Em new order:

POPLOAD TV – Programa Gliv Rocks conta, com 20 discos, a história do grande ano de 2001

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* Outro ano mágico para o tipo de música que gostamos foi 2001, que também teve lá seu tipão de “revolucionário”, sim. Foi conhecido como a explosão do “novo rock”, quando bandas na linha Strokes e White Stripes capitaniaram um movimento que, foi dito à época, devolveu as guitarras à música pop. E o indie bombou de novo, tal qual 1991, que retratamos na Popload TV, com o programa Gliv Rocks, no episódio passado.

Se ali fizemos a brincadeira do “19 discos mais legais de 91”, toma então o “20 discos legais de 01”, que dá continuidade a esta parceria incrível e documental do Gliv Rocks com a Popload TV, o canal do Youtube da Popload.

Na pegada de Alê Zampieri, o apresentador e mr. Gliv, contamos a história cronológica de tantos discos ótimos que fizeram um dos anos mais legais de nossas vidas na música.

Para o deleite de sua memória e desculpa qualquer gatilho, se você tem mais de 30 anos. Se não tiver, serve para ter a noção do que foi 2001 e quais os efeitos aquele período deixou na música que é feita hoje.

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* Obviamente, o programa gerou uma playlist de 20 músicas representativas dos 20 discos de 01.

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POPNOTAS: Disco ao vivo do New Order, o álbum luxo do Pavement, oooooooutra session do Foo Fighters e uma nova ótima do Kings of Leon

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* Vem aí um novo álbum ao vivo do New Order. “Education Entertainment Recreation” é o registro de uma apresentação da lendária banda inglesa no suntuoso Alexandra Palace, Londres, em 2018. É a mesma turnê que visitou o Brasil naquele ano. Aliás, os shows brasileiros da tour foram realizados pouco dias após esse concerto no Ally Pally. O setlist é daqueles impecáveis com tudo oque importa. “Regret”, “Blue Monday”, “The Perfect Kiss”, algumas coisas do Joy Division como “Atmosphere” e “Love Will Tear Us Apart”. Lindo, lindo.

* As versões de luxo dos álbuns do grande e saudoso grupo indie americano Pavement são notoriamente absurdas. Lotadas de faixas extras, versões ao vivo, demos, muita coisa inédita. Um detalhe importante é que elas eram lançadas sempre nos aniversários de dez anos de cada álbum – ou quase. “Terror Twilight”, quinto e último disco da banda, de 1999, era a exceção. Completou 10, 20 anos e nada. Mas parece que essa espera vai acabar. A banda postou em seu Instagram um trecho de um texto sobre o disco com o recado: “Está remasterizado”. E este ano, se a pandemia deixar, tem Pavament no Primavera Sound. Será?

* A apresentação do Foo Fighters número 859 foi para o programa Live Lounge, da Radio One, levada ao ar hoje. Para a importante emissora da BBC, a banda americana enviou duas músicas: “Waiting on a War”, um dos singles que lideram o disco novo recém-lançado, e o velho clássico “Times Like These”. Fancy?

* A familiar banda americana Kings of Leon revelou hoje mais uma música nova de seu próximo disco, “When You See Yourself”, seu oitavo álbum de estúdio, que sai em marçp. Depois de “The Bandit” e “100,000 People”, chegou a vez do grupo dos Followill lançar a bem boa “Echoing”, que traz um vídeo nervoso que tem a banda tocando a música ao vivo, mas em nenhum momento mostra a cara dos integrantes do KoL.

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New Order fecha o ano com um vídeo novo para a fantástica “Age of Consent”, de 1983, mas com corpinho de 2020

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* Nos extertores de 2020, quando as cortinas estão para se fecharem neste ano maldito, a banda inglesa New Order revela um vídeo novo para a versão remasterizada da colossal “Age of the Consent”. Uma de suas músicas mais lindas, escrita em 1982 e botada em disco no ano seguinte, “Age of the Consent” é a canção do mais que colossal “Power, Corruption & Lies”, segundo álbum da ex-Joy Division em nova ordem.

