Em selvagem:

Popload Live: hoje, 17h, no Stories da @poploadmusic, papo e DJ set com Trepanado, da Selvagem

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* Sextou, do jeito que temos. Nosso convidado hoje na Popload Live é o incrível Trepanado, persona de Augusto Olivani, produtor, DJ e pesquisador musical, dono da Selvagem, uma das festas mais longevas e importantes da noite paulistana, brasileira e, por que não?, mundial.

O começo da Selvagem, no princípio um duo (com o ótimo Milos Kaiser, hoje co-proprietário do bar Caracol), onde a festa chegou e no que está virando, com a criação de um selo arqueológico-moderno de música brasileira. Sei lá, o Augusto vai explicar melhor. E, melhor-melhor, tocar um pouco para nós, de sua casa, de onde tem feito as live de DJs mais… selvagens da quarentena.

Augusto Olivani, o Trepanado, fala com a Popload e faz um mini-DJ set logo mais, 5 da tarde. Cola lá na @poploadmusic.

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A live da Popload foi criada para proporcionar, em tempos de clausura, papo e performance com pessoas legais da nossa música. Inclusive… tocando música.

Já rolou por aqui conversa e som com Flavio FingerFingerrr, André Aldo, Eduardo Apeles, Vivian Kuczynski, Lucas Fresno, Rita Papisa Oliva e Ale Sater, do Terno Rei, Bianca e Rodrigo do Leela, Lucas da Glue Trip, Fefel do Boogarins, Duda Brack, Clarice Falcão, Gabriela Deptuski, do My Magical Glowing Lens, Jay Horsth, do Young Lights, Salma & Macloys, do Carne Doce, a trinca Naíra, Érica e Caro, do sexteto Mulamba, e João Erbetta, do Los Pirata, o Popoto, da banda Raça, a Sara Não Tem Nome e o produtor paulistano CESRV, o internacional Sessa, o cheio-de-histórias-incríveis Supla, a multimídia Lia Paris, o rapper afrojaponês-andróide Yannick Hara e a guitarrista e cantora Brvnks, o professor Frank Jorge e o brit-paulistano Charly Coombes. Tudo regado a som ao vivo, adaptado, rearranjado, diferente, tecnicamente perdoadíssimo.

Já teve até DJ set, do ótimo Willian Mexicano, com a digníssima diva pop Pabllo Vittar participando animada. E a do Lúcio Morais, do Database. Já teve conversa sobre a história da CENA brasileira com um dos personagens principais dela desde sempre, o agitador Fabrício Nobre. Já teve papo de jornalismo musical com Pedro Antunes, editor da “Rolling Stone”, também conhecido como o inventor do programa “Tem um Gato na Minha Vitrola”. Já conversamos com Bruno Natal, do podcast Resumido, e Thiago Ney, da newsletter MargeM, dois instrumentos ~modernos~ vitais para entender o mundo hoje.

A ideia da live é que ela, diária, de segunda a sexta no período de quarentena, não necessariamente tenha um horário padrão para rolar, mas até que tem acontecido bastante às 17h. A gente avisa aqui e nas redes o horário certo do dia.

Então, hoje, às 5 da tarde, no Stories do @poploadmusic, conversa com e discotecagem de Trepanado, da Selvagem.

E lembrando que as Lives passaram a ficar disponíveis no igtv da conta do Popload Music, para outras revisitações ou mesmo para ver pela primeira vez. Escolha sua opção, mas veja.

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Blaze-se: festa em São Paulo reuniu shows de Tropkillaz, Jaloo e som da Selvagem

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* Isto é um Publipost! :)

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* No último sábado, num dos topos de prédio mais significativos de uma cidade como São Paulo, aconteceu nas alturas a festa #BlazeYourself, promovida pela marca de óculos Ray-Ban para promover sua última (re)invenção: o resgate da antiga linha Blaze, agora modernizada, que ganha novas lentes flats coloridas em cima de seu famoso design e traz no conceito a celebração da liberdade de expressão e identidade, livre de regras e códigos.

