Em patti smith:

A paz mundial está decretada: Patti Smith lê poema e canta Neil Young em rara aparição na TV

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A deusa Patti Smith fez uma rara e especialíssima aparição no programa do Jimmy Fallon nesta semana. Apresentação esta que já ganha ares de histórica, assim como sua passagem recente pelo Brasil em eventos com a Popload envolvida, o que muito nos orgulha.

No Fallon, Patti sentou no sofá para falar de seu novo livro, “Year of the Monkey”. Além disso, ela foi para o microfone ler um poema e, em seguida, cantou a clássica “After the Gold Rush”, de Neil Young. É mole?

A cantora se prepara para, em breve, participar do evento anual Tibet House Benefit Concert, ao lado de seu amigo Iggy Pop e de nomes como Matt Berninger, Margo Price e Phoebe Bridgers.

A participação iluminada de Patti em rede nacional pode ser conferida abaixo.

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POPLOAD FESTIVAL, os vídeos: um pouco do que rolou em cada show da edição 2019. Com algumas apresentações completas, ainda por cima

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Foto: Fabrício Vianna / Popload / T4F / Divulgação

Foto: Fabrício Vianna / Popload / T4F / Divulgação

Já relatamos aqui algumas impressões de quem esteve no Popload Festival, na última sexta-feira, em feriadão que encheu São Paulo de música boa.

Abaixo, deixamos alguns registros dos shows, alguns feitos pela galera, na “vibe”, outros da transmissão do UOL, tipo os shows completos do Raconteurs e da volta do Cansei de Ser Sexy.

Então, um pouco do que vimos no Memorial da América Latina foi…


** O grande encontro de Luedji Luna e Ilê Aiyê derramando positividade em “Banho de Folhas”, dando as boas vindas para o festival.

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** A Tove Lo fazendo a mistura Suécia com Brasil, eletrônica com funk, ao botar o MC Zaac no palco para reeditar ao vivo o hit “Are U Gonna Tell Her?”.

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** A lindeza Little Simz veio ao Brasil em seu melhor momento na carreira. E ainda vamos ouvir falar muuuuuuuito dela nos próximos meses/anos. “Pressury” e “Therapy” não nos deixam mentir.

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** O trio norte-americano Khruangbin fez dos shows mais refinados da história do nosso festival. E a galera curtiu para valer.

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** O nosso Cansei de Ser Sexy, um dos grupos que mais levantaram a bandeira Indie Brasil na gringa neste século, voltou com apresentação histórica que merece ser vista novamente, na íntegra. E, ainda, o bate-papo firmeza com a incrível Letrux.

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** Eles vieram e fizeram do Memorial da América Latina uma verdadeira pista de dança. Estamos falando do Hot Chip e o showzão animado do fim de tarde de um feriadão. Delícia!!!

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** O que falar da banda de rock mais comentada do mundo hoje? Intrusos do Top 200 da Billboard, o Raconteurs entregou aquele show que se esperava deles: pouco papo, muita distorção e garage-rock de primeira. Esse tal de Jack White é Deus, não é?

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** E por falar em deuses, Patti Smith esteve entre nós… Uma das maiores artistas de todos os tempos, ela desfilou hits, simpatia e empatia em uma noite que ficará na memória de São Paulo. Não temos nem o que falar, apenas agradecer por vivenciar este momento. E por Patti ter aceito nosso singelo convite. Você é sempre bem-vinda, ícone.

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** A noite terminou com o imparável Boy Pablo, que fez um after para fechar com chave de ouro nossa edição 2019. E já deixando o gostinho de vontade para 2020.