Uma canção sobre a “idade do consentimento”, o termo mundialmente conhecido por ser o período da vida em que uma pessoa responde por seus atos sexuais, ali no começo dos anos 80, quando até hoje briga-se por individualidades e direitos, é uma coisa admirável (Oi, Argentina, sua linda!). Ainda mais quando a música é inesgotavelmente boa em sua marcante melodia.

“Age of the Consent” nesta versão 2020 está na “Edição Definitiva” do álbum, lançada numa caixa deluxe em outubro com cinco vinis ou CDs contendo versões raras num disco de extras e aquele padrão de beleza dos lançamentos do New Order.

Numa concepção livre, o vídeo parece ter uma coreografia da pandemia, tudo ligado a confinamentos, distúrbios mentais apropriados para a ocasião, que progridem para uma dança solitária ao ar livre, à luz do farol de um carro. Enxergar qualquer luz hoje em dia nos diverte, ainda que uma diversão nervosa, parece ser o recado desta nova acepção da fantástica “Age of Consent”, do fantástico New Order.

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Melhor que New Order? Peter Hook refaz em live de quarentena a perfeita “Perfect Kiss”

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* A banda New Order, todo mundo sabe (acho), nasceu das cinzas fúnebres do Joy Division, coloriu o pop com hinos indies misturados à eletrônica pulsante dos anos 80 e fez algumas das principais músicas de todos os tempos para essa intersecção e essa geração que a consumiu em milhões de discos e pistas e rádios e shows.

Entre essas músicas está “Perfect Kiss”, composta em 1985 e lançada no famoso álbum “Low Life”. Ela tem a melhor linha de música para este ano que está vindo, 2021. Quase uma prece: “Let’s go out and have some fun”.

Tudo isso para dizer que “Perfect Kiss” ganhou uma nova reformulação para os tempos pandêmicos que vivemos, em versão live, feita pelo figuraça Peter Hook.

Peter Hook pode mexer em “Perfect Kiss” do jeito que ele quiser, porque o cara é um dos fundadores do New Order (e foi também do Joy Division), ambas as bandas que utilizaram o baixo em uma tal importância que o instrumento era mais importante, para esses grupos, que a guitarra, quase. E Hook era o baixista. Talvez o mais impactante baixista da história para bandas que davam dignidade extra ao baixo. Sorry Paul e Flea.

E “Perfect Kiss” é 70% o baixo, vamos dizer.

Peter Hook é tretadíssimo com o New Order, tem anos. Fundou uma banda para acompanhá-lo e sai pelo mundo fazendo shows tocando New Order e Joy Division e não está nem aí.

E, nesta live, feita neste mês no segundo período de lockdown inglês, Peter Hook mandou uma “Perfect Kiss” bem mais legal e inspirada no hit dos anos 80 do que tem mandado o New Order em seus últimos shows/streamings. Por causa do baixo, que é coisa dele.

Olha que lindeza.

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A velha ordem do New Order ainda funciona. Banda lança disco ao vivo em 2021 de show em Londres

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* Em múltiplos formatos, em abril de 2021, a histórica banda New Order vai lançar em disco um de seus mais famosos últimos shows. O grupo de Manchester, que deu sequência colorida ao sombrio Joy Division e pavimentou nos anos 80 uma estrada conjunta do indie com a dance music, anunciou hoje que transformará em produtos sonoros-visuais a apresentação esgotada de 2018 no gigante Alexandra Palace, em Londres.

Este show em particular fez ontem exatos dois anos. Aconteceu em 9 de novembro e foi a única apresentação ao vivo do New Order naquele ano. A expectativa estava bem alta. E o suntuoso Ally Pally, que já foi residência de outono da família real ao Norte de Londres e foi dado ao povo no fim de 1800, tem capacidade para 10 mil pessoas e também é museu, galeria de arte, com gramado enorme para lazer e palco de eventos esportivos.

Desse cenário, desse show, e para esquentar o anúncio de seu lançamento, o New Order saca a performance da magnífica “Sub-Culture”, um de seus hinos, de 1985, no fantástico álbum “Low Life”.

Tipo assim:

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