Em Popload Session:

POPLOAD SESSION E CENA APRESENTAM… CHARLY COOMBES

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* Uma Popload Session internacional. Ou já paulistana. Você escolhe.

O britânico Charly Coombes, que mora em SP já tem mais de três anos, com carreira que resvalou no britpop e em março deste ano lançou um “disco brasileiro”, comparece à session deste site para mostrar uma versão de “Fool”, faixa de seu mais novo álbum, “Run”, e um cover de, veja bem, David Bowie.

O inglês, com seu terceiro álbum, do qual ele toca para nós a música “Fool”, anda in love com a terra que escolheu para viver e trabalhar. Inclusive andou dizendo em entrevistas que São Paulo, para ele, representa o que Berlim teria significado para seu conterrâneo mais famoso, o saudoso David Bowie, em termos de experimentalismo.

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Daí que, nesta Popload Session, Charly Coombes vem com a digna cover de “Modern Love”, hit absurdo de Bowie. Sobre a escolha, Coombes diz que foi porque, além de ser grande fã do Bowie, é uma música que sempre quis tocar no palco. Já havia até pensado em inclui-la no setlist dos shows de “Black Moon”, seu álbum anterior, também gravado no Brasil. Mas desistiu da ideia, pois a vibe do disco destoava do clima de “Modern Love”. Mas que agora, com “Run”, mais pesado e mais oitentista, faz total sentido.

Além disso, Charly Coombes finalmente encontrou, segundo ele, um excelente saxofonista, Tato Cunha, que era a peça que faltava para uma boa performance da música de David Bowie.

Realmente, session classe A. E vamos a ela, então.
Senhoras e senhores, com vocês… Charly Coombes.

** Charles Coombes se apresenta nesta sexta-feira, 30, na Casa do Mancha. O show é da turnê do mais recente disco, “Run”. O horário marcado para o início é 21h. O ingresso na Casa do Mancha, adquirido apenas na hora, é de R$ 25. A casa abriga até 100 pessoas.

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POPLOAD SESSION e CENA apresentam… JP

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A gente na vida comete falhas, e no ano passado eu cometi duas. Duas bem feias. Por causa da memória corroída deixei fora da lista dos dez melhores de 2016 os álbuns que talvez foram dois dos cinco melhores discos de 2016, o que diria entre os dez. Dois do Top 3, até, pensando bem, agora com esse olha de meio de 2017. São os discos “Boca”, da veterana dupla indiedance-gostosa NoPorn, e “Submarine Dreams”, álbum de estréia do novinho músico mineiro JP Cardoso, ou apenas JP, que fez tudo sozinho, com a little help from his friends. Inclusive ele fez até os pedais das guitarras que usou para compor seu primeiro disco. Enfim, quando lembrei num recap já era tarde demais. E eu esperei bastante uma oportunidade para fazer esse mea-culpa. Ei-lo.

JP Abril de 2017 por Mancha Leonel 3

Vida que segue, JP (acima) agora retorna a este espaço para uma triunfal Popload Session, gravada em São Paulo, mais especificamente “fora de” São Paulo, em Cotia, no estúdio Casa do Bóris, que pertence ao grande Sérgio Ugeda. Bóris é seu cachorro branco, que faz participação especialíssima nos vídeos da session de JP. O rapaz de Belo Horizonte, diferentemente da gravação de seu disco, que saiu pelo selo mineiro-belga La Femme Qui Roule, não está sozinho na performance especial ao vivo para a Popload, de duas faixas de seu belo “Submarine Dreams”.

Ajudam o JP nesta Popload Session, no desempenho ao vivo das incríveis “We Can’t Forget” e “Jackie Chan”, a seguinte trupe das boas: na bateria, o Mancha Leonel, da Casa do Mancha. Na guitarra e no backing vocal, Cido, parceiro de JP, que inclusive bota umas guitarras em “Submarine Dreams”. E no baixo Diogo Valentino, do grupo carioca Supercordas. Em “Jackie Chan”, aliás, o próprio Sérgio Ugeda participa da percussão.

A banda acima, inclusive e a propósito, vai dar suporte à tour que JP arma a partir deste domingo, na Casa do Mancha, em São Paulo, às 17 horas. Retorna a Minas Gerais para três apresentações, passa por Brasília e termina no grande festival Bananada, em Goiânia. Depois dos vídeos, o cartaz da turnê do JP.

Agora, ele em ação. Senhoras e senhores, com vocês… o talentosíssimo JP.


** As fotos de JP que ilustram este post e a home da Popload são de Mancha Leonel. Você pode conferir o músico ao vivo na turnê destacada abaixo, em seu cartaz:

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POPLOAD SESSION E CENA APRESENTAM… FINGERFINGERRR

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* Suprasumo do momento em que vive a CENA independente brasileira, o espetacular duo paulistano de barulho sério FingerFingerrr comparece com gloriosa Popload Session neste glorioso final do nada glorioso 2016.

A dupla, guitarra-bateria formada pelos bem vestidos Flavio Juliano (à esq. na foto abaixo) e Ricardo Cifas, lançou em julho/agosto seu primeiro disco, uma coleção inspirada de indie-garagem-hip hop-balada U2 que teve até músicas produzidas por gente acima de “suspeitas” como o tarimbado Mario Caldatto Jr (Beastie Boys), participações do indie-do-indie paulistano e edição de selo que flerta com a nova MPB, o da cantora Tiê (Rosa Flamingo). Banda que faz e acontece, antes mesmo desse ótimo “MAR” o duo Flavio e Ricardo já têm no currículo três tours em cidades americanas. O curioso é que ainda é uma banda a ser descoberta.

