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OS MELHORES DE 2019 – Os discos internacionais favoritos da Popload

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O 2020 chegou, Brasil. Quais os planos para a virada? Por aqui, entre (entre um pouco de) trabalho e (um pouco de) recesso, sentamos para decidir a nossa lista tradicional de fim de ano.

Assim como no Popcast, o podcast da Popload, uma das revelações do ano, diga aí, vamos ter a lista de melhores discos internacionais e nacionais e de shows internacionais e nacionais.

Para começar essa maratona: quais foram os dez melhores discos internacionais de 2019 de acordo com a equipe da Popload?

Que ano lá fora, não? Dá para dizer que 2019 foi dos mais movimentados em termos internacionais. Foi daqueles anos com um sem número de opções, para todos os gostos. Indie, rap, pop, onde você procurar, algum bom lançamento rolou.

Em 2019, também vimos o mundo em chamas, o que talvez explique um pouco dessa safra boa em termos artísticos. Quem acompanha o dia a dia nosso aqui já deve desconfiar das primeiras posições, da segunda ou de todas até. A lista da equipe reflete o que tocou em nossos fones durante o trabalho, os shows que fomos, aqueles que mais do que uma trilha sonora ofereceram o recado que fez sentido em 2019. Faz sentido aí?

Fontaines D.C. – Dogrel
Nossa banda favorita do ano. Repare no tanto que falamos deles, tinham dúvida? Os irlandeses que representam o melhor do “post-brexit punk scene” fizeram bonito. E estamos ansioso pelo quem vem a seguir.

Black Midi – Schlagenheim
Uma das bandas mais meteóricas da nova cena. Black Midi são os ingleses da tal “post-brexit punk scene” que fazem algo que não dá para chamar exatamente de punk. Rock matemático? Free jazz? Ouça e tire suas conclusões, funciona melhor.

Billie Eilish – When We All Fall Asleep, Where Do We Go?
A revelação do ano. Billie colocou seu pop esquistaço nas paradas e conquistou o raro feito de colocar diferentes gerações para ouvir a mesma música.

Nick Cave & The Bad Seeds – Ghosteen
Dos discos mais tristes e belos já feito por Nick Cave, o que quer dizer, que já é dos discos mais tristes e belos feitos de forma geral.

Little Simz – Grey Area
Essa revolução vocês viram ao vivo no Popload Festival. Little Simz confirma neste álbum um talento e personalidades únicos. Nem grime, nem rap norte-americano, nem pop. Apenas Little Simz.

Tyler, The Creator – IGOR
Mais uma vez, Tyler, The Creator provou que anda em uma nova fase da carreira. Maduro, ousado, sério. De olho no trono, pois sabe que é a sua vez.

Lana Del Rey – Norman Fucking Rockwell!
Lana Del Rey em um de seus discos mais maduros. Letras ótimas, produção mais acertada, voz em seu melhor momento. Recriou o clássico do Sublime.

Lizzo – Cuz I Love You
Sabe aquela música pop que te conquista em 3 minutos de primeira? Lizzo fez uma porção de canções assim neste disco. Dos melhores graves, melhores refrões e a melhor flauta do ano.

Sharon Van Etten – Remind Me Tomorrow
Mais um belo disco de Sharon. De olho no passado, de olho no futuro, entre músicas mais animadas, barulhentas, introspectivas, pop. Um acerto daqueles.

Big Thief – U.F.O.F./Two Hands
Se é difícil fazer um bom álbum, o que dirá dois? O Big Thief foi lá e fez. Ouça “Not” e não diga mais por aí que não tem rock bom sendo feito em 2019, por favor.

Quem votou:

Lúcio Ribeiro
FONTAINES D.C. – Dogrel
Kanye West – JESUS IS KING
Lana Del Rey – Norman Fucking Rockwell!
Billie Eilish – WHEN WE ALL FALL ASLEEP
Lizzo – Cuz I Love You
Tyler, The Creator – IGOR
black midi – Schlagenheim
King Princess – Cheap Queen
Nick Cave & The Bad Seeds – Ghosteen
Little Simz – GREY Area
Metronomy – Metronomy Forever
Hot Chip – A Bath Full of Ecstasy

Isadora Almeida
FONTAINES D.C. – Dogrel
Girl Band – The Talkies
The Murder Capital – When I Have Fears
slowthai – Nothing Great About Britain
Little Simz – GREY Area
(Sandy) Alex G – House of Sugar
Cigarettes After Sex – Heavenly
Big Thief – Two Hands
Clairo – Immunity
Sam Fender – Hypersonic Missiles

Fernando Scoczynski Filho
Black Midi – Schlagenheim
Refused – War Music
Slipknot – We Are Not Your Kind
Russian Circles – Blood Year
Nick Cave & the Bad Seeds – Ghosteen
Alessandro Cortini – VOLUME MASSIMO
Billie Eilish – When We All Fall Asleep, Where Do We Go?
Korn – The Nothing
Have a Nice Life – Sea of Worry
Tool – Fear Inoculum

