Em Paul Weller:

POPLOAD NOW – 5 músicas ao vivo de agora para dar gatilho para a volta dos shows. Estrelando Billie Eilish, New Order, Far from Alaska, Paul Weller e Distillers

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* Reunimos uma pacoteira de lançamentos de vídeo ao vivo dos últimos dias para, sim, dar um gatilhaço nas nossas vidas vazias e tristes de zero shows. Porque, se a variante fucking delta não atrapalhar, vamos encostar a cara num palco em muito breve. Mas quão breve é agora, diria o Morrissey?

* BILLIE EILISH – NDA (LIVE)

Bem, o mundo musical vai parar semana que vem, dia 30, quando sai finalmente o segundo disco da joooovem cantora poderosa Billie Eilish, o “Happier than Ever”. E, para bater bumbo sobre o novo trabalho e manter todo mundo ouriçado até a chegada dele, ela postou em sua conta no Youtube uma versão ao vivo da fodona “NDA”, single lançado no comecinho do mês. A loira cantando, Finneas no synth, um brother na percussão, autotune rolando na parte dramática da música. Que beleza!

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* NEW ORDER – BLUE MONDAY (LIVE)

Lá em maio (só há dois meses) o lendário porém ainda vivo New Order lançou uma compilação ao vivo chamada “Education Entertainment Recreation”, registro em áudio e imagem de uma apresentação da banda inglesa no Alexandra Palace, Londres, em novembro de 2018. Mesmo com o álbum lançado, a banda que continuou o Joy Division no começo dos anos 80 segue postando imagem dessa apresentação do disco. Como esta recente abaixo, da estupenda “Blue Monday”, um dos principais hits da música independente de todos os tempo, inclusive mudando os parâmetros na Inglaterra do que era indie e o que era mainstream. Histórica que ela só, a versão “nova” ao vivo da electropop “Blue Monday” pode ser vista aqui embaixo.

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* DISTILLERS – CITY OF ANGELS (LIVE)

A banda punk californiana The Distillers, que já foi australiana antes que a incrível vocalista e guitarrista Brody Dalle casasse com o Josh Queens Homme, acabou de lançar um disco ao vivo chamado “Live in Lockdown”. O rolê feroz do Distillers na música foi feroz no começo dos anos 2000. Depois de se afastar da música para cuidar dos bebês, a punk tatuada e cheia de piercings Brody ensaiou uma volta em 2018, depois que se separou de Josh Homme. Pandemia no meio do caminho, ela mostra agora esse disco ao vivo, remexendo com gás atual em sucessos antigos da banda, como essa espertíssima “City of Angels”, que pertence ao seu segundo álbum, de 2002, o “Sing Sing Death House”. Arrasa, Dalle querida.

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* PAUL WELLER – TESTIFY (LIVE)

O excelentíssimo senhor Paul Weller, que já foi mod (você entende um mod?), tocou nos punkeiros do Jam e fez bossa nova no maravilhoso Style Council, para depois engatar uma carreira solo forte e influenciar Oasis e metade do rock inglês dos 90, acabou de lançar seu 16º disco, “Fat Pop (Volume 1)”, e foi tomar um café da manhã no “The Chris Evans Breakfast Show”, programa matinal da Virgin Radio inglesa, e tocaram ao vivo “Testify”, do álbum novo. Maior style, Paul.

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* FAR FROM ALASKA – AO VIVO NO SESC GUARULHOS

A parada aqui é CENA e tem uma hora de duração. No último sábado, a banda potiguar Far from Alaska fez transmissão ao vivo para as redes do Instagram e Youtube do Sesc São Paulo, direto da unidade de Guarulhos, dentro da programação da série #EmCasaComSesc. Mesmo num belo cenário vazio desolador, porém com uma iluminação decentíssima e uma disposição circular da banda, não teve aliviada na Live do FFA, tudo orquestrado pela gritaria da Emmily Barreto.

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Made in UK: Noel Gallagher recebe Paul Weller no palco para tocarem The Jam e Beatles

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Duas figuras da realeza britânica se uniram na noite de ontem no festival The Downs, em Bristol, para oferecer alguns momentos especiais ao público presente.

Noel Gallagher, headliner do evento, recebeu no palco seu amigo de longa data Paul Weller, que havia feito um show minutos antes dos High Flying Birds. E a dobradinha rendeu duas versões lindas de “A Town Called Malice”, do Jam, e “All You Need Is Love”, som que vem encerrando os shows de Noel.

Falando em shows de Noel, a expectativa é a de que nesta semana, enfim, sejam confirmados os três shows do ex-líder do Oasis no Brasil. Como a Popload já antecipou, o irmão do Liam se apresentará dia 7 de novembro em Curitiba, 8 em São Paulo e 10 em Belo Horizonte.

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Eletrônica com psicodelia: Noel Gallagher promete disco mais ousado da carreira para 24 de novembro

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Mundo do rock em choque com os dois minutos e meio do novo material de Noel Gallagher, que apareceram em vídeo para anunciar “Who Built The Moon?”, terceiro disco solo do ex-líder do Oasis, que será lançado dia 24 de novembro.

Produzido pelo norte-irlandês David Holmes, famoso produtor e compositor que tem nome ligado essencialmente à música eletrônica e a trilhas sonoras como da trilogia “Onze Homens e Um Segredo”, o álbum terá 11 faixas originais, com duas bônus.

