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Os Melhores de 2017 – O Top 50 da NME. O Kendrick Lamar NÃO ficou em primeiro!!

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Nesta quarta, a Popload “viajou” para a Inglaterra para ver o que as publicações de lá andam falando dos melhores discos de 2017.

Já falamos da revista “Q”, agora a escolhida é a ainda relevante New Musical Express, que já chegou a ser, talvez, a principal publicação de música no mundo, ainda tendo que se adequar aos tempos modernos.

Na lista deles, nomes como Laura Marling, Phoenix, Beck e Gorillaz. Se estamos falando de Inglaterra, temos que citar Noel e Liam Gallagher. O primeiro não entrou na lista, porque a mesma foi feita antes do lançamento de seu mais recente álbum, “Who Built The Moon?”. Já Liam pegou um honroso 10º lugar.

Nas cabeças, LCD Soundsystem e Father John Misty fizeram bonito. Já o rapper americano Kendrick Lamar, que tem aparecido como campeão em diversas escolhas, foi desbancado pela garota neozelandesa Lorde.

Confira o Top 50 da NME
50. Thundercat – Drunk
49. Laura Marling – Semper Femina
48. Kaitlyn Aurelia Smith – The Kid
47. Kiran Leonard – Derevaun Seraun
46. The xx – I See You
45. The Moonlandingz – Interplanetary Class Classics
44. The Big Moon – Love In The 4th Dimension
43. Phoenix – Ti Amo
42. Protomartyr – Relatives in Descent
41. Fever Ray – Plunge
40. (Sandy) Alex G – Rocket
39. The War on Drugs – A Deeper Understanding
38. alt-J – Relaxer
37. Jay-Z – 4:44
36. Creeper – Eternity, In Your Arms
35. Queens of the Stone Age – Villains
34. Mura Masa – Mura Masa
33. Kasabian – For Crying Out Loud
32. Princess Nokia – 1992 Deluxe
31. Taylor Swift – reputation
30. Beck – Colors
29. Arcade Fire – Everything Now
28. Methyl Ethel – Everything Is Forgotten
27. Foo Fighters – Concrete and Gold
26. Bleachers – Gone Now
25. Kelly Lee Owens – Kelly Lee Owens
24. Perfume Genius – No Shape
23. Sampha – Process
22. Kevin Morby – City Music
21. Sheer Mag – Need to Feel Your Love
20. Paramore – After Laughter
19. Tyler, the Creator – Flower Boy
18. Gorillaz – Humanz
17. Alvvays – Antisocialites
16. King Krule – The OOZ
15. Vince Staples – Big Fish Theory
14. Stormzy – Gang Signs & Prayer
13. The National – Sleep Well Beast
12. Loyle Carner – Yesterday’s Gone
11. St. Vincent – MASSEDUCTION
10. Liam Gallagher – As You Were
9. Wiley – Godfather
8. Lana Del Rey – Lust for Life
7. SZA – CTRL
6. J Hus – Common Sense
5. LCD Soundsystem – American Dream
4. Father John Misty – Pure Comedy
3. Kendrick Lamar – DAMN.
2. Wolf Alice – Visions of a Life
1. Lorde – Melodrama

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Popload Política – Como Jeremy Corbyn, líder do partido trabalhista britânico, virou a esperança da música inglesa e a principal atração do festival Glastonbury

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Jeremy Corbyn: A esperança do grime, do indie, do rock, dos hipsters e do baile todo…

Never Mind the Politics!

Em tempos de Brexit, Trump, Temer e outras mazelas políticas, foi interessante observar a reviravolta “popular” (beeem entre aspas) das últimas eleições legislativas britânicas, quando o Reino Unido escolheu seus representantes no Parlamento. Com o resultado da eleição pró-Brexit embaixo do braço e certa de que conseguiria mais poder e assentos na casa, a primeira-ministra Theresa May antecipou a eleição geral em três anos. Apenas. Ela só não contava com a sua queda de popularidade (e com dois ataques terroristas durante a campanha) e muito menos com o status inesperado de pop star do oponente Jeremy Corbyn.

E o que a gente tem a ver com isso?

Bem, primeiramente, é sempre bom saber o que rola pelo mundo. E, ao mesmo tempo, deu um certo alívio saber que em algum lugar as coisas começam a voltar aos eixos, ou quase. Assim como aconteceu em São Paulo, durante as eleições Haddad x Doria, e nos EUA, entre Hillary x Trump, houve no Reino Unido uma campanha em massa de artistas, músicos, bandas e universitários em todas as redes sociais possíveis a favor de um governo, digamos, “de esquerda”, ou, mais “liberal”. Mas a “bolha”, como vocês gostam de dizer, não reverberou nas urnas daqui nem das americanas e o resultado já sabemos bem. NÉ?!?!?!

