Em nick cave and the bad seeds:

Nick Cave se aproxima para afagar nossos corações aflitos: Montevidéu já testemunhou o melhor show do mundo. São Paulo o verá no domingo

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Foto: Alfonso Montañez Prodanov

Foto: Alfonso Montañez Prodanov

Nem tem muito o que dizer, apenas… sentir. O Deus Nick Cave está cada vez mais próximos de nós, brasileiros tão aflitos. No domingo ele toca em São Paulo, no Espaço das Américas, em show lindo, único e exclusivo para o Popload Gig. Se eu fosse você, garantiria logo um dos poucos ingressos restantes.

Cave e seu seminal the Bad Seeds já estão na região. Segunda passada, ele começou a semana com um show de contornos épicos na cidade de Montevidéu, onde se apresentou em um teatro a céu aberto, sob forte chuva e até com momentos de tempestade. Pensa.

Na noite de hoje ele toca em Buenos Aires.

Abaixo, alguns registros do que SP irá testemunhar no próximo domingo, 14 de outubro.

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Está perto. Nick Cave abre turnê latina no México com show… “bíblico”

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* Já que não tem mais para onde correr, o melhor é aceitar. Dentro de 11 dias o músico Nick Cave e sua colossal banda The Bad Seeds se apresentam em São Paulo, show único no Brasil, dentro do nosso selo de shows Popload Gig.

Depois de descansar do assombro que foram seus concertos pelos festivais de verão da Europa, todos esgotados, ontem à noite Nick e banda retomaram a rota de shows na Cidade do México, dando início ao giro latino que vai ainda acachapar corações e mentes no Uruguai, Argentina e Brasil.

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A esta altura não é nada surpreendente, mas os termos “show bíblico” e “noite para não se esquecer” foram encontrados no Twitter para definir o que foi o show do Pepsi Center WTC, no México.

Abaixo, algumas cenas do que foi o show ontem no México.



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** Playlist #SpoilerAlert no Spotify, player oficial da Popload, com as músicas tocadas no último show (na ordem!) mais aquelas que a gente gostaria de ouvir ao vivo

Nick Cave mostra um pouco do melhor show do mundo em EP gravado na Dinamarca. Em poucas semanas, ele se apresenta no Popload Gig (!!!)

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O espetacular Nick Cave e sua banda de ouro the Bad Seeds estará entre nós em algumas semanas, mais precisamente dia 14 de outubro, no Espaço das Américas, para aquele que promete ser o show do ano no país. Nick vem para cravar seu nome no Popload Gig, uma honra sem precedentes para o clã Popload.

Enquanto ele não chega ao Brasil para nos brindar com esse melhor show do mundo hoje, foi lançado nesta sexta-feira um EP especial ao vivo, extraído do famoso show realizado em Copenhague, ano passado, que virou até filme, “Distant Sky”, exibido por apenas uma noite em abril deste ano.

Da apresentação na capital dinamarquesa, Cave e os Bad Seeds selecionaram quatro canções para o EP, sendo elas: “Jubilee Street” e “Distant Sky” no Lado A, e “From Her to Eternity” e “The Mercy Seat” no Lado B.

Para ouvir o EP, basta clicar aqui.

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Me abraça, Nick Cave. Em setembro sai um EP especial e ao vivo dos Bad Seeds, gravado na Dinamarca. Em outubro tem show no Popload Gig

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Dono do melhor show do mundo hoje (e você sabe bem que não estou advogando em causa própria), o incrível Nick Cave anunciou para o fim de setembro um lançamento de um EP ao vivo, extraído do famoso show de Copenhague, ano passado, que virou até filme, “Distant Sky”, exibido por apenas uma noite em abril passado.

Da apresentação na capital dinamarquesa, Cave e seus Bad Seeds selecionaram quatro canções para o EP que chega às lojas no dia 28 de setembro. São elas: “Jubilee Street” e “Distant Sky” no Lado A, e “From Her to Eternity” e “The Mercy Seat” no Lado B. Abaixo, 60 segundos de “Distant Sky” para seus olhos lacrimejarem:

Esse show intenso, emocionante e especialíssimo poderá ser conferido de perto no dia 14 de outubro, no Espaço das América, em São Paulo, no Popload Gig, na única data de Cave em solo brasileiro.

Nick está na estrada com outros seis companheiros que formam o espetacular the Bad Seeds: Warren Ellis (piano, teclados, violino, guitarra tenor), Martyn Casey (baixo), Thomas Wydler (bateria), Jim Sclavunos (vibrafone, percussão, piano), George Vjestica (guitarra) e Larry Mullins (teclados, piano).

Como não amar Nick Cave?

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O fenômeno Nick Cave leva morte, religião e dor ao pop. E o pop está adorando. Mais as melhores fotos de fãs do Nick Cave que você vai ver até outubro

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* Começou ontem, na Noruega, o enorme festival Bergenfest, em Bergen, atualmente um dos maiores eventos de música de uma Europa abarrotada de grandes eventos de música. Principalmente no verão. O Bergenfest, que vai até sábado, está esgotadão. Os ingressos que restam em sites de revenda, poucos, estão sendo disputados a tapa na internet. E o que dizem por lá é que o sold-out e essa loucurinha em torno da edição deste ano do evento se dão por conta de um de seus headliners, atração de HOJE: Nick Cave and The Bad Seeds.