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POPLOAD FESTIVAL 2019 – Tudo o que a gente achou do nosso próprio festival. Queremos ouvir você, agora

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* OK, foi inesquecível. OK, o festival é “nosso” e portanto pode parecer cascata de ego, mas aqui no nosso discernimento imparcial acrítico e imodesto não teve um show abaixo de nota 8,87. Entre novidadeiro e histórico, salvaram-se todos. Entre o Boy Pablinho e a Pattona Smithona nenhum deixou de ser encantador, cada um no seu tamanho. Cada um na sua caixinha de “história da música”. O festival foi lindo (aqui no nosso discer…), a (não-)chuva ajudou, a galera jogou junto desde a hora em que os portões abriram até o momento de partir, embasbacados todos pela “school of rock” que foi o show da diva Patti Smith. Quanta história foi contada em 12 horas ali naquele palcão bonito. Sim, à certa altura teve um problema em banheiros, um erro de cálculo. Será corrigido. Mas o que consideramos o nosso maior acerto é não perder a mania de fazer um festival sobre música e pessoas.

Dentro do que podemos falar sobre os shows, e com este post enfeitado por imagens gloriosamente saídas da câmera do fotógrafo Marcos Hermes (@marcoshermes), a gente achou que tudo no Popload Festival 2019 foi assim:

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PATTI SMITH


No auge de seus 72 anos, Patti Smith subiu ao palco do Popload Festival em uma cidade tomada pela incerteza do futuro para mostrar que ainda há união entre as pessoas. Com sua poesia cantada e suas mensagens de amor eterno, todos presentes se tornaram um só sob gritos de poder, afeto e liberdade. Foram mensagens de esperança para aqueles que acompanham sua carreira desde os anos 70 e para aqueles que chegaram na festa dos engajamentos só agora, um público consumido pelas ansiedades do século XXI e que receberam um acalento nas palavras de Patti.
Em sua arte, porque a sua música já transcendeu o nirvana e não pode ser considerada somente um conjunto de melodia e letras, Patti nos guiou para o final de um dia que ficará na memória, o final de uma noite feita para nós, os amantes.
(Carolina Andreosi)

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THE RACONTEURS


À noite, entre a algazarra dance cool do Hot Chip e a hiperiluminada apresentação de Patti Smith, foi a vez do Raconteurs estrear no Brasil – e de Jack White fazer sua quarta passagem pelo país. O quarteto, acompanhado do ilustre Dean Fertita (Queens of the Stone Age, The Dead Weather) tinha a difícil missão de tocar, em apenas uma hora, um setlist que agradasse a fãs que nunca puderam vê-los no palco. Dentre as 12 músicas apresentadas, sete vieram do mais recente disco, “Help Us Stranger”, lançado agora em junho deste ano, e encaixaram bem com as antigas como “Old Enough” e “Level”. O que fica fácil de notar é a química entre os músicos no palco, especialmente durante a jam em “Broken Boy Soldier” – nem parece que, antes de 2019, o Raconteurs tinha ficado oito anos ausente dos palcos. O rock que a banda faz pode não ser tão popular quanto era ao lançamento de “Steady, As She Goes”, lá em 2006, mas sua qualidade não mudou em nada. Foi uma pena não poder ouvir “Carolina Drama” ou “Blue Veins”, mas fica para a próxima. Pode voltar para tocá-las, Jack.
(Fernando Scoczinsky Filho)

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HOT CHIP


O show do Hot Chip é sempre o show do Hot Chip. Sao sete no palco fazendo a festa para os milhares que estão no chão, que logo embarcam na balada deles. Já mandaram na segunda música q deliciosa “Flutes”, umas das melhores faixas da banda, com direito a dancinha ensaiada dos integrantes para o refrão. E aquele fim de tarde na Barra Funda virou o melhor lugar para estar com os amigos no planeta. “Melody of Love”, “Spell”, “Hungry Child” são músicas do novo album, “A Bath Full of Ecstasy”, que saiu em junho, e como podem já soar como hits? Esse é o tipo de banda que segue sendo relevante ao mesmo tempo que divertida e dançante. O cover de “Sabotage”, dos saudoso grupo nova-iorquino Beastie Boys, foi inacreditavelmente bom! Muito parecido com a versao original, nao entendi muito por que, mas só sei que adoraria ver de novo. O final com o hit absoluto “I Feel Better” já deixa a gente esperando pelo próximo show do Hot Chip por aqui, porque eles sim podem voltar todo ano.
(Isadora Almeida)