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UK e seu Obama

No Reino Unido, depois de uma campanha quase que totalmente feita no boca-a-boca também pela veia artística local de bandas, atores e millennials em geral, a dúvida se essa militância online serviria para alguma coisa voltou à tona. E, por lá, ela surtiu efeito: a durona May venceu, mas seu partido perdeu a maioria parlamentar, enquanto a popularidade de Corbyn, líder do Partido Trabalhista britânico, só faz aumentar. Corbyn virou, do dia para a noite, um ídolo pop. Sem exagero. De capa da NME a hino com “Seven Nation Army”, passando pelo Glastonbury deste ano, que acontece nesta semana, só dá ele.

Com uma campanha low profile em redes sociais (mais ou menos oito mil reais contra os mais de quatro milhões gastos pelo Partido Conservador nas redes), seus vídeos relativamente baratos impactaram mais de dez milhões de usuários únicos no Facebook. Mas foi com a ajuda da parte artística inglesa que seu nome entrou na boca dos jovens entre 18 e 24 anos que, sem a obrigação de votar, nem pensavam em sair de casa para isso. Mas saíram e fizeram a sua parte, em participação inédita. Além do resultado surpreendente (as pesquisas indicavam maioria esmagadora conservadora), as eleições tiveram um recorde de mulheres eleitas para o parlamento (32%!). Nós acompanhamos de perto e reunimos alguns trechos interessantes da ascensão desse “novo” personagem que, como tudo na Inglaterra, envolve muita música. E Blur e Oasis, claro.

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Corbyn, ídolo da cena Grime | Crédito: Jordan Basset

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Thom Yorke, Adele, MIA, James Blake e mais uma quantidade absurda de bandas imploraram para os jovens levantarem a bunda do sofá e irem lá apoiar quem merecia. Até uma hashtag foi criada pela cena grime local: #Grime4Corbyn
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Lilly Allen chegou a prometer uma demo inédita se os eleitores mandassem algum tipo de prova de que ao menos se registraram para votar:
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Matt Healy, do 1975, prometeu NUDES:
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JME, um dos maiores representantes do grime inglês ao lado do irmão Skepta, propagou a tal hasthag e entrevistou Corbyn para a revista iD:
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Corbyn retribuiu o apoio, prometeu ajudar a #CENA e as casas de shows e ganhou ainda mais popularidade, além de arrastar Kate Nash e Ellie, do Wolf Alice, para a campanha:
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Mentirosa, Mentirosa! A música “Liar Liar GE2017”, feita pela banda de ska Captain SKA para desmascarar a Primeira Ministra, já tem quase três milhões de views no YouTube (e contando…). A faixa, cujo refrão pegajoso diz “She’s a liar liar!”, traz trechos de discursos de Theresa May e chegou ao quarto lugar das paradas britânicas na semana da eleição, além de ter sido a música mais vendida na loja do iTunes e da Amazon Music. A sensação-do-verão:
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Enquanto isso, um dia antes das eleições, Corbyn estrelava a capa da NME e da revista Kerrang!:
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Como tudo na Inglaterra, seja o assunto comida, política, meio-ambiente ou religião, uma das perguntas feitas pela NME na matéria de capa envolvia, claro, Oasis x Blur. Corbyn chegou a cogitar que se respondesse perderia eleitores, mas, mesmo assim, escolheu… OASIS. Pena que o Liam, sendo Liam, disse que certamente votaria no Partido Trabalhista, mas que não se envolve muito com política e não sabia muita coisa sobre o Corbyn (“nem sobre a outra lá”). Sério. No 03:09:
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Time for Heroes: para completar, Corbyn-star participou de um show do Libertines durante o Wirral Festival se “apresentando” para mais de 20 mil pessoas que lotavam o estádio de Prenton Park. E a recepção foi assim, você vai reconhecer esse ~hino~:
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Aconteceu. Claro que o grito de guerra entoado a cada aparição do político-hype só podia ser… “Seven Nation Army”, do White Stripes. Oooooh Jeremy Cooooorbyn. Não sei nem o que dizer, mas o (jornal inglês) The Guardian conseguiu resumir bem:
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Para encerrar, Corbyn será atração do festival Glastonbury deste ano, neste sábado, no palco prin-ci-pal, abrindo para o duo de rap (politizado) Run the Jewels. S I M. Ele já estava no lineup (hehe) do ano passado, mas cancelou a participação após o resultado da votação do Brexit. Neste ano, promovido ao palco principal, e com toda essa legião estrelada de fãs acima, Corbyn conseguiu ‘ticar’ todas as caixinhas do status: celebridade cool da música. Ele não precisa de mais nada (só de mais votos, na próxima). O fundador do Glasto, o dono-da-p•rra-toda Michael Eavis, no alto de seus 81 anos, levará Corbyn pessoalmente até o palco.

