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Ray-Ban embarca no Popload Festival apresentando sua collab exclusiva com a DJ russa Nina Kraviz!

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A três semanas do festival, começamos a receber as (boas) notícias do que iremos encontrar pelo Memorial no dia 15 de novembro, além dos show incríveis, é claro. Uma delas é que a Ray-Ban estará presente no evento com uma série de ativações e com a apresentação da collab produzida em parceria com a DJ russa Nina Kraviz!

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Não é preciso ir muito longe para achar a conexão profunda que Ray-Ban tem com a música. Bob Dylan raramente era visto sem o seu Ray-Ban Wayfarer nos anos 60, Ray Charles idem. O legado musical da marca foi reafirmado pelo Ray-Ban Wayfarer usado pela dupla de blues Blues Brothers no início dos anos 80, entre tantas bandas e músicos ao redor do mundo nas décadas seguintes.

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Dando continuidade a Ray-Ban Studios, plataforma criativa que celebra a música como uma demonstração de individualidade, a Ray-Ban vai instalar no festival um espaço interativo dedicado a apresentar o projeto, o conceito e, principalmente, mostrar em primeira mão os óculos criados em parceria com a DJ Nina Kraviz. Ela é a segunda artista escolhida para assinar uma coleção exclusiva em parceria com a plataforma, limitada a 300 peças no mundo. Lançada no Brasil em 12 de agosto com exclusividade no site oficial, Ray-Ban.com, a collab chega logo mais também no Popload Festival, onde a marca estará vendendo as peças da coleção. Serão apenas 30 unidades ao todo disponíveis no Brasil! CORRAM!

A ativação também contará com espaço dedicado para um DJ Workshop! Você vai conhecer os conceitos básicos de mixagem, construir uma playlist, testar suas habilidades na picape e agitar o festival, além de ganhar um headphone exclusivo da marca.

Let the show begin. Get ready for the beat!

Blaze-se: festa em São Paulo reuniu shows de Tropkillaz, Jaloo e som da Selvagem

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* No último sábado, num dos topos de prédio mais significativos de uma cidade como São Paulo, aconteceu nas alturas a festa #BlazeYourself, promovida pela marca de óculos Ray-Ban para promover sua última (re)invenção: o resgate da antiga linha Blaze, agora modernizada, que ganha novas lentes flats coloridas em cima de seu famoso design e traz no conceito a celebração da liberdade de expressão e identidade, livre de regras e códigos.

No Rooftop5, alto do Instituto Tomie Ohtake, a #BlazeYourself reuniu, com entrada gratuita, um elenco de atrações que reuniu o músico paranaense Jaloo, o duo de DJs e produtores Tropkillaz e a dupla festeira da Selvagem.

A Popload esteve lá conferindo os shows, a festa e o visual da cidade e do Blaze. E traz vídeos das performances de Jaloo e Tropkillaz. Na foto que abre o post, acima, Trepanado, 1/2 Selvagem, embalando a pista.

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Jaloo, Tropkillaz e Selvagem comandam festa do Blaze em SP. Músico paraense fala à Popload

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* Neste 2017 de muitos shows e eventos musicais, que insiste em não acabar, há tempo ainda para uma festa responsa em São Paulo, em lugar incrível, atrações idem e uma causa para amarrar tudo. Neste sábado, 25 de novembro, acontece a #BlazeYourself, festa da marca de óculos Ray-Ban, que escala Jaloo, Tropkillaz e a discotecagem campeã da Selvagem para embalar o resgate da famosa linha Blaze, reinvenção para os dias atuais dos modelos lendários da marca, que ganham novas lentes flats coloridas em cima de seu design instigante e traz no conceito a celebração da liberdade de expressão e identidade, livre de regras e códigos.

O evento será no Rooftop5, em São Paulo, que fica no topo do Instituto Tomie Ohtake. E além das atrações divulgadas contará com outras surpresas na programação. A entrada é gratuita, mas já está esgotada. Foi via inscrição no site oficial da festa.

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A #BlazeYourself terá sete horas seguidas de música. Quem começa a parada, às 17h, são os DJs Millos Kaiser e Trepanado, da Selvagem, há seis anos uma das principais festas de São Paulo. O bombado Tropkillaz, formado pelos DJs e produtores André Laudz e Zegon (foto acima), encerram a balada tocando seu mix de hip hop, funk e electro com sabor latino.

