Em pleasure:

Explorando os limites emocionais da Feist, parte 1: ouça o novo single “Pleasure”

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A linda Leslie Feist, artista canadense das mais conceituadas da música alternativa, pegou o mundo indie de surpresa no meio desta semana quando anunciou sua volta à cena.

Feist apareceu falando de seu novo disco, “Pleasure”, com capa bonitona e tudo, e anunciou que sua primeira obra em seis anos chega ao mercado dia 28 de abril.

Desde então, os fãs ficaram ávidos por mais notícias e um novo passo foi dado nesta sexta-feira. A canadense liberou o single principal, que dá título ao álbum, e já está todo mundo tendo outra pequena piração.

No dia do anúncio, Feist descreveu que o disco de 11 faixas inéditas foi feito para limites emocionais, contendo direções do tipo (nas palavras dela): “loneliness, private ritual, secrets, shame, mounting pressures, disconnect, tenderness, rejection, care and the lack thereof.”

O último álbum da diva indie é “Metals”, que saiu em 2011.

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Feist anuncia sua volta e ouriça a música independente com o disco que vai explorar “limites emocionais”

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* Bandas e sites e redes indies sofreram um certo abalo emocional ontem à noite quando a cantora canadense Feist, meio que de repente e sem avisos prévios, anunciou sua volta com disco novo e shows.

A belíssima Leslie Feist, frequentadora de Popload Gigs thankyouverymuch, revelou no Twitter, finalmente, que tem um disco de 11 músicas gravado chamado “Pleasure”, mostrou a bonita capa arty e confirmou que o disco sai no dia 28 de abril, pela Interscope Records

Sem soltar nada de estúdio desde o álbum “Metals”, de setembro de 2011, a superamiga de caras e bandas como Beck, Wilco e Mastodon (!), e que se diz ainda membro do grupo Broken Social Scene, avisou numa série grande de tweets que o motivo de ter botado o nome “Pleasure” neste seu quinto álbum é como se estivesse plantando uma semente ou concebendo uma luz divina. “A experiência de prazer pode ser gentil ou profunda, às vezes curta mas intensa, outras duradouras até sua decadência, costumeiramente algo motivador. Se o seu jeito de olhar as coisas é como elas são, então minha motivação é olhar para tudo com um olho radiante”, profetizou muito no Twitter.

Pra resumir, em inglês para virar frase de camiseta depois, segundo a especialíssima cantora o disco é para explorar limites emocionais, contendo em 11 faixas “loneliness, private ritual, secrets, shame, mounting pressures, disconnect, tenderness, rejection, care and the lack thereof.”

O indie se mostrou abalado com a notícia da volta da Feist. No Twitter da cultuada banda Grizzly Bear apareceu alguém correndo para mostrar que já ouviu o álbum da cantora:

Aqui está o tracklist do disco novo:

1 Pleasure
2 I Wish I Didn’t Miss You
3 Get Not High, Get Not Low
4 Lost Dreams
5 Any Party
6 A Man Is Not His Song
7 The Wind
8 Century
9 Baby Be Simple
10 I’m Not Running Away
11 Young Up

Feist anunciou ainda que volta a fazer shows em junho, em festivais, começando dia 3, em Toronto, Canadá. Ela está confirmada, entre outros, em dois grandes festivais da Escandinávia em agosto: no enorme Oya Festival, em Oslo, Noruega, e no Way Out West, em Gotemburgo, Suécia.

Vem, Feist!!

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Pode chorar. Baxter Dury em session na França

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* Bom, é isso. O britânico cool-as-fuck Baxter Dury, que talvez tenha lançado incidentalmente o melhor disco de 2014 para os ouvidos mais… hum… sensíveis, foi adotado pelos franceses. Nosso novo Jarvis Cocker mesmo mostra isso.

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Ele andou fazendo uma session classe para o importante jornal “Le Figaro”, que eu nem sabia que levava bandas para fazer sessions classes. Tipo o “Guardian”. Tipo o “New York Times”. Alguém com bom trânsito na “Folha de S.Paulo” avisa os caras lá desse esquema?

Enfim. Dury, filho do grande Ian, com um sotaque britânico de matar, lançou o maravilhoso “It’s a Pleasure” agora em outubro, não tem dez dias. Já passou por Paris, volta à cidade na semana que vem para tocar numa festa da descolada revista “Les Inrockuptibles” junto com o Parquet Courts (Meu Deus!!!!) e retorna em fevereiro para se apresentar no L’Olympia. Fora que não para de ocupar as ondas francesas nas rádios L’Mouv e na OuiFM, que eu já andei ouvido.

Na session do “Le Figaro”, com todo mundo vestindo uma camiseta legal só escrito “pleasure”, ele desempenhou as duas músicas que abrem o disco, os dois primeiros singles, as maravilhas “Pleasure” e “Palm Trees”, que posso traduzir aqui, se você não se importar, como “Palmeiras”. Haha.

Me diz…

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