Em Popload:

Holy Shit! Nosso querido Father John Misty lança disco ao vivo para ajudar “vítimas musicais”

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* Através do necessário Bandcamp, o dândi indie Father John Misty acaba de lançar um disco ao vivo chamado “Off-Key in Hamburg”, áudio de 20 músicas suas de concerto na cidade alemã, com sua banda e uma ajuda orquestra da Neue Filarmônica de Frankfurt. O show aconteceu em agosto do ano passado.

Toda a renda de quem comprar o disco no Bandcamp (custa 10 dólares) vai para o MusiCares COVID-19 Relief Fund, fundo criado para ajudar todo a galera dos bastidores da música que deixou de trabalhar por conta dos cancelamentos e adiamentos causados pela quarentena para aliviar o contágio do coronavírus no mundo.

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Tal performance de Josh Tillman, o cara atrás da persona, pertence a sua elogiada tour de shows maravilhosos para acompanhar seu último disco, “God’s Favorite Customer”, de junho de 2018. Essa turnê passou por São Paulo, dentro de um Popload Gig “dupla-face” no lindo Auditório Simón Bolivar, no Memorial da América Latina.

Neste disco ao vivo beneficente do FJM estão todos seus hits incríveis, incluindo “Hollywood Forever Cemetery Sings”, “Mr. Tillman”, “Nancy from Now On”, “I Love You, Honeybear” e “Holy Shit”. Esta última foi postada por Tillman em sua conta do Youtube para servir de teaser para o álbum. Olha que beleza e repara perto do fim a orquestra de Frankfurt transformando a música fofa do Father John Misty num Nirvana lascado.

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OS MELHORES DE 2019 – Os shows nacionais e internacionais que ficaram na memória da galera da Popload

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Se crise significa bons discos, pode significar poucos shows por aqui. Mas o Brasil segue firme na rota de muitas atrações, de bons festivais, de artistas gringos de todos os tamanhos. Deu para ver muita coisa boa esse ano em nossas terras. Talvez até o melhor show do ano ao somar com coisas que vimos lá fora? Talvez.

E foram tantos shows que nossa lista lista tem apresentações que rolaram as vezes até duas vezes, como o Shame, Arctic Monkeys, Patti Smith. Por isso, contamos a atração, não um show específico.

Espero que entendam a razão de um show da Popload liderar essa lista. Alguém ganha da Patti Smith? Acho que não.

Quando o assunto é a música brasileira, aqui vale repetir o papo dos discos feitos aqui: a CENA está rica. E 2019 foi especial porque também vimos atrações que não vemos há tempos nos discos, caso do Cansei De Ser Sexy, Racionais, Los Hermanos. Ao mesmo tempo, vimos ao vivo nossos artistas favoritos do ano.

Primeiro a gente fala dos shows internacionais. Em seguida, os nacionais.

INTERNACIONAIS

Patti Smith
Dois shows impecáveis de proporções diferentes. No teatro ou em festival, Patti Smith é parte da história da música viva, ativa, vibrante. Um aula de presença, energia. Estamos na espera pelo livro que ela vai escrever inspirada nos shows daqui.

Arctic Monkeys
Se não são a banda do momento mais, ganham pontos pela qualidade inegável do show. E ficaram bem ranqueados porque quase todo mundo votou neles. os anos fazem bem ao Arctic Monkeys.

Shame
Um show espetacular, daqueles de derrubar uma casa. E eles quase derrubaram o palco do Breve e no Balaclava Festival.

Little Simz
Mais Popload. Little Simz foi a grande revelação do Popload Festival. Show lindo mesmo no frio, um pouco de chuva. Enxuto, forte, repleto de músicas de um dos melhores lançamentos do ano. Quando volta, Little Simz?

Courtney Barnett
Guitarra, baixo e bateria. Nada mais. Mas parece que Courtney Barnett sabe fazer uma sinfonia com tão pouco. Impecável sua guitarra, suas letras, voz, tudo.

Kendrick Lamar
Ainda sentimos os grave deste show ecoar. Que banda. Que telões. Que homem.

Daughters
Outro show pesadíssimo. Certeiro. Banda que sabe o que faz, fora do palco, inclusive.

