Em pearl jam:

Ruim, mas fofo. Coldplay faz cover de Spice Girls e Pearl Jam em dois shows rápidos nos EUA

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* Em duas apresentações ao vivo especiais nos EUA neste final de semana, o supergrupo Coldplay teve dois momentos ousados, digamos. O primeiro, sexta à noite, mostrando em um show em Seattle uma cover de Pearl Jam, para a música “Nottingman”, que pertence ao disco “Vitology”, de 1994, lá da era grunge.

Ficou ruim, hahaha, mas valeu a homenagem. Chris Martin ainda pediu para não postarem no Youtube, dizendo que uma cover assim talvez não fosse uma boa idéia, haha. “Isto não é Adele cantando ‘Make You Feel My Love'”, disse Chris Martin, na hora em que empunhou seu violão para um tributo acústico da banda de Eddie Vedder. “Isto é um homem de 44 anos lembrando o quanto ficou apaixonado por Pearl Jam em 1991.”

No dia seguinte, no sábado, agora em Los Angeles, mais precisamente no Hollywood Bowl, o Coldplay foi além. Em uma miniapresentação no evento beneficente para várias causas We Can Survive, o Coldplay tocou uma música das Spice Girls, com Melanie C presente no palco ainda por cima. Foi “2 Become 1”.

Chris Martin, desta vez, justificou que estava em Los Angeles, a terra em que os sonhos podem se tornar realidade. E que ele tinha um sonho de tocar uma música das Spice Girls ao vivo. Com uma spice girl junto.

“Esperamos 24 anos por isso”, disse Martin. Daí pediu silêncio para a plateia, para que todos fizessem um pedido para que uma spice girl aparecesse no palco, como num encanto. Aí a “esportiva” Mel C surgiu “como uma magia” e fez um dueto com Martin.

O Coldplay aproveitou esses dos shows especiais para mostrar as músicas do novo disco, “Music of the Spheres”, o quinto álbum da banda, lançado faz uns 10 dias.

Turnê enorme mesmo o Coldplay faz no ano que vem, a partir de março e começando na Costa Rica (!).

Mais para o final do ano, mais precisamente em 10 de setembro, a banda se apresenta no Rock in Rio, com uma provavel esticada para um show solo em São Paulo.

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Popnotas – A música perdida do disco perdido do Bowie. Pearl Jam e grande elenco querendo um mundo livre. Os 20 shows do LCD Soundsystem. O Liam do futuro está bem legal. E “Ted Lasso” no Popcast

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– O maravilhoso LCD Soundsystem anunciou seu retorno aos shows depois de três anos sem se apresentar. Com 20 concertos NO MESMO LUGAR. A super-residência da banda de James Murphy vai acontecer de 23 de novembro a 21 de dezembro, por 20 fucking datas, no Brooklyn Steel, em Nova York. VINTE datas. Os ingressos para todas começam a ser vendidos na sexta-feira da semana que vem, dia 8. Não faz muito tempo, em um podcast, James Murphy afirmou que só sairia em turnê de novo com o LCD Soundsystem se eles fossem lançar músicas novas. Hummmm.

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* Já na madrugada deste domingo, na Califórnia, o grupo Pearl Jam encerrou de vez o californiano Ohana Festival. A história de três shows da trupe de Eddie Vedder é legal. O evento, na praia de Dana Point, aconteceu no final de setembro, com Pearl Jam e Kings of Leon como headliners. Mas a procura de ingressos foi tamanha que os organizadores, com uma ajudinha da banda de Seattle, resolveram continuar o festival no último final de semana em duas datas, ambas com o Pearl Jam tocando. Deram o nome de Ohana Encore Festival, uma espécie de bis do evento original. A última música do último dos três shows do Pearl Jam no festival da Califórnia foi a cover do hino “Rockin’ in the Free World”, de Neil Young. No palco, para ajudá-lo a manter seu rock de um mundo livre, Eddie Vedder chamou as meninas do Sleater-Kinney, Taylor Foo Fighters Hawkins, Brandi Carlile, Patty Smyth (não confundir) e o grande Chad Smith, baterista dos Chili Peppers, entre vários outros. O palco bombou.

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– Nosso amigo Liam Gallagher, irmão daquele cara lá e ex-cantor daquela outra banda conhecida, acabou a semana cheia de anúncios pomposos. Primeiro foi a revelação de que vai lançar, em 27 de maio de 2022, seu terceiro disco solo, chamado “C’mon You Know”, marca de suas postagens no Twitter. Não só, mas também, Liam soltou as infos de seu show de verão do ano que vem na Inglaterra, no histórico Knebworth Park (histórico principalmente para o Oasis, c’mon you know), em 4 de junho. Tipo festival: vai ter ainda Kasabian, Michael Kiwanuka, Fat White Family e a espertíssima (e barulhenta) banda pós-punk de meninas Goat Girl. Que programão. Abaixo, a lindaça capa do próximo disco do Liam e o pôster do show de Knebworth.