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CANSEI DE SER SEXY


Feliz 2004!!!!! Uma das formações brasileiras que mais marcaram nossa cena em muitos níveis, o hoje quarteto feminino Cansei de Ser Sexy, de São Paulo, tocou, em São Paulo, pela primeira vez depois de oito anos longe da cidade, a mesma cidade que elas ajudaram a botar no mapa mundial com muitas canções boas, uma irreverência absurda e um sentido completo de música-fashionismo-autozoação-inclusão-críticasgerais que poucas bandas vão ter, para o bem e para o mal. Incrível imaginar que a absurda cantora Lovefoxxx continua sendo a pessoa mais fofa que já segurou um microfone neste país, dessas de querer levar para casa e ser bff para sempre. Que show leendo. Que performance limda. Foi 2004 de novo mesmo. Talvez o mundo esteja tão intragrável hoje por falta de mais bandas como o CSS, sua composição de molejo indie, show contagiante, pop feliz, letras foda, guitarras ótimas, batidas “perfeitas 10/10”. Num certo mesmo sentido em que horas depois o show de Patti Smith contou, com todos os elementos que carrega, a história do rock do punk para cá, a apresentação do Cansei de Ser Sexy nesta especialíssima volta no Popload Festival (cóf.) contou a nossa história, a história da nossa cena. Estou errado, Santa Cecíliaaaaaaa?
(Lúcio Ribeiro)

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TOVE LO


Não dá para provar, mas pareceu que a Tove Lo conseguiu levar ao festival seu próprio público, que nem sabemos se ficou para ver o resto do festival. Pode ser só sensação, mas apostaria nisso. O que garantiu dos fãs do público do começo ao fim. E ela entregou o que eles pediram: hits, dancinhas, som alto, telão lindo. Virou notícia que ela mostrou os seios no show, um lance que rola sempre ao vivo. Mas nossa “manchete” é ela ter proporcionado o primeiro momento funkeiro do Popload Festival na história. Teve o bombado MC Zaac no palco, na parceria deles, “Are U Gonna Tell Her”, que colocou o festival para rebolar. Até o chão.
(Vinícius Félix)

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KHRUANGBIN


Seria o show ideal para o fim de tarde ensolarado. Só faltou o sol, mas tudo bem. O trio Khruangbin talvez seja um pouco estranho de cara, mas quem se deixou encantar pelo minimalismo da bateria, da boa conversa do baixo com a guitarra e se acostumar com a ausência de letras na viagem psicodélica totalitária do trio, foi no embalo da trip deles em uma apresentação que é música quase o tempo todo sem pausa para respiro – um momento de percussão com garrafas aqui, um telefone que toca no palco ali e só. Fora isso, o show são os três estilosos integrantes (Oi, Laura!) e sua “world music” hipnótica de amplitude incrível, pouco improviso, em uma hora. Quem gostou e achou que eles fazem boas jams sessions vai se espantar quando descobrir que eles reproduzem bem fielmente o som dos álbuns. Que delícia de viagem para esperar o que viria depois.
(Vinícius Félix)

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LITTLE SIMZ


Acompanhada por uma banda de três músicos, a rapper inglesa Little Simz, destaque da nova cena britânica e já queridinha de Kendrick Lamar, fez um vibrante show em que cantou faixas de seus três discos. Como ela própria deixou claro, Simz trouxe um pouco do norte de Londres a São Paulo, com músicas de rap impregnadas de funk, soul, eletrônica e do grime de forte e delicioso sotaque. Ela encerrou sua participação com duas de suas melhores canções, “Flowers” (parceria com o incrível Michael Kiwanuka) e “Offence”. Tudo tão bom que até fez parar de chover.
(Thiago Ney)

