Em rakta:

CENA – Festival no Centro Cultural convoca o indie nacional a São Paulo para movimentar julho quase inteiro

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* Na órbita do tal Dia do Rock, agora em julho, o Centro Cultural SP faz maior e melhor organizando, por todo o mês e não em um só dia, o Centro do Rock, um festival elencando destacada parte da produção nova e mais antiga do indie nacional, e botando para tocar na Vergueiro nomes como Boogarins, Garage Fuzz, Ventre, E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante, Rakta, Maglore, o às vezes ressuscitado MQN e a solvência do Jonnata Doll, entre outros.

É isso mas não é só isso. O Centro do Rock, além dos shows normais e os “shows especiais” (já falo), virá ainda com uma programação robusta de debates e cinema. E terá o graaaaande jornalista musical Ricardo Alexandre fazendo o chamado “Concertos de Discos”, contando a história do rock brasileiro através de álbuns marcantes em audições comentadas.

Uma espécie de Apple Music Festival, evento inglês que espalha pela casa de shows Roundhouse, em Londres, durante um mês, uma forte programação de shows num mesmo lugar, o Centro do Rock ocupa de 11 a 30 de julho a tradicional sala Adoniran Barbosa, palco de shows (quase) 360 graus que existe desde os anos 80 e no qual o público praticamente “abraça” as bandas que tocam, pela proximidade e a disposição espacial deste “underground” do Centro Cultural SP. Na Adoniran Barbosa cabem 631 pessoas.

rakta

A parte de shows começa no dia 11, uma terçq-feira, às 21h e gratuito, com a Test Big Band, a banda do duo Test (João e Barata) na versão gigantesca, um já patrimônio da cena experimental brasileira que existe há quase oito anos e contabiliza 400 apresentações ao vivo.

Até o encerramento do festival, com a presença ao vivo da performática banda cearense Jonnata Doll e os Garotos Solventes, em 30 de julho, alguns dos destaques especiais da programação são:
– o impressionante grupo paulistano de mulheres Rakta (foto acima) e um dos últimos shows de sua formação original, porque mudanças vêm aí.
– Boogarins (imagem abaixo) fazendo pela primeira vez no país a performance ao vivo do recém-lançado álbum “Lá Vem a Morte”, com abertura do conterrâneo de outra geração, o grande MQN, do agitador Fabrício Nobre.
– O concerto conjunto de duas bandas-destaque do indie brasileiro atual: o paulistano E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante e a carioca Ventre.
– O cantor Thiago Pethit fazendo o show do disco “Horses”, álbum clássico da roqueira americana Patti Smith.

Tem muito mais.

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** Confira a programação completa do Centro do Rock, mais os debates, o Concertos de Discos e o Cinema:

os shows

Test Big Band
11 de julho
21h
Entrada Franca
 
Rakta
12 de julho
21h
Ingressos: R$ 20
 
Thiago Pethit toca Horses, de Patti Smith
13 de julho
21h
Ingressos: R$ 25
 
Maglore
14 de julho
Sala Adoniran Barbosa
19h
Ingressos: R$ 25
 
Garage Fuzz
15 de julho
19h
Ingressos: R$ 25
 
E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante + Ventre
16 de julho
18h
Ingressos: R$ 25
 
The Baggios
20 de julho
21h
Ingressos: R$ 25
 
“Meu Reino Não É Desse Mundo” / Thiago Nassif / Lucas Pires com Hot On n’Aldeia Global
22 de julho
19h
Ingressos: R$ 25
 
Boogarins / MQN
23 de julho
18h
Ingressos: R$ 25
 
Vermes do Limbo + Bernardo Pacheco / Deaf Kids
27 de julho
21h
Ingressos: R$ 25
 
Labirinto
29 de julho
19h
Ingressos: R$ 25
 
Jonnata Doll e os Garotos Solventes
30 de julho
18h
Ingressos: R$ 15

os debates

– Mulheres no Rock
12 de julho
Mediação: Claudia Assef
Participantes: Taciana Barros (Gang 90 e Pequeno Cidadão), Sandra Coutinho (Mercenárias), Carla Boregas e Paula Rebellato (Ratka)
Sala Adoniran Barbosa
19h
Entrada Franca
 
Letra de Rock É Poesia?
13 de julho
Mediação: Alexandre Matias
Participantes: Fernanda D’Umbra (Patti Smith), Fabrício Corsaletti (Bob Dylan) e Daniel Benevides (Leonard Cohen)
Sala Adoniran Barbosa
19h
Entrada Franca
 