A julgar pelo vídeo mostrado por Noel, ele enfim vai se arriscar em uma zona fora de seu conforto. Crescido no ambiente do famoso clube Haçienda, em Manchester, Noel sempre flertou com a eletrônica desde os tempos de Oasis. Gravou diversas colaborações com gente como Goldie, UNKLE, Chemical Brothers e Prodigy.

Ainda que aponte um novo direcionamento musical em um disco que promete ser recheado de elementos da disco, o guitarrista terá como convidados dois velhos conhecidos: Paul Weller, em “Holy Mountain”, e Johnny Marr, em “If Love Is The Law”.

Junto com o disco, Noel anunciou as primeiras datas de sua turnê mundial em 2018 pela Europa e Reino Unido. O rolê começa em abril, com dois shows em Paris. Antes, ele faz quatro shows de abertura no Brasil, mês que vem, para o U2.

Who Built The Moon? – Tracklist
1 Fort Knox
2 Holy Mountain
3 Keep On Reaching
4 It’s a Beautiful World
5 She Taught Me How To Fly
6 Be Careful What You Wish For
7 Black & White Sunshine
8 Interlude (Wednesday, Pt. 1)
9 If Love Is the Law
10 The Man Who Built the Moon
11 End Credits (Wednesday, Pt. 2)

Bônus
Dead In the Water (Live At RTÉ 2FM Studios, Dublin)
God Help Us All (versão japonesa)

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Uma rara (e acústica) session do Paul Weller nos Estados Unidos

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Uma das figuras que melhor representa o orgulho e a cultura britânica, o ícone Paul Weller gravou recentemente uma rara session para a rádio cool KEXP, de Seattle, a que melhor grava sessions no mundo.

O veterano cantor e compositor inglês lançou neste ano seu 12º disco solo, o elogiado “Saturns Pattern”. O álbum tem 9 faixas e é o primeiro de Weller em mais de três anos.

Na KEXP, Weller fez uma session acústica com sua banda, dando uma outra cara para suas músicas. No total, o ex-líder do Jam tocou quatro canções: Have You Ever Had It Blue, I’m Where I Should Be, These City Streets e Ghosts.

Tudo isso foi registrado em vídeo e publicado por agora pela emissora.

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Glastonbury domingo, parte 2. The Who histórico. Alt-J nova banda grande

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O último dia do Glastonbury costuma ser o que possui mais shows, pelo simples fato de ser domingo. Em um apanhado geral do encontro entre o velho e o novo, entre o pequeno e o grande, o desconhecido e o famoso, duas bandas concentraram as atenções do público.

Em ritmo de fim de (uma gloriosa) carreira, na estrada comemorando 50 anos, o Who fez um show 5 estrelas para o Telegraph, que meteu logo no título: “Este é o jeito para se encerrar um festival”. O texto foi assinado por ninguém menos que Neil McCormick, veterano e conhecido jornalista por aquelas bandas.

“Aqui estamos nós outra vez”, disse o guitarrista Pete Townshend logo no início, como se aquela fosse a apresentação número 20 da banda no festival. Era apenas a de número 2. E talvez a última. Grupo que tem no currículo apresentações em festivais históricos como Woodstock e Isle of Wight tipo quatro ou cinco décadas atrás, o Who desfilou hits e deu uma aula de rock, algo que já era esperado.

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No contraponto do Who cinquentão, estava outra banda que não tem 5 anos de idade, mas que começa a traçar um carreira absurda. Vindo de Leeds, o Alt-J fez show tão intenso e hipnótico que as apostas para 2016 é de que a banda será uma das headliners. Eles, cada vez mais “frios” no palco (para o lado bom e para o lado ruim), definitivamente não param de crescer e fazer muita gente mudar de opinião, tipo um Blink 182.

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Paul Weller performs on the Pyramid stage at Worthy Farm in Somerset during the Glastonbury Festival

O veterano Paul Weller também fez show seguro e nostálgico, testando novas canções do disco “Saturns Pattern”. Dizem, teve quem ficou meio chateado por ele não tocar muitas velharias do seu finado The Jam. Ainda assim, um dos shows mais legais do dia.

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FKA Twigs

No embalo do discaço de estreia “EP1”, Fka Twigs fez show irregular. Essa é uma percepção geral. Apesar de sua bela voz e uma beleza incomum, a inglesa foi “acusada” de fazer um show um tanto pomposo, exagerado, cheio de arte, e que no fim das contas não encaixou tão bem para um festival como o Glastonbury. Ainda assim, a moça é talentosa.

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Atração do Popload Festival em setembro, o Belle & Sebastian passou no teste do disco novo, que tem uma pegada mais pista do que indie fofo. Mas não deixa de ser fofo. “Girls in Peacetime Want To Dance” já é um dos álbuns do ano e faz a trupe escocesa passear pelo mundo com músicas novas. No show do Glastonbury, o grande Stuart Murdoch até se jogou no meio da galera.

* A Popload acompanha virtualmente o Glasto 2015 com Alisson Guimarães, Isadora Almeida e Lúcio Ribeiro, na cola das Radio 1, Radio 6, XFM, Guardian, NME, BBC, twitter, facebook. Fotos da BBC e do NME.


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