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Nevermind 30 Anos – Popcast, o podcast da Popload, lembra o dia em que uma banda normal lançou um disco normal. E depois…

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* Naquele 24 de setembro de 1991, num belo dia de lançamentos qualquer, saía o segundo álbum normal de uma banda normal. Um trio de Seattle chamado Nirvana lançava seu “Nevermind”, sucessor de um disco quase metal chamado “Bleach”, com algumas ideias punk e pop ali no meio, mas ainda assim um disco “masculino”, que ganhou alguns fãs em meio a uma galera que curtia som pesado e estava de ouvidos atentos a um levante indie que estava brotando em Seattle. Tudo numa era pré-internet, bom dizer.

Não rolava digitar “Seattle” ou “grunge” ou “Sub Pop”, o nome do selo em destaque, para fuçar online o que estava acontecendo ali, achar músicas em dois cliques, essas coisas.

Grosso modo e sendo bem simplista, em abril de 1991 o Nirvana então realizou um show em Seattle apenas para arrecadar alguns trocados para encher a van de gasolina e “descer” até Los Angeles, onde descolaram alguém para produzir e mixar o segundo álbum que eles tinham em fita. Para lançar dali cinco meses depois, como foi o que aconteceu. Cinco meses entre descolar grana para combustível e o lançamento do disco. Acabou que o Natal de Kurt, Grohl e Krist naquele mesmo ano já não seria mais o mesmo para sempre.

Essa história está mais ou menos contada no episódio desta semana do Popcast, o podcast da Popload, apresentado por Isadora Almeida e um tal de Lúcio Ribeiro, que insiste até hoje em dizer que o Nirvana é seu Beatles, sua banda predileta da vida, tem quadro na parede da sala, bonequinho de pano de Kurt Cobain, essas coisas. E nesse longevo 1991 estava no olho do furacão onde tudo aconteceu primeiro: a Inglaterra.

O Popcast já está no ar. Tem um caminho aqui embaixo.

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POPCAST número 5 – Histórias do Daniel Johnston que só a gente viveu. No novo podcast da Popload

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* Hi, how are you?

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Nossa resposta é: bem tristes. Mas já que o especialíssimo herói do underground americano Daniel Johnston nos deixou e não há nada que a gente possa fazer a não ser celebrá-lo, o POPCAST desta semana vai ser um tributo a ele. Colocamos Johnston no seu devido lugar na história da música alternativa e ainda contamos bastidores da passagem dele por São Paulo em 2013, para um show exclusivo da vida no POPLOAD GIG.

A quinta edição do POPCAST, o podcast da Popload, já está nas principais plataformas. O programa é apresentado por mim e pela poploader Isadora Almeida. Produção, chinfras e efeitos são de responsabilidade do gênio Raphael Bertazi, DJ, produtor e autor dos mais maravilhosos mashups do universo. Somos todos dirigidos podcasticamente pelo Manoel Brasil, professor no assunto, com mestrado em Estocolmo.

Além de Daniel Johnston e um salve final para Ric Ocasek, do Cars, que também morreu por estes dias, o POPCAST traz os quadros de sempre: as efemérides certas para você lembrar, o pódio dos três melhores lançamentos da semana (de cada um) e o nosso olhar sobre a CENA brazuca. O episódio é sempre acompanhado de sua respectiva playlist, que publicamos na Deezer. A ideia é facilitar a vida do ouvinte sobre todas as músicas e bandas que a gente cita, sempre seguido de um “O-OU” no podcast, para indicar que o mencionado vai para a playlist.

Deezer, Spotify, Apple e Google nos guardam. Se for procurar na unha, no search bote “Popload: Popcast”, porque o “New York Times” achou de roubar nossa ideia de nome antes mesmo de a gente a tê-la.

Falando em podcasts, você ainda me acha no Sonzêra (futebol + música, inclusive tocando músicas) e a Isadora na confraria indie “Vamos Falar sobre Música”.

Ouça o POPCAST, diga o que achou, sugira temas e quadros, interaja com a gente nos caminhos que você sabe bem. Queremos saber o que você tem achado.

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* Aqui, a playlist do POPCAST 5.

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