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Melhores de 2016 – O Top 50 da NME

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Ooooooba. Começaram a divulgar as listas de melhores discos de 2016, o que sempre dá ibope, gera intrigas, inicia confusões, tocm o caos na internet. E a primeira publicação a se aventurar neste terreno insólito foi a revista inglesa, tradicional e polêmica New Musical Express.

A publicação listou seus 50 melhores álbuns do ano e, claro, já existe polemiquinha. O Radiohead não entrou nem no Top 20, o Frank Ocean ficou longe do topo, Iggy Pop, Kaytranada e David Bowie estão representando entre os 10, mas o Kanye West em 2º e o 1975 como campeão da lista…

Confira o Top 50 discos da NME:

50. Bon Iver – ’22 A Million’
49. Public Access TV – ‘Never Enough’
47. Wild Beasts – ‘Boy King’
46. Savages – ‘Adore Life’
45. Car Seat Headrest – ‘Teens Of Denial’
44. The Lemon Twigs – ‘Do Hollywood’
43. Anohni – ‘Hopelessness’
42. Whitney – ‘Light Upon The Lake’
41. Solange – ‘A Seat At The Table
40. Rihanna – ‘Anti’
39. Green Day – ‘Revolution Radio’
38. Slaves – ‘Take Control’
37. Soft Hair – ‘Soft Hair’
36. Swet Shop Boys – ‘Cashmere’
35. Glass Animals – ‘How To Be A Human Being’
34. Let’s Eat Grandma – ‘I, Gemini’
33. Margo Price – ‘Midwest Farmers Daughter’
32. Kings Of Leon – ‘Walls’
31. Bastille – ‘Wild World’
30. Nao – ‘For All We Know’
29. Kate Tempest – ‘Let Them Eat Chaos’
28. Goat – ‘Requiem’
27. Giggs – ‘Landlord’
26. Biffy Clyro – ‘Ellipsis’
25. Blossoms – ‘Blossoms’
24. Nick Cave And The Bad Seeds – ‘Skeleton Tree’
23. Michael Kiwanuka – ‘Love And Hate’
22. Radiohead – ‘A Moon-shaped-pool’
21. Anderson. Paak – ‘Malibu’
20. Lady Gaga – ‘Joanne’
19. White – ‘Lung Paradise’
18. Tegan And Sara – ‘Love You To Death’
17. Drake – ‘Views’
16. Danny Brown – ‘Atrocity Exhibition’
15. Kano – ‘Made In The Manor’
14. Jamie T – ‘Trick’
13. Angel Olsen – ‘My Woman’
12. Sunflower Bean – ‘Human Ceremony’
11. Beyonce – ‘Lemonade’
10. Frank Ocean – ‘Blond’
9. Chance The Rapper – ‘Coloring Book’
8. Iggy Pop – ‘Post Pop Depression’
7. Diiv – ‘Is The Is Are’
6. David Bowie – ‘Backstair’
5. Kaytranada – ‘99.9%’
4. Skepta – ‘Konnichiwa’
3. Christine And The Queens – ‘Chaleur Humaine’
2. Kanye West – ‘The Life Of Pablo’
1. The 1975 – ‘I Like It When You Sleep For You Are So

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Melhores de 2015 – O Top 50 da NME

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Listinhas. O Top 50 da icônica revista inglesa New Musical Express é algo mais familiar para a Popload. Tem até um Pond ali, um “polêmico” Ryan Adams cantando um disco que não é dele, mas não esqueceram do Viet Cong. Nem do Cribs. Muito menos do Slaves.

Queridinhos de outras publicações tipo Courtney Barnett e Drake figuraram em posições intermediárias do ranking. Na parte de cima da tabela, o Maccabees conquistou um improvável 9º lugar. A Lana Del Rey figurou entre os melhores e o Foals levantou bem a bandeira britânica.

