Em o terno:

Popnotas CENA – O bilhete de convocação dO Terno. A nova do BaianaSystem. Os fragmentos do Thiago Ramil. E a Bárbara Eugênia possuída

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– Hoje o último disco lançado pela popularíssima banda paulistana O Terno, o ““, completa dois anos. E, para comemorar, duas coisas. Uma que o Tim Bernardes, o cabeça do trio, gravou uma session acústica no campo para “O Bilhete”, faixa do álbum, que fala em “feliz aniversário para nós dois”, aqui no caso a banda e o disco. O vídeo ele postou no IGTV do @o_terno, como você vê e ouve aí embaixo. Ainda hoje, 21h, no canal da banda no Youtube, vai ter audição de “” inteiro, discutindo as letras e com a banda conversando com galera no chat. É interessante uma audição de um disco bom anos depois, com todo o conhecimento que se tem dele, para falar sobre os efeitos que o tempo trouxe para fãs e para a banda.

– “Brasiliana”, nova canção do BaianaSystem com participação de Chico César e Mintcho Garrammone, é a faixa que completa a experiência do novo álbum da banda, “OXEAXEEXU”. Lançado inicialmente em três atos, “Navio Pirata”, “Recital Instrumental” e “América do Sol”, agora o álbum está disponível em sua totalidade, com a faixa nova inclusa e todo uma nova configuração na ordem dos sons. Ou seja, uma outra viagem, outra experiência. Tanto que os caras nem soltaram “Brasiliana” à parte do disco. Você chega a ela pelo álbum.

– Por falar em obras partilhadas em diferentes atos, Thiago Ramil, parte de uma das famílias mais ricas em artistas do Sul do Brasil, soltou “Todo Dia”, quarto EP do seu novo álbum visual que saí completo agora no dia 29 de abril. Durante todo o mês ele revelou as quatro partes do álbum em diferentes etapas, que contam com produtores musicais e videomakers diferentes, cada um dedicado a uma estação do ano – “O Sol Marca” (verão), “O Andar do Tempo” (outono), “E a Imensidão do Universo” (inverno) e “Todo Dia” (primavera). Se você reparar, a soma de cada título dá uma frase completa com sentido. É a frase que dá nome ao disco.

– A conhecida cantora Bárbara Eugênia foi possuída e está lançando uma série de singles pela sua outra identidade, a Djane Fonda, sua versão DJ, que muda uma chave dentro da mente criativa dela e a bota em caminhos mais eletrônicos. Hoje sai “Hold Me Now”, de Bárbara Eugênia/Djane Fonda, uma faixa de sua autoria (autoria de quem, na verdade?). Pelos beats indie-pop e a delicadeza da voz, parece música da trilha de Twin Peaks, para ficarmos no tema possessão. No mês que vem, a entidade Djane se mete com Tina Turner. Bárbara Eugênia, o corpo principal, lançou seu último trabalho, o sexto, “Tuda”, em 2019. “Hold Me Now”, esta da Djane Fonda, tem a colaboração de caras bons como Arthur Kunz, Zé Pi e Jojô Lonestar.

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CENA – Festival Rec-Beat e o magistral não-Carnaval estrelado por Mateus Aleluia, O Terno e outros não-foliões

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* O domingo de não-Carnaval brasileiro foi animado, ainda que virtualmente, pela edição 2021 do tradicionalíssimo festival pernambucano Rec-Beat, um dos mais importantes do calendário independente nacional, a nossa famosa CENA.

O Rec-Beat sempre foi, e é há 25 anos, a resistência indie dentro do colossal período de Carnaval no Nordeste brasileiro, no caso o renomado de Recife. E, escrito por linhas pandêmicas tortas, o Rec-Beat 2021, ainda que na internet, brilhou sozinho.

Foram cinco horas de shows de cenários lindos gravados entre Recife e São Paulo, de artistas como Céu, Luiza Lian, MC Troia entre outros. Está tudo no canal do Youtube do evento.

A gente aqui quer chamar a atenção para três dessas apresentações.

