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QOTSA no Primavera Sound: cabelos ao vento (sonoro)

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Popload em Barcelona. Eu e o Josh.

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Talvez a principal “banda de macho” do planeta, me entenda o que quero dizer, o grupo californiano Queens of the Stone Age fez um show avassalador e sem dó de ninguém no primeiro “grande dia” da programação oficial do Primavera Sound, aqui em Barcelona.

Ver o show de perto das caixas dá a dimensão do que é uma apresentação do Queens of the Stone Age hoje: com dois guitarristas fenomenais, a banda deixa o baixo muito estourado para funcionar como uma terceira guitarra, para marcar o pulso da apresentação, ditar o ritmo do concerto. O resultado é uma potência entre a sublime e a ensurdecedora. Não importa se é tocando música pesada ou “chu chu”. O corpo do público mais perto do palco treme por dentro, parece taquicardia. E mesmo quem não tem a cabeleira grande sente os cabelos dançarem ao vento provocado pelo som que sai do palco.

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Se prepare para os shows solo da banda no Brasil, em setembro. Se ajustarem o som decentemente no Espaço das Américas, em SP, vai dar medo.

Josh Homme, entre tragadas de cigarro e goladas do que parecia ser uísque, conversava muito com a galera, falou da noite bonita de Barcelona, elogiou o line-up do dia ressaltando St.Vincent, Warpaint e Metronomy. Tocou 13 músicas.

A banda que já tem todo meu respeito ganhou ainda mais por começar o espetáculo de ontem com You “Think I Ain’t Worth a Dollar, but I Feel Like a Millionaire”. Caramba.

Acabaram, “apenas”, com “Go With The Flow” e “A Song For The Dead”. Pow!

Aqui embaixo tem o vídeo do hino velho deles, “Feel Good Hit of the Summer”. Não repare o som, porque o coitado do iPhone também sofre com a descarga sonora, debaixo das caixas. Judia, Josh.

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Queens of the Stone Age confirmado. Por enquanto, em SP e Porto Alegre

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Conforme a Popload antecipou, o Queens of the Stone Age fortalece o calendário de shows internacionais na segunda metade do ano no Brasil. Na estrada com a turnê do disco “…Like Clockwork”, lançado ano passado, a turma de Josh Homme vem ao país na última semana de setembro para, a princípio, dois shows, com um terceiro pendente, como reverberamos por aqui.

As datas confirmadas são 25 de setembro em São Paulo (Espaço das Américas) e 27 em Porto Alegre (Pepsi On Stage). Uma terceira data, que seria na cidade do Rio de Janeiro, está “travada” e pode parar em Belo Horizonte. Vamos acompanhar.

A previsão inicial era de que o QOTSA terminasse o giro latino por aqui. Com a mudança, a tendência é que eles abram os shows na região em solo brasileiro.

Informações sobre ingressos serão divulgadas posteriormente.

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Grammy sendo Grammy: cortaram o Trent, o Dave, o Lindsey, o Josh…

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Estava tudo correndo muito bem e de forma positiva em se tratando de Grammy. O Daft Punk e amigos, os Beatles, o Macklemore, o casal real do pop Beyoncé e Jay-Z causando, a Lorde bombando. Quando tudo parecia que a talvez melhor “cerimônia” do Grammy em anos, graças aos seus shows, iria terminar com um final de ouro, eis que cortam ao meio a transmissão do super grupo de rock formado por membros do Nine Inch Nails, Fleetwood Mac, Foo Fighters e Queens of the Stone Age.

Capitaneada por Dave Grohl, a super banda responsável pelo encerramento rock do Grammy tinha como convidados gente da alta, tipo Trent Reznor, Josh Homme e Lindsey Buckingham. Começou de forma magnífica com uma versão incrível de “Copy Of A” com o Trent e sua voz cortante e o Lindsey acompanhando com um violão. Ao fundo, diversas telas tipo show cool do NIN foram desfeitas e apareceu o resto da banda, incluindo o Dave moendo a bateria e o Josh Homme todo estilozão com sua guitarra. Pauleira.

Daí emendaram a ótima “My God is the Sun”, do mais recente disco do Queens of the Stone Age. Quando a coisa começou a ficar séria, entrou um anúncio da Delta Airlines, depois os créditos e simplesmente cortaram a transmissão para o mundo todo. A pataquada fez o Trent Reznor aparecer no Twitter logo depois da premiação e…


* Um dos responsáveis pelo Grammy, Neil Portnow disse em entrevista para a Hollywood Reporter que o fim do show “sempre é uma espécie de jam” e “tudo depende da cronometragem”.

Sério…

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Toma essa, Josh Homme. Disclosure maior que o Queens of the Stone Age

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* Nesta semana, ao menos…

Uma briga nervosa pontuou a parada britânica de discos nesta última semana. O pesado Queens of the Stone Age enfim soltou seu “…Like Clockwork”, primeiro disco de estúdio da banda em seis anos. Confesso, ainda estou tentando assimilar essa nova aposta do Josh Homme, que tem de Alex Turner ao Elton John na lista de “very special guests”.

Do outro lado, o modernoso duo Disclosure, nome mais bombado no Reino Unido no momento, considerado uma espécie de “revolução em potencial” da música eletrônica local, maior suspiro do gênero desde o Chemical Brothers ou Fatboy Slim e coisas do tipo. O Disclosure é formado por dois moleques irmãos, os Lawrence, na faixa dos 20: Howard tem 19 anos e o Guy, 22.

“Settle”, o disco do Disclosure, venceu a batalha. Os números oficiais das vendas devem ser divulgados ainda hoje, mas se sabe que o duo londrino venceu a turma do Josh Homme por uma diferença de 7 mil cópias. Até parece apertado até a gente saber que na quinta passada, a diferença era de 50 exemplares a mais pró-Disclosure. Haha.

O Disclosure foi uma das atrações do mais recente episódio do programa do Jools Holland. Nele, tocaram a boa “Confess To Me”, com a participação da cantora Jessie Ware, que gravou a faixa no disco.

Mantenha seus olhos abertos com o QOTSA. Tem outra música nova

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Só aumenta a expectativa em cima de “…Like Clockwork”, novo disco do Queens of the Stone Age que a Popload (e o mundo) têm falado tanto sobre. O álbum, que chega ao mercado dia 3 de junho, é aquele que tem Elton John, Dave Grohl, Mark Lanegan, Nick Oliveri, Trent Reznor e Alex Turner na “guest list”.

Nesta semana, o QOTSA gravou uma session em um clubinho de Bruxelas para a rádio local Studio Brussel. Deste show, apareceram algumas faixas desse disco novo, duas delas já destacadas aqui.

Outro som, “Keep Your Eyes Peeled”, foi ao ar na programação da rádio, se apresentando como a faixa mais “heavy” do álbum até agora, entre as que a gente já conhece, mas que não chega a explodir como a gente espera. Mesmo assim é boa.