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LUEDJI LUNA


Muita gente insiste em ir para festival para ver uma ou duas bandas. Tudo bem, tudo certo, mas perdem por exemplo um belo show de abertura. Principalmente em festivais que gostam de deturpar os conceitos de “show de abertura”, daqueles só para fazer o tempo passar enquanto o healiner não vem. Quem estava no Popload Festival desde cedo teve oportunidade de ver um dos shows mais bonitos da CENA BR de 2018/19. Luedji luna começou sua apresentação linda em um vestido branco iluminando o começo de festival chuvoso e trazendo músicas do álbum “Um Corpo no Mundo”. Ponto alto e emocionante foi a participação do bloco Ilê Aiyê para cantar “Banho de Folhas” com Luedji, que abriu o caminho para o Popload Festival 2019 seguir com um axê inspirador.
(Isadora Almeida)

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BOY PABLO


Um show especial do Popload Festival, depois da “vovó” Patti Smith e feito apenas para cerca de mil fãs genuínos, porque precisaram chegar cedo ao evento para retirar ingressos, o menino norueguês Boy Pablo acalmou os ânimos de quem passou o dia experimentando várias energias no Popload Festival e precisava de um momento de calma para processar tudo o que aconteceu. Para quem tem fama pela articulação na internet, Pablo até que fez um bom e REAL “chill-out roqueiro”, em outro palco do festival, este do outro lado da rua, no auditório do Memorial da América Latina. Fofo, intimista e, o melhor, um show sentado.

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#SpoilerAlert: O que esperar dos shows da PATTI SMITH no Popload Festival e no Popload Social

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Lester Bangs, o famoso crítico musical, acertou quando cravou na primeira linha de sua crítica ao álbum de estreia de Patti, “Horses”, que ali estava uma artista no sentido clássico da palavra. Mais do que isso: o auê da mídia e dos que procuram a mais nova sensação iam passar, Patti ficaria.

Patti Smith logo deixou provado para o mundo que não era apenas uma compositora ou cantora. Poeta, fotógrafa, pintora, escritora, jornalista de rock, sendo que muitas dessas ocupações feitas antes do seu álbum de estreia, ela foi atrás de dar seu recado onde achasse que a mensagem coubesse. E mais importante que o meio, talvez até do que a mensagem, tinha a energia.

Talvez por isso ela estava presente quando o punk nasceu e estava muito além do punk quando o gênero encarou a decadência, de sua primeira fase, pelo menos. Patti Smith nunca ficou decadente. Teve a energia de saber pausar a carreira nos anos 80 e voltar com enorme repercussão anos depois apoiada em muito por nomes que existem influenciados por ela, como o Michael Stipe, por exemplo.

Tem a energia para ler 200 livros por ano, manter três cadernos de anotações, fazer uma parceria artística com Kevin Shields, o líder de uma de suas bandas favoritas, My Bloody Valentine – ou seja, energia para gostar de coisas que não aconteceram na época dela, justamente, por talvez nunca ter pensado no termo “na minha época”.

Patti Smith já veio ao Brasil, mas nunca tocou em São Paulo. Foram shows históricos e de carga política alta em véspera de eleição nacional, o distante 2006. Dessa vez, não deve ser diferente. Patti Smith deve aparecer em São Paulo ainda mais energizada e disposta a dar seu recado nos dois shows marcados na cidade, dia 15/11 no Popload Festival, e no dia seguinte no Popload Social, em show solo para cerca de mil pessoas no Auditório Simon Bolívar. As chamas pelo mundo não cessaram, pelo contrário. O recado sobre o poder estar nas pessoas só faz mais sentido a cada dia que passa.

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Mesmo que não lance um disco novo desde 2012, Patti parece cada vez mais ativa e presente na estrada. Seu show atual está afiado. Em um repertório que mistura canções próprias e covers bem selecionados, onde reafirma sua história. Procure os vídeos atuais dela em apresentações quase intimistas em teatros pelo mundo. Não tenho dúvidas que a carga de um show de festival, uma multidão e uma sede por energia não renda um show ainda melhor que esses.

