Em pearl jam:

Idles entra no rolê gigante do Pearl Jam em Londres, em 2021. E vai fazer uma session daqui a pouco na BBC

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* Dá até um arrepiozinho vendo shows desses sendo marcados. Ainda que no meio de 2021.

A bandaça americana Pearl Jam anunciou hoje dois shows enormes, mais conhecidos como festivais próprios, para julho de 2021 no gigantesto Hyde Park, em Londres. O primeiro deles, marcado para acontecer em 9 de julho, SE NADA ATRAPALHAR, tem o lendário Pixies como banda de abertura, por assim dizer. O segundo, no dia seguinte, traz grande o nome dos nossos queridos Idles. Pensa no que pode ser isso…

Idles no parque, sabadão em Londres, na bill do Pearl Jam, no verão europeu. Que coisa linda.

Os ingressos para esse rolê do Eddie Vedder completo, porque vão anunciar mais bandas ainda, começam a ser vendidos no próximo sábado, a partir das 6 da manhã no horário brasileiro, bem aqui.

Essa final de semana do Pearl Jam em Londres está dentro do projetão BST – Hyde Park, que é a série de dez finais de semana de apresentações enormes diretas no maior parque de Londres. Cada um dos finais de semanas tem um “tema”, estilo ou é puxado por um grande nome da música.

Diz se você não tem vontade de chorar vendo um pôster assim:

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* IDLES HOJE – Daqui a pouquinho, meio-dia no Brasil-il, o Idles vai reinaugurar as famosas sessions da BBC. O grupo de Bristol, que soltou há dez dias o ótimo terceiro álbum, “Ultra Mono”, vai ter seu ao-vivinho nas domínios do conglomerado de comunicações britânico mostrado no programa do grande Steve Lamacq, na BBC 6music, a melhor emissora do planeta.

É meio tranquilo ouvir a BBC 6Music ao vivo do Brasil. Tenta este link aqui.

Vamos estar ouvindo. Vamos estar reportando depois.

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Junto e distanciado. Pearl Jam faz primeira aparição com performance de quarentena para “Clairvoyants”

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* Já que é para ser assim, toma aí então a bandaça americana Pearl Jam entrando definitivamente no rolê covid e fazendo uma performance dos dias de hoje, cada um no seu lugar, à distância, para a música “Dance of the Clairvoyants”, o primeiro single do novo álbum, “Gigaton”, que foi lançado em março mas obviamente não foi executado ao vivo ainda.

Para a apresentação, gravada especialmente e beneficentemente para o projeto “All in WA: A Concert for Covid-19 Relief”, para ajudar a galera do estado de Washington (EUA) que pena com a pandemia, Eddie Vedder incluiu o guitarrista Josh Klinghoffer, ex-Chili Peppers, e ainda botou para dançar na performance sua mulher e filha.

O evento All in WA, que teve transmissão ontem pela Amazon Prime, contou ainda com lives de Ben Gibbard, Macklemore, Dave Matthews e Sleater-Kinney, enre outros nomes musicais da região onde fica Seattle, na ponta esquerda e em cima do mapa americano. Aliás, Vedder usou para a live uma camiseta escrita “Upper Left USA”.

Confira a performance do Pearl Jam para “Dance of the Clairvoyants”.

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Na onda dos protestos, Pearl Jam libera o vídeo proibido de “Jeremy” (1993), remasterizado e sem cortar o final

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* Como uma forma de protestar contra a violência generalizada que assola este planeta descontrol, a veterana banda grunge (?) Pearl Jam resolveu meter o dedo numa ferida antiga e liberou sem cortes o famoso vídeo oficial de “Jeremy”, um de seus hinos, de 1992.

A sexta-feira passada, em meio ao turbilhão de contestações em todo o país ainda pelo incidente racista que vitimou George Floyd, ainda por cima foi lembrada nos EUA como o Dia Nacional da Conscientização da Violência das Armas de Fogo.

O grupo de Eddie Vedder achou oportuna a ideia de remasterizar em HD e soltar “Jeremy” sem censura bem na data, a versão sem cortes que conta a história de um menino que sofre bullying na escola e resolve acabar com a história botando uma arma na boca em plena classe, na frente da professora e dos coleguinhas. A história é real. Vedder fez a música depois de ler a história em um artigo de jornal de Seattle.

Terceiro single do álbum de estreia da banda (“Ten”), “Jeremy” teve dois vídeos na época. Um em 1991, ano em que o disco debut do Pearl Jam saiu, que mostrava em p&b a banda girando ao tocar e cantar a música. Uma arma de fogo aparece no final desse primeiro vídeo, sem maiores dramas.

No ano seguinte foi produzido o vídeo polêmico, que teve seu final censurado pelo impacto da cena do suicídio na sala de aula. Na versão editada, o ato é apenas sugerido.

O vídeo entrou imediatamente em alta-rotação na MTV americana (e brasileira) e é considerado o fator definitivo para o Pearl Jam estourar de vez. Ganhou quatro Video Music Awards na emissora, em 1993.

“A crescente onda de violência com armas de fogo, desde que ‘Jeremy’ estreou, é impressionante. A gente pode evitar essas mortes por armas, sejam elas tiroteio em massa, suicídio, em pena de morte ou acidental”, disse a banda, em comunicado.

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Bem empolgante e experimental: saiu o disco diferentão do Pearl Jam, o primeiro em sete anos

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PearlJam

Foi lançado no dia de hoje “Gigaton”, o aguardado novo disco do Pearl Jam, muito porque este é o primeiro álbum de estúdio da banda norte-americana em sete anos.

“Gigaton” vinha cercado de expectativa desde o lançamento do primeiro single, “Dance of the Clairvoyants”, que lembrava muito o som feito por bandas como Talking Heads.

O disco é o de número 11 do Pearl Jam e tem 12 músicas novas. Logo quando o disco foi anunciado, há pouco mais de doi meses, o guitarrista Mike McCready entregou que o projeto pegou um rumo “bem empolgante e experimental”.

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Pearl Jam vira desenho minimalista em vídeo para a nova “Superblood Wolfmoon”

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Um dos discos mais aguardados do ano, “Gigaton”, do Pearl Jam, ganhou um novo single. “Superblood Wolfmoon” lembra mais o estilo tradicional da banda norte-americana, diferentemente de sua antecessora, “Dance of the Clairvoyants”, praticamente “nascida” nos anos 80.

A nova música foi apresentada em um video animado feito pelo selo Tiny Concert, um perfil do Instagram que cria vídeos curtos com desenhos de bandas em stop motion. O artista responsável é Keith Ross.

“Gigaton” é o álbum de número 11 do Pearl Jam, tem 12 músicas novas e estará no mercado dia 27 de março. Há algumas semanas, quando o disco foi anunciado, o guitarrista Mike McCready entregou que o projeto pegou um rumo “bem empolgante e experimental”.

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