Em papisa:

Popload Live: hoje, 17h, no Stories, conversa e música com Rita Oliva, da Papisa

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* Talvez um pouco da música da qual mais precisamos neste momento bizarro vai ser dada hoje à tarde, daqui a pouco, 17h, na Live da Popload, no Stories do @poploadmusic. Música que não é só música, não é construída apenas como música, tipo o que faz Rita Oliva, dona do projeto “elevado” Papisa, a convidada de hoje.

A (vamos falar disto!) cantora, multiinstrumentista, produtora e dona de seu próprio estúdio Rita Oliva lançou no ano passado “Fenda”, o álbum de estreia de seu rico projeto sensorial-musical. Vai falar que todos nós, agora, estamos no meio de uma fenda.

Além da conversa, Rita vai tocar, cloro, duas músicas na live.

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A live da Popload foi criada para proporcionar, em tempos de clausura, papo e performance com pessoas legais da nossa música. Inclusive… tocando música.

Desde a semana passada, já rolou por aqui papo e música com Flavio FingerFingerrr, André Aldo, Eduardo Apeles, Vivian Kuczynski e Lucas Fresno. Tudo regado a música, claro.

Teve até discussão de pauta ao vivo para o Popcast, o podcast da Popload, entre mim e a Isadora Almeida, com participação forte da galera.

Hoje a live é às 5h da tarde. A ideia é que ela, diária, de segunda a sexta no período de quarentena, não necessariamente tenha um horário padrão para rolar, mas até que tem acontecido bastante às 17h. A gente avisa aqui e nas redes o horário certo do dia. No dia.

A gente, tanto eu quanto o Rita hoje, vamos estar atentos a perguntas que aparecerem ali na comunicação com a galera. Tentaremos responder, na medida do possível.

Então, hoje, às 17h, no Stories do @poploadmusic, live com Rita Papisa Oliva. Já, já.
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Top 50 da CENA – Edgar bombator, o “fator Terno Rei”, a volta do Lava Divers e outras estreias, incluindo o Vovô Bebê

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* Seguimos na missão de produzir o top 50 da CENA brasileira. Com a nossa cara, mais no feeling e menos cientificamente. Sem robozinho de streaming auxiliando.

Quem reparou na nossa primeira edição e depois na segunda notou muitas faixas de 2019 na listagem. Estamos em acelerado ritmo de troca: saem os sons de 2019 e entram os deste ano.

Por isso não estranhe se achar que uma música muito 10 (10/10?) de 2019 perdeu espaço para um som OK de 2020. Faz parte do jogo. O ano ainda não está exatamente quente em quantidade de lançamentos, mas já temos muito boas novidades.

O primeiro lugar desta semana é do rapper Edgar, que já apareceu por aqui acompanhado da Saskia e estreia solo logo em primeiro lugar. Porque Edgar, atração do Lollapalooza Brasil em abril, é f*da, achamos.

O TOP 50 da semana e sua respectiva playlist delicinha (no Deezer e Spotify) ficaram assim:

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1 – Edgar – “Carro de Boy” (Estreia)
Existe uma linha tênue na hora de fazer música de protesto que vira refrão grudento. Pode pegar mal, banalizar, ficar tosco. Não é o que acontece aqui. Edgar acerta no alvo na denúncia e na produção de um som que cabe na pista. Para dançar com profundidade. Com conceito. Esta canção chega com impactante vídeo e participação do Rico Dalasam.
2 – Kiko Dinucci – “Veneno” (3)
O álbum solo novo de Kiko Dinucci é uma peça e tanto. Violão no comando de tudo. E muita informação ainda há ser captada em futuras audições. A música com Rodrigo Ogi é, de cara, um dos achados dos disco e pode dar a prévia do novo álbum do rapper, que tem produção do próprio Kiko.
3 – Terno Rei – “São Paulo” (Estreia)
Ingressos esgotados em São Paulo em 20 minutos. Algo sério vem acontecendo com o Terno Rei. A febre em torno da banda só aumenta, shows lotados em outras cidades também. “Violeta”, o disco mais recente da banda, completou um ano, mas parece que está só no começo de uma jornada de conquistas. Esta “São Paulo” tem um sabor da new wave paulistana dos anos 80, revisitada. Coisa fina.
4 – Vovô Bebê – “Êxodo” (Estreia)
Alguém viu a manchete do G1: “Vovô Bebê põe Ana Frango Elétrico em ‘Briga de família'”? Lembrou o saudoso “Notícias Populares”, mas era só uma nota sobre este ótimo som novo da CENA carioca, que tem participação dela, sim, Ana Frango Elétrico. Fique de olho. Projeto de Pedro Carneiro que lembra o antigo grupo Rumo, uma das bandas mais paulistanas que existiram. Olha a ironia geográfica.
5 – Carne Doce – “Temporal” (1)
Esta só melhora quanto mais se ouve. Que musiquinha enoooorme soltou o grupo goiano Carne Doce para já anunciar que em 2020 vai ter disco novo, o quarto da banda do casal Macloys/Salma. A gente aqui quer morar nessas guitarrinhas que embalam a música nova, da metade para a frente.
6 – Nill – “Options” (Estreia)
Nill sempre manda bem e seu novo single já entra aqui no nosso Top 50, substituindo a faixa anterior dele que estava por aqui.
7 – Vivian Kuczynski – “Carne” (2)
O novo single da Vivian ganhou um belo vídeo. Por isso destacamos “Carne” por aqui, outra das boas músicas do álbum de estreia da curitibana de 16 anos, single que tem uma letra que está na parte de críticas sociais do disco, segundo ela, mesmo que um tanto cifrada. Nem tanto assim. É só prestar atenção na menina.
8 – Os Amanticidas – “Paisagem Apagada” (Estreia)
A música é de 2017, mas se encaixou muito bem no Brasil de 2020. A voz de Juçara Marçal na segunda metade da música, então, só faz a força da música redobrar. Olho nessa banda, no disco, nos shows que eles vão fazer por aí.
9 – Rashid – “Eu” (4)
Em seu novo álbum, Rashid deixa para a última faixa talvez um de seus melhores sons, a reveladora “Eu”. Uma daquelas reflexões pessoais de um artista que acaba refletindo no ouvinte.
10 – Lava Divers – “My Boy” (Estreia)
Banda clássica do indie mineiro, o Lava Divers lançou um vídeo de música de 2017 para dizer que neste 2020 vem novidade por aí. Ótimo indie rock para aquecer os ouvidos _ e esperar ansiosamente por inéditas do Divers.
11 – Rincon Sapiência – “Real Oficial” (5)
Uma das muitas boas músicas do mais recente álbum de Rincon Sapiência, um disco lançando no final de 2019 e que passou meio batido, injustamente, pelo menos por aqui. Corrigimos a rota agora.
12 – Céu de Vênus – “O Acaso Não Existe” (Estreia)
13 – Alice Caymmi e ÀTTØØXXÁ – A Noite Inteira (Estreia)
14 – Marcelo Perdido – “Santa Clara de Tróia” (Estreia)
15 – Apeles – “A Alegria dos Dias Dorme no Calor dos Teus Braços” (20)
16 – Liniker – “Não Adianta” (8)

