Em rosalia:

POPLOAD FASHION – Nossa analista de moda comenta as roupas dos músicos no MET Gala 2021

>>

* Ontem à noite aconteceu a cerimônia do Met Gala, edição 2021, e por onde quer que se olhou, se ouviu e se leu hoje só se comentou isso. O chamado “bombou nas redes”.

O Met Gala 2021 foi realizado no Metropolitan Museum de Nova York e foi presidido (pensa!) pela Billie Eilish.

O evento, o maior do mundo fashion, é sobre roupas, mesmo. E isso nos foi entregue com garbo e elegância pelos convidados estelares. É um disputado festão anual para arrecadar fundos em benefício do museu. Obviamente, estava cheeeeeio de músicos pop, rappers, até roqueiros da velha guarda. E é aqui que a gente entra.

Para comentar as roupas usadas por Eilish, Lil Nas X, Lorde, Grimes, Rosalia, Pharrell, Olivia Rodrigo e muita galera do nosso mundo, convidamos a especialista em red carpet Mariana Prado (@maricoisa), que sempre brilha nas redes sociais com uma análise exata dos costumes e as inspirações que levam os astros a vestirem essas roupas muito loucas neste distinto evento.

“Eu adoro o anonimato para julgar sem ser cornetada, mas acho que todos devem desenvolver esse senso crítico estético”, afirmou @maricoisa, nossa enviada especial ao fashionismo zoeira.

Vamos lá:

***

Lil Nas X
Na dúvida, vestiu as três fantasias que ele tinha como opção, para escolher uma:
– Príncipe de Nova York
– Cavaleiros do Zoadíaco
– Finalizando com look cirque du soleil

WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.41
WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.42
WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.42-2

***

Billie Eilish

Teve como exigência 20 metros quadrados para acomodar sua tela de mosquiteiro, se protegendo assim dos pernilongos de NY

WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.42-3

***

J.lo e Kim Petras
J.lo, musa do Western, fez par com Kim Petras, que foi de cavalo

WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.43
WhatsApp Image 2021-09-14 at 15.32.51

***

Lorde
Nossa amiga neozelandesa usando uma label chamada Bode, que resume bem o mood dela no Red carpet, não é?

WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.44-2

***

Olivia Rodrigo
Tava muito bem a Olivia, mas a internet brasileira disse que ela pediu o look emprestado para a Andressa Urach.
WhatsApp Image 2021-09-14 at 16.18.57
andressa

***

Frank Ocean
O rapper Frank Ocean homenagem a Palmirinha e seu boneco Guinho.

WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.45

***

Camila Cabello e Shawn Mendes
Camila e seu “par”, naquele espírito príncipe contratado para dançar valsa na festa de 15 anos dela.

WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.44-3

***

ASAP Rocky
Ele aproveitou a oportunidade para apresentar as colchas de patchwork que sua tia está fazendo para vender pra fora.

WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.46

***

Riri, Erykah Badu e Kim Kardashian
O trio deve estar cobrando para assustar eventos por metro quadrado. O Halloween chegou mais cedo.

WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.46-3
WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.45-2
WhatsApp Image 2021-09-14 at 17.11.10

***

Pharrell
Pharrell inspirado pelo grande sucesso das lives de dupla sertaneja no Brasil encomendou o par de looks na Julian Marcuir.

WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.46-4

***

Grimes
Grimes veio pronta para garantir o seu jantar no buffet do Met.

WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.47

***

David Byrne
David byrne veio com look escolhido pela sua avózinha dele. Fofo.

WhatsApp Image 2021-09-14 at 17.28.02

***

Troye Sivan
Troye sivan segue sofrendo os efeitos da máquina de secar em que jogou os looks do VMA e do Met gala. #encolheu

troye

***

Rosalia
A catalã bombada veio homenageando nossa Sula Miranda em potência máxima.

WhatsApp Image 2021-09-14 at 13.59.22-2

***

Megan Thee Stallion
Garantindo a vaga na cota cosplay de algodão doce do evento.

WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.44

***

Teyana Taylor
Sem tempo de acabar o vestido trouxe o tecido na cauda.
(Quantas pessoas tropeçaram nela? Alguém consegue essa informação?)

WhatsApp Image 2021-09-14 at 18.41.56

***

Mary J Blige
Ela mostra pra gente o que fazer quando o vestido não serve mais.

WhatsApp Image 2021-09-14 at 13.59.22

***

Kid Cudi
O rapper foi vestido de Billie Eilish

WhatsApp Image 2021-09-14 at 10.15.47-4

>>

CENA – Giovanna Moraes resgata o sentido de single legal com a boa “Rosalia”, seu novo… single

1 - cenatopo19

* Outra das espertas músicas de seu terceiro álbum, o “III”, lançado em março, “Rosalia”, esse quase-reggae, quase-pop, quase-MPB que triunfa em todas essas vertentes quando somadas, acaba de ser lançada em single rechonchudo.