Na meiuca da festa, com previsão de subida ao palco às 20h, quem comanda a #BlazeYourself é o músico paraense Jaloo, que ganhou grande destaque no indie nacional nos últimos anos expandindo ainda mais as possibilidades do tecnobrega, em direção ao dance, ao pop, ao eletrônico. Pensando local, agindo global.

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Jaloo conversou com a Popload ontem, sobre seu momento e as expectativas de chegada de seu segundo disco, o sucessor de “#1”, lançado em 2015.

“Primeiro vou acabar este ano fechando o primeiro ciclo deste meu disco de estreia com um vídeo dedicado ao meu público, meus fãs. Não é exatamente um vídeo de ‘trabalho’ com o intuito de angariar novos fãs, conquistar novos espaços”, diz Jaloo. “No começo de 2018 vai ter um novo single, já apontando para o segundo álbum. Mas por enquanto será surpresa. Gosto de causar surpresas tanto quanto ser surpreendido. Posso dizer que o novo álbum vai ser diferente do primeiro, porque eu necessito de coisas diferentes. Não consigo ficar no mesmo ponto, repetindo as mesmas fórmulas. Essa mudança minha já aconteceu. Ela só precisa, agora, ser mostrada.”

O Jallo que saiu da região metropolitana de Belém para morar no Sudeste e ganhar a CENA brasileira com mashups, remixes e um álbum de músicas próprias bastante elogiado se acha num momento de vida “diferente”. “Estou mais maduro, com mais pés-no-chão do que antes, mas nem por isso menos sonhador. Tenho muita vontade de fazer muuuuuuitas coisas na música e sempre escolho meus próximos passos trilhando caminhos diferentes do que eu já fiz”, insiste ele, enfatizando que logo mais veremos um “novo Jaloo”.

** O último detalhe sobre a festa da Ray-Ban para a sua linha Blaze é falar da inspiração para a cenografia do evento, que se fará presente em um inusitado jogo de espelhos e luzes, ganhandom o colorido específico dos óculos: azul, rosa, verde, preto e dourado. Bora?

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Desta vez vai: Debbie Harry diz à Popload que “com certeza” tocará no Brasil com o Blondie

* Popload em Nova York

Ela está perto de fazer 69 anos, sua banda tem 40 anos de estrada, mas o gás se mantém impressionante. “Cantar no Coachella com o Arcade Fire, para 80 mil pessoas, para mim foi diversão apenas. Nada demais. E estar lançando um novo álbum a esta altura não quer dizer um recomeço. O Blondie nunca acabou. Nossa história nunca deixou de ser contada. Temos uma turnê mundial planejada, definitivamente vamos para a América do Sul fazer shows. Desta vez iremos certamente ao Brasil. Nunca fomos.”

Debbie Harry conversou ontem com a Popload, em um hotel em Nova York, horas antes de o histórico grupo punk/new wave anos 70 Blondie fazer uma apresentação exclusiva em uma festa da marca de óculos Ray-Ban, que tem sua trajetória muito ligado ao rosto da ex-pinup e ícone de uma geração, por causa de suas famosas fotos. Quase aos 70, ela consegue contratos para ser “garota”-propaganda ainda.

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A conversa inteira com Harry mais Chris Stein, seu fiel parceiro de Blondie, estará aqui em outra ocasião.

O Blondie sairá na semana que vem em turnê mundial, começando num cassino em Atlanta, partindo para a Europa, se apresentando em vários festivais de verão e terminando essa série no fim de agosto na França. A tour latina seria a seguinte, segundo os planos atuais.

Apesar de já ter feito shows duas vezes no Chile e na Argentina (até no Peru), o Blondie nunca tocou no Brasil. “Até hoje não entendo por que nunca fomos”, disse Chris Stein na entrevista. “Estava programado, mas sempre teve um obstáculo qualquer na hora de fechar.”

Sobre o show de ontem, eu esperava algo na linha saudosista. O importante guitarrista Chris Stein é o que mais sente o peso dos anos e dos problemas de saúde grave que sempre carregou. Mas botou um guitarrista e um tecladista bem novos e bons para segurar a onda para ele ficar mais enfeitando o palco que precisamente tocando. O baterista Clem Burke, quase em seus 60, está numa forma, digamos, animal. Espanca a bateria com vontade da primeira à última música. Debbie Harry, bem, ela é a Debbie Harry.

