Em royal blood:

POPCAST – O podcast da Popload fala dos dois principais discos lançados na semana. E sobre a situação dos shows

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* No arrrrrrrr o Popcast desta semana. O podcast da Popload faz um giro de assuntos importantes que pautaram nosso mundo indie-pop tupi, a começar dando uma pincelada na situação de shows mundial, sob a luz do adiamento oficial do megafestival brasileiro Lollapalooza Brasil, que foi para março de 2022.

De notícia boa para brasileiro tem os lançamentos gringos de dois discos bem falados: o primeiro da norueguesa Girl in Red e o terceiro do duo garagem britânico Royal Blood.

É no pódio e na análise rápida da cena brasileira que surgem os “conflitos” entre os apresentadores, eu e a gênia Isadora Almeida (@almeidadora). Mas um conflito que exercita bem a complementariedade.

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* No episódio desta semana ainda falamos de “Nó na Orelha”, importante primeiro disco do rapper Criolo, que na verdade é o segundo e acabou de completar 10 anos de idade. Sdd Baixo Augusta.

** O melhor de tudo? A playlist delícia que este episódio gera. Porque complementariedade é isto: ouvir o Popcast e na sequência ouvir a playlist do Popcast.

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*** A foto que ilustra a chamada para este post na home da Popload é do duo Royal Blood.

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Seu final de semana feroz está garantido. Saiu, finalmente, o disco novo cheio do duo Royal Blood

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* Agora sim, os ingleses do Royal Blood estão de volta, agora para valer, real deal, sem ondas de singles, vídeos e sessions. Saiu hoje o aguardadíssimo disco novo, “Typhoons”, o terceiro deles, depois de um intervalo de quatro anos sem novidades de estúdio.

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Com quatro singles do novo álbum (“Trouble’s Coming”, “Typhoons”, “Limbo” e “Boilermaker”), o duo Mike Kerr e Ben Thatcher voltou com tudo, num álbum forte e dançante, que foi em grande parte produzido por eles mesmos, dentro do confinamento. Em “Boilermaker”, música que já era conhecida dos fãs nos shows ao vivo e que agora ganhou versão de estúdio, rolou uma ajudinha do amigo Josh Homme, vocalista do gigante Queens of the Stone Age, com quem já fizeram turnê juntos.

Durante o processo de criação de “Typhoons”, Kerr decidiu abraçar a sobriedade que, segundo ele, era essencial para a continuidade da banda, do seu processo criativo e da vida como um todo. E sem botar pressão a espera valeu a pena, com um disco completamente diferente do que a banda já fez, mas sem de forma alguma perder a energia e pegada que identificam o Royal Blood.

O disco novo, inteirinho, está aqui no YT do duo.

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** Nesta semana de lançamento, a dupla passou pela cool Radio X britânica, e fez uma análise faixa por faixa de “Typhoons”, assim como uma performance em session (pré-gravada) que vocês podem conferir abaixo.

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** E, enquanto os shows ainda não acontecem de fato (na gringa eles estão para voltar logo mais [kkkkries]), nesta semana vamos poder acompanhar mais um pouquinho o power duo no genial Tim’s Listening Party. Como já explicamos aqui, é super simples participar o programinha-fenômeno do grande Tim Burgess (Charlatans): entra no Twitter, segue a banda convidada, segue o Tim, dá o play no disco e vai acompanhando os comentários faixa a faixa em tempo real. O Tim’s Listening Party com o Royal Blood vai rolar na segunda que vem, dia 3 de maio.

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Royal Blood vem com outro single power. Desta vez com Josh Homme envolvido

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* OK, está tipo angustiante a espera pelo novo disco do duo garagem britânico Royal Blood, você já deve ter percebido por aqui. “Typhoons”, o terceiro álbum do baixista guitarreiro Mike Kerr e do baterista Ben Thatcher, sai dia 30 de abril, daqui a pouco.

Mas não dá para reclamar, porque eles têm nos dados bons quitutes enquando o disco não vem, como singles ótimos, vídeos idem, lives bem boas.

A última do Royal Blood é o quarto single, lançado hoje, com vídeo, para a suingada ainda que nervosa “Boilermaker”. A música já era conhecida da galera fã, de shows do duo em 2019. Agora ganhou o banho de estúdio, produzido, veja só, pelo nosso amigo Josh Homme, do Queens of the Stone Age. O vídeo, espertíssimo, é dirigido pelo fera Liam Lynch, da turma do Homme.

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Top 10 Gringo – O “mundo” é do Dry Cleaning. Nem o ótimo Lil Nas X conseguiu impedir. Mas vamos seguir em frente, como diz o Jungle

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* Segue agitado o mundo gringo de novidades musicais. Uma semana que olhamos até para o que tem de mais pop no universo, mas sem esquecer do indie. Inclusive, premiando pela segunda vez seguida nossa banda da vez. É nossa culpa ou deles? E olha que a disputa foi bem apertada. Mas o coração (e a guitarra) falou mais alto.