Parte do projeto “Acorda Amor”, Liniker faz um bom cover de uma música do Trio Mocotó. O projeto ainda conta com as vozes de Maria Gadu, Xênia França, Letrux e Luedji Luna. O disco saí nesta terça-feira.
17 – Bixiga 70 e Luiza Lian – “Alumiô (Cai Na Terra)” (11)
O encontro entre Luiza Lian e Bixiga 70 nasceu com cara de clássico. Fica a deixa para um projeto mais extenso, um álbum, quem sabe? Estamos na espera.
18 – Saskia – “Tô Duvidando” (6)
Já escutou o disco da Saskia? A gaúcha é uma das revelações do ano passado para você também? E a participação do Edgar nesta faixa, então? Outro nível esses dois.
19 – Ana Frango Elétrico – “Chocolate” (9)
Ficamos aqui pensando no abstrato desta música. Entendemos nada e tudo certo. Ana Frango Elétrico merece toda a atenção que está recebendo. Se até o gringo do Anthony Fantano já sacou ela, você está esperando o quê?
20 – Hot e Oreia – “Estilo” (10)
Da ótima cena mineira de rap, Hot e Oreia conseguem dosar aqui humor e mensagem de uma maneira única. A sacada “Cês são CS, eu RPG” é para poucos. E o “pior” é que o som é bem bom. Olho neles.
21 – Mc Thá – “Rito de Passá” (13)
Quem não entender com a MC Thá a dimensão do funk em si e no diálogo com outros gêneros não entende mais. Uma contribuição imensa ela dá aqui em “Rito de Passá”.
22 – Yma – “Vampiro” (12)
Os shows da Yma que andamos vendo por aí ajudaram a recolocar o disco dela, que foi lançado lá no começo do ano passado, de novo em rotação por aqui. “Vampiro” é uma delícia de música.
23 – Linn Da Quebrada – “Oração” (22)
24 – AIYÉ – “Terreiro” (28)
25 – Papisa – “Fenda” (18)
26 – Pabllo Vittar – “Amor De Que” (45)

27 – Emicida – “Ismália” (14)
A gente já falou desta faixa por aqui. Se o novo álbum do Emicida for encarado como um filme, “Ismália” é a cena mais triste. Um resumo sobre a tragédia do racismo na estrutura social do país. Que peso de som. Que coisa séria.
28 – Boogarins – “Sombra ou Dúvida” (15)
Melhor banda brasileira em atividade, os Boogarins fizeram mais uma beleza de disco no ano passado. E esta música é uma das belezas dessa beleza.
29 – Black Alien – “Vai Baby” (16)
30 – Djonga – “Bença” (17)
31 – O Terno – “Pra Sempre Será” (19)
32 – Suco de Lúcuma – “Nada No Ar” (Estreia)
33 – Rachel Reis – “Ventilador” (44)
34 – Anderson Primo – Ocê, Oceano” (Estreia)
35 – Moons – “No More Tear About It” (21)
36 – Francisco, El Hombre – “Matilha :: coleira ou cólera” (23)
37 – Bruno Capinam – “Mais Amor” (47)

38 – Triz – “O Som Vem Assim” (Estreia)
39 – La Leuca – “Morning Gloria (O Medo)” (Estreia)
40 – João Bragança – “Bala Doce” (Estreia)
41 – Decaer & Vulgar Débil – “Na Taverna, Eu e Você: Aparições” (Estreia)
42 – BaianaSystem – “Miçanga” (Estreia)
43 – Caio – “Entorna” (Estreia)
44 – Karol de Souza – “Tambor” (40)
45 – Aori – “Xx/Xx” (Estreia)
46 – Os Mutantes – “Mutant’s Lonely Night” (7)

Os Mutantes hoje são apenas Sérgio Dias e um novo pessoal, mas estão na ativa e lançaram um disco novo. Entre boas faixas setentistas, ecos de Beatles e Caetano (uma forma de descrever até outros trabalhos dos Mutantes, não?), destacamos uma das mais melancólicas do álbum. Sérgio Dias sabe os atalhos bonitos da guitarra.
47 – Saulo – “Bahia Mãe” (Estreia)
48 – Trabalho Espaciais Manuais – “Terras Brasais” (Estreia)
49 – Thom Verardi – “Tudo Que Acontece” (Estreia)
50 – Terra Mãe – “Retrato” (Estreia)

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* Entre parenteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.

