Em pitchfork festival:

Pitchfork Festival 2018 – Mate saudade do Tame Impala, veja a Courtney Barnett, idolatre a Lauryn Hill, viaje com…

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* Está com saudade do Tame Impala tanto quanto nós? A banda australiana de Kevin Park, que andou dizendo que dentro de um ano (tudo isso?!?!?!) vai soltar novo disco, foi uma das grandes atrações do último Pitchfork Festival de Chicago, talvez o segundo festival indie mais cool do mundo.

O evento teve vários shows transmitidos por streaming no último final de semana gordo, de sexta a domingo, e teve no cardápio Courtney Barnett, War on Drugs, a grande Lauryn Hill, Fleet Foxes, Julien Baker, o figura Alex Cameron e muito mais coisas.

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Sabemos que o Pitchfork enquanto site vai publicar nos próximos dias um monte de material visual do Pitchfork enquanto festival, mas como a gente é afobado mesmo e a galera fez bastante vídeos, vamos espalhar por aqui alguns desse vídeos amadores de que a gente tanto gosta, porque transmite a imagem como fosse você quem estivesse lá filmando. Depois a gente bota os vídeos pro do festival e beleza.

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* As fotos usadas neste post e na home da Popload são de Ben Stas, para o site “Brooklyn Vegan Chicago”
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As guitarras comandam. Confira um show completo e recente de Thurston Moore e sua banda, em Chicago

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Um dos sujeitos mais importantes do rock alternativo americano do fim do século passado, Thurston Moore, fundador do eterno Sonic Youth, segue firme e forte com sua carreira solo.

Mês passado, ele se apresentou no Pitchfork Festival, em Chicago, e o show agora está disponível na íntegra. A apresentação faz parte da turnê de “Rock n Roll Conscoiusness”, seu primeiro álbum solo em três anos, sucessor de “The Best Day”, lançado em maio deste ano.

Moore tem recebido o apoio de seus parceiros Steve Shelley (ex-Sonic Youth, também) e Debbie Googe (My Bloody Valentine) tanto nas gravações quanto nos shows ao vivo. Este último disco de Thurston possui 5 faixas, mas com duração total de quase 45 minutos.

O show em Chicago durou pouco mais que isso e pode ser conferido na íntegra, abaixo.

SETLIST
0:36 – Cease Fire
7:34 – Turn On
18:34 – Speak to the Wild
27:33 – Cusp
35:11- Smoke of Dreams
42:15 – Aphrodite

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My woman. Pitchfork libera show todo da Angel Olsen, de dez dias atrás

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* Com a banda inteira de terno cinza e ela de “macaquinho de verão”, a musa indie Angel Olsen levou seu lindo disco “My Woman” (do ano passado) para tocar no recente Pitchfork Festival, faz uns dez dias. A cantora sofrida, compositora inspirada, boa guitarrista e gata fez um ótimo show no evento de Chicago. Olsen tem feito uma das apresentações mais elogiadas do indie atual.

E você pode conferir isso na íntegra aqui embaixo, pois o Pitchfork liberou o show todo, uma hora de Angel Olsen.

Neste final de semana agora, Olsen se apresentou no FYF em Los Angeles. Temos a performance dela para a singela “Not Gonna Kill You” desse seu consagrado terceiro álbum.

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Parquet Courts em Paris, o show completo e incompreendido

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No fim do mês passado, a Popload teve a oportunidade de acompanhar in loco duas apresentações do delicioso Parquet Courts, na França. Uma em Strasburgo, num clubinho para tipo 400 pessoas, outra no Pitchfork Festival, em Paris, este em espaço bem mais abrangente e público idem.

Apenas dando uma recapitulada em linhas já publicadas por aqui na ocasião, o Parquet Courts é tipo que, se fosse um grupo dos anos 60, por exemplo, certamente seria tido como “transgressor”, numa linha Velvet Underground de ser. Com cinco discos lançados, dois EPs, às vezes com um nome diferente e outros projetos, às vezes dois álbuns no mesmo ano, eles têm a premissa, parece, de botar barulho onde não cabe barulho. De acalmar tudo quando o que sua audiência mais quer é pular e gritar junto. Mas hoje não é tão fácil ser, exatamente, um “transgressor”.

Voltando à Paris. O show no festival da P4K foi divulgado pela meca indie da internet em sua íntegra. Aquele show compacto e ainda mais rápido, em se tratando de Parquet Courts. Pouco mais de 46 minutos de apresentação, um tempinho besta de uma partida de futebol com os acréscimos. Com a mesma intensidade dos grandes jogos, talvez, apesar dos parisienses não demonstrarem isso.

Setlist
Master of my Craft
Borrowed Time
Dust
Human Performance
Outside
Paraphrased
Steady on my Mind
Bodies Made Of
Black and White
Berlin Got Blurry
One Man, No City
Light Up Gold

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Popload no Pitchfork Festival Paris. Harmonizando shows com vinho branco e ostras

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* Popload em Paris, como diria a vinheta abaixo.

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* Já dei este título há uns anos, vou logo avisando. E pelo mesmo motivo: o Pitchfork Festival Paris, um dos dois festivais indies mais cool do planeta. A minha modéstia impede de eu falar qual é o outro.

Indie-indie, indie-eletrônico, eletrônico-hip hop. O Pitchfork Festival francês, que começa hoje pequeno e em clubes para bombar a partir de quinta-feira, é o lado mais vanguarda (e dance) do seu original, o americano, de Chicago. Este aqui é realizado no Grande Halle de la Villette, um centro cultural gigantesco ao norte da cidade, no bairro 19, tipo um armazenzão que já foi um matadouro. Hoje recebe, o Pitchfork Festival sabor França em dois palcos, alguns shows especiais durante o ano, feiras de arte e cinema open-air.

Pitchfork-Paris-Venue-Grande-Halle-de-la-Villette-The-Owl-Mag

O festival deste ano vai apresentar, entre outras coisas, o novo show da guerrilheira MIA, tem o esperado concerto novo do Nick Murphy (que até pouco tempo era conhecido como o cultuado Chet Faker), o novo-morrissey Porches (foto abaixo), o maravilhoso e punk Parquet Courts, os finos Moderat, Todd Terje, Mount Kimbie e Explosions in the Sky, Warpaint, DJ Shadow, Bat for Lashes, Floating Points, Sunns, Whitney e outra galera.

Como é minha primeira vez “in loco” no festival, vou conferir se vendem mesmo, na área de alimentação, de quiche lorraine a ostras frescas. Sobre ter bares vendendo exclusivamente vinhos, vermelho, branco ou rosé, isso é tradicional em qualquer festival francês decente.

Dada a característica do festival, a cidade que o abriga, o histórico do Pitchfork americano importado e o clima desta época do ano (outono, entre 10 e 12 graus no fim de tarde/noite), espera-se uma quantidade grande de hipsters de chapéu e roupas de brechó. Nada de indie de bermuda e camiseta de banda, parece. A ver.

Porches- Hour - Photo Credit Jessica Lehrman- 72dpi 2

** A novidade é que, além da cobertura Popload do Pitchfork Festival Paris, vamos transmitir aqui no site uns shows AO VIVO. Lide com isso.

*** Os planos amanhã, quarta, é dar um pulo em Strasbourg, na Ausácia, para ver o show do Parquet Courts, no La Laiterie. Falaremos sobre, depois.

**** A Popload viaja a Europa a convite da companhia aérea Air France.

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