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Essa coqueteleira de conceitos que define a cena indie nacional, mais conhecida como FingerFingerrr, comparece à Session da Popload com uma música em inglês e outra em português, ambas do “MAR”. “Make You See” e “Quem Te Convidou?”, cruas e simples, vêm em excelentes vídeos, filmadas em uma só tomada, em plano sequência, pela diretora e pintora Thany Sanches.

Senhoras e senhores, com vocês… o explosivo FINGERFINGERRR.

* Ficha técnica dos vídeos: gravado na Mandril Áudio por Rodrigo Ramos, assistido por Gianni Dias e Eduardo Bolzan. Mixagem por Caio Alarcon, no estúdio Toca do Tatu. Masterização por Samuel Bordon, no estúdio Abacateiro.

***** A Popload Session é apresentada pela Heineken. Se beber, ouça música alto.

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Popload Session e CENA apresentam… ERICK ENDRES

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É CENA e Popload Session, dois em um.

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Eu queria escrever como o Erick Endres toca guitarra. O menino, 19 anos, gaúcho com relações francesas, é íntimo do nobre instrumento roqueiro há 15 anos. Leia direito: não é que ele toca desde os 15. Aos 4 o pai dele já o botava para fazer barulho em guitarras. Saber quem é o pai dele explica muito dessa educação infantil: Fredi Chernobyl, produtor, DJ e guitarrista da banda-entidade gaúcha Comunidade Nin-Jitsu.

As muitas histórias de Endres a gente já deu aqui na Popload desde o começo da década. Um google rápido revela isso. Mas não cansamos de repetir, por admiração. Erick tem uma carreira que, mesmo com a pouca idade, é de roqueiro velho. Já foi indie, já foi da Sony, voltou a ser indie. Já tocou em Lollapalooza, já abriu para o Foo Fighters. Canta em inglês, francês e português. E o escambau. De novo: 19 anos.

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Enfim. O prolífico Endres tem como meta lançar três EPs neste ano. O primeiro, “Falling”, saiu em agosto, via Loop Discos. O segundo, a vir à tona no dia 11 de novembro, 11/11 para os íntimos, se chamará “[IN]” e tem, entre suas quatro músicas, essas duas da session que o guitarrista entrega em performance ao vivo para a Popload: “Blinded Eyes”e “Don’t Think I’m Crazy”. Ambas muito boas.

Depois virá o terceiro EP. Depois o álbum, que será a soma dos três EPs mais uma inédita.

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É reducionismo, contudo, quando o EP novo estiver na mão, chamar Erick Endres de “guitarrista”. No disco, ele toca todos os instrumentos. Mas, na session e em shows, ele está acompanhado por Lorenzo Flach (guitarra), Pedro Petracco (teclado e voz), Naum Gallo (baixo) e Bruno Bernardo (bateria e voz).

Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

Senhoras e senhores, com vocês… o impressionante ERICK ENDRES.

** Ficha técnica dos vídeos: captação e mixagem de áudio, Gilberto Ribeiro Jr. (estúdio Mubemol); captação de vídeo, Cecília Saraiva e Victoria Venturella; montagem, Victoria Venturella.

***** A Popload Session é apresentada pela Heineken. Se beber, ouça música alto.

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Popload Session apresenta… DOM PESCOÇO

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A banda autopropaga seu som como uma “Tropsicodelia”, um certo resgate da psicodelia brasileira que nasceu da mistura da MPB com o rock viajante/lisérgico dos anos 70 do circuito São Paulo-Minas Gerais-Nordeste.

Mas estamos em 2016, em São José dos Campos, interior de São Paulo, e a banda em questão é a Dom Pescoço, quarteto que foi formado há apenas dois anos e no momento junta músicas para constituir seu disco de estreia, mas tem tocado bastante pelo estado, por enquanto, incluindo apresentações em festivais como Virada Cultural Paulista, Vento (Ilhabela) e Sescs e SESIs no interior e em São Paulo. Tudo à custa de seu EP de estreia, “Temperar”, de cinco músicas, lançado no mês passado).

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A questão para o Dom Pescoço é a linguagem. Ou a “ludicidade”. Tanto ao vivo quanto nesta session para a Popload, o grupo diz querer trabalhar o alto astral e a repleta interação com o público. Ver essa performance especial que a banda da zona rural de São José dos Campos (o interior do interior) fez para este site é notar muito bem isso.

Em que pese o pouco tempo de vida e a ainda construção de um primeiro disco, o Dom Pescoço já quis mudar sua forma para chegar à Popload. Dom de Oliveira, o baixista e vocalista do quarteto, explica melhor:

“Escolhemos fazer doi vídeos ao vivo em formato acústico-roda-de-violão para esta session. Queríamos trabalhar essa linguagem faz um tempo.

O primeiro vídeo é de uma música nova nossa e quisemos trazer psicodelia e ludicidade com um fundo chroma key psicodélico, enquanto a banda aparece em P&B. O segundo é de um mesclado de duas canções, uma de Tim Maia e Di Melo. Escolhemos aqui o P&B integral.

Sacou?

Senhoras e senhores, com vocês… DOM PESCOÇO.

** O Dom Pescoço é Rafael Pessoto (guitarra), Luiz Felipe Passarinho (bateria), Gabriel Sielawa (guitarra, cavaco) e Dom de Oliveira (baixo). Todos cantam.

*** A banda toca nesta quarta-feira 21 no tradicional Bar do Zé, em Campinas. Sexta, 23, eles vêm à capital para se apresentar no Baderna Bar.

**** As fotos deste post e a da home da Popload são de autoria de Jaíne Lima, da Carpe Diem Fotografia.

***** A Popload Session é apresentada pela Heineken. Se beber, ouça música alto.

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