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Dez minutos com a incrível Zola Jesus (e um trombone)

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A bela Zola Jesus, além de ser conhecida por ser de Phoenix, de descendência russa, e já ter lançado cinco álbuns com apenas 25 anos de idade, também é super adorada pela sua voz diferente e linda.

Em uma recente session intimista para o site da rede de rádios americanas NPR.org, Zola cantou três canções acompanhada por Daniel Walter Eaton ao trombone.

Na session “Tiny Desk Concert”, ela cantou as faixas “Ego”, “Hunger” e “Nail”. Cabe dizer que podemos ver a Zola por aqui novamente num destes dias de 2015.

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Melhores discos de 2014 – o Top 50 da NPR (em ordem alfabética)

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A Popload continua na função mostrando os melhores álbuns lançados em 2014 de acordo com as listas de algumas das mais relevantes publicações musicais e de cultura pop espalhadas pelo mundo, seja em versão web ou impressa. A mais importante das listas, a da Popload, será conhecida em breve.

A rede de rádios americana NPR, talvez o canal mais importante quando o assunto é lançamento de discos, fez seu Top 50, mas fugiu um pouco da polêmica ao publicar sua lista em ordem alfabética e incluir o álbum “Leos Janacek, Glagolitic Mass”, da Prague Radio Symphony Orchestra/Prague Philharmonic Choir.

Confira, abaixo.

Alt-J – This Is All Yours
Ana Tijoux – Vengo
Angaleena Presley – American Middle Class
Angel Olsen – Burn Your Fire For No Witness
Aphex Twin – Syro
Augustin Hadelich – Ades/Sibelius: Violin Concertos
Brian Blade & The Fellowship Band – Landmarks
Brownout – Brownout Presents Brown Sabbath
Ceci Bastida – En La Edad De La Violencia
FKA twigs – LP1
Fred Hersch Trio – Floating
Freddie Gibbs & Madlib – Piñata
The Gloaming – The Gloaming
Grouper – Ruins
Hurray for the Riff Raff
Isaiah Rashad – Cilvia Demo
Jeff Ballard Trio – Time’s Tales
Jenny Lewis – The Voyager
Jorge Drexler – Bailar En La Cueva
Joyce Didonato – Stella di Napoli
Kassem Mosse – Workshop 19
Leon Fleisher – All The Things You Are
Los Lobos – Si Se Puede: Los Lobo And Friends
Luluc – Passerby
Marc Ribot Trio – Live At The Village Vanguard
Martha – Courting Strong
Mary J. Blige – The London Sessions
Miranda Lambert – Platinum
Moodyman – Moodyman
Noura Mint Seymali – Tzenni
Pallbearer – Foundations of Burden
Perfume Genius – Too Bright
Popcaan – Where We Come From
Prague Radio Symphony Orchestra/Prague Philharmonic Choir – Leos Janacek, Glagolitic Mass
Robert Ellis – The Lights From The Chemical Plant
Robert Plant – lullaby and… The Ceaseless Roar
Run the Jewels – RTJ2
Seattle Symphony – John Luther Adams, Become Ocean
Seun Kuti & Egypt 80 – A Long Way To The Beginning
Spoon – They Want My Soul
St. Vincent – St. Vincent
Stromae – Racine Caree
Sturgill Simpson – Metamodern Sounds In Country Music
Sylvan Esso – Sylvan Esso
T.I. – Paperwork
Taylor Swift – 1989
Teyana Taylor – VII
Ty Dolla $ign – SIgn Language
The War on Drugs – Lost In The Dream
YG – My Krazy Life

Pergunta: você está aguentando esperar o novo álbum do Alt-J?

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* Há uma história rolando que diz que as águas de março trarão a banda indie britânica Alt-J para um festival em São Paulo. O mesmo festival que está deixando escapar seu headliner principal, o bamba Justin Timberlake, que quer vir, mas não mais no começo do ano. Vejamos o que acontece.

