Em queens of the stone age:

Discaço tributo a Elton John tem QOTSA, Killers, Florence, Sheeran, Coldplay…

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* Discos tributo são um negócio complicado. Quando decidem juntar artistas famosos para fazer covers de um outro artista (mais) famoso, geralmente há um ou dois nomes notáveis, e o resto não impressiona muito. Não é esse o caso de “Revamp: The Songs of Elton John & Bernie Taupin”, álbum com versões de músicas clássicas de Elton John e Bernie Taupin*, que apareceu hoje no Spotify.

Sir John montou uma lista impressionante de nomes do mundo pop, incluindo, atenção: Queens of the Stone Age, The Killers, Florence + the Machine, Coldplay, Lady Gaga, Ed Sheeran, e outros mais, tocando coisas tipo “Tiny Dancer”, Goodbye Yellow Brick Road” e “Don’t Go Breaking My Heart”.

Se tem algumas músicas faltando no disco, como “Rocket Man”, é porque estão no OUTRO disco tributo também lançado hoje, chamado “Restoration”. Enquanto Elton John montou a lista de artistas pop para “Revamp”, seu colaborador Bernie Taupin chamou um número igual de artistas country para fazer mais 13 covers em “Restoration”, dando um total de 26 covers.

Você pode conferir uma playlist com tudo isso (bem como as versões originais), aqui:

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Neste post, destacamos o disco Revamp, que acreditamos ter mais a ver com o público poploadístico – com todo o respeito ao mundo country, claro.

*Para quem não conhece: Taupin é o principal colaborador musical de John, responsável pelas letras de boa parte de seu catálogo, desde 1968.

* A imagem que abre o post não é o Elton John, veja bem. É a cantora Lady Gaga no Grammy fazendo tributo ao ídolo inglês em janeiro deste ano, em foto de Michael Kova, da Getty Images.

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Mashup promove o encontro do Queens of the Stone Age com o rapper EL-P, do Run the Jewels. Ficou tão bom que eles aprovaram

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Uma arte que costuma ser bem legal é a dos Mashup, que costumam dar origem a combinações improváveis, tipo o nosso Raphael Bertazi, que já botou Strokes para cantar axé, juntou Ivete e Oasis e fez a Siri, do iPhone, cantar “Garota de Ipanema”.

Agora um gringo, o ToToM, resolveu misturar o rock pesado do Queens of the Stone Age com versos e rimas do EL-P, um dos integrantes do Run the Jewels, que tem também trabalhos solo.

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A produção alternativa tem 14 faixas, recebeu o nome de El-Q, e viralizou nas redes ao ponto do próprio rapper fazer propaganda e elogiar, dizendo que ficou incrível, ainda agradecendo pelo “presente estranho”. Para completar, o QOTSA respondeu a tuitada com um emoji pegando fogo. Tudo muito HOT!

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Queens of the Stone Age + Foo Fighters no fim. Os shows de Curitiba e Porto Alegre

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De olho na turnê conjunta de dois pesos pesados do rock atual, a Popload mandou emissários para checar como chegaram as bandaças Foo Fighters e Queens of the Stone Age para os shows do Sul no final de semana. Para o nosso gosto, foram os primeiros grandes concertos deste ano de grandes concertos. Os poploaders Fernando Scoczynski Filho em Curitiba e Afonso de Lima em Porto Alegre reportam o que acharam das performances de Dave e Josh e amigos do barulho, depois de passarem por Rio e SP.

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* FF + QOTSA em CURITIBA
por Fernando Scoczynski Filho

As histórias do Foo Fighters e do Queens of the Stone Age no Brasil têm bastante em comum. Ambas as bandas estrearam por aqui no Rock In Rio 3, em 2001, e ficaram sumidas até a década seguinte, quando alguns shows pela América do Sul começaram a pipocar. Ao final dessa turnê conjunta que os grupos fizeram agora, cada um completou exatamente 11 shows aqui. O Foo Fighters de Dave Grohl, geralmente como atração principal; o Queens de Josh Homme, geralmente como secundária. No quarto show da turnê conjunta que estão fazendo, este de Curitiba, foi a vez de ambas tocarem pela primeira vez na capital paranaense, na Pedreira Paulo Leminski. E, salvo algumas surpresas, foi bem o que era esperado.

Após um curtíssimo show de abertura da competente banda brasileira Ego Kill Talent, o QOTSA subiu ao palco pontualmente, abrindo com “My God Is the Sun”. Logo emendando as ótimas “Burn the Witch” e “In My Head”, já estava óbvio qual seria o conteúdo do show: um setlist coeso, um “greatest hits” sem raridades ou grandes surpresas, algumas músicas do último disco, e tudo muito bem executado. E foi isso que Curitiba recebeu, durante aproximadamente 80 minutos. Dentre as 17 músicas tocadas (uma a mais que em SP), foram representados todos os discos de sua carreira – com exceção do primeiro, infelizmente.

