Em phoebe bridgers:

Pitchfork Festival realiza três dias de festa indie e 20 mil pessoas por dia sem máscara em Chicago. Temos muitos vídeos

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* De sexta-feira até ontem à noite, entrando na madrugada de segunda, a movimentada Chicago foi lugar da edição 2021 do Pitchfork Festival, que enfileirou no velho Union Park quase 50 bandas e artistas desses que saem bastante no site do grupo indie mais famoso do mundo.

Phoebe Bridgers, Erykah Badu, St. Vincent, Black Midi, Animal Collective, Thundercat e Angel Olsen são alguns dos principais nomes a se apresentarem para um público médio de 20 mil pessoas/dia, nesse “lado alternativo” da cidade do Lollapalooza, do colossal Grant Park e de suas 110 mil pessoas por dia.

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Galera no Pitchfork Festival no fim de semana. Evento indie é realizado num “parque qualquer” do centro de Chicago, o tradicional Union Park. A foto de cima é do jornal “Chicago Sun-Times” e a abaixo é do site “Brooklyn Vegan”. A foto que abre o post é de performance do guitarrista californiano Ty Segall, outra atração das boas do Pitchfork Festival 2021

Captura de Tela 2021-09-13 às 9.11.21 AM

O festival foi transmitido ao vivo pelo Youtube. Daqui do nosso lado, tivemos a oporturnidade de ver boa parte de três shows bem legais: dos ingleses quebrados do Black Midi, que levou um sofá verde ao palco, da especialíssima banda Big Thief e a bonita performance da bonita nova-iorquina Caroline Polachek, ex Chairlift.

Abaixo, um monte de vídeos de galera do Pitchfork Festival 2021. Alguns são os shows completos.

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Lorde convoca Phoebe Bridgers e Clairo para uma ajudinha na crise existencial, em “Stoned at the Nail Salon”

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* Eis que a garota neozelandesa nossa amiga Lorde solta seu segundo single, outra faixa que vai estar representada no próximo álbum da cantora, seu terceiro, o já famoooooso “Solar Power”, que sai em 20 de agosto.

E, veja bem, estamos falando da música “Stoned at the Nail Salon”, lamúria pop na qual Lorde não parece estar tão feliz na vida feliz que tem. Ela se pergunta se isso é um delírio ou se ela apenas está chapadona na manicure, divagando loka sobre questões existenciais.

‘Cause all the beautiful girls, they will fade like the roses
And all the times they will change, it’ll all come around
I don’t know
Maybе I’m stoned at the nail salon
Maybe I’m just stonеd at the nail salon again

A música é lindona em sua simplicidade e no jeito de que Lorde a canta, com uma AJUDINHA NOS BACKINGS VOCALS DAS ~BEAUTIFUL GIRLS~ PHOEBE BRIDGERS E CLAIRO (fora dois meninos cantores da Nova Zelândia, Marlon Williams e James Milne). Desculpe-nos as maiúsculas necessárias.

“É uma canção que serviu para eu ruminar o fato de estar ficando velha e se, até esta altura da vida, eu tenha tomado as decisões certas. Acho que são questões que as pessoas tomam quando têm minha idade (24) e para mim foi muito um alívio escrever essa música”, disse Lorde.

“Stoned at the Nail Salon”, nem tão solar power assim, tem um visualiser fofo, que você pode “admirar” aqui embaixo. Nesta noite, Lorde vai ser atração musical, com entrevista, no programa “Late Night with Seth Meyers”, na TV americana. Imagino que, se apenas uma música for performada, vai ser esta:

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Mais Metallica. A lista de quem toca o que das bandas indies (ou nem tanto) que vão recriar o “Black Album”

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* Ainda sobre o barulhento anúncio do Metallica de hoje, em torno da movimentação de aniversário do marcante “Black Album”, de 1991, que vai render o projeto de recriação dele por 53 artistas em disco especial chamado “The Blacklist Album”.

Só para lembrar, tanto esse “The Blacklist Album” quanto o original “Metallica” remasterizado vão ser vendidos separados e ainda numa luxuosa caixa com os dois em vinil, um picture disc, três vinis ao vivo, 14 CDs, seis DVDs e um livro. Tudo saindo no dia 10 de setembro.