Ana Bean
PURPLE MOUNTAINS – Purple Mountains
SHARON VAN ETTEN – Remind Me Tomorrow
BETTER OBLIVION COMMUNITY CENTER – Better Oblivion Community Center
MICHAEL KIWANUKA – Kiwanuka
KAREN O & DANGER MOUSE – Lux Prima
LITTLE SIMZ – Grey Area
TYLER, THE CREATOR – IGOR
FONTAINES D.C. – Dogrel
BIG THIEF – U.F.O.F.
NICK CAVE & THE BAD SEEDS – Ghosteen

Vinicius Felix
Fontaines D.C – Dogrel
Billie Eilish – When We All Fall Asleep, Where Do We Go?
Nick Cave & The Bad Seeds – Ghosteen
Black Midi – Schlagenheim
Tyler, The Creator – IGOR
Big Thief – U.F.O.F./Two Hands
Lana Del Rey – Norman Fucking Rockwell!
Lizzo – Cuz I Love You
Little Simz – Grey Area
Sharon Van Etten – Remind Me Tomorrow

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Popcast número 4. Podcast da Popload conta histórias sobre o Cansei de Ser Sexy

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* Já há alguns dias está à disposição nas plataformas boas a quarta edição do POPCAST, o podcast da Popload, apresentado por este que vos escreve mais a espertíssima Isadora Almeida, poploader de longa data e uma das mais absurdas enciclopédias indie que eu conheço.

Depois de falar dos fim dos festivais de verão (lá de fora), da adoração Sandy & Junior (o “stranger things” brasileiro) e a possibilidade de não ter existido, em nossas vidas, os Beatles, o Nirvana, os Strokes e o Arctic Monkeys, a gente se dedica a falar do mais novo integrante da escalação do Popload Festival, que surpreendeu até, quase, a própria banda: o grupo paulistano de meninas Cansei de Ser Sexy.

Histórias boas, umas que a gente só viveu, a importância do CSS na música, a bagunça mundial que foi esta banda, as tretas, o fim não-fim e essa volta agora, no palco do Popload Festival. Além do Cansei, os quadros de sempre: as efemérides certas para você lembrar, o pódio dos três melhores lançamentos da semana (de cada um) e o nosso olhar sobre a CENA brazuca.

Todo esse papo é revestido pelas chinfras de Raphael Bertazi, DJ, produtor e autor dos mais maravilhosos mashups do universo. A direção do POPCAST é do descobridor de talentos Manoel Brasil, mestre em podcasts.

Deezer, Spotify, Apple e Google nos guardam. Se for procurar na unha, no search bote “Popload: Popcast”, porque o “New York Times” achou de roubar nossa ideia de nome antes mesmo de a gente a tê-la.

Falando em podcasts, você ainda me acha no Sonzêra (futebol + música, inclusive tocando músicas) e a Isadora na confraria indie “Vamos Falar sobre Música”.

Ouça o POPCAST, diga o que achou, sugira temas e quadros, interaja com a gente nos caminhos que você sabe bem. Queremos saber o que você tem achado.

* No Deezer.

* No Spotify.

* Na Apple.

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* Aqui, a playlist do POPCAST 4.

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Popload apresenta novo projeto NEW SOUNDS e leva ao Rio de Janeiro as talentosas Tove Lo e Little Simz

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** A plataforma musical Popload tem o orgulho de apresentar seu novo projeto NEW SOUNDS, que tem como objetivo divulgar o trabalho de jovens artistas que estão formando e dominando a cena musical, tanto aqui quanto na gringa.

E a primeira edição do evento vai rolar dia 17 de novembro, no Sacadura 154, no Rio de Janeiro, com as talentosas TOVE LO e LITTLE SIMZ.

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* A cantora sueca Tove Lo chega ao Brasil para apresentar seu quatro álbum de estúdio, “Sunshine Kitty”, que estará nas lojas no dia 20 de setembro. Também compositora, Tove Lo é conhecida pelo seu estilo eclético, tanto que ela leva a fama de ter “levado o grunge para o electro-pop”. Com uma lista respeitável de hits, que vão de “Talking Body” a “Habits (Stay High)”, a sueca já figurou em listas da parada da Billboard e concorreu a prêmio como o Grammy e o Globo de Ouro, além de ter se envolvido em canções de sucesso como “Love Me Like You Do”, de Ellie Goulding, e “Homemade Dynamite”, da Lorde.



* Já a rapper inglesa Little Simz, nascida Simbi Ajikawo, tem se destacado cada vez mais na cena hip-hop e grime britânica. Com quase uma década de carreira, Little Simz tem no currículo não somente bons álbuns, mas também parcerias de sucesso com o Gorillaz na faixa “Garage Palace”, Khalid, Serge Pizzorno (Kasabian) e já saiu em turnê até com o NAS e a Lauryn Hill. Little Simz vem ao Brasil na melhor fase de sua carreira para mostrar o elogiado disco “Grey Area”, o seu terceiro, lançado no início deste ano e concorrente ao conceituado prêmio inglês Mercury Prize.