Paul McCartney
Pode vir quantas vezes quiser, sempre entre os melhores.

King Crimson
Um clássico que finalmente tocou por aqui.

Land Of Talk
Show belíssimo de uma banda ainda a ser descoberta por muita gente. Procura agora, se ainda não ouviu.

Jorja Smith
Que voz e que canções carrega Jorja Smith. Ganhou a simpatia da plateia. Ela até fez a camiseta da seleção, que a banda toda vestiu durante o show, ser legal de novo.

Quem votou:

Vinicius Felix
Patti Smith
Kendrick Lamar
Courtney Barnett
Arctic Monkeys
Little Simz

Fernando Scoczynski Filho
Daughters
King Crimson
Arctic Monkeys
Paul McCartney
Slayer

Lúcio Ribeiro
Patti Smith
Shame
Courtney Barnett
Kendrick Lamar
Daughters
Little Simz
Arctic Monkeys
Jesus and Mary Chain
Paul McCartney
Fantastic Negrito

Isadora Almeida
Shame
Patti Smith
Land Of Talk
Jorja Smith
Little Simz
Hot Chip
Kamasi Washington
The 1975
Paul McCartney
Daryl Hall e John Oates

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NACIONAIS

Boogarins
O Boogarins é uma banda ao vivo e uma banda nos discos. As duas excelentes. Sim, é a mesma banda, mas vale o papo aqui. Tem que ver ao vivo pelo menos uma vez para começar a entender a viagem deles. Melhor show disparado, o único citado em todas as nossas listas.

Terno Rei
Ano que fica na história da banda. Seu disco mais popular e shows que fazem o nome deles ir mais longe. Fãs que cantam tudo, disputa por ingressos. Fiquem de olho por onde eles vão tocar ano que vem.

YMA
Outro show em fase e crescimento. YMA é enorme no palco. Mostra seu belo disco, faz caras, dança, chama o público para brincar com ela. Dos mais divertido que vimos em 2019.

Cansei De Ser Sexy
Volta histórica. Feliz 2004. Quando ninguém esperava, o Cansei fez um show que mostrou que a banda ainda faz (muito) sentido. Será que vem mais por aí?

Los Hermanos
Com um single inédito depois de um longo silêncio, os Los Hermanos voltaram (mais uma vez) maiores do que quando “deixaram” a CENA. Tem quem questione, mas é para poucos.

Racionais MC’s
Os nossos Beatles em um show espetacular com banda. Para celebrar os 30 anos de uma história incrível.

Caetano Veloso
Caetano, os filhos, em um show que é bonito pelo valor de cada música selecionada. Um show que conta história. A história familiar de Caetano, de sua própria história.

Duda Beat/Edgar
Já que eles empataram no nossos critério, vale a menção dupla. Dois novos nomes da cena que fazem bonito no palco. Atrações para ficar atento em 2020.

Quem votou:

Fernando Scoczynski Filho
Odradek
Rakta
Boogarins
Sepultura
Nervosa

Lúcio Ribeiro
Cansei De Ser Sexy
Racionais
Edgar
Rakta
Boogarins
Mulamba
Teto Preto
YMA
Terno Rei
Moons

Isadora Almeida
Los Hermanos
Caetano Veloso
Duda Beat
Terno Rei
Tuyo
Boogarins
Pabllo Vittar
Sandy e Junior
YMA
E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante

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OS MELHORES DE 2019, pela Popload – Os álbuns que agitaram a CENA verde e amarela

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Se o ano lá fora foi dos bons, vale repetir o mesmo papo por aqui. Foi um ano e tanto para a CENA.

No ano que a cultura brasileira precisou provar que é mais forte que as dificuldades que já eram velhas conhecidas, muita música foi feita. Músicas feitas por jovens artistas, por veteranos da CENA. Feita no indie, feita no rap, na linhagem da MPB. Feita com engajamento, feita de olho em extrapolar limites conhecidos.

Com certeza, não ouvimos tudo de bom que foi feito, mas fica o recorte e a vontade de sempre: ouvir tudo. O que você já ouviu da lista?