Na briga pelo topo… Sorry, Kendrick. A Grimes foi melhor que você (para a NME). O Top 50 de um dos mais tradicionais canais de cultura pop do Reino Unido pode ser conferido abaixo.


Top 50 – NME


50. Ryan Adams – 1989
49. Bring Me The Horizon – That’s the Spirit
48. New Order – Music Complete
47. Bill Ryder-Jones – West Kirby County Primary
46. Viet Cong – Viet Cong
45. The Cribs – For All My Sisters
44. Young Thug – Barter 6
43. Sleaford Mods – Key Markets
42. Miley Cyrus – Miley Cyrus and her Dead Petz
41. Muse – Drones
40. Florence + The Machine – How Big, How Blue, How Beautiful
39. Young Fathers – White Men Are Black Men Too
38. Drenge – Undertow
37. Future – DS2
36. Carly Rae Jepsen – Emotion
35. Coldplay – A Head Full of Dreams
34. Pond – Man It Feels Like Space Again
33. LA Priest – Inji
32. Charli XCX – Sucker
31. Slaves – Are You Satisfied
30. Fetty Wap – Fetty Wap
29. The Libertines – Anthems For a Doomed Youth
28. Laura Marling – Short Movie
27. Mac DeMarco – Another One
26. Holly Herndon – Platform
25. Bjork – Vulnicura
24. Sufjan Stevens – Carrie and Lowell
23. Drake – If You’re Reading This Its Too Late
22. Courtney Barnett – Sometimes I Sit and Think, Sometimes I Just Sit
21. Shamir – Ratchet
20. US Girls – Half Free
19. The Weeknd – Beauty Behind the Madness
18. Swim Deep – Mothers
17. Joanna Newsom – Divers
16. Father John Misty – I Love You, Honeybear
15. Blur – The Magic Whip
14. Deerhunter – Fading Frontier
13. Sleater-Kinney – No Cities to Love
12. A$AP Rocky – At. Long. Last. A$AP.
11. Kurt Vile – B’Lieve I’m Goin’ Down
10. Unknown Mortal Orchestra – Multi-Love
9. The Maccabees – Marks to Prove It
8. Foals – What Went Down
7. Lana Del Rey – Honeymoon
6. Chvrches – Every Open Eye
5. Tame Impala – Currents
4. Wolf Alice – My Love is Cool
3. Jamie xx – In Colour
2. Kendrick Lamar – To Pimp a Butterfly
1. Grimes – Art Angels

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Boogarins – O vídeo novo na “NME”, as fotos do show de Londres + uma música, Boogarins + salmão defumado na Bélgica

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* Seguindo a “dominação mundial”, a banda goiana Boogarins segue mostrando na Europa os shows do seu recém-lançado segundo álbum, “Manual”. Hoje o quarteto de Benke e Dinho se apresenta em Copenhagen, na Dinamarca.

De quinta-feira para cá, muita coisa aconteceu na vida do jovem grupo de jovens protagonistas desta jovem psicodelia planetária. Na sexta, o dia propriamente oficial do lançamento do disco, eles ganharam o “Dia Boogarins” na Popload.

Na véspera, quinta, tocaram no importantíssimo para bandas novas Old Blue Last, no lado east de Londres. Temos fotos e vídeo do show com o clima do lugar, tudo abaixo. No domingo, entre os shows já feitos nesta recente turnê europeia, a banda tocou num clube em Liège, na Bélgica, cujo ingresso era vendido com um brunch, para os frequentadores do principal clube da cidade, o Reflektor, que ainda é um café e uma loja de discos. Temos imagens e o cardápio oferecido para comer vendo a psicodelia mutantiana do Boogarins.

Ontem, a revista inglesa em mutação “New Musical Express” publicou com exclusividade o ótimo novo vídeo da banda, para “6000 Dias”, uma das melhores músicas de “Manual”. O vídeo de “6000 Dias” é uma coleção de imagens tiradas da última tour americana do grupo de Goiás. A “NME” definiu bem o que é a música em si (em inglês, claro): “This track, like those that surround it on the album, is like stepping into a vivid dream: full of guitar lines that are woozy, hazy things, before growing in strength and building into a vibrant tangle that wraps itself around your ears”.

Bom, vamos lá. Temos então…

…O vídeo novo do Boogarins

…As fotos classe do show de Londres

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* Tanto as fotos acima quanto o vídeo abaixo são do fotógrafo LJ Campos, baseado em Londres.

…O vídeo para “Falsa Folha de Rosto”, do disco novo, ao vivo no Old Blue Last

…As fotos do brunch com Boogarins na Bélgica

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