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Kurt Cobain no Brasil. Só por uma semana

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De 18 de junho agora, até 25 (quinta-feira da semana que vem), Kurt Cobain “estará” no Brasil. Enfim, ganha as telonas nacionais o filme-documentário “Montage of Heck”, o tão comentado “mais íntimo documentário da história do rock”, que mostra um outro lado do líder de uma das maiores e mais intensas bandas de rock da história.

Com exibição no país via Cinemark e UCI Cinemas, a obra pode ser conferida em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Brasília, Porto Alegre e Salvador dos dias 18 a 22 (ou 23). Em terras cariocas o filme passa no Estação Net Gávea entre 18 e 24 de junho; em Botafogo de 19 a 25. Isso via Cinemark.

Pela UCI, a exibição será na quinta, 18, às 21h, nas salas Anália Franco (São Paulo), New York City Center e Kinoplex NorteShopping (Rio de Janeiro).

“Kurt Cobain: Montage of Heck” é primeira obra do tipo autorizada pela família do cantor/compositor/guitarrista, morto há mais de duas décadas. O filme explora um lado diferente de Kurt do qual a gente conhecia, longe do caos, com colaboração de familiares do próprio e de sua viúva, Courtney Love. A direção é de Brett Morgen.

Ou, como é descrito na sinopse, “o retrato íntimo de um artista que raramente se revelou para a mídia.”

Confira abaixo as datas das sessões por cidade. Confira os horários no site do Cinemark.

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* Também na UCI.
Data: 18/06
Horário: 21h
Preço: R$ 40.00
Salas: UCI Anália Franco (São Paulo) e UCI New York City Center e UCI Kinoplex NorteShopping (Rio de Janeiro)

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Filme do Kurt Cobain passa em oito cidades brasileiras. Mudou para junho e serão várias sessões

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* Tudo bem que vai ser depois que o filme já terá passado na HBO americana. E provavelmente já vai ter chegado à internet. Mas a boa notícia é que o grupo Cinemark assumiu o projeto de passar “Kurt Cobain – Montage of Heck”, o famoso “mais íntimo documentário da história do rock”, no cinema de várias cidades do Brasil. Em várias sessões.

Brasília (Pier 21), Belo Horizonte (BH Shopping), Curitiba (Barigui), Porto Alegre (Barra Sul), Salvador (Cinemark Salvador) e Recife (Riomar) terão cinco sessões cada, entre 18 e 22 de junho, uma por dia, em horário a ser confirmado.

No mesmo período, São Paulo (Cinemark Eldorado e Metrô Santa Cruz) e Rio de Janeiro (Botafogo e Downtown) passarão o documentário em dez sessões, duas por dia.

A ideia inicial era mostrar “Montage of Heck” apenas em São Paulo e Rio, no dia 12 de maio, em sessão única. Mas, jogando o filme para a segunda quinzena de junho, a janela se estendeu, o número de cidades alargou, as sessões se tornaram várias.

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Os ingressos poderão ser adquiridos ainda em abril, é o programando, assim que os horários das sessões forem definidos, através do site do Cinemark. Você pode acompanhar notícias da confirmação da sessões e ingressos também por aqui, no site do documentário, na parte “book tickets”.

“Montage of Heck”, dirigido por Brett Morgen e que documenta de forma autorizada a vida de um dos maiores ícones da música dos últimos anos, desmistificando inclusive esse herói que mudou a indústria toda com um barulho punk metal e gritos, percorreu poucos festivais de cinema e estreia em 4 de maio na HBO dos EUA, passando antes, a partir do dia 24 deste mês, num restrito circuito de cinemas das principais cidades americanas e da Inglaterra.

O filme, que traz Cobain desde a infância em Aberdeen até a explosão revolucionária à frente do Nirvana (o que levaria à sua morte em 1994), e coloca ainda imagens dos shows absurdos shows que o grupo fez em 1993 no Morumbi e no Sambódromo, teve co-produção de Frances Bean Cobain, filha de Kurt. Esta daí abaixo, mais crescidinha que na foto, evidentemente.

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O diretor Brett Morgen deu longa entrevista ao “New York Times” para grande artigo que saiu nesta semana. “Essa odisséia Cobain consumiu oito anos da minha vida, me levou tudo o que eu tinha. Quando acabei a edição do filme, em janeiro, fui ao banheiro e chorei por 25 minutos”, andou dizendo Morgen.

O “New York Times” publicou também um trecho exclusivo do filme, que traz depoimento do parceiro de Kurt no Nirvana, o baixista Krist Novoselic, e imagens dos primeiros ensaios do Nirvana. Confira.

