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Viva Bowie: Covers inéditos do inglês para músicas de John Lennon e Bob Dylan são lançados hoje

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Já conversamos um pouco sobre o aniversário de Bowie hoje, mas estamos aqui para falar mais novidades à cerca de um dos seres humanos mais ilustres que já viveram neste plan(o)eta. No caso, dois covers inéditos para canções de Bob Dylan e John Lennon lançadas nesta sexta-feira nos streamings.

A cover de Bob Dylan é da faixa “Trying to Get Heaven”, um som do (excelente) álbum “Time Out of Mind”, de 1997. A gravação de Bowie data de 1998, na época em que mixava seu disco ao vivo “LiveAndWell.com”. Já o Lennon selecionado é das mais sentidas do músico: “Mother” da estreia solo do ex-beatle, “John Lennon/Plastic Ono Band”, de 1970. A versão de Bowie também é de 1998 e foi pensada para um coletânea que não deu certo.

As faixas estão em todas as plataformas de streaming e saíram também em vinil. Os compactos numerados e limitados já estão esgotados, lógico. Raridades.

Parecem escolhas aleatórias, mas é Bowie gravando seus ídolos. Quando a gente considera que a estreia dele saiu em 1967, perto de grandes lançamentos dos Beatles e Bob Dylan, é comum associá-lo a esse período – mesmo que sua carreira tenha virado mais nos anos 70 e dado mil voltas nos anos seguintes.

Acontece que aquele garoto nascido em 8 de janeiro de 1947 tinha só 15 anos quando esses seus ídolos se tornaram fenômenos pop. Acho que isso dá um significado especial em ver Bowie interpretando canções de Dylan e Lennon.

Ainda que neste olhar daqui de 2021. Pensa: David Bowie interpretando Bob Dylan e John Lennon. Olha a dimensão disso.

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Roger Waters chama a “Mother” do Pink Floyd para a quarentena

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* O músico e ativista britânico Roger Waters mostrou ontem, no tocante à cuestão da quarentena, uma tocante versão da clássica canção “Mother”, de sua estratosfericamente famosa ex-banda Pink Floyd.

Waters reuniu a galera que costuma acompanhá-lo em turnê para, cada um de sua casa, ajudá-lo com “Mother”. E declarou que “o distanciamento social é um demônio necessário no mundo da Covid-19”. Disse ainda que ver a música daquele jeito o lembra o quanto estar numa banda é um prazer único na vida.

A versão realmente ficou linda, som e imagem. O vídeo, em preto-e-branco, trouxe o baixista, cantor, compositor e um dos fundadores do Floyd ao violão. Seis músicos e duas backing vocals (uma dela segurando um cachorro) participaram da gravação.

Recentemente, Waters já havia feito, confinado em sua casa, uma cover em homenagem para o amigo John Prine, músico americano de folk music que morreu no mês passado vítima do corona.

A pandemia atrapalhou os planos da turnê This Is Not a Drill, que passaria pelos EUA em julho e foi adiada para o ano que vem.

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