Falei de uma resenha histórica lá no começo do post e é bom lembrar que Patti Smith é a história ainda em curso. Energia. Movimento criativo. Suas músicas podem datar de muito tempo atrás, mas são a mensagem feitas para o presente e não uma sucessão de boas músicas do “rock clássico”. Um show de Patti Smith pode virar livro, uma crônica, uma nova música. O que ela tem a dizer, fazer de sua visita a São Paulo? Muita coisa, imagino. Quem não quer ter uma chance de ver isso de perto?

Por que você precisa conhecer a PATTI SMITH…

Setlist recentes

Patti Smith anda com setlists que alternam clássicos de seu repertório com covers de clássicos. Como mencionamos no texto de abertura, a disposição das músicas parece conservadora, mas as músicas não são e a postura de Patti no palco está bem longe disso.

O setlist colocado aqui representa a média dos 35 shows mais recentes que Patti Smith fez este ano.

Wing
Are You Experienced?
Redondo Beach
Ghost Dance
My Blakean Year
Beds Are Burning
Dancing Barefoot
Beneath the Southern Cross
I’m Free
After the Gold Rush
Pissing in a River
Because the Night
Gloria

Nossas Favoritas

A partir do setlist do show embarcamos em 50 músicas que te ajudam a decifrar a discografia da Patti Smith.

Top 5

As cinco músicas mais tocadas por Patti na atual turnê. Essas não devem ficar de fora.

A autora Patti Smith

Patti escreve livros desde o anos 70. Na maioria, livros de poesia. Porém são suas memórias, talvez seu material mais popular no campo da literatura, que ganharam versões em português. Por aqui, já temos “Só Garotos”, “M.Train” e logo chegam mais dois: “Devoção” e “O Ano do Macaco”, um livro de memórias mais recentes onde ela aborda uma turnê pelos Estados Unidos em 2016, ano em que Trump foi eleito. Um dia antes do show ela vai até o Sesc Pompéia para falar do seu trabalho literário.

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Nesta quarta-feira, dia 30,a Companhia das Letras, o Popload Festival e o Trovadores do Miocárdio (coletivo formado por escritores, poetas e performers) vão celebrar a obra literária e a música de Patti Smith. O espetáculo vai revisitar as memórias e divagações poéticas em torno dos livros “Só Garotos”, “Linha M” e os novos “Devoção” e “O Ano do Macaco”. Serão duas apresentações (na sexta-feira o espetáculo acontece no Rio de Janeiro). Em São Paulo os ingressos estão esgotados!

A intérprete Patti Smith

Patti faz ótimas versões para algumas músicas. Algumas que parecem ter sido feitas para ela cantar e algumas que você nem vai acreditar que ela já gravou. Aqui um rápido Top 3:

“Everybody Wants to Rule the World”

“Gimme Shelter”

“Heart Shaped Box”

O CORAL TEM O PODER

Patti Smith como convidada ilustre do Choir! Choir! Choir!, coral canadense que faz versões marcantes de músicas que adoramos. O vídeo foi gravado em abril em Nova York e lançado em setembro. Detalhe para a participação especial de Stewart Copeland (The Police) na “percussão” improvisada (uma frigideira). Imagina esse coro no Memorial da América Latina, imagina:

Patti Smith nas redes sociais

Sessão de autógrafos? Imagina no Brasil

Setlist feito a mão. Ou seja, podemos ter músicas escolhidas no calor do momento?

Fotos com amigos importantes? Ela tem. No caso, Dylan.

Keanu

Steven Jordan. Só um dos melhores bateristas do mundo

ÚLTIMOS INGRESSOS!

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Atenção, Brasil! Atração do Popload Festival, Patti Smith fará show extra beneficente em SP, dentro do projeto Popload Social

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Uma das maiores artistas de todos os tempos, não apenas pela sua obra irreparável, mas também pelo seu reconhecido engajamento em causas sociais, PATTI SMITH fará um show beneficente em São Paulo, um dia após estrelar o Popload Festival.

