Em o terno:

Melhores do Ano da Popload. Qual o SHOW NACIONAL de 2018? Vote

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* Estou para dizer que nunca tivemos, no Brasil, para a seara independente, um ano como 2018. Numa época bem difícil nossa como nação, com economia zoada e forte tendência ao desmantelamento de projetos legais, a CENA caminhou linda, mesmo que aos trancos e barrancos. As bandas crescem e aparecem, os festivais indies se consolidam e se conectam e se ajudam cada vez mais e o público, ah o público, tem ido atrás.

Seja em São Paulo, na Barra da Tijuca, em BH, Caxias do Sul, Floripa, Natal, Recife, Brasília, Uberaba, Uberlândia, Goiânia, Salvador, o coração indie pulsa que é uma beleza.

E o que é mais incrível, como tem sido de uns anos para cá, todo mundo acaba reunido em dezembro na SIM SP, misturado até com gringos, num centro cultural que tem uns 30 clubes como tentáculos.

Daí surgem coisas como eu ter visto uma carioca tocando num festival em Florianópolis e decidido botá-la num festival em São Paulo. Ou um festival do Recife vir acontecer em São Paulo, consagrando um rapper baiano, dentro de um ex-clube eletrônico gay que estava praticamente desativado para eventos indies. Ou um produtor goiano arquitetar a melhor programação da noite paulistana numa revampirizada casa da fervente Potato Valley. O indie brazuca tá foda.

No meio dessa movimentação toda, ora pois, tem os shows em si. Todo dia, toda hora, em todo lugar. Todo tipo de banda, todo tipo de pegada, todos os ritmos, toda formação possível e impossível. A cena brasileira independente enriqueceu.

Como resultado de tudo isso, a gente quer saber seu voto. Venha quem vier. Jaloo no Balaclava Fest, Edgar no Festival DoSol em Natal, Letrux no sol escaldante no Popload Festival, Boogarins no Coquetel Molotov em Recife, Baiana System sacudindo o Bananada em Goiânia, Maurício Pereira na Casa de Francisca no Centrão, O Terno na semana que vem no Cine Joia (faça sua projeção, ué), Carne Doce no Agulha em Porto Alegre, LETO no CRIA Festival dentro da Casa das Caldeiras enquanto fora tinha 20 mil pessoas na festa do título do Palmeiras, Liniker & O Terno no Popload Festival, Supervão na Casa da Luz, no chão da pista, durante a SIM SP, Luedji Luna no Coala, Black Pantera no Centro Cultural, Raça no Locomotiva em Piracicaba, Rakta no Locomotiva em Piracicaba, Elza Soares no Cine Joia, Holger no Meca Fabriketa, Luiza Lian no Teatro Oficina, Heavy Baile (RJ) na festa do Bananada (GO) na SIM SP dentro do Z.

Entende o rolê que tá?

Vota aí, então. VOTA AQUI, então.

Semana que vem sai a lista da Popload e a da galera, em post de resultados. No meio dessa diversidade louca, quem vai ganhar, será?

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** As fotos deste post: A primeira é da banda Holger em performance num dos Balaclava Fest no ano, em imagem de Fabrício Vianna. A segunda é do rapper baiano Baco Exu do Blues no Coquetel Molotov SP, foto de Youtube. A terceira é O Terno em ação no Locomotiva Festival, em Piracicaba. A quarta, de Luiza Lian (feita por Thais Mallon), no clube Z, no Largo da Batata, durante a SIM SP, em foto de Fabricio Vianna, que também é responsável pela da home da Popload, um “vu-pá” da Letrux no Popload Festival.

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Heineken forma uma Super Banda e cria uma Jukebox que toca músicas ao vivo para aquecer os intervalos dos shows no Popload Festival!

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É isso mesmo que você leu ali em cima. Achou que o lineup do Popload Festival tinha acabado, né? Vocês sabem que a gente adora uma surpresinha de última hora (quem lembra do show da AlunaGeorge no Heineken Hidden Stage, no ano passado?)!

Neste ano, a Heineken criou (apenas!) uma Jukebox para a música não parar nem nos intervalos dos shows! Mais: as músicas serão tocadas ao vivo. Mais: apresentadas por um pequeno-grande-lineup de estrelas da #CENA nacional, como Liniker, O Terno, Céu e Tropkillaz! Calma que ainda não acabou: o setlist quem escolhe é você, dentro de uma lista de grandes sucessos de bandas que já passaram pelo festival.

Respira.