Boogarins – Sombrou Dúvida
Nossa melhor banda, talvez. A mais bem sucedida lá fora atualmente, com certeza. O quarteto fez mais um disco e tanto. Mais dúvidas que respostas, um som mais burilado, novos caminhos apontados. E mesmo sendo tão esquisitos como sempre, foram tocar até na Globo dessa vez.

Ana Frango Elétrico – Little Electric Chicken Heart
Aliterações, rimas psicodélicas, letras cifradas e uma voz que queremos ouvir repetidas vezes. Ana Frango Elétrico as canta com uma voz que no álbum faz duvidar que possa ser tão modular e afinada ao mesmo tempo, mas que ao vivo encanta como uma peça de arte moderna, que você não entende completamente mas sabe que é algo incrível.

Terno Rei – Violeta
Vale repetir o que já falamos por aqui: muito indie para ser MPB, muito MPB para ser indie. E muito bom para você ignorar. E aqui está uma das músicas mais acertadas e lindas do ano: “Dia Lindo”.

Black Alien – Abaixo de Zero: Hello Hell
A experiência de Black Alien fez a diferença aqui. No que talvez seja seu melhor trabalho em termos de produção – coesa, moderna, acertada -, ele dá show em letras trabalhadíssimas que soam fluídas como um improviso.

Vivian Kuczynski – Ictus
A voz. A produção. As letras. Vivian tem 17 anos e já apresenta uma maturidade absurda. Mais do que isso, coloca sua música para conversar com os nossos trabalhos favorito

Brknks – “Morri de Raiva”
Na tradição do melhor da música alternativa dos anos 90, Brknks consegue que aquele velho som soe atual, feito para 2019. Seja nas letras bem sacadas, no tom, no clima, até quando quer soar tristinha.

Rakta – Falha Comum
Ter o trio reduzido a uma dupla parece que não afetou a ampliação dos horizontes da Rakta. Pelo contrário. Aqui elas vão mais longe na experimentação. Mais difícil de rotular do que nunca, uma viagem mais válida do que nunca.

Apeles – Crux
A experiência lá fora, na Alemanha e em Portugal, coloca o trabalho do Apeles em outro patamar. Lições para si e para a cena em uma mistura de folk, dream pop e experimentalismos.

Emicida – “AmarElo”
Emicida segue no trabalho de afirmar o rap como parte da música brasileira e não como acessório de luxo. Aqui a missão soa mais bem acabada do que nunca. Tem gente que vai falar que não é rap, mas é sim.

MC Tha – “Ritos de Passá”
Quem ainda tem dúvidas da importância do funk na música brasileira pode começar por aqui a desbravar o tamanho do gênero e suas possibilidades. MC Thá já rastreou o que fazer e como fazer isso muito bem.

Quem votou:

Isadora Almeida
10 – Bruna Mendez – Corpo Possível
9 – Papisa – Fenda
8 – Gumes – Adorei Você
7 – Brknks – “Morri de Raiva”
6 – Apeles – Crux
5 – O Terno –
4 – Raça – Saúde
3 – Ana Frango Elétrico – Little Electric Chicken Heart
2 – Boogarins – Sombrou Dúvida
1 – Terno Rei – Violeta

Lúcio Ribeiro
10 – Brknks – “Morri de Raiva”
9 – Papisa – Fenda
8 – Apeles – Crux
7 – Rakta – Falha Comum
6 – Supervão – Faz Party
5 – Ana Frango Elétrico – Little Electric Chicken Heart
4 – Boogarins – Sombrou Dúvida
3 – Terno Rei – Violeta
2 – Vivian Kuczynski – Ictus
1 – Black Alien – Abaixo de Zero: Hello Hell

Fernando Scoczynski Filho
5 – Ana Frango Elétrico – Little Electric Chicken Heart (6)
4 – Deafkids – Metaprogramação (7)
3 – Brvnks – Morri de Raiva (8)
2 – Rakta – Falha Comum (9)
1 – Boogarins – Sombrou Dúvida (10)

Vinicius Felix
10 – Nill – Lógos
9 – YMA – Par de Olhos
8 – Fresno – sua alegria foi cancelada
7 – Ana Frango Elétrico – Little Electric Chicken Heart
6 – Vivian Kuczynski – Ictus
5 – Black Alien – Abaixo de Zero: Hello Hell
4 – Djonga – Ladrão
3 – Nego Gallo – Veterano
2 – MC Tha – “Ritos de Passá”
1 – Emicida – “AmarElo”

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OS MELHORES DE 2019 – Os discos internacionais favoritos da Popload

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O 2020 chegou, Brasil. Quais os planos para a virada? Por aqui, entre (entre um pouco de) trabalho e (um pouco de) recesso, sentamos para decidir a nossa lista tradicional de fim de ano.