O que sempre agrada num show do Queens é a precisão brutal com que as músicas foram tocadas: com o mesmo line-up desde 2013, a banda está impecável. E até mesmo as batidas “Little Sister” ou “No One Knows” merecem uma audição ao vivo em seu estado atual. Do material novo, todas as quatro faixas apresentadas foram bem recebidas, e fizeram perfeito sentido dentro do setlist. Uma agradável surpresa foi ver que Josh Homme estava muito mais animado e dançante do que o comum, deixando o show mais interessante que o que foi visto no Rock In Rio 2015. Mesmo com o setlist protocolar, e sem a chance de superar os lendários shows solo de 2014, QOTSA se fez uma excelente banda de “apoio” que poderia facilmente roubar o trono da atração principal – como já é costume para eles.

Se o Queens foi previsível pela sua falta de tempo para tocar, o FF foi previsível justamente pelo oposto: duas horas e meia de show permitem a Dave Grohl ir longe demais algumas vezes. Isso tem seus pontos positivos e negativos. Por um lado, a maioria da plateia vai ouvir todas as músicas que quer (e mais outras várias), e ninguém vai sair de lá reclamando de um show curto. Por outro lado, várias das músicas são esticadas por meio de jam sessions intermináveis e interações com o público que duram um pouco mais do que deveriam.

Pelo que conheço da fanbase do Foo Fighters, uma reclamação comum é que o hit “Monkey Wrench” tende a durar “meia hora” nos shows – obviamente não chega aos 30 minutos, mas parece durar tudo isso. Pois bem, desta vez tocaram a música da maneira mais enxuta possível, só 4 minutos; em contrapartida, decidiram estender quase todas as outras cançõess com jams. Qual é a vantagem de pegar “The Pretender”, “Rope”, e “This Is a Call”, que são boas por si só, e deixá-las com quase 10 minutos de duração? É uma antítese ao tipo de rock que a banda faz, e dificilmente vem de uma forma que acrescenta positivamente à música. Uma exceção talvez seja “Breakout”, que teve o bonito (mas manjado) momento em que a plateia acendeu as lanternas de seus celulares.

Em meio a tantas músicas excessivamente longas, o meio do show, que teve as apresentações de membros da banda e alguns covers, acabou sendo a parte mais descontraída da noite. Sim, “Under Pressure” do Queen está rolando em toda cidade, e qualquer pessoa que abriu o setlist.fm sabe disso, mas a performance da música pelo FF ainda tem um charme próprio e cativante. E, inesperadamente, houve o debut de uma nova cover: o tecladista Rami Jaffee tocou “Imagine” de John Lennon enquanto Grohl cantava a letra de “Jump”, do Van Halen. Foi confuso, inusitado, e engraçado. Vai aparecer em todos os shows daqui em diante, mas Curitiba teve o privilégio de ver em primeira mão.

No fim das contas, foi um show ótimo, apesar de cansativo. Não houve a necessidade de seguir a promessa que Dave fez a certo ponto da apresentação, de “tocar músicas de todos os discos da banda”, já que não houve nada do (fraco) “Sonic Highways”, e não há do que reclamar. Quase todas as 19 músicas autorais tocadas foram excelentes, e mereciam estar ali. Foi uma noite de shows memoráveis e contrastantes. Curitiba agradece.

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* FF + QOTSA em PORTO ALEGRE
por Afonso de Lima

A noite de 4 de março foi marcada pelo retorno a Porto Alegre de duas das principais bandas de rock da atualidade, os medalhões Foo Fighters e Queens of the Stone Age. Com apresentações que chegaram a bater quase quatro horas de guitarras no último volume, pode-se dizer que a trinca de shows completada pelos brasileiros do Ego Kill Talent foi uma verdadeira prova de resistência, tanto para os fãs como para o gênero que carregam como emblema.

O final de tarde portoalegrense foi presenteado por São Pedro com um banho de chuva forte e granizo, o que fez com que o primeiro show de abertura, dos meio gaúchos, meio paulistas Ego Kill Talent, acabasse em uma cachoeira de água que não tinha fim. Fotógrafos com equipamento ensopado, público correndo da frente do palco para se proteger e um amontoado de fãs ensaiando algum tipo de movimentação agitaram o ambiente para receber Josh Homme e sua trupe.

Logo depois da chuvarada que inundou meio Beira Rio, o Queens of the Stone Age subiu ao palco com seu hit “My God Is the Sun”, seguido de “Burn the Witch”, do seu último álbum, “Villains”. Com um clima mais ameno e o sol se pondo, Josh comandou o show de retorno da banda a Porto Alegre depois de quatro anos. Na apresentação passada, de 2014, eles conseguiram colocar quase 6 mil pessoas em uma das maiores casas da cidade, com filas que dobravam o quarteirão. Em 2018, não foi muito diferente, não.