* Os ingressos para o NEW SOUNDS, com preços a partir de R$ 120, já estão sendo vendidos e podem ser adquiridos via internet pelo site Ticketload (www.ticketload.com) e na bilheteria oficial do KM de Vantagens Hall, sem taxa de conveniência. Quem quiser curtir os shows, ainda pode comprar o ingresso com desconto ao doar 1kg de alimento não perecível, que deve ser entregue no momento do acesso ao evento.

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** Vale lembrar que Tove Lo e Little Simz também estão na escalação da sétima edição do POPLOAD FESTIVAL ao lado de Patti Smith, The Raconteurs, Hot Chip, Beirut, Khruangbin, Boy Pablo, Luedji Luna e Ilê Aiyê. O evento acontece em SP, no feriado de 15 de novembro.

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Se (não) juntas já causam, imagina juntas: gigante do entretenimento T4F se associa à Popload

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Quando tudo isso aqui era mato, a Popload, que já se chamou “Download” e era uma tripa em página de lançamento de discos na Folha de S.Paulo, foi parar no mundo virtual dentro de uma seção de articulistas chamada “Pensata”, dentro da Folha Online (igualmente da “Folha”). Isso lá por 2000. A coisa tomou proporções “ousadas”, o “Pensata” ficou pequeno demais para a Popload, ganhou espaço nobre no caderno “de papel” Ilustrada e logo encaramos o desafio de se tornar um site. As popices semanais passaram a ser publicadas por aqui diariamente, tipo em 2006.

Depois, veio o próximo passo. Não apenas o de falar sobre bandas para o nosso público, mas, também, trazê-las ao Brasil, para perto desse “nosso” público. Nascia em 2009 o Popload Gig, selo de shows que se tornou referência no Brasil da “nova música”, tanto internacional quanto da CENA brasileira, abrindo as portas para grupos iniciantes da cena rock e eletrônica. E até com um Nick Cave, um LCD Soundsystem, um Tame Impala e uma Courtney Barnett no meio de mais de 50 atrações.

Já que o negócio aqui é se arriscar, surgiu a bela e bem louca (e estúpida também, haha) ideia de se fazer um festival. Um festival “diferente” dos festivais. Um festival que a gente iria. Sem reclamar como se reclama de festivais. E lá em 2013 o cultuado trio inglês The XX apareceu por aqui para dar sua benção. Ano após ano, a Cat Power veio nos ver, o incrível Iggy Pop também. A PJ Harvey botou seu nome em nosso humilde mural de atrações. O Wilco acabou com um período de longo espera e saciou seus fãs. A Lorde, menina que a gente viu crescer, pisou em nosso palco já na sua fase “Que mulher!”, e o Blondie, só o Blondie, fez sua estreia em terras brasileiras. Popload corrigindo o erro histórico da história dos shows legais no Brasil. Quanta honra, Debbie Harry.

Em meio a todas essas fases, mudanças, erros, acertos, ideias e muito suor, a Popload dá um novo passo, talvez o maior de sua curta e tão intensa história, e firma a partir desta quinta-feira, 28 de fevereiro, uma parceria com a Time For Fun (T4F), a maior empresa de mercado de entretenimento ao vivo da América Latina.

Fazem parte, a partir de agora, do pacote da T4F, a plataforma 360º da Popload, que inclui: Popload News, Popload Festival, Popload Gig, Popload Social, Popload Radio e Ticketload.

As duas passam, então, a produzir os shows e festivais de forma conjunta, com o compromisso de continuar levando um conteúdo e atrações de qualidade para um público cada vez maior. E melhor. Porque o nosso compromisso é fazer as coisas bem-feitas.

Depois a gente fala mais disso, porque o trabalho continua, apesar de estar só começando. Afinal, o Popload Festival 2019 está logo ali.

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* Obrigado pela parceria de sempre. A gente aqui deixa uma musiquinha para ilustrar este momento.

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#Feliz2019

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2019

All dressed up with somewhere to go
I got ten new messages on my phone
Keep trying to stop the night from falling to pieces
And it goes on and on and on
Where we going and where’s she gone?
This whole night is just falling to pieces

And we go on and on and on
Talking shite through the night
Just trying to stop our argument falling to pieces
We slag off America in the pub
Say ‘the war was shite’ then in the club
Drink some Buds and smoke some Marlboro Lights

The world was a mess but his hair was perfect
The world was a mess but his hair was perfect

Repulsive seaters on TV,
I’d love to care but I’m too busy
It’s time to go cause my hair is done,
Well, where’s my mobile gone?

This girl’s mouth is moving ‘ra-ra-ra’
Her eyes and fingers are slipping
She drops the glass and it’s fallen to pieces
The guy behind, his eyes meet mine
‘Please – I don’t wanna fight,
Please don’t touch my face or hair cos that would ruin my night’

The world was a mess but his hair was perfect
The world was a mess but his hair was perfect
The world was a mess but his hair was perfect
The world was a mess but his hair was perfect

Tchau, 2018.

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