Aqui cabe um adendo. Giovanna Moraes, a dona da música e do vídeo e da produção de tudo está com a excelente mania de resgatar o incrível conceito de single que era comum até os anos 2000 e foi se perdendo até virar um “mero” lançamento de single-vídeo em plataforma de streaming. Não que ela não faça uso dessa prática. Mas acredita que, quando destaca uma das músicas de seu álbum, inédita ou não, tem mais a oferecer. Como o velho “lado B”, um outtake, uma versão ao vivo, uma transformação qualquer. Além do single em si e do vídeo em si (este uma inspirada versão pandêmica para algo na linha “dancing with myself”).

Rosalia_capa

Mas então temos “Rosalia”, o s-i-n-g-l-e, que traz a versão do álbum mexidinha, com o selo “remasterizada”; temos “Rosalia” demo, rascunhada ao piano, tipo um manking-of da música; e temos “Rrrosalia”, uma faixa-extra que aprofunda escancarando a vocação da canção, que como referido lá em cima é um quase-reggae gostoso. Mas levada ao reggaeton, trazendo uma explicação de quem é a Rosalia, que não é a cantora (“Mas poderia ser. Eu gosto dela”).

Sem falar numa piada interna que é a intro oferecida antes das versões toda de “Rosalia”, que revela sua rotina, a de parar um pouco de criar suas canções para levar a cachorra para passear.

Isto é um single. Tem até capa artsy (imagem acima) trabalhada para além do quadradinho do Spotify. Só faltaram o CDzinho e o vinil de 12 polegadas. Mas calma.

>>

Bad Bunny faz dueto caliente com Rosalía no “Saturday Night Live”

>>

Captura de Tela 2021-02-21 às 5.08.47 PM

* A esperada atração musical do programa “Saturday Night Live”, falada por semanas, não decepcionou. O fenômeno latino Bad Bunny, porto-riquenho, apresentou sábado à noite duas músicas de seu mais recente álbum, “El Último Tour del Mundo”, incluindo uma que teve a companhia de outro estrondoso sucesso de língua espanhola, a cantora catalã Rosalía.

A dupla quente, ou caliente, como preferir, desempenhou a música “La Noche de Anoche”, do jeitinho como está no álbum do rapper cantor. Ainda no “SNL”, Bad Bunny fez performance para “Te Deseo lo Mejor”, outra do disco lançado em novembro (e lembrando que ele soltou dois álbuns em 2020; o primeiro, “YHLQMDLG”, lançado em fevereiro).

bunny

A presença da Rosalía e de suas unhas gigantes na performance de Bad Bunny foi muito especulada, mas ninguém confirmou antes de o programa entrar no ar. E agora estão valorizando tanto que o “SNL” e a gravadora-mãe da obra do artista, a Universal, andam derrubando os vídeos todos do ar, diferentemente do que acontece com os de outras atrações musicais do programa nova-iorquino.

Mas temos um “adaptado” que ainda insiste em ficar no ar. Aqui embaixo.

***

* Bad Bunny, 26 anos, além da apresentação musical, mostrou ainda sua faceta ator em dois sketches divertidos no “Saturday Night Live”. Sem contar que no dueto com Rosalía rolou aquele climinha romântico de uns abraços calientes que quaaaaase acabam em beijo, mas no fim os dois caem na gargalhada.

>>

SEMILOAD – Ok, nós precisamos conversar sobre o momento do pop latino!!

1 - semiload-arte2

* A Billie Eilish fofa soltando um espanhol na nova música em perceria “latina” com a Rosalía foi um pouco demais para a Dorinha Guerra, dona da brilhante newsletter “Semibreve”. Não que ela não tenha gostado, veja bem. Mas a música e a Billie abriram um portal para toda uma análise profunda, necessária e certeira do papel dos latinos na música americana. Ou seria o contrário? Com muro ou sem?

Entonces tómalo textón!!!!

Captura de Tela 2021-01-29 às 1.19.09 PM

Na fração mais pop do nosso mundinho, dois dos grandes lançamentos de hoje – Selena Gomez e Anitta – têm um fator nítido em comum: são em espanhol.

O curioso é que, para além de um tal de feat. entre as duas que vazou na internet outro dia, as artistas não poderiam ser mais diferentes: uma é cantora consolidada mundialmente, voltando de ocasionais pausas que dá na carreira; outra é cantora consolidadíssima no Brasil, que tenta se lançar para o mundo com um marketing frenético. Para ambas, a explicação “sou latina” serviu bem. Por quê?