Já sobre o Alt-J, este que viria para o Brasil, se vier mesmo, talvez seja um Alt-J bem maior do que o é hoje. Incrível o gigantismo que a banda está experimentando à medida que chega o dia de ser lançado seu segundo disco, “This Is All”, que será entregue às lojas da Inglaterra e do mundo virtual agora no final de setembro.

Do primeiro disco, “An Awesome”, lançado em 2012, para “This Is All Yours”, que sai na Inglaterra no final de setembro, a impressão que se configura é a de que o Alt-J vai sair do status de “boa banda indie inglesa” para, sei lá, um Arctic Monkeys.

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Em dois certos dias das últimas semanas, rolou um boato no Twitter de que o álbum tinha vazado. Foi uma correria para lá e para cá. Não era. Ainda.

O Alt-J está fazendo tudo direitinho. Um single novo incrível um atrás do outro, um vídeo absurdo um atrás do outro. Já lançaram três oficialmente, todas muito acima da média do mercado: “Hunger of the Pine”, “Left Hand Free” e “Every Other Freckle”. Tem algumas outras do disco novo que estão pintando, ao vídeo.

Mas, desta última oficial, “Every Other Freckle”, revelaram o vídeo oficial hoje, coisa linda de onde tirei essa imagem acima. Uma vesão feminina do vídeo. Este vídeo f*da aqui:

Também hoje apareceram para mim uns vídeos de uma apresentação do Alt-J em Nova York, de anteontem, terça-feira. Foi no Poisson Rouge, em série especial para a NPR, a representante de rádios cool dos EUA. Tem novas, tem as “velhas”. Com limite para a câmera, som meio embaçado. Tudo incrível.

Uma vez, naquele festival Sasquatch, perto de Seattle, fui ver um pouquinho o Alt-J de passagem, pronto para ir a um outro concerto que eu realmente queria ver, outra banda (não lembro quem, depois eu pesquiso!). Mas os “dez minutinhos” que eu ia ver deles se transformaram no show inteiro. Não consegui largar os Alt-J.

Enfim, eis algums vídeos do Alt-J ao vivo de terça-feira, em Nova York, no evento da NPR, o Listen Live, quase um introdutório de bandas boas para tocar nas suas rádios em todo os EUA.

** O Alt-J é de Leeds, acho importante frisar isso.

** “This Is All Yours”, o segundo álbum, será lançado no UK em 22 de setembro. Está quase na hora de vazar. Me avise, hein?

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Jake Bugg "conquista" a América. Ele vai conquistar São Paulo?

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* O menino-prodígio Jake Bugg, o Robin da música inglesa se você levar em consideração que o Noel Gallagher é o Batman, toca às 19h do dia 6 de abril em São Paulo. O guitarrista, violonista e cantor talentosíssimo com sua voz anasalada conflita no horário com o gigante grunge Soundgarden no Lollapalooza Brasil, em Interlagos.

O show no festival do autódromo paulistano e brasileiro será um bom teste da “popularidade” internética de Jake Bugg, versus um artista “velha-guarda” conhecido como o Soundgarden para o público roqueiro. Numa terra sem uma cena visível formada como é o Brasil (a nova MTV ninguém vê, os jornais não dão bola e a 89FM só toca o menino porque estão em “parceria” com o Lollapalooza), é uma oportunidade de a gente testar gerações, com tudo o que isso implica.

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Na Inglaterra Jake Bi-iu-gi-gi é um pouco consagrado. Já abriu para os Stones em show de verão no Hyde Park. Apenas. E há poucos dias, no final do fevereiro, ele tocou em Londres para um abarrotado Royal Albert Hall, pomposo, com uma plateia de 5.500 pessoas que esgotaram os ingressos rapidamente havia tempos.