O Rock Errou Mas Eu Juro Que Não Fui Eu
30 de julho
Mediação: Cadão Volpato
Participantes: Lúcio Ribeiro, Fabio Massari e Alex Antunes
Sala Adoniran Barbosa
19h
Entrada Franca

os Concertos de Discos

 
A história do rock brasileiro, com Ricardo Alexandre
Datas: 8, 15, 22 e 29 de julho
Discoteca Oneyda Alvarenga
15h30
Entrada Franca

o cinema

Mostra Gerações Rock’n Roll, focando filmes e documentários que marcam várias décadas de rock nas telas, desde o rockabilly dos anos 50 até o indie rock dos 2000.

– 11 de julho
15h JOHNNY & JUNE
17h45 JUVENTUDE TRANSVIADA
20h LOUCURAS DE VERÃO

– 12 de julho
15h CONTROLE: A HISTÓRIA DE IAN CURTIS
17h30 VELVET GOLDMINE
20h ROCK’N ROLL HIGH SCHOOL

– 13 de julho
15h DE VOLTA PARA O FUTURO
17h30 ISTO É SPINAL TAP
19h10 A FESTA NUNCA TERMINA

– 14 de julho
15h EDEN
17h30 QUANTO MAIS IDIOTA MELHOR
19h30 HEDWIG: ROCK, AMOR E TRAIÇÃO

– 15 de julho
15h SCOTT PILGRIM CONTRA O MUNDO
17h EDEN
19h30 FRANK

– 16 de julho
15h FRANK

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CENA – Bananada 7 de 7 – Mano Brown, Karol Conka, Far From Alaska, Rakta, Teto Preto, Tulipa Ruiz…

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* Popload em Goiânia. Para acabar esse Bananada sem fim…

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Crossover de coisas, ideias, pessoas, nunca pensei que num mesmo festival indie pudesse ter, sei lá, Black Drawing Chalks e Mano Brown. Quase num mesmo horário, estar tocando a banda indie shoegaze sorocabana Wry num palco e a rapper paranaense Karol Conka em um outro. Assim foi o Bananada de domingo, dia 14, encerrando uma semana cabulosa de som bom, lugares incríveis, gente bacana, tudo certo.

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Abaixo, um dos melhores momentos do Bananada 2017 em sua noite final. Com vídeo de galera e fotos incríveis do Ariel Martini, parte integrande do não menos incrível I Hate Flash

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Mulherada power. Acima, a possante Angela Carneosso em show fora do normal do Teto Preto, a banda-festa. Abaixo, as garotas do feroz Far From Alaska, bandaça internacional do Rio Grande do Norte, momentos antes de entrarem em ação no Bananada 2017

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Mano Brown, dos Racionais, em show do seu outro projeto, o groovie Boogie Naipe, a grande atração de domingo no festival goiano

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A bombada rapper Karol Conka em dois momentos no Bananada 2017

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Três entidades do rock brasileiro reunidas no Bananada, acima o show conjunto dos goianos do Black Drawing Chalks com os Hellbenders; abaixo, Chuck Hipolitho arrebentando a bateria do Forgotten Boys, de SP

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Tulipa Ruiz recebe Liniker em sua apresentação no Bananada 2017

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Acima, Paula Rebellato comanda os teclados do assombroso grupo pós-pós-punk feminino Rakta, de SP; abaixo, momento da banda goiana Brvnks no palco-casa-do-mancha do Bananada 2017

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E fim…

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CENA – Bananada 2017 rola nesta semana em Goiânia. Popload monta QG no festival

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* Popload em Goiânia, terra de Fabríco Nobre. A partir de hoje e por toda a semana, até domingo, vamos ter a…

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Começa “pequeno” hoje, às 20h, em cinco lugares espalhados por Goiânia, Centro Oeste do Brasilzão, o 19º festival Bananada, um dos mais importantes festivais independentes do Brasil em uma de suas mais importantes edições. Até domingo, a cidade, prosaicamente conhecida como a terra do sertanejo, vai ser inundada por rock, eletrônico e nova-MPB e hip hop dos bons, até soul e funk, conduzidos por um line-up de respeito que terá do clássico Os Mutantes até os sanguinhos novos Rakta e Plutão Já Foi Planeta, de Selvagem a Barro, de Mano Brown e Karol Conka a Ventre e FingerFingerrr. Céu, Liniker, Hierofante Púrpura, Luiza Lian e Terno Rei. Maria Gadú, JP Cardoso, DJ Patife, Tulipa Ruiz, Far from Alaska e Forgotten Boys. Tem a esquadra goiana jogando em casa: Boogarins, Carne Doce, Black Drawing Chalks, Brvnks, Hellbenders e Overfuzz. E tem muito mais.