Uns te dirão que é culpa de “Despacito” e tudo que veio na esteira – Rosalía, J Balvin, Maluma e afins. Outros, muito otimistas, encaram a virada “latina” (que na verdade é um nome pra estadunidense ver, já que tem brasileiro, colombiano, argentino e até espanhol nessa mistura) como uma abertura sorridente do mercado americano para novos horizontes.

A verdade é que não tem nada de espontâneo nisso – um dos fatores para esse sucesso estrondoso da música latina em um nível global é, por exemplo, o fato de que os serviços de streaming chegaram nas populações latinoamericanas com força na última década; em tempos quando os charts são a moeda, esse fator é essencial para tornar as músicas em espanhol um produto bastante vendável.

Além disso, esse reggaeton de agora faz sucesso porque faz sentido musicalmente: se inspira no hip-hop e se aproxima do trap, um dos gêneros mais bombados dos últimos anos; a música latina que explode está longe de ser a tradicional música latina, mas uma versão urban moldada especialmente para o mercado que consome as músicas norteamericanas — tudo com o mesmo ritmo e mesmo arranjo, como Vicente García, do Calle 13, falou para a “Rolling Stone” há uns anos.

Mas existe, sim, algo importante acontecendo: para estadunidense que detesta ter que reconhecer outros continentes, a barreira da língua – uma vez quebrada – abre lugar para outras sonoridades. Foi desse modo que a Rosalía encontrou espaço para experimentar com o flamenco, música tradicional da Espanha, e ainda assim criar um produto sonoro com popularidade mundial. Ainda que ela lance trabalhos muito mais comerciais hoje que no próprio “El Mal Querer”, seu famoso segundo álbum (2018), Rosalía é inegavelmente inventiva. E, principalmente, não abre mão de suas raízes.

Em outra frente, Kali Uchis teve uma trajetória um pouco distinta – teve que entrar na indústria cantando majoritariamente em inglês e com parcerias americanas –, mas pôde lançar “Sin Miedo” no ano passado: um disco lindíssimo, inteiramente em espanhol e que honra a música colombiana, cubana e até o reggaeton de todos. Tudo isso mantendo uma estética própria, inconfundivelmente latina (e inconfundivelmente Kali Uchis).

Talvez seja nesse ponto que a última leva latina não tenha conseguido ser bem-sucedida: Shakira só se vendeu como colombiana mantendo somente parte da sua identidade, enquanto se adequava perfeitamente à loirice estadunidense e mostrava que latino também pode ser branco. J.Lo era mais Jenny from the Block, não Jennifer from Puerto Rico; e Ricky Martin, à la k-pop ao inverso, deixava frases como “La vida loca” soltas em uma música em inglês, perfeita para quem tem casa em Miami. Agora, o processo contrário acontece de forma bastante interessante – são os estadunidenses que vêm aprender com a gente (a gente eu não sei, mas com nossos vizinhos, pelo menos).

É, tem gringo aprendendo a falar espanhol. Não foi só (a nova) Selena que de repente se orgulhou de suas raízes mexicanas e tem vídeo em espanhol no Brasil; nos últimos meses, The Weeknd aprendeu umas frases para cantar com Maluma e até Billie Eilish soltou um autotune em castellano ao lado de Rosalía. É alguma coisa, com certeza – mas ainda não é o bastante.

É importante lembrar que a nova latino/urban music ainda é bastante caricata em sua maioria. Bem digeridinha, para gringo ver. E não nos tira a pulga atrás da orelha: estamos sendo apropriados de novo, sem uma contrapartida humana? Ouvir Selena Gomez impede os americanos de erguer muros com o México? Servimos para consumo, mas servimos para valorização? E, afinal, onde entra o português nessa história, se nossa maior representante habla español?

De repente, ser latinoamericano voltou a ser cool. Será que dura? Enquanto a música abre os olhos para o nosso lado do mundo, a gente pega nosso cafezinho, senta na varanda e espera pra ver no que vai dar.

>>

Top 10 Gringo: Django Django na cabeça, Billy & Rosa quase lá, um tal de Kiwi Jr. e um tal de Paul McCartney. Confira as dez mais internacionais da semana

>>

* Estamos apenas no terceiro Top 10 Gringo, mas já deu para sacar qual é a nossa missão por aqui, não? Toda terça-feira chegamos com uma playlist caprichada que repassa o que tivemos de melhor no tocante (foi mal…) à música pelo mundo naquela semana – menos no Brasil, que “nos debruçamos a analisar” mais detalhadamente toda quarta-feira na já tradicional Top 50 da CENA.