Captura de Tela 2021-02-15 às 10.47.04 AM

1. Uma que NÃO aconteceu, que foi o da rapper curitibana Karol Conká, apresentação gravada que não foi ao ar devido a polêmicas envolvendo a rapper no programa global Big Brother Brasil.
2. A performance do especialíssimo músico baiano Mateus Aleluia, veterano da banda sessentista Tincoãs e que no ano passado lançou um brilhante terceiro disco solo, “Olorum”. Para o Rec-Beat, Aleluia fez um show em trio (foto acima), com seu violão e sua voz elevada acompanhados de piano e percussão. O concerto, de 40 minutos, foi gravado na linda Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, no largo do Paissandu, no Centro de São Paulo.
3. Também no centrão paulistano foi registrada a apresentação do grupo O Terno, de Tim Bernardes, para o festival recifense. O show foi gravado no Viaduto Santa Ifigênia e marcou a primeira aparição dO Terno tocando juntos mesmo desde que a pandemia se instaurou.
Repara na belezura das duas apresentações, abaixo. De Mateus Aleluia e de O Terno. Dois sons perfeitos para um não-Carnaval. Bravo, Rec-Beat.

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Live da hora. O Terno comemora à distância, no Instagram, o aniversário de seu último disco, “Atrás/Além”, o tocando na íntegra e na ordem

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* Bom. Sem shows, sem festivais, nos restam as lives. É o que temos e, parece, é o que vamos ter ainda por algum tempinho. Então, claro, sempre tendo em mente as devidas observações à cerca das limitações e aperfeiçoamentos dessa “nova ferramenta” de show ao vivo à distância, a gente vai estar sempre destacando uma delas por aqui, já que elas estão construindo um capítulo singular e importante da nossa história musical.

Para isso, vamos ter nossa correspondente especial às lives, a poploader Carolina Andreosi, contando para gente por aqui qual foi o show virtual à distância que ela visitou e o que aprendemos com ele.

Hoje, Carolina fala sobre a live da querida banda O Terno na sexta-feira passada, no Instagram deles, tocando na íntegra o último álbum do grupo, o “Atrás/Além”, da primeira à última faixa. Ahaza, Lina!

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Normalmente quando eu escrevo por aqui é para falar de uma das incríveis apresentações de alguém da CENA brasileira em uma das dezenas de casas de shows de São Paulo. Mas a realidade é que não teremos música ao vivo como conhecemos tão cedo. E, da mesma forma que bandas e artistas têm se reinventado da maneira que podem, viemos nos reinventar para fazer uma crítica de showna versão 2.0 (20.20?) da música ao vivo.

A maior dificuldade deste momento é o fato de que a grande maioria das bandas está separada, com cada integrante em sua casa, o que limita as possibilidades. Isso resulta em lives que em sua grande maioria são compostas pelo vocalista dos grupos e um violão acústico, as vezes um piano também. Como foi o caso de Tim Bernardes na última sexta-feira.

Após 10 anos de banda, o trio paulista O Terno está passando um tempo separado fisicamente, mas isso não quer dizer que a música deva parar. Na sexta, Tim Bernardes abriu sua casa para os fãs da banda – em seu pico a live teve 5 mil espectadores – e performou o mais recente álbum da banda, Atrás/Além, na íntegra e em ordem.

O mais interessante dessa data em particular é que este foi o final de semana em que, um ano atrás, a banda fez o lançamento do álbum em três shows sequenciais e esgotados no Auditório do Ibirapuera.

Como o setlist já estava definido, as surpresas não vieram nas músicas, mas nas aparições dos demais membros da banda. O baixista Guilherme d’Almeida e o baterista Biel Basile se juntaram ao Tim na live, cada um em seu momento ao longo da performance, para compartilhar alguns sentimentos sobre esse período surreal que estamos todos vivendo. Para quem já assistiu à banda ao vivo, a cumplicidade entre os três ternos é clara e durante a live as conversas foram de amigos de uma vida toda, separados pela distância física, mas sintonizados nas ideias.

