Em Morrissey:

Morrissey ainda faz música boa, pelo menos. Apareceu uma canção perdida em estúdio, chamada “Blue Dreamers Eyes”

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Embora tenha desapontado fãs e não fãs nos últimos tempos com suas posições e declarações controversas, Morrissey também segue tentando fazer o que ele consegue de melhor: músicas boas.

E a mais recente dela se chama “Blue Dreamers Eyes”, uma canção perdida de estúdio, que foi parar nas mãos do fotógrafo Sam Esty Rayner, no caso sobrinho do Moz, que deu vida à faixa com um vídeo bonito do cantor britânico em ação no palco.

Nunca é demais lembrar que Morrissey estará (?) no Brasil no fim do ano para dois shows, no Rio de Janeiro (30 de novembro, na Fundição Progresso), e em São Paulo (2 de dezembro, no Espaço das Américas).

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Que surpresa… Morrissey cancela tour de verão na Europa

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Com rolê marcado para a América Latina no fim do ano, incluindo shows em São Paulo e Rio de Janeiro, Morrissey anunciou hoje o cancelamento de suas apresentações no verão europeu, marcadas para o mês que vem.

O cantor britânico tinha nove shows marcados no Reino Unido, Alemanha, Dinamarca, Suécia e Finlândia. A alegação oficial foi que a turnê precisou ser cancelada por “circunstâncias logísticas que fugiram do controle”.

O comunicado ainda informa que a turnê será retomada no México, no fim de novembro. Os shows de Moz no Brasil estão marcados para 30 de novembro, no Rio, e 2 de dezembro, em São Paulo.

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Eita. Morrissey confirma dois shows no Brasil no fim do ano

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Até dia desses maior britânico vivo, com a língua cada vez mais afiada e às vezes saindo de mão, Morrissey confirmou para o final do ano um rolê pela América Latina. Não que há garantias que ele cumpra a agenda, veja bem, por mais que ele, um dos maiores gênios de sua geração, seja sempre bem-vindo.

Moz embarcará em um rolê que contemplará shows no México, Peru, Paraguai, Chile e Argentina. À parte que nos cabe, o ex-vocalista dos Smiths tocará dia 30 de novembro na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, e dia 2 de dezembro no Espaço das Américas, em São Paulo.

Ingressos à venda na próxima sexta-feira, 29 de junho.

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Morrissey on fire. Uma música perdida, uma foto fofa do seu gato, um site novo, e (mais) algumas palavras polêmicas

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A metralhadora Morrissey continua intacta. Ele, que agora e enfim tem um site oficial, andou dando mais declarações polêmicas sobre política.

Acusado de ter feito comentários racistas contra Sadiq Khan, prefeito de Londres que tem raízes árabes, Moz soltou o verbo. Na ocasião de seus comentários, o ex-Smiths disse, entre outras coisas, que Sadiq sequer sabia pronunciar as palavras “mental health” (saúde mental) e que Londres estava degradada.

A repercussão fez com que Moz caísse em um terreno ainda mais espinhoso agora. Ao tentar contra-argumentar as acusações, o cantor e compositor britânico chegou a citar Hitler. “No que diz respeito ao racismo, a moderna extrema esquerda parece esquecer que Hitler era de esquerda. Mas, é claro, somos todos chamados de racistas agora, e a palavra realmente não tem sentido. É só uma forma de mudar de assunto. Quando alguém te chama de racista, o que eles estão dizendo é ‘hmm, você realmente tem razão, e eu não sei como responder’. Então talvez se eu te distrair chamando você de intolerante, nós dois esqueceremos quão iluminado o seu comentário foi”, disparou.

Quanto às partes que realmente importam, Morrissey liberou uma “canção perdida” chamada “By the Time I Get To Wherever I’m Going” e divulgou uma foto fofa do seu gato.

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Os Smiths vivem (do jeito deles). Poucos meses depois de Morrissey, Johnny Marr também vai lançar um novo disco

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Enquanto o Smiths não volta (ou seja, nunca), seus ex-integrantes continuam por aí livres, leves e soltos em suas carreiras solo. Poucos meses depois de Morrissey lançar um disco, chegou a vez de Johnny Marr anunciou o seu.

O virtuoso guitarrista, que também manda bem cantando, vai colocar no mercado dia 15 de junho seu novo álbum “Call the Comet”. O projeto inclusive ganhou o primeiro single, “The Tracers”, bem bom inclusive.

“Call the Comet” é o terceiro disco solo de Marr e o primeiro em quatro anos, sucessor de Playland.

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