Em nandi bushell:

Popnotas – E o Dylan chega às lives. E a Nandi Bushell “acaba” com os Arctic Monkeys. E a Miley Cyrus enfia Cocteau Twins nos novinhos

>>

– Miley Cyrus resolveu sacar um cover de “Heaven or Las Vegas”, do saudoooooso e especialíssimo grupo inglês Cocteau Twins, em uma apresentação sua em… bem… Las Vegas anteontem. Onde mais? Engraçado que ela começa o cover com um “Ninguém conhece essa”, de olho no seu público da geração z, já que os mais velhos sabem que essa música é um hit até que bem popular, não? Talvez seja impressão nossa, vai saber. A batalha geracional segue quente no mundo. Mas é lindo ver os novinhos engolirem um Cocteau Twins in tha face, não? No mesmo show, ela mandou ainda um “FREE BRITNEY. We gotta free this bitch!”. Tudo aí embaixo. Boa, Miley!

– Por falar em batalha geracional, o encontro entre Matt Helders, baterista do Arctic Monkeys, com a jovem Nandi Bushell, 11 anos, ganhou mais alguns capítulos. Os finais. Ela fez uma entrevista com ele – que vai de perguntas do tipo “Suas bandas favoritas?” até “Marvel ou DC?” – e a dupla ainda atacou mais uma parceria em “R U Mine?”. Nandi também celebrou recentemente mais um feito: ela é a baterista mais jovem a aparecer na capa da tradicional revista britânica “Modern Drummer”, em sua edição de junho, publicação para adeptos das baquetas.

Modern-Drummer-June-2021-COVER-1

– Ainda em termos de conflitos geracionais, Bob Dylan vai se render após um ano e tanto à onda das “lives”. No caso, uma apresentação virtual gravada, mas é o mesmo conceito quase, vai. Está programado para o dia 18 de julho a exibição desse show que foi gravado, atenção para a conexão com a primeira nota, em Vegas. Complicado é o preço do ingresso (para nós): 25 doletas. A promessa é que “Shadow Kingdom”, nome da apresentação, trará repertório clássico do músico – e, pelo que entendemos, em versões especiais para a ocasião. Algo que nem é uma novidade, já que Dylan é reconhecido por sempre mexer um pouco em arranjos ao vivo. Mas, vá lá, é o Dylan!

>>

Popnotas – As “semelhanças” das músicas da Olivia Rodrigo. Nandi Bushell espancando o Arctic Monkeys. Metallica reconstruído por Sam Fender e St. Vincent. E o cinematográfico álbum de estreia do Lil Nas X

>>

– Olivia Rodrigo anda recebendo umas acusações de plágio. As pessoas têm notado semelhanças visuais dela com imagens do Hole e do Pom Pom Squad, por exemplo. A própria Courtney Love tuitou dando uma alfinetada nessas (vamos continuar com esse termo) semelhanças. Nessa onda, alguém levantou no Twitter que “Brutal”, som que abre o disco “SOUR”, seria idêntica a “Pump It Up” – e é bem igual mesmo – do Elvis Costello. Ao que o próprio Elvis respondeu, meio que dando um aval, até: “É assim que o rock n’ roll funciona. Você pega os pedaços quebrados de outra emoção e constroi um brinquedo novo. Isso é o que eu fiz com ‘Subterreanean Homesick Blues’, por exemplo”. Achamos a resposta classuda. Não? Para lembrar, botamos as duas aqui embaixo. A “Brutal” da Olivia e a “Pump It Up” do Costello.

– E tem mais Nandi Bushell com Matt Helders, do Arctic Monkeys. A gente destacou ontem a dupla reconstruindo o hit monkey “I Bet You Good Look on the Dance Floor”, com ele na bateria e ela na guitarra (!!). Agora, na parte 2 desse encontro, temos a dupla atacando na bateria clássica “Brianstorm”. Destruidor. Fora que tem todo um calendário: “R U Mine” vai ser a próxima. E depois até tem uma jam dos dois, parece. Vamos reportar tudo por aqui, óbvio.

– Aos poucos começam a aparecer em vídeo, na íntegra, as versões que vão estar no disco de covers do “Black Album”, um dos caprichos da celebração de 30 anos do clássico do Metallica. As que surgiram agora são da mesma música, “Sad But True”. Uma é uma versão pianinho pelas mãos do inglês Sam Fender e a outra é uma levada modernosa e funk comandada pela St. Vincent – que descontrói o solo de guitarra da música original de um jeito bem genial.

– Em breve devemos ter o primeiro álbum do Lil Nas X, finalmente. O rapper cantor agitão americano até soltou um trailer do disco, que lembra trailers dos longas da Marvel. Uma zoeira e tanto que usa seus antigos music videos como pequenos trechos de “filmes anteriores” da série. Ainda que “7”, seu primeiro EP, tenha concorrido ao Grammy de melhor álbum do ano, esse que vai sair é nas contas do próprio Lil seu álbum de estreia. Também não temos o dia em que o disco entra em cartaz nos cinemas. Essa última info é uma graça nossa.