O fato de estarem abrindo para o Foo Fighters não intimidou o setlist e nem a potência do show. Som alto, mais de uma hora e meia de apresentação, muito diálogo de Homme com o público e hits que conseguiram deixar qualquer fã de Queens satisfeito com o altíssimo preço pago pelo ingresso (algumas entradas chegavam aos R$ 600). Com uma sequência de “You Think I Ain’t Worth a Dollar, but I Feel Like a Millionaire”, “No One Knows” e “A Song for the Dead”, a banda se despediu do palco e, junto com eles, uma parcela considerável de fãs em frente à grade também.

Com a debandada de seguidores do Queens, o público se preparava para receber a volta do Foo Fighters. E, ah, sabe aquela prova de resistência? Ela começou na chuva, mas continuou aqui. Dave Grohl subiu ao palco ligado no 220 e gritando bem alto “Vocês sabem o que viemos fazer aqui? Viemos trazer rock and roll para vocês”. Então, foi bem isso que o aconteceu: um bom e longo, mas longo mesmo, show de rock.

O setlist que incluiu retalhos de todas as fases da banda durou quase três horas e foi intercalado entre hits, baladas, diálogos do showman Dave e covers já esperados em versões bem alternativas. Exemplo foi o cover de “Under Pressure”, do Queen, cantada pelo baterista Taylor Hawkins. Depois de executar um solo de bateria de quase 10 minutos de duração, erguido em uma plataforma a mais de 4 metros de altura, desceu tranquilamente do seu posto para pegar o microfone e fazer nosso amigo Mercury ressuscitar por alguns poucos minutos.

Passadas as 19 músicas, incluindo um bem bolado de clássicos coverizados como “Imagine”, “Jump”, “Blitzkrieg Bop” e “Love of My Life”, além de uma versão estendida de “Best of You” (praticamente de uns dez minutos), a banda saiu do palco, deixou os fãs tomaram fôlego e voltou com mais três, incluindo o hit “Everlong” e a clássica promessa de que vão voltar, segundo Dave, com o Queens na garupa mais uma vez.

Nada novo sob o sol. Com três shows em um Beira Rio quase lotado, para mais de 30 mil pessoas segundo divulgado, Ego Kill Talent, Queens e Foo Fighters conseguiram criar uma bela noite de rock, daquelas que não necessariamente trazem nada de novo, mas que sempre são divertidas de assistir e participar. São apresentações de bandas que cumprem seu papel, mantendo a veia mais pura do rock intacta e inabalável… Pelo menos no caso das duas gigantes bandas internacionais que nos visitaram, que isso seja eterno enquanto dure.

** A foto que abre o post, de Dave Grohl em ação em Curitiba, é de Fernando Scoczynski Filho. A imagem de Josh Homme, do show do Queens of the Stone Age em Porto Alegre, é de Martina Josefiaki. A que ilustra a home da Popload e chama para este post é de autoria de Yasmin Abud Cunha.

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Com quase quatro horas de shows, Foo Fighters e Queens of the Stone Age promovem um “Rock in Rio” no Maracanã. Agora é SP

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foo_daveFotos: Marcos Hermes / Divulgação

Em uma época que o rock está cada vez mais distante de ser o “estilo da moda”, poucos grupos têm conseguido manter o espírito de “banda de estádio” e, acima de tudo, se vangloriar por isso. É o caso do Foo Fighters.

A armada liderada por Dave Grohl abriu na noite de ontem, em um Maracanã reconfigurado, sua turnê conjunta com outro peso pesado do rock, o Queens of the Stone Age, o primeiro de uma série de cinco shows que ainda passarão por São Paulo (nesta terça e quarta, 27 e 28 de fevereiro), Curitiba e Porto Alegre no final de semana.

O “reconfigurado” para o Maracanã explica-se. O anel superior do estádio foi fechado em sua quase totalidade, 2/3 para ser mais preciso. Fãs que compraram ingressos para este setor foram realocados para a arquibancada inferior, o que acabou sendo bom para quem queria ver Grohl e Homme mais de perto. Estima-se que o público, de acordo com a organização, passou das 30 mil pessoas.

A pista estava cheia e viu o Queens of the Stone Age tocar por quase 80 minutos. Com som bom para uma “banda de abertura” e palco dark/intimista, Josh tentou ser simpático mais de uma vez, talvez ainda na tentativa de limpar sua barra um tanto arranhada após agredir uma fotógrafa no fim do ano passado. Foi de poucas palavras, mas tentou ficar mais perto do público enquanto sua banda despejava hits e canções de “Villains”, seu último disco.