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1 – Dry Cleaning – “Unsmart Lady”
Segue nossa obsessão pela nova banda pós-punk inglesa Dry Cleaning. Uma obsessão que agora cada vez mais é do mundo todo, como analisamos em um post sobre as críticas que “New Long Leg”, seu álbum de estreia, vem recebendo agora que veio à luz, na última sexta-feira. Nossa predileta da vez é a absurda “Unsmart Lady”, o novo single, um som tipicamente quase falado que pega as ofensas que as mulheres recebem quando são desacreditadas e diminuídas e as arremessa nos agressores. Que banda!

2 – Lil Nas X – “Montero (Call Me by Your Name)”
Lil Nas X chegou pesado aqui, ainda que demonstrando uma leveza sonora incrível. Uma música onde resolve contar sobre uma paixão das mais fortes, de peito aberto. Pensando em sua história, ele mesmo relata que não planejava abrir questões da sua sexualidade assim, mas que, se isso ajuda outras pessoas a ficarem mais livres, é necessário. Este cara é bom.

3 – Jungle – “Keep Moving”
Que som esperto este novo da ótima dupla funk-soul-brother Jungle, dos produtores Josh Lloyd-Watson and Tom McFarland, que deu a largada para um novo e necessário álbum deles. “Keep Moving” é um mantra de superação que balança bem os graves do seu foninho. Segura esta.

4 – Demi Lovato – “Anyone”
Demo Lovato passou por poucas e boas por conta das drogas, para dizer o “mínimo”. Neste ainda complicado pós-reabilitação, seu novo disco tem canções dolorosas, como “Anyone”, um grito desesperado por ajuda desesperado, daqueles dados quando parece que ninguém mais pode te ajudar. Não é sempre que divas pop abrem a real desta maneira.

5 – Olivia Rodrigo – “Deja Vu”
A gente não ia deixar o fenômeno Olivia Rodrigo passar batido. Tudo bem que não demos o moral devido para o primeiro single dela, o hit “Drivers License”, mas até que funcionou essa espera. Curtimos bem mais este som novo.

6 – St. Vincent – “The Melting of the Sun”
É meio chover no molhado que a St. Vincent tem uma das guitarras mais espertas do mundo hoje, mas é preciso reforçar isso. Nesta balada, segundo single de seu álbum “Daddy’s Home”, que sai no próximo 14 de maio, ganhamos de presente um senhor solo de guitarra, que nem parece com solo de guitarra, mas é, sim. É uma coisa tão fora da curva que até fica difícil reparar no que veio antes ou depois desse evento nesta música.

7 – Angel Olsen – “It’s Every Season (Whole New Mess)”
Angel Olsen parece ter gostado da experiência de revistar suas próprias músicas. No álbum “Whole New Mess”, de 2020, ela buscou parte do repertório do seu disco de 2019, “All Mirrors”. Agora, em um álbum que vai reunir as duas experiências, solta essa inédita que é justamente a releitura de uma das inéditas do disco de releituras. Deu para entender?

8 – Royal Blood – “Limbo”
A gente vem cobrindo aqui a virada que o Royal Blood anda dando em seu som – aproximando suas raízes roqueiras de um som mais dance. Dessa safra, “Limbo” talvez seja a obra mais bem acabada, ao conseguir colocar esses dois universos, que às vezes são tão distintos, em uma conversa agradável.

9 – The Joy Formidable – “Into the Blue”
Talvez a nossa banda favorita do País de Gales, hoje. O grupo mantém sua habilidade de melodias certeiras e dinâmicas espertas de andamento e volume nesse retorno às atividades com um belo single que anuncia um novo álbum ainda sem nome. Que venha formidável.

10 – Garbage, “The Men Who Rule the World”
Uma porrada do Garbage nos responsáveis por colocar nosso mundo em risco – sim, os terríveis capitalistas. Shirley Manson mira em quem patrocina violência, pobreza, machismo e outras catástrofes do mundo.

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* A imagem que ilustra este post é rapper e cantor Lil Nas X.
** Repare na playlist. A gente inclui as 10 mais da semana, ou quase isso, mas sempre deixa todas as músicas das semanas anteriores. Pensa no panorama que isso vai dar conforme o ano for seguindo…
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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Royal Blood e seu vídeo meio “clube dos motoqueiros rebeldes”. De capacete preto, claro

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* Alguém pensou em Black Rebel Motorcycle Club? Ou seria uma homenagem ao Daft Punk, saudoso?

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A gente deu por aqui recentemente a história do duo britânico Royal Blood, o single “Limbo” e o show no metaverso. Eles lançaram anteontem a música nova numa plataforma de games e tal.

Agora chegou o vídeo para nós, mortais, incrível, envolvendo as motos. É na real um balé de motoqueiros. O som é dos melhores, cheio de nuances e dos ritmos que formam a dupla, musicalmente. Mas “Limbo” parece ir além.

“Limbo” vai estar em “Typhoons”, terceiro disco do Royal Blood, que sai agora em 30 de abril. E segue os singles “Trouble’s Coming” e “Typhoons”, ambos muito bons.

Acho melhor você ver logo o vídeo, um dos melhores do ano.

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