Nandi Bushell, 11 anos, ataca os Arctic Monkeys. Com a ajuda de um arctic monkey

>>

* O toque estava dado nas redes nos últimos dias. A garota-prodígio Nandi Bushell. a maior menor baterista (na real, multiinstrumentista), 11 aninhos, andou postando fotos junto a Matt Helders, o baterista dos Arctic Monkeys. A gente sabia o que estava por vir. Mas, de fato, não como viria.

Captura de Tela 2021-06-29 às 7.47.25 AM

Bem, começou a aparecer. Ontem Nandi publicou a primeira parte do que seria a “The Matt Helders Jam Session – Part 1 – Arctic Monkeys – I Bet You Look Good on the Dance Floor”, com Helders na bateria e ela na guitarra emulando o maior hit, o primeiro de muitos, que a banda de Sheffield botou na cena inglesa lá por meados dos anos 00.

É espetacular ver o que ela faz quando se tem 11 anos de idade, na guitarra, sendo que a menina ficou mundialmente famosa na bateria.

Essa “I Bet You Look Good on the Dance Floor”, com Matt Helders na bateria, ficou totalmente dela. Não tem vocal. Só Nandi Bushell fazendo, em uma só guitarra, o que o Arctic Monkeys faz com duas.

Até a famosa frase do vídeo, a “declaração” de Alex Turner “Don’t Believe the Hype” do primeiro vídeo do Arctic Monkeys prestes a estourar, aparece de modo espontaneamente puro no mundo da menina fenômeno de 11 anos: “É ‘Believe the Hype’ ou ‘Don’t Believe the Hype”, ela pergunta a Matt Helders, que responde o correto. Muito bom.

Estamos ansiosamente esperando a parte 2.

>>

A pequena Nandi Bushell faz cover da banda que ela escuta na cama, na hora de dormir: Slipknot!!

>>

* Faz tempo que a gente não posta nada aqui da menininha Nandi Bushell, o talento musical inglês de 11 anos que toca tudo, principalmente bateria melhor que o Dave Grohl (zoeirinha com o brother dela ex-Nirvana). A saudade era tanto que ela vai para um post só dela, este aqui, fazendo uma cover de bateria para o grupo americano de nu metal SLIPKNOT, haha. O clássico do demo “Duality”, no caso.

Rolou até uma produção. Nandi toca Slipknot com uma máscara sinistra de Slipknot. Gênia. Fora que outro de seus pontos altos são as explicações que ela dá para os vídeos-cover reinterpretativos que ela bota em seu canal no Youtube.

Ela tuitou assim: “É verdade. Uma das minhas bandas prediletas é Slipknot. Eu amo tocar bateria com dois pedais. É tão legal. Tanto o Jay Weinberg quanto o Joey Jordison são ótimos bateristas. Mas eu realmente amo o jeito que o Jay toca. Papo sério, eu na real ouço Slipknot na hora de dormir, quando vou para cama”.

Obviamente, ela já ganhou uma resposta do próprimo Jay Weinberg.

Aqui, o vídeo da pequena Nandi Bushell espancando sua bateria à la Slipknot.

>>

Baixou o deus Keith Moon na pequena Nandi Bushell. Baterista inglesa de 10 anos toca “My Generation”, do Who

>>

* A espetacular baterista de 10 anos de idade Nandi Bushell, que já podemos tratar como um fenômeno do rock por também tocar e bem baixo, guitarra e cantar, aprontou mais uma.

Nandi é legal por vários motivos além de ser uma prodígio por conta da idade absurda para fazer o que ela faz no Youtube, quase que mensalmente. Ela despontou na cena por se meter na bateria de bandas indies e clássicas do metal para covers impressionantes, encarou uma batalha de bateria com Dave Grohl (que entre outras tarefas no rock foi apenas o baterista do Nirvana) e sempre reconta, a seu jeito, a história da música, sob o olhar de uma criança de 10 anos que ela é.

A da vez: Nandi fez uma homenagem ao grande Ketih Moon ao espancar sua bateria na versão da icônica “My Generation”, do lendário grupo inglês The Who.

É tudo lindo aqui para além da espetacular performance dela. Nandi, 10 anos, baterista, “My Generation” (pensa qual é a geração de Nandi), Keith Moon, que senta no panteão dos bateristas.

E ela ainda fala, na legenda do vídeo: “Um das mais difíceis covers que eu fiz. Acho até que esta música combina com meu estilo. Rápida, divertida e e punk no limite”.

Para um pouco e pensa nessa frase, dita por uma inglesinha de 10 anos sobre o Keith Moon, um dos principais bateristas da história do rock.

No começo da música ela manda um “Esta é para você, Mooneyyyyy”. No final, depois do solo derradeiro na bateria, ela segura os pratos e solta um grito gutural de roqueira extasiada. Um grito de uma menina de 10 anos, agudíssimo, nada ogro. Inacreditável.

>>