Impressionou também o fato de as músicas estarem coladas umas às outras. Sem muito papo, poucas paradas para tomar água ou outra coisa. É pau um atrás do outro.

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Os velhos hits incríveis e as novas músicas são tocadas quase que intercaladas e não há uma divergência temporal muito gritante que atrapalhe o andamento do show. A cover de Beastie Boys, “(You Gotta) Fight for Your Right (To Party!)”, que o Blondie tocou no começo do ano na Inglaterra, na festa da “NME”, voltou a ser mostrada ontem. Tudo Nova York. Tudo em casa.

Abaixo tem três vídeos de clássicos de ontem: “Rapture”, “Hanging on the Telephone” e “Atomic”, acho que minha música preferida da banda. A iluminação do lugar do show, o galpão de eventos District 1937, a que ficava em cima de Debbie Harry, faz o vídeo parecer que a musa do Blondie é uma pessoa-luz, pode reparar. Debbie atomic. Ontem foi mesmo.

* A POPLOAD está em Nova York a convite da Ray-Ban, marca de óculos italiana que arrebanhou uns jornalistas do mundo todo para lançar, aqui em Nova York, sua nova coleção.

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Popload em Nova York: Blondie, Chet Faker e um par de óculos escuros

Popload em Nova York. Starting spreading the news.

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Hoje tem Lady Gaga aqui no Madison Square Garden. Não, né? Ou sim?
Acho que, na verdade, vou ver a molecada do Howler, na loja de discos Rough Trade, se os planos não mudarem. Tem Howler e Hozier hoje em Manhattan, veja você. Esse Hozier é um artista novo irlandês de soul/blues que a “Time Out” nova-iorquina diz que as coisas estão acontecendo tão rápidas para ele que, quem não correr atrás dos ingressos para o show desta noite, viverá o risco de se arrepender no futuro por não ter estado lá, no começo. Eu, hein…

O distinto Owen Pallett é uma possibilidade para hoje. O talentoso Son Lux, amigo da Lorde e que opera numa inimaginável linha entre o pós-rock e o hip hop underground, também. Esse duo britânico de garagem Royal Blood, que foi falaaaaado no último South by Southwest e que os caras do Arctic Monkeys foram vistos usando a camiseta dele, talvez valesse a passada. A bela cantora Angel Olsen, do vocal de múltiplos alcances certamente valeria só para, no mínimo, ouvi-la cantando “Forgiven/Forgotten”.

Mas, vou dizer, as melhores atrações dessa tal terça-feira besta em Nova York nem estão listadas acima. Uma delas eu conto abaixo. A outra, no próximo post.

1. Chet Faker no Brooklyn: Darling da música eletrônica-indie-soul que tem canções tocadas várias vezes em festas cool no Bar Secreto paulistano, o produtor e performer australiano faz performance hoje em NYC de seu disco de estreia, “Build on Glass”, mais uns outros singles famosos tipo “No Diggity”. Ele se apresenta hoje no Output, no Brooklyn. Ingressos obviamente sold out.

Chet Faker toca de novo no Brooklyn, mas no Music Hall of Williamsburg, no próximo sábado. Neste aparentemente estou dentro, embora as entradas também já eram há muito tempo. Mas, como hoje vou estar perto do local, vai saber se de repente, na hora, sobra o ingresso de alguém na porta e…

* A POPLOAD está em Nova York a convite da Ray-Ban, poderosa marca de óculos italiana, que arrebanhou uns jornalistas do mundo todo para lançar, aqui em Nova York, sua nova coleção, dentro de um projeto chamado District 1937 e com ligação às artes plásticas. A garota-propaganda do lançamento é a “garota” Debbie Harry, 68 anos, da icônica banda Blondie, que nos áureos tempos do punk e new wave já fazia propaganda de graça para a Ray-Ban, imagino, dada às milhões de fotos dela como pin up de óculos escuros. O Blondie, banda da história local, tocará nesse evento da Ray-Ban, que também servirá para a banda comemorar seus 40 anos de estrada. Outro grupo que se apresentará nesse lançamento é o MR MS, duo indie pop também de Nova York que diferentemente do Blondie não tem nem 40 MESES de estrada.