A cantora norte-americana vai se apresentar no sábado, 16 de novembro, no Auditório Simón Bolívar, no Memorial da América Latina. As entradas serão divididas entre ingressos distribuídos mediante participação em ações de trabalho voluntário e venda de ingresso solidário.

O show faz parte da aba de cidadania POPLOAD SOCIAL, nesta que será a única apresentação de Patti Smith no país fora do festival.

As apresentações da precursora do punk serão as primeiras dela em São Paulo em toda a carreira. Em sua última visita ao Brasil, ela esteve envolvida em eventos apenas em Curitiba e Rio de Janeiro.

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

As vagas de voluntariado para este Popload Social estão abertas no site da ATADOS, plataforma social online que conecta pessoas a oportunidades de voluntariado em causas sociais. Os interessados deverão escolher a ONG para qual desejam realizar a ação e, após realizado o voluntariado, cada vaga dará direito a 1 (um) ingresso exclusivo, nominal e intransferível para o show. As ONGs parceiras desta edição são BEABA, APAE, Move Institute, Cruz Vermelha, Banco de Alimentos e Greenpeace.

A venda de ingresso solidário para esta apresentação será através do site da Ticketload. Parte do dinheiro arrecadado será revertida para o BEABA, instituto que tem como missão desmistificar o câncer para crianças, adolescentes e seus acompanhantes.

O POPLOAD SOCIAL

O Popload Social é um projeto inovador sempre com ações especiais relacionadas aos eventos produzidos pela marca Popload. Através dele, centenas de fãs puderam e podem assistir a shows gratuitamente em troca de suas participações como voluntários em ONGs parceiras das mais variadas causas. A cada evento, vagas são disponibilizadas aos interessados em ajudar projetos sociais e, em troca, eles podem ver as suas bandas favoritas! O projeto também oferece shows gratuitos em espaços públicos da cidade, como o Metrô de SP, alcançando milhares de pessoas com entretenimento acessível e de qualidade. Em 2017, o Popload Social realizou um show gratuito da cultuada cantora inglesa PJ Harvey para mais de mil voluntários!

SERVIÇO – POPLOAD SOCIAL apresenta PATTI SMITH

Data: 16 de novembro de 2019, sábado
Abertura das portas: 19h
Início do show: 21h
Local: Auditório Simón Bolívar – Memorial da América Latina || Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda, São Paulo – SP, 01156-001
Capacidade: 1.009 pessoas
Ingressos: a partir de R$ 60,00 || Limite de 2 ingressos por CPF

Classificação etária: a partir de 18 anos desacompanhados. Menores entre 14 e 18 anos somente acompanhados de um responsável legal. Proibida a entrada de menores de 18 anos. Este evento requer autorizações específicas, acompanhe a atualização da expedição de alvarás através do site oficial.

INGRESSOS

INGRESSO GRATUITO ATRAVÉS DE TRABALHO VOLUNTÁRIO:
Os voluntários devem acessar o site da ATADOS e escolher a ONG para qual desejam realizar a ação. Após realizado o voluntariado, cada vaga dará direito a 1 (um) ingresso exclusivo, nominal e intransferível para o evento Popload Social apresenta Patti Smith. Somente os voluntários que se cadastraram através da plataforma e realizaram a ação no dia e no horário estabelecidos pelas ONGs terão direito ao ingresso.

INGRESSO SOLIDÁRIO: R$ 60,00 (meia-entrada) e R$ 120,00 (inteira)

VENDA DE INGRESSO SOLIDÁRIO:

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
UnimedHall – Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro – São Paulo (SP).
Segunda-feira – FECHADA (*excepcionalmente aberta no dia 28/10)
Terça-feira a Sábado: das 12h às 20h
Domingo e feriados: das 13h às 20h
Limite de 2 ingressos por pessoa/CPF

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pela Internet: www.ticketload.com
Taxa de Conveniência: 10%
Limite de 2 ingressos por CPF

Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet). Para mais informações acesse: www.ticketload.com/meia-entrada

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