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Filme do Kurt Cobain passa em cinema brasileiro no dia 12 de maio. Só neste dia. E só numa sessão

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* A informação toda, passada à Popload, está no título. O(s) cinema(s) não está(ão) nem divulgado(s). Mas sabe-se que “Kurt Cobain – Montage of Heck”, o tão-falado documentário sobre o atormentado líder do almighty Nirvana, último grande (anti-)herói do rock que se matou em 1994 com um tiro na cabeça, vai ter sessão especial no Brasil no dia 12 de maio. Provavelmente em São Paulo ou Rio. Ou nas duas cidades, estão resolvendo.

“Montage of Heck”, dirigido por Brett Morgen e segundo a “Rolling Stone” americana o documentário mais íntimo da história do rock, percorreu poucos festivais de cinema, estreia em 4 de maio na HBO dos EUA e passará num restrito circuito de cinemas das principais cidades do país de Cobain e da Inglaterra, o lugar que primeiro reconheceu o tamanho do Nirvana no rock do começo dos 90.

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O filme traz muitas imagens dos inacreditáveis shows que o Nirvana fez em 1993 no Morumbi e no Maracanã, incluindo a cusparada que o guitarrista deu na câmera da Globo, na transmissão do concerto no Rio de Janeiro, onde tocou de pijama. Gosh!

O documentário, que teve co-produção da filha do ícone roqueiro, Frances Bean Cobain, terá exibição ainda, em sessões especiais a partir deste mês, em cerca de 50 cidades do mundo todo, até a época de sua exibição na TV paga americana, em maio.

A Popload, sob o testemunho do amigo Rafael Urenha, viu “Montage of Heck” e achou que é “filmaço, seja fã ou não… Impressiona pela edição esperta, pelo sound design cuidadoso, mas especialmente pelo cuidado visual. Com gravações em VHS, super 8, desenhos e anotações originais (dos famosos journals) animadas em 3D, talvez seja o retrato mais gráfico e pessoal da vida do Kurt”.

Quando tivermos mais detalhes sobre a exibição de “Kurt Cobain – Montage of Heck” em cinema brasileiro, voltaremos ao assunto.

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Sxsw 2015 – Entramos na intimidade de Cobain. Saiba como é “Montage of Heck”

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* Uma das mais badaladas atrações musicais do South by Southwest deste ano, no Texas, é um filme. O ducumentário “Kurt Cobain: Montage of Heck”, que passou apenas nos festivais de Sundance e Berlim, teve ontem sua primeira exibição no Sxsw, com a presença do diretor do filme, Brett Morgen. Já falamos sobre o filme por aqui em posts passados.

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Considerado um dos mais íntimos documentários de rock já feitos (“Rolling Stone”), “Cobain” ainda passará mais duas vezes em Austin, amanhã e sábado. Depois, entra em exibição no começo de maio no canal HBO, nos Estados Unidos. E, sim, em um circuito independente de salas de cinema.

A Popload, pelos olhos do amigo Rafael Urenha, esteve ontem na exibição de “Kurt Cobain: Montage of Heck” no Paramount Theatre, em Austin. E a impressão que Urenha teve sobre o documentário do último herói anti-herói do rock, morto por ele mesmo há 20 anos, é a seguinte:

190315_kurt03poster“2hs e 12 minutos ouvindo Nirvana bem alto numa sala de cinema histórica (o Paramount Theater, que completa 100 anos em 2015) no meio do Texas. Não dá pra reclamar. Filmaço, seja fã ou não. Como é bom assistir um documentário musical com autorização para usar as músicas originais do artista.

O filme impressiona pela edição esperta, pelo sound design cuidadoso, mas especialmente pelo cuidado visual. Com gravações em VHS, super 8, desenhos e anotações originais (dos famosos journals) animadas em 3D, talvez seja o retrato mais gráfico e pessoal da vida do Kurt.

O diretor teve acesso a todo o acervo da família. Muitas imagens e gravações em fita cassete foram descobertas pela primeira vez agora. Entrevistas com o pai, a mãe, a madrasta, a primeira namorada, o melhor amigo (Krist) e a última namorada. A entrevista com Dave Grohl ficou fora da edição porque só aconteceu quando o filme estava já editado.

A tese do diretor é que a origem da tragédia está na família Cobain. A parte preferida de Frances Bean, produtora do doc, é o “cut to black” que encerra o filme. Sem nota de suicídio, flores na calçada ou comentários póstumos.”

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Brett Morgen, diretor de “Montage of Heck”

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