Em popload festival:

A Popload precisa saber: quais bandas você quer ver por aqui em 2017?

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O ano está quaaase no fim, o Popload Festival já passou, os últimos Popload Gigs do ano estão por vir e por aqui, sem sinal de descanso!

Já estamos com papel, caneta, calendário e calculadora na mão programando os shows do ano que vem. Parece simples, mas para cada banda adicionada em um lineup, são centenas de emails trocados, reuniões, pesquisas, etc.

É por isso que neste momento crucial de escolhas a tua opinião é tão importante: que banda você gostaria de ver ao vivo no Brasil? Com que frequência você vai a festivais de música? O que você ouve? O que você lê? Como você se informa? Onde a Popload entra nisso tudo? Você ainda está aqui, curte o que a gente faz? Queremos conhecer o nosso público, saber com quem estamos falando e quem frequenta nossos shows e eventos.

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Para ajudar a moldar os próximos Popload Gigs e o Popload Festival 2017, responda nosso questionário e coloque o mouse no trombone (*ou algo assim, você entendeu):

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RESPONDA A PESQUISA AQUI

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No final, você receberá um código de 25% de desconto para comprar ingressos para as nossas próprias edições: Popload Gig com AIR, no feriado do dia 15/11, e Popload Gig com Edward Sharpe & The Magnetic Zeros + Courtney Barnett! A Popload agradece! :-)

Popload Festival 2016, o vídeo que encerra as conversas

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* Ficou pronto hoje um vídeo que explica um pouco, para quem ainda não entendeu (hehe), o conceito que norteia o Popload Festival, o evento indie ligado a este site que proporcionou, há 10 dias e com três dias de ações efetivas e diferentes, o encontro de uma galera bem tratada com bandas como Wilco, The Libertines, Ratatat, Ava Rocha, Bixiga 70, Liniker, Selvagem, Aldo, Céu, Wilco de novo.

Porque é isso. O Popload Festival, que existe desde 2013, não se contenta em ser um “festival”.

Nosso livrinho entregue no evento do Urban Stage, no último dia 8, contava alguma coisa do que nos move.

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E também mostrava quem já se apresentou no Popload Festival, sem contar, claro, que veio aos quase 50 Popload Gig, a série de shows mais longeva da cena brasileira.

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O vídeo abaixo põe fim no capítulo 2016. Acredite, a edição 2017 já tem um desenho e começa a ser trabalhada. Mesmo que, por aqui, o ano ainda não acabou. Em novembro tem duas Popload Gig imperdíveis no Audio Club, em São Paulo: o duo francês heróis da eletrônica Air, no dia 15, e a dupla Edward Sharpe and The Magnetic Zeros e a Courtney Barnett, no dia seguinte.

* As fotos usadas neste post e na home da Popload são de autoria do poploader supremo Fabrício Vianna.

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O Melhor do Twitter: “O Fofão, o Dória & o Wilco” edition

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Aos poucos o OMDT vai voltando à programação normal, depois de uma semana bem mais ou menos com Popload Festival, três shows do Wilcão no país e um feriado no meio, tudo de uma vez. Tentamos acompanhar os acontecimentos no Twitter, mas por sorte a semana foi (relativamente) parada nas redes, tirando a polo do Dória, a morte do Fofão, o Borges, o Temer e a repercussão beirando a beatlemania em relação à banda de Chicago.

*nas imagens, gifs da homenagem mais sincera que o Fofão recebeu em vida: o (assustador) Fofão-da-Carreta-Furacão.

Popload Festival. Ou o Dia Em Que o Wilco Tocou em São Paulo

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(((Fotos: Oswaldo Corneti)))

Ah, o Wilco… Na primeira vez que a banda (desse porte, com essa representação junto ao público indie e esse total de discos importantes que ajudam a contar a história do rock alternativo americano desde a época pré-Nirvana, a das college radios) veio acertar contas com São Paulo, o show foi não menos histórico por onde quer que se olhe. Depois de anos e anos tentando trazer a banda que os festivais grandes não querem, a Popload Inc. viu um sonho ser realizado. Não só nosso.

Para não ficar com muito blablablá emotivo, e já a quase uma cena da avassaladora passagem do grupo de Jeff Tweedy por nossas vidas, vou usar trecho da crítica do show do Wilco que saiu no jornal “O Estado de S.Paulo”, nas letras precisas do jornalista musical Pedro Antunes, que disse o seguinte, em trechos.