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O Terno

Em sua sexta e maior edição, o Popload Festival acontece no dia 15 de novembro, no Memorial da América Latina, em São Paulo, com grandes nomes nacionais e internacionais, como Blondie, MGMT, Lorde, Mallu Magalhães & Tim Bernardes, Letrux, entre outros.

A Heineken, patrocinadora do evento, contará com o palco Jukebox, que comandará os intervalos dos shows do festival. Para animar o público entre as três últimas atracões, a marca convidou Céu e Tropkillaz + Liniker e O Terno para tocarem as músicas escolhidas por meio do Wi-Fi do evento (disponibilizado pela Heineken no Memorial da América Latina) ou acessando em www.heineken.com/popload (tanto a página do link como a enquete estarão disponíveis somente no dia do evento!)!

Já no último intervalo, teremos a “SuperBanda”, que tocará as músicas mais votadas pelo público ao longo do dia!

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Tropkillaz

A configuração dos horários ficou assim: o palco Jukebox estreia com Liniker, da banda Liniker e os Caramelows, cantando ao lado do grupo paulistano O Terno! No próximo intervalo, a cantora Céu se une ao projeto de música eletrônica Tropkillaz. No último break, a “SuperBanda” formada por Martin Mendezz, Michele Cordeiro, Edimar Filho, Cris Botarelli, Emmily Barreto, Brvnks, Jaloo, Luiza Lian e Chuck Hipolitho encerra a noite de apresentações no Jukebox:

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POPLOAD FESTIVAL 2018

Data: 15 de novembro
Local: Memorial da América Latina
Abertura das portas: 12h
Início dos shows: 12h15
Classificação etária: a partir de 16 anos desacompanhados. Menores entre 14 e 16 anos somente acompanhados de um responsável legal.
Proibida a entrada de menores de 14 anos.
Acesso: Portão 1 (Pista) e Portão 2 (Pista Premium)
Ponto de venda: Cine Joia @ Praça Carlos Gomes, 82 (próximo ao Metrô Sé e Liberdade). Funcionamento de segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 14h e das 15h às 18h.

COMPRE O SEU INGRESSO AQUI

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O Popload Festival é apresentado por Heineken! Aprecie com moderação.
#LiveYourMusic
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CENA – Circo indie toma Sorocaba neste final de semana. Festival Circadélica faz sua terceira edição. A segunda deste século (?!)

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* Respeitável público indie!
Neste semana, uma vez em São Paulo, bota a Popload Radio no Bluetooth do carro e dirija por uma horinha até Sorocaba, no interior, para os picadeiros do festival Circadélica, esforço cada vez maior, mais vistoso da turma da banda Wry, liderada pelo intrépido guitarrista e produtor Mario Bros.

Cerca de 28 bandas e artistas de vários tamanhos na cena independente brasileira compõem essa terceira edição do festival, que acontece neste sábado e domingo. Sendo que, na real, a primeira edição aconteceu em 2001, outros tempos, outro momento do indie nacional, outra hora da grande era “dourada” atual dos festivais brasileiros. Já falaremos de 2001. O festival foi ressuscitado Agora o assunto é 2018.

Emicida, Tropkillaz, O Terno, Jaloo, Tagore, A Banda Mais Bonita da Cidade, Bike, Flora Matos, My Magical Glowing Lens, Vanguart, Baleia, Fresno e Jaloo estão entre os destaques e dão a variadíssima cara do Circadélica deste ano.

Os shows vão das 13h às 23h nos dois dias, e as duas tendas de shows são rodeadas de lojinhas de roupas, tatuagens, food trucks, enquanto artistas circenses com ou sem pernas de pau passeiam entre o público, para assegurar o clima de “música e diversão” que é o mote do Circadélica.

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As info de ingressos, para um ou os dois dias, estão no site do festival. O line-up completo, com os horários da programação, estão aqui embaixo:

Sábado – 28/7

Palco TNT
13h – Fones
13h45 – Miêta
14h30 – Deb and the Mentals
15h30 – Bike
17h – Jonnata Doll e Os Garotos Selvagens
19h – My Magical Glowing Lens
21h – Tagore

Palco Principal
13h30 – Paramethrik
14h10 – Menores Atos
15h05 – Zander
16h15 – Selvagens à Procura de Lei
18h – Fresno
20h – Flora Matos
22h – Tropkillaz

Domingo – 29/7

Palco TNT
13h – Os Pontas
13h45 – Sky Down
14h30 – Kill Moves
15h30 – Hierofante Púrpura
17h – Gorduratrans
19h – E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante
21h – Baleia

Palco Principal
13h30 – Benziê
14h10 – Zimbra
15h05 – A Banda Mais Bonita da Cidade
16h15 – Jaloo
18h – Vanguart
20h – O Terno
22h – Emicida