** Na vinheta do Top 50, a cantora curitibana Vivian Kuczynski. O rapper Edgar ilustra a foto da chamada do post na home da Popload.

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CENA – Música da Semana: “Roda”, Papisa

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* Faz quase duas semanas que saiu o álbum de estreia da Papisa, “Fenda”, um disco de descobertas. De descobertas para quem ouve e de totais descobertas para quem o fez, a cantora, compositora e multiinstrumentista e autoprodutora e autotécnica de som Rita Oliva, que abraçou todo o processo de desenvolvimento do disco, foi buscar timbres e texturas do zero, adaptou sua casa para gravar seu trabalho, estufou a parede da sala com colchões e embalou as estantes de livros com edredons para atingir a acústica que queria, criou audições especiais do disco para observar as reações das pessoas ao ouvi-lo. Essas coisas da mulher empoderada de hoje, graçasadeus.

Só não carimbou o disco com um selo próprio porque ele não existe (ainda). Mas foi lançado independente, tipo ela-mesmo.

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Arriscou tudo e se deu bem, talvez mais como projeto pessoal do que propriamente “sucesso popular”, porque “Fenda” e seus objetivos holísticos a serviço de uma mística que guia sua autora não são exatamente fáceis. Embora irregular, é um disco muito feliz, dentro do seu conceito e de sua feitura. Quando é bom, é muito bom.

Tipo esta canção que a gente quer destacar, “Roda”, música que quase encerra “Fenda” e nas experiências descobertas por Rita bota ela num caminho de sonoridade percorrido por artistas tão díspares quanto Warpaint e Chris Isaak, que no fim pode levar ao mesmo lugar. Coisas que oferecem respiro num dia rápido. Como “Roda” oferece um respiro em “Fenda”.

Bom, essa é uma análise sensorial, na verdade. Tanto de “Roda” quanto de “Fenda” em si. Cada um sente a sua. E, como mostra Rita Oliva em suas descobertas que viraram um disco, para ela e para nós ninguém disse que seria fácil.

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“Escrevi essa música baseada numa história familiar. Ela foi inspirada na minha vó, que toca piano desde cedo. Sempre foi muito talentosa. Ela sempre me contou de como ela tinha potencial, um maestro chegou a se encantar com o talento dela, mas ela acabou escolhendo o destino de casar, ter filho. Na época a mulher não era estimulada a seguir carreira. Mas dentro da minha cabeça eu sempre senti essa coisinha dentro dela que ela poderia ter ido mais longe com o piano”, conta Rita.

“Claro, isso pode ser mais meu do que dela, mas eu tinha essa perspectiva. Então ‘Roda” tem a ver com isso. Olha para traz e pensar no que ela poderia ter sido, ao mesmo tempo o que isso significa para mim, hoje, que posso seguir minha carreira.”

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* As fotos da Papisa, usadas neste post e na home da Popload, são de Déborah Moreno

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CENA – Festival 5 Bandas acontece hoje em São Paulo botando 5 bandas para tocar. Não é tão simples assim

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* Um dos mais novos festivais da enorme carga de eventos do calendário indie brasileiro, o festival 5 Bandas nasceu como um trabalho de conclusão de faculdade. O chamado TCC.

Pilotado por Alexandre Giglio, dono do blog Minuto Indie, que também é um canal de Youtube, o conceitual 5 Bandas pretende ser um festival que prepara o público para os outros festivais. A ideia é misturar estilos, ampliar o “leque indie”, e apresentar shows um pouco mais curtos, tipo de meia hora, a um público que não necessariamente vai a festivais, não exatamente frequenta à cena mas quer descobrir coisas novas, despertar outras predileções. A preços “amigáveis” pela quantidade de atração.

