Em pearl jam:

Melhor Lolla ever? Metronomy, Mac Demarco, The National e Royal Blood vêm para o festival. O Imagine Dragons também, parece

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Continuamos no nosso plantão Lolla!

The-National

Tudo bem que é longe, que a gente leva umas duas horas e meia para chegar perto de Interlagos, corre aproximadamente meia maratona de um palco ao outro, aguenta alguns DJs genéricos aqui e ali e tal, MAS, no fundo, a gente vai e se diverte. Daí promete que não volta no seguinte, mas volta sim. E se diverte de novo. Como todo ano, o Lolla tenta agradar Deus e o Mundo Indie, sendo “Deus” a imensa maioria do público que não é você e muito menos eu, mas a “geração da tenda” que migrou para o palco principal e que virou o foco não só do Lolla mas como o de oito a cada dez festivais do mundo. E tudo bem, a gente entende que a idade chega para qualquer fã de música. Enquanto as nossas bandas estiverem vindo para cá, não importa a ordem delas no lineup, estou certo?

Pois, ao lado dessas atrações “paralelas” (para a gente) e mais “novas”, sempre teremos aquelas pelas quais vale a pena deslocar o mundo para ver. E se o LCD Soundsystem ainda não era motivo suficiente, em 2018 o Lolla vai botar, bem ao lado de bandas velhas de guerra que servem mais para arrastar os pais da molecada (oi, Pearl Jam e Red Hot Chili Peppers, Liam Gallagher!), o gigante THE NATIONAL, vindo ao Brasil com disco novo! A Popload apurou também que o quarteto inglês METRONOMY e o fanfarrão e ídolo-indie MAC DEMARCO completam o lineup ao lado de Killers e do já citado James Murphy (ambos com álbuns novos). E até a dupla garagem inglesa Royal Blood está na barca. Parece que até o grupo indie-pop “mágico” Imagine Dragons está vindo.

É como um Popload Festival dentro do Lollapalooza!!!!

Na semana passada, o festival confirmou o que a gente já sabia: na próxima edição, o Lolla Brasil será realizado em TRÊS dias. O calendário irá incluir a sexta-feira em sua programação tradicional nas datas 23, 24 e 25 de março, também adiantada aqui na Popload.

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Metronomy no Popload Festival 2014 – foto de Fabrício Vianna

O The National já esteve no país duas vezes, sendo a primeira em um Tim Festival, em 2008, e a segunda em apresentação solo e intensa em 2011. A banda liderada por Matt Berninger lança em setembro seu aguardadíssimo “Sleep Well Beast”, primeiro álbum deles em quatro anos. Ainda nesta semana lançaram “Carin at the liquor store”, single lindo de morrer que você pode ouvir aqui. Mac Demarco, acho, logo mais se muda para cá, tamanha a base de fãs que o cantor formou por aqui, lotando shows por onde passa. E o sempre incrível Metronomy, você deve se lembrar, já foi atracão da Popload duas vezes: a primeira em show solo em 2011 e a outra em 2014, encerrando o segundo dia do Popload Festival daquele ano.

Que beleza, Lolla BR 2018!!!!!

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Mac DeMarco em foto de Coley Brown, para a Noisey. A imagem da chamada da home da Popload é de Phil Smithies, para a DIY Magazine

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Lollapalooza Brasil 2018 urgente: Sai Gorillaz, entram Chili Peppers, LCD Soundsystem e Pearl Jam. E temos as datas, parece

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* Eita nóis!! Ajusta seus óculos aí para ler umas coisas.

LCD-Soundsystem

A movimentação em torno do megafestival Lollapalooza Brasil segue fervendo e a gente consegue ver até o horizonte de headliners que o evento paulistano de Interlagos nos prepara para o ano que vem.

Bom, você leu aqui, na Popload, que o Lollapalooza Brasil vai mexer em sua estrutura e incluir um terceiro dia, a sexta-feira, em seu calendário de shows, para sua oitava edição no país.

Pois leia também que o festival está sendo armado para acontecer nos dias 23, 24 e 25 de março. E não no feriado de Páscoa. Mas vamos aguardar mais confirmações para cravar.

A Popload apurou ainda que o maravilhoso LCD SOUNDSYSTEM está no festival, para nossa alegria. A banda de James Murphy (foto acima), que já foi atração de histórico Popload Gig anos atrás, vem ao Lolla BR já com o show do seu novo disco, “American Dream”, que sai em setembro agora. Deve ser o momento fim de tarde/começo de noite delícia do festival.

Parece que alguns dos headliners dos palcos estão definidos, pelo menos é esse o “cheirinho” que a gente sente vindo da movimentação dessa entidade que é a TBFSA (Transações de Bandas para Festivais Sul-Americanos). Sim, estou zoando aqui, mas só com a sigla.

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The Killers (foto na home), Red Hot Chili Peppers (99,8% confirmado, imagem acima) e Pearl Jam (foto abaixo) vão comandar seus palcos e acentuar a tendência “rock” que o Lolla adotou na última edição. Claro, vão ter os nomes do pop e da eletrônica (esta última até transformada de tenda em palco grande). Mas as guitarras vão imperar.