Captura de Tela 2021-10-02 às 10.11.51 AM

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– Uma enorme caixa de discos do saudoso astro David Bowie vai ser lançada em novembro trazendo no meio dela um disco “perdido” do cantor inglês. O material inédito, que foi gravado em 2000/2001, compõe o álbum “Toy”, que seria lançado como seu último disco pela gravadora Virgin, mas uma saída conturbada de Bowie do selo acabou arquivando o projeto, mostrado só agora. “Toy”, na real, nasceu bem antes disso. São músicas feitas no final dos anos 60, mas seguradas por ele por causa de seu estouro algo inesperado com o disco-conceito “Space Oddity”, de 1969. Muitos anos depois, em seu período nova-iorquino, Bowie resolveu retomar as canções de “Toy”, terminá-las, regravá-las. Para serem abortadas de novo, tadinhas. Mas agora vai rolar. “Toy” faz parte dessa caixa “David Bowie 5. Brilliant Adventure (1992 – 2001)”, que vem aí. O box set trará, além de “Toy”, dois discos com sessions de sua temporada em Manhattan (quando Bowie conheceu a Popload, mas isso é uma outra história) e edições remasterizadas dos discos “Black Tie White Noise”, “The Buddha of Suburbia” e “Outside”, de lá do prolífico começo dos anos 90, e um compilado de sessions que ele fez na época para a BBC. Disso tuuuuuuuuuudo, saiu no fim de semana uma música “nova” de Bowie, do “Toy”. é “You’ve Got a Habit of Leaving”, que você pode ouvir aqui embaixo, acompanhando a letra.

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* Entre muuuuuitas coisas, o Popcast desta semana vai falar de como a ótima série “Ted Lasso” faz um grande papel para a música. O programa, exclusivo da plataforma Apple TV+, não só tem trilha sonora própria boa como enfia um monte de música legal na sua trama de uma profundidade tão grande partindo de uma premissa tão leve: um time pequeno de futebol inglês dirigido por um treinador americano. O podcast da Popload, apresentado por Isadora Almeida e Lúcio Ribeiro, inclui ainda um plá sobre as principais músicas lançadas nos últimos dias e um olhar da CENA brasileira. Sim, Rick Astley foi falado. Está aqui embaixo.

((Ainda sobre “Ted Lasso” que está chegando ao final da segunda temporada, o episódio corrente da série, que foi ao ar sexta passada, teve um Radiohead na parte final de machucar. Sem mais…))

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Festival nos EUA. Pearl Jam mostra ao vivo seis novas músicas no Sea.Hear.Now

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* Em seu primeiro show em mais de três anos, a banda americana Pearl Jam estreou ao vivo seis canções de seu disco do ano passado, “Gigaton”, sábado passado no festival Sea.Hear.Now Festival, que aconteceu em New Jersey, na praia, e teve 25 bandas e três palcos durante o final de semana.

A parte marinha é importante no Sea.Hear.Now, como se pode notar pelo nome do evento. Exibições de surfistas profissionais e workshop sobre o esporte eram consideradas atrações no festival, tanto quanto bandas como Smashing Pumpkins, Billy Idol, Patti Smith, entre outros nomes. E o Pearl Jam, claro. O festival juntou 30 mil pessoas em cada um de seus dois dias de realização.

“We’re happy we could make it and I think we’re all gonna make it together”, mandou Eddie Vedder no começo do show de sua banda. A apresentação ainda teve covers de Bruce Springsteen (“My City of Ruins”), de Neil Young (“Rockin’ in the Free World”, que encerrou o concerto) e uma homenagem sonora a Charlie Watts, baterista dos Stones, morto há alguns dias (trecho de “Waiting on a Friend”) durante a performance de “Wishlist”.

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Pearl Jam faz livestream de show de três horas de duração, tocando todo o aniversariante “No Code”, disco que completou 25 anos

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* Não se afogue nos números. No final de agosto de 1996, a banda americana Pearl Jam lançou seu importante quarto álbum, o “No Code”, que para muitos fãs significou o descolamento da banda do som grunge e abraçando de vez o conceito de superbanda, só que “menos metal e mais garagem”, foi o falado à época.

O disco acabou de completar 25 anos. Em 2014, durante a “Lightning Bolt Tour”, na cidade de Moline, perto de Chicago, o Pearl Jam fez um show de três horas de duração, tocando o “No Code” de cabo a rabo em um momento da apresentação.

Agora, no final de semana, no aniversário do quarto de século do álbum, o Pearl Jam realizou um livestream deste concerto, em especial.

Lembrando que enquanto o “No Code” faz 25 anos, o disco de estreia, o extrafamoso “Ten”, completa seus 30.

Curta toda a vibe do Pearl Jam no gás, em 2014, tocando um “No Code” plus, como se fosse hoje.

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Hey, kids, rock’n’roll. Eddie Vedder faz cover linda “Drive”, do REM, e bota na trilha do filme do Sean Penn

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* Eddie Vedder, o capo do Pearl Jam, revelou hoje uma sensível cover sua da fantástica “Drive”, hit dos anos 90 do REM. O tributo, que saiu bastante fiel à pegada da original, faz parte da trilha sonora do novo filme do Sean Penn, “Flag Day”.

“Drive” é um dos muitos destaques do oitavo álbum do REM, “Automatic for the People”, de 1992.

“Flag Day”, estrelado pelo próprio diretor e sua filha, Dylan Penn, entrou em cartaz hoje nos cinemas americanos. O soundtrack do longa de Sean Penn já está na plataforma e tem, além de “Drive”, outras músicas compostas por Vedder em parceria com Glen Hansard, que escreveu as músicas do famoso filme “Once”, e ainda duas músicas da cantora e guitarrista Cat Power.

A filha de Vedder, Olivia, 17 anos, também assina algumas das canções da trilha.

Abaixo, então, Eddie Vedder fazendo REM para o Sean Penn. Que frase nobre.

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