O 5 Bandas de hoje chega a sua segunda edição, já foi experimental antes disso (teve testes nos estúdios da Freak, na SIM São Paulo, na Casa do Mancha) e em sua primeira, em março, saiu já pronto da banca de avaliação estudantil. Era o trabalho escolar ganhando vida real, com Brvnks, Raça, Geo, Alaska e Mustache e os Apaches como atrações.

Nesta noite, novamente ocupando o Estúdio Bixiga, na Treze de Maio, o 5 Bandas vai reunir Glue Trip, Papisa (foto abaixo), Pessoas Estranhas, Gab Ferreira (foto acima) e The Raulis. Os ingressos, em seu segundo lote (R$ 25), podem ser comprados online. Na porta custará R$ 30.

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Dia 12 de outubro o 5 Bandas será “aplicado” no Rio de Janeiro, com atrações ainda a ser divulgadas. A ideia é fazer mais uma edição em São Paulo, provavelmente em dezembro.

“O porquê de 5 Bandas, o nome? Porque eu ia em shows, geralmente eram duas bandas que se apresentavam, shows longos, às vezes maçantes, preços caros pelo que entregavam. Tudo atrapalhando a experiência. Apresentações mais curtas, com mais nomes, a preços mais acessíveis podem formar um novo público para todo mundo. Dá para experimentar mais. Assim surgiu o 5 Bandas”, diz Giglio.

Não é a descoberta da roda indie. Mas que funciona bem, isso funciona.

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CENA – Papisa volta a pisar na “Terra” com novo single. Álbum de estreia, “Fenda”, sai em agosto

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* Papisa, a banda-projeto da cantora, multiinstrumentista, produtora e dona de seu próprio estúdio (mais novidades auto-suficientes a seguir) Rita Oliva, acostumada a sonorizar conceitos divinos e outras paradas mais “elevadas”, aterrissa bonita agora na Popload com seu novo single, “Terra”, faixa que prepara a chegada de “Fenda”, o álbum de estreia dela (dela Papisa, não dela Rita), programado para sair em agosto.

Desde que saiu de bandas para encarnar solo a Papisa, nestes últimos dois anos e tanto e à custa de um EP de três músicas, Rita (foto acima) só parou faz pouco tempo para compor este seu novo mais disco cheio inaugural, que para gestá-lo experimentou sons, aprendeu processos, no exato momento em que que produzia suas músicas. “Terra” é o terceiro exemplo do álbum que está por vir. Antes ela já tinha botado à mostra os singles “A Velha” e “Roda”.

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A música entra nas plataformas de lançamentos nesta sexta-feira. Um lançamento para a terra, para o próprio umbigo de Rita Papisa, que à luz dos novos conhecimentos (ou por se auto-entender mais) na letra diz que tinha um rio correndo dentro dela. A capa, acima, tem direção de arte de Thata Jacoponi e foto de Déborah Moreno (foto).

Segundo divulgado, “Terra” tem dois momentos: primeiro um mantra construído por camadas que se transformam ao alcançar seu ápice, desembocando na segunda parte da música, um (quase) refrão apoteótico, preenchido por vozes diversas.

A ouvir:

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Como bônus deste post, a gente traz uma session ao vivo gravada recentemente em Sorocaba pela Papisa para o canal da produtora indie Lobotomia. A música, a ótima “Homem Mulher”, não vai estar no disco, mas é presença obrigatória em seus shows. Na performance, Rita Oliva é acompanhada pela baterista Theo Charbel e a baixista May Manão.

Ainda nesta sexta, Rita se apresenta com seu Papisa no Estúdio Bixiga, dentro do minifestival 5 Bandas, junto de Glue Trip, The Raulis, Pessoas Estranhas e Gab Ferreira.

Neste show do 5 Bandas, Papisa toca em trio, mas desta vez com Stéphanie Fernandes no baixo e Pedro Lacerda na bateria. Participação especial de Luna França.

Bem, aqui está “Homem Mulher” em session.

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