“O Popload Festival deste ano, contudo, mostrou que não existe maniqueísmo musical quando se trata de uma dessas duas bandas [Wilco e Libertines, as atrações principais]. Há, sim, escuridão no Wilco – e ruído é o que não falta para Tweedy, John Stirratt (baixo), Glenn Kotche (bateria), Mikael Jorgensen (teclado), Nels Cline (guitarra) e Pat Sansone (guitarra, na maior parte das vezes). Barulhento como uma banda de garagem recém-formada – e se divertindo com isso -, o grupo usa o tempo de estrada (20 anos) a seu favor no palco.

“Com algumas mudanças com relação ao repertório escolhido para o show no Rio de Janeiro, na quinta-feira, 6, o Wilco favoreceu a arena na qual se apresentava. O Urban Stage, com capacidade para 8 mil pessoas, é o oposto do pequenino e fechado Circo Voador carioca. Houve mais espaço para o disco sem firulas (embora delicado) Sky Blue Sky, com as lindas Either Way, Impossible Germany e Side With the Seeds, e diminuiu-se em duas canções a quantidade de escolhidas do clássico Yankee Hotel Foxtrot, mais introspectivo e nublado.

“A melancolia inerente na voz e nas composições de Jeff Tweedy, no palco, ganham outra dimensão. Ganham vida, melhor dizendo. Nos álbuns de estúdio, os versos ardidos escorrem vagarosos até encontrarem as feridas nos corações dos ouvintes. Ao vivo, não há espaço para isso. Por mais que Tweedy cante o desamor, a desilusão, a saudade e a ausência, o restante do Wilco preenche e potencializa os dizeres do vocalista. Nada de sutileza ou delicadeza. No palco, o Wilco distribui bordoadas sem dó – Nels Cline e Glenn Kotche esmigalham seus instrumentos um sem número de vezes para garantir que isso aconteça com uma frequência impressionante.

“Duas horas e 27 canções depois, elogios ao público brasileiro, pedidos de desculpa pela ausência, o Wilco deixou o palco montado no Urban Stage. Sobrou um assombroso silêncio, só preenchido pelo zunido nos ouvidos daqueles que testemunharam o debute de Tweedy e companhia por aqui.”

Veja imagens e vídeos do show de sábado do Wilco, no Popload Festival.

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Popload Festival – Libertines mostra o bromance à flor da pele em São Paulo

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(((Fotos: Luisa Gomes)))

A gente merecia ter visto o Libertines com Carl Barat e Pete Doherty juntos. A magia do som deles, a química quase nitroglicerina da performance da banda, está aí. O Libertines surgiu “para responder” os Strokes no novo rock, assim como o Oasis forjou o britpop para conter a invasão do rock americano liderada pelo Nirvana. E aí o que tínhamos eram filhos (ou netos) do Clash dando algo a mais pelo indie-punk criados por eles. O bromance. O bromance que faltou quando o Libertines veio ao Brasil nos anos 2000, mas sem o malucão Doherty. Mas agora essa história, aos olhos brasileiros, foi corrigida.

Carl e Pete, o Lennon e McCartney do mundo sonoro bizarro, são o que são, retratos de seu tempo. Despejam uma energia absurda, tocando cada um o seu som na mesma música, como se estivessem fazendo dois shows diferentes e simultâneos, quase tocando as bocas no mesmo microfone, como se fossem a mesma pessoa.

Ivan Finotti, editor da Folha de S.Paulo, fez questão ele mesmo de escrever sobre o show do Libertines no Popload Festival. E ele falou assim, na “Ilustrada”:

“Não foi aquele velho e bom duelo de guitarras. Foi algo melhor, foi como uma transa em pleno palco, transa entre dois velhos amigos, felizes pelo reencontro em uma turnê e novo CD após cerca de uma década de separação.
O Libertines sempre foi marcado por essa conversa sonora entre Pete Doherty e Carl Barat. É mais do que um instrumento solo e outro base, é um passo além no rock, são duas guitarras solando complementares que, juntas e apenas juntas, constroem cada canção. Coisa vista em grandes álbuns dos Rolling Stones e em todo o Velvet Underground.”

Momentos antes de entrar no palco no festival, Carl Barat saiu para procurar Pete Doherty, que havia dado sua famosa sumidinha. Encontrou o parceiro em um banheiro feminino na área de produção, algo desnorteado. Pegou-o pelo braço e o levou para o show, dizendo: “Vamos, Pete. Por aqui…””

Minutos depois, o Libertines estaria fazendo no Popload Festival o show do ano no Brasil, se antes dele não tivesse tocado o Wilco e se em novembro a Courtney Barnett não viesse nos visitar.

Confira vídeos e fotos de sábado, Libertines total ao vivo em São Paulo.

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