Vamos esmiuçar mais, aqui, quais as bandas “da nossa turma” vão estar no projeto e tocando e cantando qual dos hinos do Metallica:

– Phoebe Bridgers fazendo “Nothing Else Matters”
– Idles, “The God That Failed”
– St. Vincent, “Sad But True”.
– Weezer, “Enter Sandman”
– Mac DeMarco, “Enter Sandman”
– Royal Blood, “Sad But True”
– Moses Sumney, “The Unforgiven”.
– Kamasi Washington, “My Friend of Misery”
– Rina Sawayama, “Enter Sandman”
– Pup, “Holier Than Thou”
– J Balvin, “Wherever I May Roam”
– My Morning Jacket, “Nothing Else Matters”
– Miley Cyrus, “Nothing Else Matters”
– Sam Fender, “Sad But True” (ao vivo)
– Biffy Clyro, “Holier than Thou”
– Cage the Elephant, “The Unforgiven”
– Dave Gahan, “Nothing Else Matters”
– Imelda May, “The God That Failed”
– Rodrigo Y Gabriela, “The Struggle Within”

Achamos que é isso. Abaixo, ouça a roqueira pop Miley Cyrus fazendo “Nothing Else Matters”, com participações de Elton John no piano, o baixista Robert Trujillo, do Metallica, Chad Smith dos Chili Peppers na bateria, Watt e Yo-Yo Ma. Com um vídeo paisagístico aleatório.

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POPLOAD NOW: os (nossos) 5 melhores (!) momentos do Grammy 2021

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* A gente sabe, o Grammy é uma premiação muito zoada. Isso há mais de 60 anos, como analisamos por aqui. Dito isso, ontem, no meio de sua existência controversa, até que a premiação teve seus momentos bons. Num resumão do que realmente valeu a pena conferir, demos a seguinte pincelada no Grammy 2021, que aconteceu ontem, armado de modo pandêmico dentro e fora do Los Angeles Convention Center.

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1 – OS QUE FINALMENTE FORAM PREMIADOS

O bizarro do Grammy é perceber o tanto de artistas absurdos que não levaram prêmio ou nem sequer foram indicados à premiação em toda sua carreira. E ontem tivemos dois exemplos superclaros disso.

Primeiro, a Fiona Apple, que em mais de 25 anos de carreira só foi significantemente reconhecida ontem, pelo seu mais recente e maravilhoso álbum “Fetch the Bolt Cutters”. Tipo, QUÊ?!
Lááá em 1998, ela havia levado um prêmio de performance de rock feminina, naquelas muitas subcategorias de consolação típicas do Grammy, mas desde então nada além disso, nada para seu tamanho.
Antes do evento, a cantora tinha divulgado um vídeo explicando por que não participaria da celebração e fez alguns apelos a causas sociais que são muito mais relevantes.

Agora, outra correção de rota do Grammy na linha “antes tarde do que nunca”. No começo dos anos 2000, foi praticamente unânime o fato de os Strokes “salvarem” o rock, aquelas coisas. E não há dúvidas do quanto o “Is This It” foi um agito relevante para a música, seguido do “Room on Fire” etc. Bom, quase 20 anos depois, a banda-fenômeno de algumas gerações levou um fucking Grammy.

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2 – AS APRESENTAÇÕES

Num esquema meio “Jools Holland”, onde todas as bandas que vão se apresentar ficam num mesmo palco e os focos de luz vão mudando conforme a vez, se deram o que realmente interessa: as performances ao vivo. Começou assim e depois foram ganhando aquele tom mais “megalomaníaco” de apresentação pop mesmo.
Nessas as explosivas Megan Thee Stallion e Cardi B meio que dominaram a noite. Certamente um dos maiores destaques da premiação, as duas rappers apresentaram pela primeira vez juntas e ao vivo o hit “WAP”. E para nós a melhor parte não foi nem o quão bombators as duas juntas são, É que no final da música rolou dentro de “WAP” um recorde da versão funk do DJ brasileiro Pedro Sampaio, que já tinha sido elogiado pela própria Cardi B no Twitter tempos atrás. Vai, Braseeeeel!

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Querem mais? Tivemos!! E numa certa ordem de preferência nossa elencamos o seguinte:

– Black Pumas

– Silk Sonic (Bruno Mars & Anderson .Paak)

– Dua Lipa

– Billie Eilish

– Poppy

– Taylor Swift

– Harry Styles

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3 – OS LOOKS

Premiação, não importa qual, sempre é boa porque tem aqueles looks que a gente ama odiar. Ou zoar. Ou até mesmo gostar, por que não? Bem, aqui destacamos nomes favoritos da casa que tiveram um visual “ousado” ontem à noite.

