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Trio LSD (Labrinth, Sia e Diplo) solta novo single e esboça lançamento de seu primeiro álbum

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O incansável e inventivo produtor Diplo está com mais um projeto. Ele se juntou ao cantor inglês Labrinth e à australiana Sia para formar um trio pop com nome sugestivo: LSD.

Eles, que haviam soltado um par de canções há algum tempo sem detalhar quais seriam os rumos do novo grupo, agora soltaram uma terceira canção, “Thunderclouds”, dando indícios de que vem ao menos um EP por aí.

O som é inspirado na música pop que era feita lá nos anos 50 e 60, que reforça bem a potência das vozes de Labrinth e Sia. Vejamos se vinga.

* As duas canções anteriores, “Audio” e “Genius”

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Sia também está em “Cinquenta Tons Mais Escuros”. Ouça sua nova música, “Helium”

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O hype “Cinquenta Tons Mais Escuros”, de crítica dividida até o momento, traz em sua trilha pop um respiro indie da talentosa Sia. A cantora australiana empresta sua bela voz para a desacelerada “Helium”.

Adaptação do livro homônimo, “Cinquenta Tons Mais Escuros” é o segundo da trilogia de E. L. James e é movido, de acordo com a sinopse, pelo incômodo em relação aos hábitos de Christian Grey e o desejo de focar em sua carreira profissional. Assim, Anastasia resolve terminar o relacionamento.

Como estamos aqui pela música, ouça abaixo a nova da Sia.

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Em forma de música, Sia diz que as meninas podem tudo. Inclusive caçar águias

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A incansável Sia arrumou um tempinho para lançar mais um material em 2016. Ela, que soltou não faz muito tempo o disco “This Is Acting”, dedicou boa parte do ano se envolvendo em funções relacionadas ao cinema.

Além de colaborar com a trilha do filme “My Little Pony”, que sai ano que vem, e ainda ser encarregada de fazer canções para “Vox Lux”, ela lançou “Never Give Up” para “Lion” e ainda regravou Nat King Cole na trilha de “Procurando Dory”. O próximo passo da australiana é uma colaboração para “The Eagle Huntress”.

O documentário conta a história de uma menina de 13 anos da Mongólia, chamada Aisholpan, que resolve se tornar a primeira menina caçadora de águias, buscando por um ponto final na dominação masculina, que durava até então 2 mil anos.

A música cantada por Sia é “Angel By The Wings”, que vai de encontro à mensagem passada pelo filme, destacando a força da mulher e o empoderamento da mesma, assunto tão em voga no mundo hoje em dia. Atualmente, o documentário está sendo exibidos em salas selecionadas pelo mundo.

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Sia chama o Kendrick Lamar para seu novo hit (mas tira ele do vídeo)

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* Encontro de titãs pop do momento, a cantora australiana SIA lançou a boa “The Greatest”, meio retrato dos nossos tempos, uma canção Lady Gaga com mais estilo. E SIA ganha fácil no extramúsica.

“The Greatest”, que começa tem no meio um rap do bamba Kendrick Lamar. A canção pode ser ouvida, “comme il faut”, aqui no Spotify.

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O vídeo traz uma boa e uma má notícia. A participação de Kendrick Lamar não cabe na teatralização by SIA da música, então ficou fora. Mas o vídeo traz a eminência teenage de SIA, a linda Maddie Ziegler, sua dançarina oficial para “clipes” e para shows.

“The Greatest”, foi anunciado, vai fazer parte do disco novo da australiana, “We Are Your Children”, ainda com data de lançamento sob mistérios.

Ouça a música com Lamar, veja o vídeo com Ziegler.

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“Novo Coachella”, de Nova York, teve de SIA a Diplo, mais uma le tigre e um beastie boy

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* Nesta era doida de festivais sem fim, principalmente no verão dos países “lá em cima”, que engloba Europa e EUA, aconteceu neste final de semana a primeira edição do Panorama Festival, evento de música e arte talhado pela produtora multimilionária Golden Voice para ser o “Coachella da Costa Leste”. Pois bem.

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O festival, armado na Randall’s Island, uma ilha de rio entre Manhattan e o Queens, que no passado entre outras coisas era utilizada para isolar os doentes de varíola, teve como headliners a banda canadense Arcade Fire e seu show de sempre, para o bem e para o mal, o Kendrick Lamar e o caseiro LCD Soundsystem, que diferentemente do que viu diante de si no festival escocês T in the Park, teve um enorme público para prestigiá-lo. New York I love you and you bring me up, James Murphy deve ter pensado.

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Outras atrações bombator do Panorama, pelo que li/acompanhei, foram a incrível SIA, a farra do Major Lazer do Diplo, o show novo do Blood Orange e o Despacio, a tenda soundsystem bem louca do James Murphy e dos 2ManyDJs, com sete torres de som ao redor da pista, um globo giga ao centro e o foco não no DJ, mas sim na galera. Vocês lembram-se disso no Coachella, né?

Teve Broken Social Scene, The National, Kurt Vile e Sufjan Stevens para os indies das antigas. E Daughter, Anderson.Paak, Julian Ruin (a banda da heroína Kathleen Hanna, ex-Le Tigre e pilar do movimento GLS da música na maior cidade do mundo) e o Front Bottoms para os avant-indies. E vários outros.

Fizemos uma compilação rápida de uns momentos bons deste primeiro Panorama, as it follows.

* Beastie boy original, músico do lendário grupo de hip hop do pedaço, encheu de som de sua ex-banda em DJ set disputadíssimo, no Panorama. Tipo assim:

* Arcade Fire marchando entre o público no final do show, batucando e metalizando David Bowie com a Preservation Hall Jazz Band. Reinterpretaram “Rebel Rebel”, “Suffragette City” e “Heroes” de modo zoneado. Aqui, a parte de “Heroes”.

* A balada do Despacio em 11 minutos.

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