Em certo momento, o vocalista do QOTSA disse que é preciso se fazer o que quer, na hora que quer. E que o futuro é agora, só depende de cada. Um tanto genérico ao mesmo tempo enigmático, mas ele realmente parece acreditar no que diz.

A banda de Homme abriu a apresentação com a espetacular trinca formada por “If I Had a Tail”, “Smooth Sailing” e “My God Is the Sun”. Depois, mesclou hinos de sua carreira como “No One Knows” e “Little Sister” com sons mais novos, tipo “The Way You Used to Do” e “The Evil Has Landed”. No total, 16 canções que, se não formam um show completo, também não deixa com cara de show de abertura. Quem está indo nos shows só pelo QOTSA vai conseguir se divertir.

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O grupo liderado por Dave Grohl volta ao Brasil para mostrar seu novo álbum, “Concrete and Gold”, lançado no ano passado. Mas são os hinos das antigas que marcam o início do show, provavelmente no intuito de passear por uma zona de conforto e agradar velhos e novos fãs. Em uma breve “pesquisa” feita pelo vocalista no palco, ele constatou que metade do público era de “turma das antigas”, metade estava chegando agora.

Talvez se baseando nisso, o FF tocou os dois últimos singles – “Run” e “The Sky Is a Neighbourhood” em meio a petardos como “All My Life”, “Learn To Fly” e “The Pretender” nos primeiros e alucinantes 25 minutos de show.

O som do grupo de Dave Grohl anda redondinho e a voz dele no lugar. Há espaço (e muito) para as chinfras usuais de um show do Foo Fighters, como jams longas, apresentação dos integrantes acompanhadas por gracinhas sonoras que culminam nas covers de “Under My Wheels” (Alice Cooper), “Another One Bites the Dust”, “Love of My Life” e “Under Pressure” (Queen) e “Blitzkrieg Bop” (Ramones), esta última iniciada pelo sempre gênio Pat Smear, ex-Nirvana da derradeira fase.

Voltando ao tal espírito de arena. O palco, em comparação à última visita deles ao país, está mais simples e até mais bonito e limpo. Dave por diversas vezes quis enfatizar que ali estava acontecendo um verdadeiro show de rock. Taylor, sempre bastante participativo, disse que ali estava acontecendo de fato o “Rock In Rio”.

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O show, que durou exatas duas horas e meia, teve apenas um intervalo. Na volta, foram três canções: “This Is a Call”, “Let There Be Rock” (AC/DC) e, por último, o hit “Everlong”.

A dobradinha de quase quatro horas do Foo Fighters & Queens of the Stone Age pode não ter lotado o Maracanã como outros ritmos da moda. Mas mostrou que resistir é preciso.


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Vai treinando. Queens of The Stone Age espalha raridades em suas mais recentes apresentações. Domingo é no Rio

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* Bom, vai começar a maratona louca de mil shows lokos no Brasil. Domingo, no Rio de Janeiro, o Maracanã recebe dois pesos pesados da música independente kind-of, os almighties Foo Fighters e Queens of the Stone Age. Vamos focar na banda do Josh Homme, por agora.

No início deste ano, o Queens of the Stone Age fez seus primeiros shows desde que ocorreu “aquele incidente” entre o vocal guitarrista Josh Homme e uma fotógrafa, em dezembro do ano passado.

Durante as oito datas da atual miniturnê pelos EUA e Canadá, a banda californiana mostrou uma variedade surpreendente nos seus setlists, com algumas raridades que não apareciam há tempos em shows.

Isso pode ser um bom indicador para nós, brasileiros, já que a banda fará cinco apresentações por aqui logo mais (depois do Rio no domingo, as bandas brothers tocam em SP nos dias 27 e 28, Curitiba 2/3 e POA no dia 4). Imaginamos que o QOTSA tocará por apenas uma hora e pouquinho em cada cidade, já que é uma “banda de abertura”. Mas já dá para criar esperanças de ver algumas dessas músicas aqui.

Tipo as deste final de semana, na Califórnia, quando a banda mandou uma cover do clássico “Goodbye Yellow Brick Road” do Elton John (com o produtor inglês Mark Ronson no piano), e outra das raridades no mesmo concerto.

Destacamos, abaixo, SETE vídeos dessas performances raras recentes: “How to Handle a Rope” e “You Can’t Quit Me, Baby”, ambas sumidas desde 2011; “Everybody Knows That You’re Insane”, que não aparecia desde 2005 (!); “Tangled Up in Plaid” e “A Song for the Deaf”, tocadas pela última vez em 2013, e a deste final de semana, “Broken Box”, que não aparecia ao vivo desde 2006 e foi tocada agora na Califórnia, ainda com o Ronson. E, claro, eles fazendo Elton John.

Uma publicação compartilhada por @lairy_girl em

** As imagens deste post são do fotógrafo americano Drew A. Kelley, usadas no jornal californiano “Daily Breeze”.

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