– Fontaines DC vestindo Alexander McQueen:

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– Kevin Parker, do Tame Impala, vestindo Versace:

kevin

– Phoebe Bridgers vestindo pijama bordado de caveirinha:

phoebe

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4 – RECORDES

Bom, sem grandes “wow” por aqui. Mas, ontem, oficialmente, a Beyoncé bateu o recorde de artista mulher a levar mais Grammy na história, vale registrar. “Queen B” somou 28 estatuetas embolsadas. Bom, na casa dela tem bastante estatuetas, aliás, porque até a filha dela, Blue Ivy, foi premiada em melhor vídeo. Sem contar os do Jay-Z…

Taylor Swift também foi destaque na seção “recordes”, se tornando ontem a primeira mulher a abocanhar mais vezes o prêmio de “álbum do ano”. Foram três discos seus que deram a estatueta mais importante da premiação para a ainda jovem artista.

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5 – QUEM NÃO LEVOU, MAS PODIA

Fontaines DC. Toda nossa torcida por aqui por um Grammy punk poético marginal, como vocês podem imaginar, masssss ficamos só com a indicação mesmo. O grupo de Dublin perdeu para os Strokes, o que tudo bem também, embora nessa hora ficamos com os sentimentos meio confusos. Primeiro prêmio (??!!) da banda de Julian Casablancas, beleza, mas significando que uma das melhores bandas hoje não levou. Será que vamos ter que esperar uns outros 20 anos pelo Fontaines?

Phoebe Bridgers. Considerada a melhor artista da pandemia, ela também não teve sorte. Indicada em quatro categorias, não levou nenhuma, o que nos faz questionar se a promessa de Elton John será cumprida mesmo e ele vai bater em alguém. Explicando: recentemente Bridgers participou do “Rocket Hour”, programa de Elton John na Apple Music, onde além de ele não poupar elogios, disse que, se ela não levasse pelo menos um prêmio para casa, ia ter que bater em alguém que decide as premiações do Grammy. Zero julgamento quanto a isso por aqui.

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* Esta seção da Popload é pensada e editada por Lúcio Ribeiro e Daniela Swidrak.

Paul lança os dados na cena musical e chama uma galera para reimaginá-lo

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macca

* Para quem tem acompanhado as redes sociais de alguns artistas, provavelmente viu uma turma boa da música postando um videozinho com dados coloridos.

O mistério acabou hoje à tarde, quando essa mesma galera revelou que se tratava de um álbum de covers do disco mais recente de Sir Paul McCartney, “III”, lançado no final do ano passado, perto do Natal. Que, para quem não lembra, tinha uns dados na capa. Dã.

pauldados

O ex-beatle anunciou o lançamento de um álbum com covers, remixes e, explicando melhor, reinterpretações do seu disco de 2020, que se chamará “McCartney III Imagined”. E os escolhidos para participar deste projeto formam um baita de um time de peso! Phoebe Bridgers, St. Vincent, Blood Orange, Beck, Anderson .Paak, Damon Albarn, Josh Homme, Khruangbin, Robert “3D” Del Naja (Massive Attack), Ed O’Brien (Radiohead), Idris Elba e Dominic Fike. Affe.

Aliás, o esperto Fike protagoniza o primeiro single do disco, revelado hoje, com vídeo. O disco mesmo está previsto para sair dia 16 de abril, mas já temos, então, um gostinho do que está por vir.

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* O setlist de “McCartney III Imagined”

1. Find My Way (Beck)
2. The Kiss of Venus (Dominic Fike)
3. Pretty Boys (feat. Khruangbin)
4. Women and Wives (St. Vincent Remix)
5. Deep Down (Blood Orange Remix)
6. Seize The Day (feat. Phoebe Bridgers)
7. Slidin’ (EOB Remix)
8. Long Tailed Winter Bird (Damon Albarn Remix)
9. Lavatory Lil (Josh Homme)
10. When Winter Comes (Anderson .Paak Remix)
11. Deep Deep Feeling (3D RDN Remix)
12. Long Tailed Winter Bird (Idris Elba Remix)*
* Faixa exclusiva para o lançamento do disco físico

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