Desta vez a semana esteve movimentada. Lançamentos de alguns nomes gigantes do pop, a reaparição de alguns indies queridos de outrora, algumas novidades que sentimos que passaram meio batidas por aí e umas estranhezas que caíram no nosso gosto e provavelmente vão cair no seu também.

Vamos?

django2

1 – Django Django – “Free from Gravity”
Aumenta a expectativa pelo novo álbum da banda indie dance “escocesa de Londres” Django Django. “Glowing in the Dark” chega aos streamings e vinil no dia 12 de fevereiro, logo mais. “Free from Gravity”, o single, é bacana e ainda tem um vídeo esperto que faz uma crítica à bagunça atual e geral do planeta Terra. Com uma pequena ajuda de gente de fora. Fora do planeta.

2 – Billie Eilish & Rosalía –  “Los Vas a Olvidar”
Na aguardada parceria, Billie Eilish e Rosalía optaram pela ousadia. Ignoraram fãs, mercado e suas expectativas. Chegaram com uma construção delicada, centrada nas vozes, que conduzem praticamente sozinhas a parte melódica da música, enquanto uma melancólica ambientação minimalista costura o restante. Aquelas obras de quem sabe o que está fazendo.

3 – Kiwi jr. – “Tyler”
A Sub Pop, a casa do grunge, não costuma errar muuuito a mão. E é o caso aqui com os canadenses do Kiwi Jr, uma banda indie-inteligente que parece capaz de produzir exatamente o que quer. Enquanto avaliamos melhor “Cooler Returns”, seu segundo álbum, já dá para garantir que “Tyler” é maravilhosa. Parece muito Pavement, mas não se engane. Os caras estão bem longe de só requentar o passado.

4 – Arlo Parks – “Caroline”
A expectativa para sexta-feira, quando teremos acesso ao disco inteiro de estreia da inglesa Arlo Parks, é tanta que resgatou o single de novembro para este ranking. Só para guardar já um bom posto para as novas que nem conhecemos ainda. “Collapsed in Sunbeams”, o álbum, já está estimulando altas resenhas de quem já o escutou. Por singles como este “Caroline”, a gente sempre soube…

5 – Weezer – “All My Favorite Songs”
“Ok Human” é o disco do Weezer que promete pianos e cordas. Pelo primeiro single, essas ideias sonoras mais requintadas não devem afetar o estilo da banda em suas composições. “All My Favorite Songs” rolaria fácil com guitarra, baixo e bateria. Mas vai bem também nessa construção mais, digamos…, sofisticada. Weezer sofisticado, pensa.

6 – Royal Blood – “Typhoons”
O duo Royal Blood reapareceu com novo single, o segundo do próximo disco, de mesmo nome. Depois da música-chiclete que foi o primeiro, “Trouble’s Coming”, lançado em setembro, a dupla reaparece dançante, porém sem abandonar a barulheira habitual. Aprovadíssimo.

7 – Bicep – “Apricots”
A origem do Bicep, formado por Andrew Ferguson e Matthew McBriar, é o blog de música levantado pela dupla chamado “Feel My Bicep”. De pesquisadores do subterrâneo da eletrônica, eles se tornaram autores. Seu segundo álbum, “Isles”, é bem interessante e rico. “Apricots”, que a gente destaca aqui, é viciante.

8 – Ross from Friends – “Burner”
Pela descoberta do Bicep nos levou de volta ao Ross From Friends, o codinome do produtor britânico Felix Clary Weatherall, de música nova. Aquele som eletrônico sofisticado, manja? “Burner” é bem arquitetada a ponto de lembrar um longo DJ set impecável.

9 – Paul McCartney – “Deep Down”
Falsa impressão nossa ou o “McCartney III” passou meio que batido por aí? Pode até não ser dos melhores trabalhos do ex-beatle setentíssimo em carreira solo, mas é mais um bom capítulo da sua linha de aventuras (quase) 100% solitárias – nos outros dois álbuns da linha “McCartney”, Linda deu uma mão, enquanto aqui ele tem uma leve contribuição de seus parceiros de turnê Rusty Anderson e Abe Laboriel Jr. “Deep Down” é deliciosa em seus timbres.

10 – Flohio – “Roundtown”
O hip hop UK vive uma fase e tanto. Dessa cena, Flohio é mais um nome que merecesse destaque. “Roundtown” é tanto um acerto enquanto som quanto uma bela amostra do potencial da rapper em sua versatilidade vocal.  

***

***

* A imagem que ilustra este post é do banda inglesa Django Django.
** Repare na playlist. A gente inclui as 10 mais da semana, mas sempre deixa todas das semanas anteriores. Pensa no panorama que isso vai dar conforme o ano for seguindo…
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

>>