Alguns highlights foram Tim e Guilherme conversando sobre o início da banda, ainda como moleques na escola, para onde o baixista levou seu novo instrumento para mostrar ao amigo. E quando a banda, bem no início, fez uma pequena abertura numa finada casa de shows em SP e a atração principal tinha Biel Basile como integrante – praticamente algo do destino. Falando no baterista, Biel e Tim chegaram até a brincar sobre a possibilidade de uma versão do BBB com O Terno uma vez que o distanciamento social possibilite (!).

Em uma hora e meia de live, Tim tocou as músicas do Atrás/Além como ele as concebeu e mostrou para seus bandmates bem no início da produção do álbum. Em suas versões “stripped down”, só na voz e violão – duas com Bernardes ao piano -, a força original do álbum ficou nítida, um conjunto de músicas construídas sobre um arco narrativo claramente existencialista e que mostra o desenvolvimento do músico em sua década de trabalhos.

Para finalizar, da mesma forma como encerram os shows deste álbum ao vivo, Tim tocou o cover de “Sonhador”, da dupla Leandro e Leonardo. E nos deixou sonhando com tempos melhores.

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* O Terno fez sua live no Instagram, deixou depois o show por 24horas no IGTV e o apagou. A banda comunicou isso durante a apresentação. O grupo tentou retransmitir a apresentação no Youtube, mas a mecânina não funcionou, na hora.

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Top 50 da CENA – Edgar bombator, o “fator Terno Rei”, a volta do Lava Divers e outras estreias, incluindo o Vovô Bebê

1 - cenatopo19

* Seguimos na missão de produzir o top 50 da CENA brasileira. Com a nossa cara, mais no feeling e menos cientificamente. Sem robozinho de streaming auxiliando.

Quem reparou na nossa primeira edição e depois na segunda notou muitas faixas de 2019 na listagem. Estamos em acelerado ritmo de troca: saem os sons de 2019 e entram os deste ano.

Por isso não estranhe se achar que uma música muito 10 (10/10?) de 2019 perdeu espaço para um som OK de 2020. Faz parte do jogo. O ano ainda não está exatamente quente em quantidade de lançamentos, mas já temos muito boas novidades.

O primeiro lugar desta semana é do rapper Edgar, que já apareceu por aqui acompanhado da Saskia e estreia solo logo em primeiro lugar. Porque Edgar, atração do Lollapalooza Brasil em abril, é f*da, achamos.

O TOP 50 da semana e sua respectiva playlist delicinha (no Deezer e Spotify) ficaram assim:

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1 – Edgar – “Carro de Boy” (Estreia)
Existe uma linha tênue na hora de fazer música de protesto que vira refrão grudento. Pode pegar mal, banalizar, ficar tosco. Não é o que acontece aqui. Edgar acerta no alvo na denúncia e na produção de um som que cabe na pista. Para dançar com profundidade. Com conceito. Esta canção chega com impactante vídeo e participação do Rico Dalasam.
2 – Kiko Dinucci – “Veneno” (3)
O álbum solo novo de Kiko Dinucci é uma peça e tanto. Violão no comando de tudo. E muita informação ainda há ser captada em futuras audições. A música com Rodrigo Ogi é, de cara, um dos achados dos disco e pode dar a prévia do novo álbum do rapper, que tem produção do próprio Kiko.
3 – Terno Rei – “São Paulo” (Estreia)
Ingressos esgotados em São Paulo em 20 minutos. Algo sério vem acontecendo com o Terno Rei. A febre em torno da banda só aumenta, shows lotados em outras cidades também. “Violeta”, o disco mais recente da banda, completou um ano, mas parece que está só no começo de uma jornada de conquistas. Esta “São Paulo” tem um sabor da new wave paulistana dos anos 80, revisitada. Coisa fina.
4 – Vovô Bebê – “Êxodo” (Estreia)
Alguém viu a manchete do G1: “Vovô Bebê põe Ana Frango Elétrico em ‘Briga de família'”? Lembrou o saudoso “Notícias Populares”, mas era só uma nota sobre este ótimo som novo da CENA carioca, que tem participação dela, sim, Ana Frango Elétrico. Fique de olho. Projeto de Pedro Carneiro que lembra o antigo grupo Rumo, uma das bandas mais paulistanas que existiram. Olha a ironia geográfica.
5 – Carne Doce – “Temporal” (1)
Esta só melhora quanto mais se ouve. Que musiquinha enoooorme soltou o grupo goiano Carne Doce para já anunciar que em 2020 vai ter disco novo, o quarto da banda do casal Macloys/Salma. A gente aqui quer morar nessas guitarrinhas que embalam a música nova, da metade para a frente.
6 – Nill – “Options” (Estreia)
Nill sempre manda bem e seu novo single já entra aqui no nosso Top 50, substituindo a faixa anterior dele que estava por aqui.
7 – Vivian Kuczynski – “Carne” (2)
O novo single da Vivian ganhou um belo vídeo. Por isso destacamos “Carne” por aqui, outra das boas músicas do álbum de estreia da curitibana de 16 anos, single que tem uma letra que está na parte de críticas sociais do disco, segundo ela, mesmo que um tanto cifrada. Nem tanto assim. É só prestar atenção na menina.
8 – Os Amanticidas – “Paisagem Apagada” (Estreia)
A música é de 2017, mas se encaixou muito bem no Brasil de 2020. A voz de Juçara Marçal na segunda metade da música, então, só faz a força da música redobrar. Olho nessa banda, no disco, nos shows que eles vão fazer por aí.
9 – Rashid – “Eu” (4)
Em seu novo álbum, Rashid deixa para a última faixa talvez um de seus melhores sons, a reveladora “Eu”. Uma daquelas reflexões pessoais de um artista que acaba refletindo no ouvinte.
10 – Lava Divers – “My Boy” (Estreia)
Banda clássica do indie mineiro, o Lava Divers lançou um vídeo de música de 2017 para dizer que neste 2020 vem novidade por aí. Ótimo indie rock para aquecer os ouvidos _ e esperar ansiosamente por inéditas do Divers.
11 – Rincon Sapiência – “Real Oficial” (5)
Uma das muitas boas músicas do mais recente álbum de Rincon Sapiência, um disco lançando no final de 2019 e que passou meio batido, injustamente, pelo menos por aqui. Corrigimos a rota agora.
12 – Céu de Vênus – “O Acaso Não Existe” (Estreia)
13 – Alice Caymmi e ÀTTØØXXÁ – A Noite Inteira (Estreia)
14 – Marcelo Perdido – “Santa Clara de Tróia” (Estreia)
15 – Apeles – “A Alegria dos Dias Dorme no Calor dos Teus Braços” (20)
16 – Liniker – “Não Adianta” (8)

Parte do projeto “Acorda Amor”, Liniker faz um bom cover de uma música do Trio Mocotó. O projeto ainda conta com as vozes de Maria Gadu, Xênia França, Letrux e Luedji Luna. O disco saí nesta terça-feira.
17 – Bixiga 70 e Luiza Lian – “Alumiô (Cai Na Terra)” (11)
O encontro entre Luiza Lian e Bixiga 70 nasceu com cara de clássico. Fica a deixa para um projeto mais extenso, um álbum, quem sabe? Estamos na espera.
18 – Saskia – “Tô Duvidando” (6)
Já escutou o disco da Saskia? A gaúcha é uma das revelações do ano passado para você também? E a participação do Edgar nesta faixa, então? Outro nível esses dois.
19 – Ana Frango Elétrico – “Chocolate” (9)
Ficamos aqui pensando no abstrato desta música. Entendemos nada e tudo certo. Ana Frango Elétrico merece toda a atenção que está recebendo. Se até o gringo do Anthony Fantano já sacou ela, você está esperando o quê?
20 – Hot e Oreia – “Estilo” (10)
Da ótima cena mineira de rap, Hot e Oreia conseguem dosar aqui humor e mensagem de uma maneira única. A sacada “Cês são CS, eu RPG” é para poucos. E o “pior” é que o som é bem bom. Olho neles.
21 – Mc Thá – “Rito de Passá” (13)
Quem não entender com a MC Thá a dimensão do funk em si e no diálogo com outros gêneros não entende mais. Uma contribuição imensa ela dá aqui em “Rito de Passá”.
22 – Yma – “Vampiro” (12)
Os shows da Yma que andamos vendo por aí ajudaram a recolocar o disco dela, que foi lançado lá no começo do ano passado, de novo em rotação por aqui. “Vampiro” é uma delícia de música.
23 – Linn Da Quebrada – “Oração” (22)
24 – AIYÉ – “Terreiro” (28)
25 – Papisa – “Fenda” (18)
26 – Pabllo Vittar – “Amor De Que” (45)