No Rooftop5, alto do Instituto Tomie Ohtake, a #BlazeYourself reuniu, com entrada gratuita, um elenco de atrações que reuniu o músico paranaense Jaloo, o duo de DJs e produtores Tropkillaz e a dupla festeira da Selvagem.

A Popload esteve lá conferindo os shows, a festa e o visual da cidade e do Blaze. E traz vídeos das performances de Jaloo e Tropkillaz. Na foto que abre o post, acima, Trepanado, 1/2 Selvagem, embalando a pista.

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Jaloo, Tropkillaz e Selvagem comandam festa do Blaze em SP. Músico paraense fala à Popload

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* Isto é um Publipost! :)

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* Neste 2017 de muitos shows e eventos musicais, que insiste em não acabar, há tempo ainda para uma festa responsa em São Paulo, em lugar incrível, atrações idem e uma causa para amarrar tudo. Neste sábado, 25 de novembro, acontece a #BlazeYourself, festa da marca de óculos Ray-Ban, que escala Jaloo, Tropkillaz e a discotecagem campeã da Selvagem para embalar o resgate da famosa linha Blaze, reinvenção para os dias atuais dos modelos lendários da marca, que ganham novas lentes flats coloridas em cima de seu design instigante e traz no conceito a celebração da liberdade de expressão e identidade, livre de regras e códigos.

O evento será no Rooftop5, em São Paulo, que fica no topo do Instituto Tomie Ohtake. E além das atrações divulgadas contará com outras surpresas na programação. A entrada é gratuita, mas já está esgotada. Foi via inscrição no site oficial da festa.

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A #BlazeYourself terá sete horas seguidas de música. Quem começa a parada, às 17h, são os DJs Millos Kaiser e Trepanado, da Selvagem, há seis anos uma das principais festas de São Paulo. O bombado Tropkillaz, formado pelos DJs e produtores André Laudz e Zegon (foto acima), encerram a balada tocando seu mix de hip hop, funk e electro com sabor latino.

Na meiuca da festa, com previsão de subida ao palco às 20h, quem comanda a #BlazeYourself é o músico paraense Jaloo, que ganhou grande destaque no indie nacional nos últimos anos expandindo ainda mais as possibilidades do tecnobrega, em direção ao dance, ao pop, ao eletrônico. Pensando local, agindo global.

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Jaloo conversou com a Popload ontem, sobre seu momento e as expectativas de chegada de seu segundo disco, o sucessor de “#1”, lançado em 2015.

“Primeiro vou acabar este ano fechando o primeiro ciclo deste meu disco de estreia com um vídeo dedicado ao meu público, meus fãs. Não é exatamente um vídeo de ‘trabalho’ com o intuito de angariar novos fãs, conquistar novos espaços”, diz Jaloo. “No começo de 2018 vai ter um novo single, já apontando para o segundo álbum. Mas por enquanto será surpresa. Gosto de causar surpresas tanto quanto ser surpreendido. Posso dizer que o novo álbum vai ser diferente do primeiro, porque eu necessito de coisas diferentes. Não consigo ficar no mesmo ponto, repetindo as mesmas fórmulas. Essa mudança minha já aconteceu. Ela só precisa, agora, ser mostrada.”

O Jallo que saiu da região metropolitana de Belém para morar no Sudeste e ganhar a CENA brasileira com mashups, remixes e um álbum de músicas próprias bastante elogiado se acha num momento de vida “diferente”. “Estou mais maduro, com mais pés-no-chão do que antes, mas nem por isso menos sonhador. Tenho muita vontade de fazer muuuuuuitas coisas na música e sempre escolho meus próximos passos trilhando caminhos diferentes do que eu já fiz”, insiste ele, enfatizando que logo mais veremos um “novo Jaloo”.

** O último detalhe sobre a festa da Ray-Ban para a sua linha Blaze é falar da inspiração para a cenografia do evento, que se fará presente em um inusitado jogo de espelhos e luzes, ganhandom o colorido específico dos óculos: azul, rosa, verde, preto e dourado. Bora?

