Em moscou:

Mais Pussy Riot: a incrível "поют политзекам на крыше тюрьмы"

>>

* Muito além dos 15 minutos de fama internacional, quanto mais se lê sobre as protestantes russas do Pussy Riot, mais se têm a impressão de quão sério é o movimento anti-Putin, que mais merdas vão resultar das próximas manifestações delas em Moscou e que mais músicas boas devem aparecer por aí.

Elas são legais. Por causa das máscaras, se consideram as Batman (desculpe o gênero e a concordância) da Rússia moderna em combate ao “crime político organizado”. “Nós somos num primeiro momento arruaceiras. Mas logo vão ver que na verdade somos uma espécie de super-heróis do submundo russo que não aguentam mais certas coisas. Um dia vão fazer um filme sobre a gente”.

De alguns vídeos que apareceram pós-condenação de três garotas do coletivo (foto da Nadezhda, acima), na semana passada, tirei esse para o ótimo punk “поют политзекам на крыше тюрьмы”. Não me pergunte. O vídeo, com tudo o que carrega, é lindo. Sobre o nome da música, nem me pergunte. Nem sei se esse é o nome da música, em si. Traduzindo no Google, aparece algo como “Cantar prisioneiro político no telhado da prisão”.

>>

Cerebral Ballzy: baile punk em Moscou

>>

* Agora em dezembro a “muito doida” banda punk do Brooklyn com vocalista negão (tudo errado nessa frase?) Cerebral Ballzy, um dos destaques de 2011, tocou na Rússia numa espécie de baile punk de Natal, promovido pela revista “Vice” local. Pensa o Honor Titus, o “Tyler the Creator do punk”, agitando uma balada one-two-three-four em Moscou, cheia de molecada russa maluca querendo zoar.
Duas coisas: o Cerebral Ballzy, não sei se você vai lembrar, fez agora em 2011 “aquele” ótimo vídeo do skatista entregador de pizza que levou o pedido a um apartamento de umas garotas com pouca roupa enquanto elas brincavam de rodar a garrafa para fazer strip e se beijar e algo deu errado. Lembra?
Outra: um lado perverso meu adoraria estar nesse “16 Tons”, clube de Moscou onde o Cerebral Ballzy fez uma festinha de Natal. Você não?

>>