27 – Emicida – “Ismália” (14)
A gente já falou desta faixa por aqui. Se o novo álbum do Emicida for encarado como um filme, “Ismália” é a cena mais triste. Um resumo sobre a tragédia do racismo na estrutura social do país. Que peso de som. Que coisa séria.
28 – Boogarins – “Sombra ou Dúvida” (15)
Melhor banda brasileira em atividade, os Boogarins fizeram mais uma beleza de disco no ano passado. E esta música é uma das belezas dessa beleza.
29 – Black Alien – “Vai Baby” (16)
30 – Djonga – “Bença” (17)
31 – O Terno – “Pra Sempre Será” (19)
32 – Suco de Lúcuma – “Nada No Ar” (Estreia)
33 – Rachel Reis – “Ventilador” (44)
34 – Anderson Primo – Ocê, Oceano” (Estreia)
35 – Moons – “No More Tear About It” (21)
36 – Francisco, El Hombre – “Matilha :: coleira ou cólera” (23)
37 – Bruno Capinam – “Mais Amor” (47)

38 – Triz – “O Som Vem Assim” (Estreia)
39 – La Leuca – “Morning Gloria (O Medo)” (Estreia)
40 – João Bragança – “Bala Doce” (Estreia)
41 – Decaer & Vulgar Débil – “Na Taverna, Eu e Você: Aparições” (Estreia)
42 – BaianaSystem – “Miçanga” (Estreia)
43 – Caio – “Entorna” (Estreia)
44 – Karol de Souza – “Tambor” (40)
45 – Aori – “Xx/Xx” (Estreia)
46 – Os Mutantes – “Mutant’s Lonely Night” (7)

Os Mutantes hoje são apenas Sérgio Dias e um novo pessoal, mas estão na ativa e lançaram um disco novo. Entre boas faixas setentistas, ecos de Beatles e Caetano (uma forma de descrever até outros trabalhos dos Mutantes, não?), destacamos uma das mais melancólicas do álbum. Sérgio Dias sabe os atalhos bonitos da guitarra.
47 – Saulo – “Bahia Mãe” (Estreia)
48 – Trabalho Espaciais Manuais – “Terras Brasais” (Estreia)
49 – Thom Verardi – “Tudo Que Acontece” (Estreia)
50 – Terra Mãe – “Retrato” (Estreia)

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* Entre parenteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.

** Na vinheta do Top 50, a cantora curitibana Vivian Kuczynski. O rapper Edgar ilustra a foto da chamada do post na home da Popload.

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CENA – O Terno convoca Devendra Banhart e Shintaro Sakamoto em “Volta e Meia”. Semana que vem sai o disco novo

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A CENA brasileira está indo longe demais. Ainda bem. Uma das grandes bandas do nosso indie, O Terno se prepara para lançar semana que vem, mais precisamente no dia 23 de abril, seu quatro disco de estúdio, “‘.

Nesta semana, o trio soltou o terceiro single incrível deste novo projeto. Depois de “Nada/Tudo” e “Pegando Leve”, veio agora “Volta e Meia”, som que mistura o português de Tim Bernardes com o espanhol do distinto Devendra Banhart e ainda o japonês declamado por Shintaro Sakamoto.

Esta é a primeira vez que O Terno envolve convidados em uma gravação autoral.

Com o disco novo a ser lançado, o trio tem pelo menos dois grandes shows agendados para os próximos meses, um na versão portuguesa do Primavera Sound, no Porto, em junho, e no Palco Sunset do Rock in Rio, em outubro.

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