Em panam:

DJ francês Breakbot, fera disco, toca amanhã no PanAm. Quer ir?

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* E já que estamos falando bastante de França…

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Um dos nomes de festas mais legais e apropriados do país, a relativamente nova Turbulência, realizada lá no alto, no topo do Maksound Plaza, no clube PanAm (cóf), tem nesta quinta-feira como atração da noite o ilustríssimo DJ e produtor francês Brakbot, batismo artístico de Thibaut Berland, que até em Popload Gig (cóf, cóf) já tocou, junto com o Rapture, em uma das mais gloriosas e quentes noitadas do Cine Joia (cóf, cóf, cóf).

Breakbot, mestre da disco-funk eletrônica francesa e membro do estrelado elenco do selo Ed Banger Records, ferverá a pista do Panam em um line-up que conta ainda com a presença do festeiro duo Database, o duo P.dritas (Carolina Razuk & Renata Patelli) e duas DJs carimbadas da noite paulistana tocando junto (Giu e Luisa Viscardi).

Para a badalada balada, a Popload tem dois pares de ingressos para sorteio, para quem quiser ir ver o Breakbot e turma lá em cima, lugar de um certo ar rarefeito. Só pedir, no lucio@uol.com.br, que até amanhã ao meio-dia eu aviso os dois ganhadores. Bota na linha de assunto “Turbulência” ou “Breakbot” para facilitar.

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Ah, o cantor Infarne, brother (frère?) e parceiro do Breakbot (na foto, o primeiro de terno rosa escuro: o segundo, de rosa claro), vai estar dançando ao som do DJ francês. “Tu cantarás” a música “Babe I’m Yours” ao vivo, Infarne?

Para quem não for sorteado, os ingressos da festa estão a venda aqui.

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No topo de São Paulo: o dia em que Skrillex levou, via rádio, o Bin Laden para a Apple Music

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* Uma das rádios mais importantes do planeta, principalmente para a “música do agora” (mas não só), a Beats 1, da Apple Music, entrou no jogo das músicas online e podcasts e streaming para ganhar, mesmo cobrando para ouvi-la. Dentre os vários programas e DJs obrigatórios que a emissora mostra em seu portifólio, tem o capitaneado pelo DJ e produtor Skrillex, que botou fogo no último Lollapalooza com seu projeto Jack U, que divide com seu parceiro bombado Diplo.

O programa de Skrillex chama-se OWSLA Radio e acontece quinzenalmente.

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Aproveitando sua passagem por São Paulo, Skrillex, sua trupe e a galera da Apple Music procuraram um “hot spot” na cidade para gravar o novo programa. E foram parar no PanAm Club, no topo do renascido-cool hotel Maksoud Plaza, ali nas imediaçõs da Avenida Paulista. Usaram as instalações do clube e do heliponto do hotel para receber seus convidados, a bem boa cantora nova Halsey, uma passada relâmpago do Diplo e a sensação da música nacional, o muito loko e onipresente MC Bin Laden. Até o fotógrafo e DJ Fernando, da ótima trupe agitadora I Hate Flash, falou no microfone da Apple Music e tocou umas musiquinhas.

Trap, hip hop, dance music, pop são as combustões da OWSLA Radio, do Skrillex. O J2K, do duo Flosstradamus, de Chicago, estava à mesa com Skrillex, contribuindo com batidas, pancadões e efeitos vários para o programa. Uma chuva ameaçou o programa em todas as suas quatro horas de duração. Mas, tirando um momento de pingos a valer ou uma garoa trazida pelo vento, nada impediu agravação do OWSLA Radio.

Sem falar uma letra em inglês, o MC Bin Laden, atração do Jack U no show do Lollapalooza, deu um salve (mesmo) para a audiência mundial do programa do Skrillex. De uma certa forma, rolou a comunicação, com o produtor americano rasgando elogios ao “nosso” Bin Laden (o Bin Laden deles é outro). Em um de seus momentos na Beats 1, Bin Laden improvisou um rap e ainda cantou a sua “Quebrando o Radar”, ao vivo, sob pancadas sonoras feitas por Skrillex e o cara-metade do Flosstradamus. Firmô.

A gravação noturna está meia-boca. Mas dá para ver o que aconteceu.

* Assim que o progrma de Skrillex ao vivo na Beats 1, a gente volta ao assunto.

