, a la Wayne Coyne, o clássico Sgt. Pepper do Beatles. O “bizarro”, veja bem, era mais para a ideia de mexer num vespeiro de fãs xiitas do Beatles que pela parceria com a cantora. No fim, o disco With a Little Help from My Fwends saiu com colaborações de outros 26 artistas, era sim bem legalzinho e ufa, não ofendeu ninguém (vocês também tudo é “noooossa”!). Cyrus inclusive aparece em duas faixas, “Lucy in the Sky with Diamonds” e “A Day in the Life” (que não são nem de longe as melhores do disco, mas ok). Em seguida, foi a vez de Wayne Coyne colaborar em um disco mais “experimental” dela, lançado de surpresa no ano passado. O projeto recebeu o nome de Miley Cyrus And Her Dead Petz.

Do aguardado novo álbum, que terá 12 músicas, já ouvimos três de forma oficial (“The Castle”, “How??” e “Sunrise (Eyes of the Young)”) e uma de forma “não oficial”, “There Should Be Unicorns”, tocada ao vivo em um show recente e cantada por um Wayne Coyne vestido de unicórnio. O vídeo de “HOW??”, lançado em novembro, foi um dos mais lindos e surreais do ano passado e merece um repeteco aqui:

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E o disco indie da Miley Cyrus?

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A louquinha Miley Cyrus voltou a ser o centro das atenções nos noticiários após apresentar o Video Music Awards (lembra?) domingo passado. Além dos mil figurinos bizarros, caras, bocas, peitos e a treta com a Nicki Minaj ao vivo, a cantora disponibilizou logo após a premiação um disco gratuito e experimental, feito por ela em parceria com Wayne Coyne, ele, a mente brilhante e perturbada do Flaming Lips.

O álbum custou 50 mil dólares e é “um presente, não um sinal de revolta”, de acordo com a cantora em recente entrevista para o New York Times.

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O projeto recebeu o nome Miley Cyrus And Her Dead Petz e vai da psicodelia ao hip hop, com elementos eletrônicos. Participam do álbum nomes Ariel Pink, Mike Will Made It e Billy Ray Cyrus, cantor country e pai de Miley.

Dizem, tem uma galerinha indie curtindo. Já os fãs “tradicionais” da Miley parecem não ter entendido a proposta e andam criticando a cantora.

E VOCÊ, o que achou? Haha.

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