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CENA – Bananada 5 de 7 – Baiana System, Céu, Ventre, Hierofante Púrpura…

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* Popload em Goiânia. Dando continuidade à…

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Vamos encerrar, então, a cobertura do Bananada 2017, evento capilar da cena indie nacional que se encerrou no último domingo na destemida Goiânia, no setor dos indies. Tudo devia estar aqui na sexta passada, mas o mundo ficou meio louco neste último final de semana, então capitulamos. E agora retomamos o especial.

A sexta-feira do Bananada (falamos de 12 de maio) deu início ao festival “de verdade”, grande, cheio de palcos, tudo concentrado no lindo Centro Cultural Oscar Niemeyer. Parou a fase South by Southwest, entrou a fase Primavera Sound. Dois palcões responsa intercalava as atrações principais do dia, apresentados pelo “compere” Carlos Eduardo Miranda. Neles tocaram Baiana System, Céu (foto abaixo), Ventre, Fióti, Barro e mais uma galera.

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Do outro lado do festival, outros dois palcos representavam o “verdadeiro Bananada”, mais indie, menos gigantesco. O palco Slap, que perto da meia-noite virava o El Club, com DJs e performers para botar o povo para dançar (Jaloo, Selvagem). E, em frente, tinha o palco que reproduzia a Casa do Mancha (casa-clube de São Paulo), com shows do bom Raça, do meio-boogarins Luziluzia, o deslocador de tempo e espaço E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante e o Hierofante Púrpura, que, olha, perdi algumas coisas, vi parte de outras, mas o grupo de Mogi das Cruzes periga ter feito o show mais legal da sexta-feira. Talvez. Esses dois palcos “alternativos” tinham as atrações apresentadas pela incrível radialista Roberta Martinelli.

Abaixo, alguns dos momentos da sexta no Bananada 2017, em vídeos feitos por mim e fotos incrí do Ariel Martini, do I Hate Flashzaço.

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O show ao vivo mais explosivo da cena brasileira, um “Asian Dub Foundation meets Major Lazer meets Carnaval baiano”, o Baiana System agitou o Bananada

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Público do Bananada 2017 no Centro Cultural Oscar Niemeyer, durante show do Baiana System

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A MPB do gueto de Evandro Fióti foi um dos destaques do primeiro dia “grande” do festival goiano

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O trio carioca Ventre e seu show politizado em ação na 19ª edição do maior evento indie do Centro Oeste

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Mais público do Bananada, mais Oscar Niemeyer, mais Baiana System

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* A foto que ilustra a chamada deste post, na home da Popload, traz a baterista Larissa Conforto, do Ventre.

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CENA – E atenção, o Bananada “começa” hoje

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* Popload desbravando Goiânia.

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Vista do Palco Chilli Beans, o segundo maior do Bananada, em show de Orquestra Sinfônica de Goiás, no dia gratuito do festival. Foto de Ariel Martini, do I Hate Flash

Depois de muito shows bons em casas legais, desde segunda à noite, mais o “teste” ontem com orquestra e o internacional Boogarins no enorme Centro Cultural Oscar Niemeyer, a sede oficial do evento, o festival Bananada 2017 realmente começa hoje à noite numa área com cinco palcos e quase 30 atrações.

O bombadão Baianasystem é a grande atração do primeiro dia, que ainda vai ter Céu, Ventre, Plutão Já Foi Planeta, Jaloo, Luziluzia e a bagunça disco dance da dupla Selvagem.

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O lugar, cheio de edifícios geométricos, tem num canto dele uma deliciosa área com dois espaços de shows, longe dos dois palcos enormes. Um que reproduz a Casa do Mancha, de São Paulo, lugar para bandas indies do indie (Raça, Luziluzia, E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante e Hierofante Púrpura tomam conta do palco, e um outro com uma que tem bandas até 23h (The Baggios toca ali), depois vira palco dance com performance e DJs (Jaloo, Selvagem). Uma parede gigante branca, toda mapeada, dá o tom de qual hora é hora por ali.

Esse bonito parque de diversões indie projetado pelo Niemeyer, que tem até pista de skate no meio, recebe o público a partir das 18h. Os shows começam 19h e só terminam 5h. Ainda tem ingressos, disponíveis para a compra no site do festival.

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