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Hoje, em São Paulo, tem show do LOS PIRATA. Hein???

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* Uma das melhores bandas da história do indie brasileiro e uma das formações mais inusitadas também arma sua volta nesta noite no clube PanAm, dentro da festa HIGH, balada que tem fortes conexões com a Popload.
Hoje, nas alturas da Paulista, no topo do tradicionalíssimo e cool Maksoud Plaza, a banda Los Pirata arma um retorno aos palcos depois de um longo inverno separada por países e projetos outros.

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Los Pirata, para quem é da geração Inky, é assim: cultuado trio de surf punk “latino”que agitou os anos 2000 paulistano e tocou até no South by Southwest, no Texas. Cuja formação é: Paco, que é o que o mais próximo algum guitarrista pode chegar do Jack White. Loco, um dos melhores e mais requisitados bateristas para turnês de artistas “grandes”, mas no Los Pirata é um demônio que toca uma… bateria infantil. Jesus é o baixista mais irrequieto do rock nacional, sem parar um segundo no palco, e que não deixa o baixo tímido diante da avalanche sonora produzida pelos amigos. Fora isso tem as letras e principalmente as músicas, todas rápidas, todas ótimas. E, claro, tudo em “portunhol”.
Lançaram três álbuns: “En Una Onda Neo-Punque”, de 2003, “La Re-Vuelta”, de 2006, e “Les Show”, de 2010.
O nome do da banda, com a zoeira do singular e plural e linguística, é uma referência a um quadro Os Pirata, do programa “Os Trapahões”. Gênios.

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O Los Pirata atendeu o convite da High para um pocket show rápido e vibrante dentro de balada. É uma espécie de pontapé do retorno a valer e oficial do trio, que já começou a espalhar notícias da volta na internet.

A festa ainda tem discotecagens dos nova-iorquinos do N2N (https://www.facebook.com/N2Nmusic?fref=ts), dos fera ALDO THE BAND na versão ALDO THE DJ SET, os brothers da Party Intima (cóf) e o genial Fabião.

A noite vai ser intensa…

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Aeroanta, templo de shows paulistano dos anos 80/90, ressuscita em abril para um último suspiro. Depois morre de novo. Depois nasce novamente para ficar

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* Ele foi o clube predileto do Nick Cave em São Paulo, os Buzzcocks tocaram lá, a Marisa Monte fez estreia ao vivo no recinto, foi onde nasceu o Skank diante de 37 testemunhas. Tem show do Cazuza e do Raimundos na íntegra no Youtube tirado de apresentações na casa, foi ali que São Paulo recebeu a revolução pernambucana manguebeat e até o Tim Maia nunca furou quando tinha shows marcado lá.

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A histórica casa de shows/danceteria Aeroanta, marco importantíssimo da música paulistana nos anos 80 e 90 mas que fechou em 1994, vai ter uma festa em sua homenagem agora no começo de abril. Para depois morrer de novo. E depois ressuscitar novamente em setembro, com outro nome, para desta vez perdurar, integrando o circuito de casa de shows da cidade.

Primeiro a festa. Num cenário de destruição imobiliária que marca o enterro de uma era para o nascimento da outra, acontecerá no antigo Aeroanta, no Largo da Batata, dia 4 de abril, a “construction party” O Último Voo da Anta, balada que irá das 16h à meia-noite no local em ruínas que abrigará o novo clube.

O evento terá seis bandas a serem anunciadas, mais cerveja, burger e uísque, venda de discos e livros. A entrada para a festa custará, atenção: uma palheta de guitarra ou violão OU uma baqueta de bateria.

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Se tudo correr dentro do programado, em setembro, um clube-restaurante com capacidade para 300 pessoas, que pertence ao grupo que controla o Cine Joia, PanAm, Lions e Yacht, será inaugurado no lugar onde foi o Aeroanta, com outro batismo.

Mas por enquanto é hora de fazermos a transição do passado para o futuro através dos escombros cool do velho Aeroanta. Desculpe o “transtorno”.

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Público lota uma noite no Aeroanta, em Pinheiros, em 1988. Foto de César Itiberê, para a Folha de S.Paulo

* Mais detalhes da festa O Último Voo da Anta aparecerão nas redes sociais e por aqui, em breve.

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