Em Morrissey:

Filme sobre Morrissey, não autorizado, tem novo nome que cai bem: “England Is Mine”

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“I decree today that life
Is simply taking and not giving
England is mine – it owes me a living
But ask me why, and I’ll spit in your eye”

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Uma das figuras mais controversas e geniais da história do pop, o inigualável Morrissey, terá parte de sua vida contada nos cinemas. Sem a bênção dele, é claaaaro.

O filme, que está sendo arquitetado pelo produtor Orian Williams desde 2014, vai abordar a juventude do cantor e termina no momento em que ele conhece Johnny Marr e dá início a uma das mais turbulentas e excepcionais parcerias do rock, com a criação dos Smiths.

O longa, inicialmente, iria se chamar “Steven”, em referência ao nome de batismo de Moz (Steven Patrick Morrissey). No entanto, Orian, que também foi responsável pela cinebiografia “Control”, que conta a vida de Ian Curtis, informou em entrevista para a SiriusXM neste final de semana que o filme tem um novo título: “England Is Mine”, termo retirado da música “Still Ill”, dos Smiths.

No bate-papo, Orian conta que o mote da produção é explorar o triunfo de um jovem sobre uma infância alienada de forma a tornar-se na estrela cultuada que é hoje em dia. O ator escolhido para interpretar Morrissey no filme é o escocês Jack Lowden (“War & Peace”). Mark Gill e William Thacker são os responsáveis pelo roteiro.

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Ok Go protesta contra Trump da melhor forma possível: cantando Morrissey

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A banda americana Ok Go, acostumada a fazer os melhores vídeos de música de todos os tempos, ou, pelo menos, desde o Michael Jackson, utilizou desta vez suas habilidades para a produção visual de “Interesting Drug”, canção politizada do gênio Morrissey, lançada no início de sua carreira solo.

O som começa e termina com a marcante frase “There are some bad people on the rise”, em que Moz faz referência à política da Rússia. Agora, o Ok Go deu uma incrementada e juntou a canção ao momento que vive os Estados Unidos, com imagens do Donald Trump ascendendo ao poder. Sacou?

O vídeo do Ok Go e o original do Morrissey podem ser vistos abaixo.

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Apenas: vem aí um novo single dos Smiths

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Uma das maiores verdades no pop é que, provavelmente, nunca haverá uma reunião dos Smiths. Por mais que Johnny Marr tenha relatado em seu novo livro que ele e Morrissey tiveram um ótimo encontro em um pub, em um dia de setembro de 2008, no sul de Manchester, e que por quatro dias se alimentou de forma concreta uma esperança pela reunião da seminal banda inglesa, é fato que dificilmente veremos os dois pisando em um mesmo palco nesta vida. É a vida, na verdade.

Enquanto Marr e Moz não se acertam, os Smiths continuam na boca do povo e “vão lançar” em breve um single. De acordo com o site oficial-não-oficial True To You, está sendo preparado um vinil 7″ com duas versões inéditas: uma demo de “The Boy With the Thorn in His Side” e uma lado-b com uma versão nunca ouvida de “Rubber Ring”.

Ainda não foi informada a data de lançamento, mas já foi divulgada a capa com concepção de Morrissey e uma foto do ator inglês Albert Finney.

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* Abaixo, as versões originais.

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Apenas: Morrissey faz cover de Ramones. E tem gente chamando de Ramorrissey

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Papo reto. Maior britânico vivo e ultimamente meio calado, o grande Morrissey voltou ao noticiário não por ter xingado alguém ou cancelado outra turnê, mas sim por ter cantado Ramones em seu show. Pensa: Morrissey cantando Ramones.

A música escolhida foi “Judy Is a Punk”, uma das preferidas do ex-vocalista dos Smiths, que nos anos 70 odiava os Ramones por parecerem cópias do New York Dolls, mas depois, pensando melhor, virou fã. Tão fã que há alguns anos Morrissey foi o responsável por selecionar canções para uma coletânea especial dos Ramones para um Record Store Day. E “Judy Is a Punk”, claro, estava entre as selecionadas.

A reedição da faixa, que já ganhou o singelo nome Ramorrissey, aconteceu em show de Moz no Brooklyn, na noite de sábado passado. Melhor ainda é saber que algum gênio gravou. Obrigado, internet.

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Oh, boys… David Bowie morreu com contas a acertar com o Morrissey, parece

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* Bate até uma tristezinha…

Foi no sábado, em Manchester, que Morrissey protagonizou mais uma pequena treta. Mesmo tocando em casa para mais de 15 mil fãs apaixonados, o ex-vocalista dos Smiths não escapou de vaias e xingamentos por causa de outro astro inglês: David Bowie.

Em certo momento do show, Moz estava discursando sobre “as melhores pessoas” que morreram em 2016. Ele citou o boxeador Muhammad Ali, Prince, a atriz Caroline Aherne e a comediante Victoria Wood. Omitiu Bowie, o bastante para a reação negativa de parte do público.

Morrissey vivia relação conturbada com Bowie desde uma turnê que eles fizeram juntos no ano de 1995, por motivos que nunca foram externados publicamente. Em 2013, Bowie vetou a publicação de uma foto dos dois para a capa da reedição do single “The Last Of The Famous International Playboys” (1988), que em sua versão final teve Moz e o cantor Rick Astley.

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O New Musical Express pontua que há dois anos Morrissey falou sobre o entrevero, dizendo tinha consciência de que havia criticado David no passado, mas que ele (Bowie) sabia que era uma “infantilidade boba” por parte do ex-Smiths.

De toda forma, a galera não reagiu bem a mais uma possível pisada na bola de Moz sobre o caso.

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