É um pouco improvável tudo isso que está acontecendo com Nick Cave, mas completamente lindo. Ele de repente saiu de algum lugar entre o “cult” de nichos e a “atração para adultos” em um mundo musical pós-adolescente e de blogueiros para o status de POPULAR. Porque o que Nicholas Cave canta não é fácil. Teoricamente não é para ser popular. Sua música, seus shows, suas letras são vastamente emocionais. Fala de amor nunca de um jeito simples e de morte e religião.

Essa comoção que vemos no festival norueguês foi a mesma em Londres, no último All Points East, há pouco mais de uma semana, festival no east side de Londres em sua primeira edição, mas que já pede para ser o novo grande festival do calendário britânico (tive a abençoada oportunidade de estar lá).

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Foi assim também, pelas leituras e relatos de amigos, no gigantesco Primavera Sound de Barcelona e do Porto, há poucos dias. Tem sido assim, e assim parece que vai continuar sendo, porque o número de festivais de verão na Europa em que o cantor australiano e sua excepcional banda vão participar beira 20. Para depois desembarcar na América Latina, em outubro, para mais uma febre latente.

((O show do Brasil, 14 de outubro, pelo Popload Gig thankyouverymuch, teve uma performance de venda arrasadora. Vendeu um absurdo, mas ainda tem. Para os que não compraram, considerem essa existência de ingresso uma ação divina das chances. Não perca.))

Sem querer entrar na onda do “Eu eu eu” vigente, me considero um pouco experiente quando se trata de shows, festivais etc. Encontro de facilidade e felicidade de há muitos anos trabalhar com isso, tornar isso algo “profissional”. Já vi algumas coisas para mim marcantes, na linha Nirvana no Reading, primeiro Radiohead no velho Coachella, Beastie Boys na França, Portishead no Primavera Sound, Strokes no Cais do Porto no Rio, White Stripes num barro de bar em Foz do Iguaçu, Arctic Monkeys e o primeiro show deles no Sxsw, Rapture no Cine Joia, Oasis em Estocolmo, Daft Punk com Yeah Yeah Yeahs com TV on the Radio no Tim Festival, Los Pirata na Vila Madalena.
A lista é longa e até que não é fraca.

Dito isso, então, fui bem tranquilo e todo “tarimbadão dos shows” ver Nick Cave & The Bad Seeds no Victoria Park em Londres, este do festival All Points East.

Obviamente esperava um grande show. Não ser de-vas-ta-do pela apresentação absurda de um veterano com dotes de cantor-hipnotizador e uma banda linda, estilosa, excelentes músicos, surpreendente na recriação da “atmosfera Nick Cave” ao vivo, melhorando no palco o que já é muito bom no estúdio. Em um concerto que visitou praticamente toda sua obra de 16 álbuns e 34 anos de estrada, foi um espetáculo visual e sonoro que vai da beleza ao caos hipnotizando o público que estava ali porque queria muito ser hipnotizado. Nick Cave ao vivo mexe com os sentidos: os nossos olhos vidram, os ouvidos são aprisionados, a boca fica aberta. A voz rouca de Nick Cave, a bandaça cool se matando de tocar atrás dele, o caráter de pregador do cantor transforma em belo um coração destroçado. É a alegria na dor. Sei lá, só vendo. Ainda estou confuso.

Andei lendo a imprensa portuguesa e inglesa a respeito da recente apresentação dele no Porto, dentro do Primavera Sounds, e antes no All Points East, o show que eu vi.

É tudo assim no descritivo: “unexpectedly triumphant”, “furacão”, “uplifting”, “comovente”, “estremecedor”, “para a eternidade”, “All artists are disappointing live after seeing Nick Cave”. Não vou falar mais, então, para não incorrer nas mesmas palavras.

Apenas pegue essa pacoteira de adjetivos e impressões e leve com você no Espaço das Américas, 14 de outubro, em São Paulo, no show do Popload Gig. Para o momento, vai ser o mais próximo que você poderá chegar de um… deus?

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Abaixo, fotos de galera do show do Nick Cave em Londres, no All Points East Festival. Todas de Gareth Durant (@nationuk), a não ser onde indicado.

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Garantimos que o merch do Popload Gig vai ser mais legal…

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E este Nick Cave fase-Birthday-Party?

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Ah, o verão inglês…

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London Fashion Week meets Nick Cave

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Popload Team vendo de perto o que a gente vai ver mais de perto ainda em outubro

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Podia ser dia de show da Lady Gaga, mas não é

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Fãs do Nick Cave no East London vs. blogueiras de moda no Coachella. Quem venceria a Copa dos Looks?

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Hi, how are you?

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Uma camisa dessas, uma IPA numa mão, câmera na outra, Nick Cave indo para o palco. Que dia

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Claramente fãs do Nick Cave

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Estes aqui nem tanto…

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Celebrating Nick Cave and David Bowie (foto @anabeanjean)

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** A imagem de Nick Cave que ilustra este post é do fotógrafo inglês de shows Raphael Pour-Hashemi (@raphph)

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