Por exemplo, parece também que o Gorillaz não vem para o Lolla BR. Devem, sim, vir ao Brasil. Mas não nesta época, nem portanto para tocar no Autódromo. Vem, Damon!

Que mais, hein, Eddie?

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Karaokê do Eddie Vedder: líder do Pearl Jam canta de Stones a Talking Heads em show beneficente

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O prolífico Eddie Vedder foi parar em Boston no último final de semana para um show beneficente promovido por Theo Epstein, dono do time de baseball Chicago Cubs, o do coração do líder do Pearl Jam.

O evento é o Hot Stove Cool Music e acontece há mais de uma década, com o objetivo de arrecadar fundos para atender famílias e jovens carentes de Boston.

Acompanhado por músicos das bandas pequenas Letters to Cleo, Buffalo Tom e Belly, Eddie Vedder cantou algumas canções do seu Pearl Jam e outras de seu gosto, como “Bobby Jean”, do Bruce Springsteen, “Rockin’ in the Free World”, de Neil Young, e “Comfortably Numb”, do Pink Floyd, figurinhas carimbadas em shows do PJ.

No entanto, Eddie também fez performance de outros sons como “The Kids Are Alright” e “I Can’t Explain”, do The Who, “Love Building on Fire”, do Talking Heads, e “Waiting on a Friend”, dos Rolling Stones.

Do Pearl Jam, o vocalista mostrou “Corduroy”, “Not For You” e “Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town”. Os presentes, claro, não perderam a oportunidade de fazer alguns registros, replicados abaixo.

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De olho no Hall da Fama do rock, Pearl Jam faz cover de Brandi Carlile para disco beneficente

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Prestes a ser indicado ao Rock & Roll Hall of Fame nesta sexta-feira, em apresentação que será feita pelo grande David Letterman, o Pearl Jam gravou uma cover no disco beneficente da série Cover Stories, com renda revertida à organização War Child, do Reino Unido.

O disco que receberá homenagem será “The Story”, da cantora Brandi Carlile. A reedição recebeu o nome “Cover Stories: Brandi Carlile Celebrates 10 Years of the Story – An Album to Benefit War Child” e será lançada dia 5 de maio.

O Pearl Jam fez uma versão para a faixa “Again Today”. Participam do projeto outros grandes nomes como Adele, the Avett Brothers e Dolly Parton.

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“OA”, o novo seriado-sensação, é dominado pela música indie

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* O Netflix (ou é “a” Netflix?) despejou em sua plataforma, na última sexta-feira, a surpreendente série indie “OA”, espécie de ficção científica misturada a drama para aproveitar a onda “sobrenatural” do sucesso que foi a irregular “Stranger Things”, de personagens simpáticos e historinha mais ou menos.

“OA” é mais consistente em sua trama-viagem, algo que explora mais a tal “experiência de quase-morte”. Ou, ainda mais punk, a experiência de pessoas que morrem ou julgam ter morrido e por algum motivo voltaram a viver, trazendo consigo do “além” alguns sensos aguçados e habilidades raras para algumas aptidões. Isso intriga muito a ciência, mesmo, e a série parte dessa premissa de “outras dimensões” para, com um ótimo elenco de desconhecidos ou quase, construir sua trama em oito episódios, que mistura ainda mistério, uma pitada de horror, investigação pouco ortodoxa do FBI, exotismo. E música indie.

Para começar, a série é dirigida pela atriz principal, Brit Marling (foto acima), e por Zal Batmanglij, que vem a ser irmão de Rostam Batmanglij, multiinstrumentista e produtor, que foi do grupo Vampire Weekend até o começo deste ano. Agora, Rostam tem uma banda-projeto com o grande Hamilton Leithauser, ex-Walkmen. Lançaram o primeiro álbum, o bonitão “I Had a Dream That You Were Mine”, em setembro último. A trilha de “OA” é de Rostam.

Mas não é só. Uma das personagens da história, toda aprisionada, é a cantora e diva indie Sharon Von Etten, que tocou em São Paulo em junho do ano passado, pelo Popload Gig. No episódio 3, ela canta uma música:

Uma canção que aparece algumas vezes na trama é “Better Man”, hit dos anos 90 do Pearl Jam. Cantada num coral de escola.

E, entre outras indieces, tem música do maravilhoso Majical Cloudz no episódio 5 em momento marcante. E do Beach House no episódio 6, com um personagem (ou uma) cantando a canção, numa hora que tenha tudo a ver cantá-la, acho. Se eu posso assim dizer, o Radiohead e a Sub Pop fazem uma ponta aqui neste “momento Beach House”de “OA”.

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Um hit de FM, o sucesso antigão do New Radicals “You Get What You Give”, surge no epi 5.

Para saber a lista completa da trilha sonora de “OA”, ela está aqui.

E toma o Majical Cloudz cantando a absurda e fantasmagórica “Downtown”, que está na série. É uma música de morrer. E voltar depois para ouvir mais. Desculpa se estou entregando alguma coisa. Mas a canção participa de uma cena bem lindona.