Em plastic hearts:

WTF, Miley querida? A sexta é de “Plastic Hearts”, disco novo dela que embute as ótimas covers de Cranberries e Blondie

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* Talvez o grande evento deste dia oficial de lançamentos de discos seja o novo álbum da imparável Miley Cyrus, “Plastic Hearts”, seu sétimo disco, “roqueiro”, que nas plataformas de streaming é apresentado com 12 faixas mais três bônus.

Começando pelos participantes especiais do disco, temos a musa britânica Dua Lipa e dois “veteranos do rock”: Billy Idol, Joan Jett e Stevie Nicks.

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A gente já conhece alguns bons singles deste álbum irregular, que é bem bom quando é bom e meio chatinho nas faixas menos empolgadas. Mas tem que respeitar o disco que tem como primeira faixa uma com o nome de “WTF Do I Know”. Da parte boa do disco.

As três faixas bônus que integram a versão online de “Plastic Hearts” são um remix de “Midnight Sky”, do disco normal, que aqui ganha o nome de “Edge of Midnight” e tem um featuring da Stevie Nicks. Outra é uma cover impressionante de “Zombie”, grande música da banda irlandesa The Cranberries, com Miley entrando na pele perturbada de Dolores O’Riordan. Essa versão é de show recente gravado em Los Angeles, para um streaming de salvamento da prejudicada galera dos bastidores musicais.

A terceira surpresa colocada a mais no álbum é outra cover espetacular, desta vez para “Heart of Glass”, inesquecível hit do Blondie que Miley fez para o festival da plataforma de streaming iHeartRadio.

“Plastic Hearts” veio à luz durante a pandemia num momento muito conturbado da vida da cantora. E isso está espalhado no disco. Ela vem de uma separação recente, a casa dela foi uma das que pegou foto em Malibu, na Califórnia, e isso tudo levou Miley para a direção do rock, como expurgo de coisas que já não a pertencem mais, desse passado recente. Repare a voz mais rasgada dela nas músicas do álbum, mais do que nunca. E nessas ela se encontrou. E está mais equilibrada, segura de si. Acho que o próximo disco “de rock” dela, se a Miley não mudar de novo (isso é um elogio, ela se transforma sempre), vai ser bem melhor que este, que não é ruim, veja bem. Mas que deixou algumas coisas pelo caminho.

Mas, enfim, a gente vai botar aqui abaixo, de “Plastic Hearts”, a faixa de abertura, a “WTF Do I Know”, e as duas covers bônus. Para seu deleite roqueiro com a Miley Cyrus.

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Caras, bocas e linguas. O vídeo-single novo da Miley Cyrus, com participação beeeem especial da Dua Lipa

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* Dia 27 de novembro, sexta da semana que vem, sai o novo disco da impossível Miley Cyrus, “Plastic Hearts”, 12 faixas com presenças colaborativas de gente como a britânica Dua Lipa e veteranos do naipe de Joan Jett e Billy Idol. Miley tem conexões boas.

Exatamente a música em que a princesa dance inglesa Dua Lipa participa, “Prisoner”, foi lançada nesta virada de ontem para hoje com um vídeo bem, digamos, movimentado.

“Prisoner”, em si, é um pop bem bom, lembra no refrão “Physical”, hit da Olivia Newton-John dos anos 80, mas beleza quanto essa referência. A música de Miley Cyrus tem ritmo dance-pop, que acomoda uma convidada como Dua Lipa, embora ela, Miley, esteja se guinando bastante ao rock ultimamente. “Prisoner”, para resumir, é bem “catchy”.

O vídeo é daqueles ótimos para causar polemiquinhas, tipo vídeo de meninas da MTV do fim dos anos 90, começo dos 2000. Parece “Thelma & Louise” misturado a Britney Spears fase descobertas com efeitos de sangue, estilo zoeira de zumbis mas com Miley e Lipa botando cerejas uma na boca da outra. Rolou até um rebolado twerk ali no meio, se vimos direito. Tudo bem Miley Cyrus, na real. Tudo bem certo.

“Prisoner”, o vídeo, foi filmado em dois dias de setembro agora no Brooklyn, em Nova York. Uns sinais de placa de rua entregam o local. A própria Miley Cyrus botou as mãos na direção.

Olha o rolê delas:

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