Nos Estados Unidos, neste mês, aconteceu uma coisa engraçada para a carreira de Bugg, que acabou de sair da adolescência ao completar 20 anos de idade. Engraçada talvez não seja a palavra correta, enfim. O rapaz inglês tocou no programa pop-bagaceirinho “American Idol”, dias atrás. Foi o primeiro novo artista a ser convidado para se apresentar lá nesta nova temporada. Bugg, você pode imaginar, não é ninguém no mercado de música americano, embora já leve alguns bons indies para ver seus shows em Nova York, Seattle, Los Angeles, Chicago, lugares assim.

E lá foi Bugg mostrar sua cara e seu jeito inglesão de cantar no “American Idol”. Desempenhou a bela “Me and You”, canção de seu mais recente álbum, “Shangri-La”, já o segundo de sua carreira, lançado há quatro meses e que na melhor das hipóteses fez uma cócega somente na parada da Billboard, nos EUA, assim como o disco de estréia.

O efeito da aparição de Jake Bugg no “American Idol” fez “Shangri-La” entrar nesta semana que passou no QUINTO LUGAR da parada dos mais vendidos na América. As vendagens do disco nos EUA cresceram em poucos dias 551% em relação à performance do álbum na semana anterior, na Billboard.

Isso na paradona geral. No “chart” de álbuns folk, Shangri-la subiu para o número 2. Na parada alternativa, cravou o número 13. No Top Rock Albums, nº 19.

O disco de estréia do Bugg, que leva o seu nome no título, lançado em 2012, voltou das cinzas para a parada da Billboard. Entrou no número 200 no The Billboard 200.

Gosh! O que o “American Idol” pode fazer para um bizarrinho (para eles) moleque indie… Adoro essas histórias.

Vamos de três vídeos recentes de Bugg para ilustrar tudo isso acima.
1. um dele ao vivo no Royal Albert Hall em Londres, teatrão suntuoso inaugurado pela rainha Vitória em 1871, para concertos de ópera. Bugg tocando seu hit “Slumville Sunrise”, com a companhia de um convidado especial: Johnny Marr, dos Smiths
2. Jake Bugg no “American Idol” na apresentação que pode ter mudado sua vida. Repare que no passado, o suficiente para os cabelos serem bem diferentes, um dos jurados do programa, o músico country Keith Urban, já havia citado Bugg como “revelação da música”, num papo de bancada do “American Idol”, onde ele recomendava ficar de olho no programa. E que foi solenemente ignorado pela jurada Jennifer Lopez, hahahaha. Isso acho que em 2012. Sensacional.
3. Nesta semana, o incrível “sindicato” de rádios boas dos EUA, a NPR, soltou uma session de quatro músicas em vídeo (pouco mais de 12 minutos) de Jake Bugg, para a série “Tiny Desk Concert”, em que um artista toca numa mesa de escritório, com estante de livros atrás e tudo mais. É o outro lado da moeda forte americana. Primeiro uma apresentação de TV num supercenário para milhões e milhões de telespectadores, depois uma sessionzinha numa mesa de escritório para um conglomerado de rádios indies. Para a NPR, Bugg tocou “Slumville Sunrise”, “Me and You”, “Storm Passes Away” e “Lightining Bolt”.

Você vai ver o Bugg no Lollapalooza?

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Jake Bugg “conquista” a América. Ele vai conquistar São Paulo?

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* O menino-prodígio Jake Bugg, o Robin da música inglesa se você levar em consideração que o Noel Gallagher é o Batman, toca às 19h do dia 6 de abril em São Paulo. O guitarrista, violonista e cantor talentosíssimo com sua voz anasalada conflita no horário com o gigante grunge Soundgarden no Lollapalooza Brasil, em Interlagos.

O show no festival do autódromo paulistano e brasileiro será um bom teste da “popularidade” internética de Jake Bugg, versus um artista “velha-guarda” conhecido como o Soundgarden para o público roqueiro. Numa terra sem uma cena visível formada como é o Brasil (a nova MTV ninguém vê, os jornais não dão bola e a 89FM só toca o menino porque estão em “parceria” com o Lollapalooza), é uma oportunidade de a gente testar gerações, com tudo o que isso implica.

