Em prince:

Beck invade a casa do Prince e grava EP especial para a Amazon. Cantando Prince, inclusive

>>

111119_beck2

O grande Beck Hansen esteve recentemente no legendário Paisly Park, o estúdio do Prince, onde gravou uma session que rendeu um EP para a Amazon Original.

No reduto do eterno Prince, Beck gravou as suas originais “Where It’s At” e “Up All Night”. E finalizou a apresentação com um medley de canções do próprio Prince.

O norte-americano lança no próximo 22 de novembro seu novo disco, “Hyperspace”. O EP para a Amazon, junto com o making of, podem ser conferidos abaixo.

>>

A cover mais bizarra que você vai ouvir no ano. Metallica fazendo Prince, “When Doves Cry”

>>

Captura de Tela 2018-09-05 às 4.39.59 PM

* Num desses tributos que o supergrupo de metal faz por alguns lugares que passa com sua turnê, homenageando um artista local, alta tendência já faz tempo que a gente sempre vê com Foo Fighters, Arcade Fire e até o Arctic Monkeys, os californianos do Metallica tocaram Prince ontem à noite em Minneapolis, dentro da turnê Worldwired Tour. E não foi qualquer Prince.

Não que encher de guitarra uma música do saudoso artista púrpuro seja estranho, até porque ele era guitarrista e dos melhores. Mas evocar a maravilhosa “When Doves Cry” numa, digamos, “roupagem Metallica”, ainda mais na terra do Prince, foi um ato de coragem, achei aqui.

A “obra” foi total responsabilidade do baixista Robert Trujillo e do guitarista Kirk Hammett, e saiu à custa de um malabarismo metal, vamos colocar assim. Quem cantou foi o Trujillo. E, se causa uma certa estranheza no começo (“O que esses caras estão fazendo?”), até que acaba bem.

Gostei que, em algum lugar que eu vi, a cover saiu como “um esquisito desafio de karaoke tarde da noite que pode parecer um pouco bizarro feito não numa sala com amigos, mas sim numa arena gigante lotada”. Bingo.

>>

Com Brian Wilson, Grimes, Pharrell e até uma bênção do Prince, Janelle Monáe divulga o aguardado álbum “Dirty Computer”

>>

270418_janelle2

A estilosa popstar Janelle Monáe botou na praça nesta sexta seu aguardadíssimo disco novo, “Dirty Computer”, uma das principais apostas para “melhor disco de 2018”.

O projeto é o primeiro dela em cinco anos e pinta como o sucessor do também elogiado “The Electric Lady”, que fez a cantora estourar em nível mundial no ano de 2013.

O álbum, terceiro dela na carreira, conta com um time pesado de convidados, incluindo o beach boy Brian Wilson, Pharrell Williams, Grimes e ainda Zoë Kravitz.

“Dirty Computer” tem também uma leve ajuda do saudoso Prince. À época em que começou a trabalhar a ideia do disco, Janelle pegou dicas com o astro sobre os equipamentos e direcionamentos musicais que o projeto deveria ter. “Isso é tudo o que você precisa”, teria dito Prince a Janelle, revelação feita pelo produtor Chuck Lightning em entrevista para a Rolling Stone.

Com diversas variáveis sonoras, mas sempre centrado no R&B, “Dirty Computer” tem 14 faixas e uma pegada de empoderamento feminino latente, algo que Janelle tem feito questão de explicitar nos últimos tempos.

>>

Versão original de Prince para “Nothing Compares 2 U” é divulgada oficialmente. E com imagens inéditas do astro em estúdio

>>

190418_prince2

Uma das músicas de maior sucesso das últimas décadas no pop, “Nothing Compares 2 U” voltou a ser notícia. E nem foi treta com a Sinnead O’Connor.

A canção, criação de Prince nos anos 80, mas que ficou famosa mundialmente em 1990 na voz da cantora irlandesa, teve divulgada pela primeira vez sua versão original gravada por Prince em 1984.

O arquivo vem acompanhado de imagens inéditas que registram ensaios do cantor e sua banda àquela época. A versão é diferente da que ele gravou com sua banda The Family, no ano seguinte.

Esta versão original foi gravada pelo saudoso astro norte-americano na Flying Cloud Drive ‘Warehouse’, em Eden Prairie, Minnesota.

>>

Cópias em vinil do disco maléfico, raro e destruído do Prince reaparecem na internet para venda. Custa 20 mil dólares a última

>>

141217_prince2

Um dos projetos mais misteriosos da história do pop, “Black Album”, o disco maléfico e destruído do Prince, voltou a ganhar os noticiários. A história básica que envolve o álbum é a de que o astro norte-americano mandou destruir todas as 500 mil cópias prensadas daquele que pintou como a “resposta black” ao conceitual “White Album”, dos Beatles. São várias as versões da decisão excêntrica de Prince.

Uma delas foi a de que houve um desacordo na estratégia de distribuição. Prince gostaria de divulgar o trabalho, que tem 8 canções, de um jeito inovador para a época (1987), enviando as cópias em segredo para as lojas e sem identificação evidente nas embalagens. Sua gravadora, a Warner, teria não concordado e soltou a obra identificada.

A outra versão é a de que Prince teve uma “revelação espiritual” e que, a partir dela, considerou o álbum “maléfico”. Os exemplares em vinil foram recolhidos das lojas e destruídos. Simples assim. Mas, claro, sobrou uma cópia aqui e outra ali.

Algumas delas ficaram com Jeff Gold, dono do site Recordmecca e ex-executivo da Warner. Ele contou que recebeu um contato de um ex-funcionário da gravadora, que disse ter encontrado cinco cópias. Três delas foram parar no Recordmecca para venda. As duas primeiras foram vendidas por 15 mil dólares. Existe mais uma, a última, no valor de 20 mil dólares. Topa?

prince1

prince2

prince3

>>