Assim como no Popcast, o podcast da Popload, uma das revelações do ano, diga aí, vamos ter a lista de melhores discos internacionais e nacionais e de shows internacionais e nacionais.

Para começar essa maratona: quais foram os dez melhores discos internacionais de 2019 de acordo com a equipe da Popload?

Que ano lá fora, não? Dá para dizer que 2019 foi dos mais movimentados em termos internacionais. Foi daqueles anos com um sem número de opções, para todos os gostos. Indie, rap, pop, onde você procurar, algum bom lançamento rolou.

Em 2019, também vimos o mundo em chamas, o que talvez explique um pouco dessa safra boa em termos artísticos. Quem acompanha o dia a dia nosso aqui já deve desconfiar das primeiras posições, da segunda ou de todas até. A lista da equipe reflete o que tocou em nossos fones durante o trabalho, os shows que fomos, aqueles que mais do que uma trilha sonora ofereceram o recado que fez sentido em 2019. Faz sentido aí?

Fontaines D.C. – Dogrel
Nossa banda favorita do ano. Repare no tanto que falamos deles, tinham dúvida? Os irlandeses que representam o melhor do “post-brexit punk scene” fizeram bonito. E estamos ansioso pelo quem vem a seguir.

Black Midi – Schlagenheim
Uma das bandas mais meteóricas da nova cena. Black Midi são os ingleses da tal “post-brexit punk scene” que fazem algo que não dá para chamar exatamente de punk. Rock matemático? Free jazz? Ouça e tire suas conclusões, funciona melhor.

Billie Eilish – When We All Fall Asleep, Where Do We Go?
A revelação do ano. Billie colocou seu pop esquistaço nas paradas e conquistou o raro feito de colocar diferentes gerações para ouvir a mesma música.

Nick Cave & The Bad Seeds – Ghosteen
Dos discos mais tristes e belos já feito por Nick Cave, o que quer dizer, que já é dos discos mais tristes e belos feitos de forma geral.

Little Simz – Grey Area
Essa revolução vocês viram ao vivo no Popload Festival. Little Simz confirma neste álbum um talento e personalidades únicos. Nem grime, nem rap norte-americano, nem pop. Apenas Little Simz.

Tyler, The Creator – IGOR
Mais uma vez, Tyler, The Creator provou que anda em uma nova fase da carreira. Maduro, ousado, sério. De olho no trono, pois sabe que é a sua vez.

Lana Del Rey – Norman Fucking Rockwell!
Lana Del Rey em um de seus discos mais maduros. Letras ótimas, produção mais acertada, voz em seu melhor momento. Recriou o clássico do Sublime.

Lizzo – Cuz I Love You
Sabe aquela música pop que te conquista em 3 minutos de primeira? Lizzo fez uma porção de canções assim neste disco. Dos melhores graves, melhores refrões e a melhor flauta do ano.

Sharon Van Etten – Remind Me Tomorrow
Mais um belo disco de Sharon. De olho no passado, de olho no futuro, entre músicas mais animadas, barulhentas, introspectivas, pop. Um acerto daqueles.

Big Thief – U.F.O.F./Two Hands
Se é difícil fazer um bom álbum, o que dirá dois? O Big Thief foi lá e fez. Ouça “Not” e não diga mais por aí que não tem rock bom sendo feito em 2019, por favor.

