Em racist sexist boy:

As Linda Lindas estreiam na TV americana lembrando o garoto sexista/racista

>>

Captura de Tela 2021-06-07 às 5.03.07 PM

* A gente já relatou por aqui o fenômeno das meninas da banda The Linda Lindas, de Los Angeles. Primeiro em algumas notas quando elas estrelaram o filme “Moxie!” e em um post sobre o viral de uma apresentação delas em uma livraria de Los Angeles.

O grupo punk latino-asiático formado por Lucia (14 anos), Eloise (13), Mila (10) e Bela (16), que agora assinou com a Epitaph e deu entrevistas extensas para publicações como a super indie Pitchfork e o jornalão inglês Guardian, chegou à televisão norte-americana.

Foi a estreia delas na TV, mais especificamente via late show do Jimmy Kimmel, um dos maiores do gênero “programa de entrevistas de fim de noite” por lá. Como você já deve saber, um ótimo trampolim para um estouro real. Logo mais elas vão estar no “Saturday Night Live”. Talvez não porque é ao vivo muito tarde, então não pela idade deve ser proibido.

Enfim, de olho no sucesso viral das meninas, Jimmy pediu que elas contassem mais uma vez a história de racismo que a baterista da banda, a Mila, sofreu e que foi a inspiração para o petardo “Racist, Sexist Boy”, a música da apresentação da livraria que correu mundo.

A ascensão das meninas já gera até polêmicas vazias, por conta do pai de Mila e Lucia ser Carlos de la Garza, um engenheiro de som de diversas bandas, como Paramore, Best Coast e Bad Religion. Qual seria o problema? Até parece que as pessoas se criam e fazem música em ambientes isolados do resto do mundo. Se elas apressaram o reconhecimento por conta do pai, massa. Já o talento delas nada tem a ver com isso. Esse tipo de desconfiança com certeza não seria problema em um grupo de meninos. Acho que dá até assunto para mais uma música nervosa delas essa conversa.

>>