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As principais atrações farão suas performances em palcos espalhados no epicentro do festival, o suntuoso Centro Cultural Oscar Niemeyer.

A programação desta noite de estreia do Bananada está assim disposta:

Captura de Tela 2017-05-08 às 6.01.32 PM

Além da música, o Bananada montou programação que inclui artes visuais, ação de moda, cultura urbana (encontro de skate e tattoo) e um circuito gastronômico (Goiânia Rock City) que já está em sua quinta edição e conta com 30 espaços gastronômicos alimentando os locais e os visitantes que vieram à cidade para o Bananada.

A Popload já está instalada no centro nervoso da inteligência do Bananada, no espaço cultural Centopéia, em Goiânia, para cobrir o festival. E a batelada de shows começa daqui a pouco.

Ingressos para o Bananada, que vai crescer dia-a-dia no número de shows e tamanho das atrações, são encontrados no site do festival, que ainda traz todas as informações sobre esta 19ª edição. Acompanhe o Bananada pelo Instagram do festival.

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CENA – Festival Novas Frequências segue esquisito, estranho, instigante, curioso. E teve o Rakta ontem

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* O evento mais vanguarda da CENA brasileira, o Festival Novas Frequências, segue por esta semana espalhando sonzeira “à esquerda” da música independente pelo Rio de Janeiro, com sua sexta edição. O festival, capitaneado por Chico Dub e Tathiana Lopes, que começou sábado e vai até quinta, 8, segue hoje com um combo de shows, performances, festas, “caminhadas sonoras”, instalações, peças e uma inédita rodada de negócios que articula conversas várias com 16 festivais do mundo na linha do Novas Frequências.

A programação completa de hoje e do restante do evento desta semana está aqui.

Os dois primeiros dias do festival contaram com duas performances especiais. A primeira, no sábado, no Galpão Gamboa, no bombado centro do Rio, foi a da veterana banda de art rock californiana Xiu Xiu, bastante conhecida nos subsolos da música independente, que mistura, sei lá, pós-punk, música clássica e techno.

Captura de Tela 2016-12-05 às 1.49.13 PM

Ontem, no mesmo Galpão, e seguindo a vocação 2016 de dar bastante destaque às guitarras, o Novas Frequências botou para tocar o incrível trio feminino paulistano Rakta (foto acima), retrovanguarda hipnótica e algo tribal que produz um som nada convencional que em algum lugar sintoniza com Spacemen 3, Cocteau Twins e Siouxsie. Anos 80 ou anos 2020. O futuro, se a gente tomar como referência este 2016 bizarro, tende a ser artisticamente psycho. E o trio de SP certamente poderá fornecer sua trilha sonora.

O Rakta, que já engatou estrada internacional (lançou em junho/julho seu mais recente disco, “III LP”, pela gravadora Iron Lung, de Seattle, e fez turnê norte-americana e japonesa agora em 2016), é formado por Paula Rebellato (voz e teclado), Carla Boregas (baixo) e Nathalia Viccari (bateria).

Teve ainda shows pelo Nordeste, incluindo apresentação elogiadíssima no festival pernambucano No Ar Coquetel Molotov.

Daí o Rakta tocou ontem à noite no Novas Frequências. E finalmente chega a sua terra, São Paulo, para mostrar ao vivo seu disco novo. A banda se apresenta na comedoria do Sesc Belenzinho na sexta-feira, dia 9. O evento no Facebook está aqui.

Do Rio, desta noite de domingo, espalhamos pelo post algumas fotos e trechos em vídeo do concerto das meninas do Rakta. Popload tingida de vermelho.

#rakta

Um vídeo publicado por Elvis Almeida (@elvis.karma.kvk) em

Captura de Tela 2016-12-05 às 1.51.56 PM

Steve Shelley, Tatsuya Toshida, Hellhammer e agora a Nathalia Viccari. 2016 foi tipo o ano de ver bateristas monstros #rakta

Um vídeo publicado por Vinícius Damazio (@vinidamazio) em

* A primeira foto do post é do insta do @allan10almeida. A do meio dos vídeos, do @gguedes. Na home, a usada foi do @brpettinelli.

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