Quem votou:

Lúcio Ribeiro
FONTAINES D.C. – Dogrel
Kanye West – JESUS IS KING
Lana Del Rey – Norman Fucking Rockwell!
Billie Eilish – WHEN WE ALL FALL ASLEEP
Lizzo – Cuz I Love You
Tyler, The Creator – IGOR
black midi – Schlagenheim
King Princess – Cheap Queen
Nick Cave & The Bad Seeds – Ghosteen
Little Simz – GREY Area
Metronomy – Metronomy Forever
Hot Chip – A Bath Full of Ecstasy

Isadora Almeida
FONTAINES D.C. – Dogrel
Girl Band – The Talkies
The Murder Capital – When I Have Fears
slowthai – Nothing Great About Britain
Little Simz – GREY Area
(Sandy) Alex G – House of Sugar
Cigarettes After Sex – Heavenly
Big Thief – Two Hands
Clairo – Immunity
Sam Fender – Hypersonic Missiles

Fernando Scoczynski Filho
Black Midi – Schlagenheim
Refused – War Music
Slipknot – We Are Not Your Kind
Russian Circles – Blood Year
Nick Cave & the Bad Seeds – Ghosteen
Alessandro Cortini – VOLUME MASSIMO
Billie Eilish – When We All Fall Asleep, Where Do We Go?
Korn – The Nothing
Have a Nice Life – Sea of Worry
Tool – Fear Inoculum

Ana Bean
PURPLE MOUNTAINS – Purple Mountains
SHARON VAN ETTEN – Remind Me Tomorrow
BETTER OBLIVION COMMUNITY CENTER – Better Oblivion Community Center
MICHAEL KIWANUKA – Kiwanuka
KAREN O & DANGER MOUSE – Lux Prima
LITTLE SIMZ – Grey Area
TYLER, THE CREATOR – IGOR
FONTAINES D.C. – Dogrel
BIG THIEF – U.F.O.F.
NICK CAVE & THE BAD SEEDS – Ghosteen

Vinicius Felix
Fontaines D.C – Dogrel
Billie Eilish – When We All Fall Asleep, Where Do We Go?
Nick Cave & The Bad Seeds – Ghosteen
Black Midi – Schlagenheim
Tyler, The Creator – IGOR
Big Thief – U.F.O.F./Two Hands
Lana Del Rey – Norman Fucking Rockwell!
Lizzo – Cuz I Love You
Little Simz – Grey Area
Sharon Van Etten – Remind Me Tomorrow

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Popcast número 4. Podcast da Popload conta histórias sobre o Cansei de Ser Sexy

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* Já há alguns dias está à disposição nas plataformas boas a quarta edição do POPCAST, o podcast da Popload, apresentado por este que vos escreve mais a espertíssima Isadora Almeida, poploader de longa data e uma das mais absurdas enciclopédias indie que eu conheço.

Depois de falar dos fim dos festivais de verão (lá de fora), da adoração Sandy & Junior (o “stranger things” brasileiro) e a possibilidade de não ter existido, em nossas vidas, os Beatles, o Nirvana, os Strokes e o Arctic Monkeys, a gente se dedica a falar do mais novo integrante da escalação do Popload Festival, que surpreendeu até, quase, a própria banda: o grupo paulistano de meninas Cansei de Ser Sexy.

Histórias boas, umas que a gente só viveu, a importância do CSS na música, a bagunça mundial que foi esta banda, as tretas, o fim não-fim e essa volta agora, no palco do Popload Festival. Além do Cansei, os quadros de sempre: as efemérides certas para você lembrar, o pódio dos três melhores lançamentos da semana (de cada um) e o nosso olhar sobre a CENA brazuca.

Todo esse papo é revestido pelas chinfras de Raphael Bertazi, DJ, produtor e autor dos mais maravilhosos mashups do universo. A direção do POPCAST é do descobridor de talentos Manoel Brasil, mestre em podcasts.

Deezer, Spotify, Apple e Google nos guardam. Se for procurar na unha, no search bote “Popload: Popcast”, porque o “New York Times” achou de roubar nossa ideia de nome antes mesmo de a gente a tê-la.

Falando em podcasts, você ainda me acha no Sonzêra (futebol + música, inclusive tocando músicas) e a Isadora na confraria indie “Vamos Falar sobre Música”.

Ouça o POPCAST, diga o que achou, sugira temas e quadros, interaja com a gente nos caminhos que você sabe bem. Queremos saber o que você tem achado.

* No Deezer.

* No Spotify.

* Na Apple.

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* Aqui, a playlist do POPCAST 4.

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