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Na Inglaterra Jake Bi-iu-gi-gi é um pouco consagrado. Já abriu para os Stones em show de verão no Hyde Park. Apenas. E há poucos dias, no final do fevereiro, ele tocou em Londres para um abarrotado Royal Albert Hall, pomposo, com uma plateia de 5.500 pessoas que esgotaram os ingressos rapidamente havia tempos.

Nos Estados Unidos, neste mês, aconteceu uma coisa engraçada para a carreira de Bugg, que acabou de sair da adolescência ao completar 20 anos de idade. Engraçada talvez não seja a palavra correta, enfim. O rapaz inglês tocou no programa pop-bagaceirinho “American Idol”, dias atrás. Foi o primeiro novo artista a ser convidado para se apresentar lá nesta nova temporada. Bugg, você pode imaginar, não é ninguém no mercado de música americano, embora já leve alguns bons indies para ver seus shows em Nova York, Seattle, Los Angeles, Chicago, lugares assim.

E lá foi Bugg mostrar sua cara e seu jeito inglesão de cantar no “American Idol”. Desempenhou a bela “Me and You”, canção de seu mais recente álbum, “Shangri-La”, já o segundo de sua carreira, lançado há quatro meses e que na melhor das hipóteses fez uma cócega somente na parada da Billboard, nos EUA, assim como o disco de estréia.

O efeito da aparição de Jake Bugg no “American Idol” fez “Shangri-La” entrar nesta semana que passou no QUINTO LUGAR da parada dos mais vendidos na América. As vendagens do disco nos EUA cresceram em poucos dias 551% em relação à performance do álbum na semana anterior, na Billboard.

Isso na paradona geral. No “chart” de álbuns folk, Shangri-la subiu para o número 2. Na parada alternativa, cravou o número 13. No Top Rock Albums, nº 19.

O disco de estréia do Bugg, que leva o seu nome no título, lançado em 2012, voltou das cinzas para a parada da Billboard. Entrou no número 200 no The Billboard 200.

Gosh! O que o “American Idol” pode fazer para um bizarrinho (para eles) moleque indie… Adoro essas histórias.

Vamos de três vídeos recentes de Bugg para ilustrar tudo isso acima.
1. um dele ao vivo no Royal Albert Hall em Londres, teatrão suntuoso inaugurado pela rainha Vitória em 1871, para concertos de ópera. Bugg tocando seu hit “Slumville Sunrise”, com a companhia de um convidado especial: Johnny Marr, dos Smiths
2. Jake Bugg no “American Idol” na apresentação que pode ter mudado sua vida. Repare que no passado, o suficiente para os cabelos serem bem diferentes, um dos jurados do programa, o músico country Keith Urban, já havia citado Bugg como “revelação da música”, num papo de bancada do “American Idol”, onde ele recomendava ficar de olho no programa. E que foi solenemente ignorado pela jurada Jennifer Lopez, hahahaha. Isso acho que em 2012. Sensacional.
3. Nesta semana, o incrível “sindicato” de rádios boas dos EUA, a NPR, soltou uma session de quatro músicas em vídeo (pouco mais de 12 minutos) de Jake Bugg, para a série “Tiny Desk Concert”, em que um artista toca numa mesa de escritório, com estante de livros atrás e tudo mais. É o outro lado da moeda forte americana. Primeiro uma apresentação de TV num supercenário para milhões e milhões de telespectadores, depois uma sessionzinha numa mesa de escritório para um conglomerado de rádios indies. Para a NPR, Bugg tocou “Slumville Sunrise”, “Me and You”, “Storm Passes Away” e “Lightining Bolt”.

Você vai ver o Bugg no Lollapalooza?

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