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* CIRCADÉLICA 2001 – Vale contar esta mesma historinha que eu botei aqui na Popload na cobertura do Circadélica do ano passado. Ela é assim:

Para você ver como o indie andou de 2001 para cá, um pouco do Circadélica da época em que Strokes e White Stripes eram bandinhas alternativas desconhecidas, sendo que os nova-iorquinos nem o primeiro álbum havia lançado. O festival sorocabano, já considerado enorme à época, teve 21 bandas escaladas. Um dos melhores shows do festival, foi o Prole, de Americana. Uma rara gravação de meia hora do Circadélica 2001 é tesouro puro, com trechos dos shows do Pelvs (RJ), Grenade (PR), Walverdes (RS) e MQN (GO).

O Thee Butchers’ Orchestra, uma das principais bandas daquela época, apresentou músicas de seu disco novo no Circadélica 01. Outras bandas que fizeram parte do festival há 17 anos: Garage Fuzz, Astromato, Maybees, Holly Tree, Muzzarelas, Biggs, entre outras. Os Pin Ups estavam escalados para se apresentar no festival, mas não compareceram, porque a banda, que voltou a existir hoje, mais ou menos, havia decidido acabar à época.

“O Circadélica veio para mostrar que é possível montar festivais de rock de médio porte em um país no qual predominam o samba e o pagode”, foram palavras do organizador Mário Bross, vocalista e guitarrista do Wry, lá em 2001. Acrescentemos funk e sertanejo para a edição 2, do ano passado, e a 3, deste ano. O Circadélica 2001 marcou também a despedida do Wry do Brasil, indo tentar a sorte na Inglaterra, por onde ficou por alguns anos.

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* As fotos deste post são de divulgação da edição do festival no ano passado, a segunda, que é a primeira dos novos tempos. A que ilustra a chamada da home da Popload para o festival deste ano é do Tagore, feita por José de Holanda.

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CENA – Lolla BR vai confirmar O Terno, Ventre, Liniker, Mano Brown…

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* Daqui a pouco o festival Lollapalooza Brasil, que acontece em março de 2018 em São Paulo, revelará sua aguardada escalação, para ratificar que provavelmente vai ser sua melhor edição, do nosso humilde ponto de vista.

Aguardada porém bastante conhecida. Pelo que demos aqui nas últimas semanas, mesmo meses, vai estar tudo lá. Killers, LCD Soundsystem, Chili Peppers, Pearl Jam, Liam Gallagher, Metronomy, The National, Mac DeMarco, Lana del Rey, Chance the Rapper, Anderson .Paack, Wiz Khalifa, entre outros.

Acho que erramos o Years & Years, que estava numa lista inicial mas caiu fora. Mas, né?

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Sobre o #CENA no #LOLLABR, a esquadra brasileira que vai tocar com a gringaiada no festival de Interlagos, podemos confirmar alguns nomes bons:

O Terno (foto acima), Liniker e os Caramelows (foto na home da Popload), Mano Brown, o Ventre, Mallu Magalhães, Ego Kill Talent e Tiê são alguns dos brazucas no Lolla-BR.

A escalação sai ja já. Voltamos em instantes.

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CENA – Tim Bernardes, despido dO Terno, conta histórias do cinema entre harpas e violinos

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* Terceiro single a sair de seu recém-lançado álbum solo, o talentosíssimo Tim Bernardes, mais conhecido como guitarrista e vocalista da banda O Terno, se aventura agora em meio a harpas e trombones para encarar uma faceta mais, digamos, indie-erudita.

“As Histórias de Cinema”, a música que a Popload lança aqui, é a terceira amostra de “Recomeçar”, o disco solo que já teve trabalhadas as canções “Tanto Faz” e “Recomeçar”. Esta última faixa-título do álbum cheio, 13 músicas, que será lançado nas plataformas todas na próxima terça-feira, 26.

CAPA_Recomeçar por Marco Lafer

“Recomeçar”, o disco, foi todo produzido, arranjado e mixado por Tim. No caso deste single, “As Histórias de Cinema”, ele recebeu a ajuda de Marina Mello (harpa), Felipe Pacheco Ventura (violinos), Filipe Nader (sax barítono) e Douglas Antunes (trombones).

Já estão à venda os ingressos para o show de lançamento de “Recomeçar”, que acontece no Auditório ibirapuera no dia 6 de outubro. Tim vai estar sozinho no palco, se revezando entre microfone, guitarra e piano.

Abaixo, “As Histórias do Cinema”, o cheio de texturas terceiro single do disco novo de Tim Bernardes.

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