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Sigur Rós acrescenta mais uma horinha de material em “Liminal”, sua mixtape sem fim

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No primeiro semestre, o incrível e transcendental Sigur Rós anunciou que estava dando início a uma mixtape “sem fim e em constante atualização”. Intitulado “Liminal”, o projeto ganhou mais um capítulo neste final de semana, quando o grupo islandês fez uma apresentação especial em Los Angeles.

O show contou com uma série de música ambiente que incluiu remixes do projeto audiovisual Tónandi, em parceria com o coletivo Magic Leap, e ainda canções não finalizadas do próprio Sigur Rós.

Na época do lançamento de “Liminal”, o grupo disse que o intuito era o de reunir as colaborações com amigos próximos deles, visando levar o público a uma viagem interior, ao limiar de um lugar que não está nem lá. “Ele se aproxima do Sigur Rós como um ecossistema vivo, respirando, identificando conexões e ofuscando os limites entre o trabalho feito e o trabalho a se realizar; entre novas músicas e ideais mal nascidas; entre músicas escritas há 20 anos e colaborações a serem realizadas futuramente”.

A apresentação do último sábado, adicionada ao “Liminal”, pode ser conferida abaixo, começando por volta do minuto 14:00.

https://youtu.be/hSUYSc3WJCc

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Tem 24 faixas e dura 108 minutos: confira a nova viagem solo do Jónsi, do Sigur Rós, em uma de suas fases mais ensolaradas

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Um dos gênios do Sigur Rós, Jónsi resolveu revirar um material que estava até sumido e soltou sob o nome Frakkur um disco triplo. Com 24 faixas e 108 minutos de duração, “Frakkur 2000-2004” já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Boa parte do material são sobras dos últimos anos de gravações de Jónsi, que viu neste projeto uma forma de expandir seus horizontes musicais para além do Sigur Rós. Pensa.

As gravações foram feitas em sua casa, na cidade de Reykjavik, e em Boston, na residência de seu namorado. Ele acreditava que algumas gravações mais remotas haviam sido perdidas, mas as encontrou em um CD gravado para um amigo há alguns anos.

As três fases do disco triplo são separadas em “2000-2001”, “2002-2003”, e “2004”. Diz o Jónsi que essa época foi “carregada pela luz do sol e com criatividade pura e cheia de energia”.

A audição pode ser feita abaixo.

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Lá vem o Sigur Rós. Grupo islandês inicia projeto de mixtape sem fim e em constante desenvolvimento. Tá?

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O incrível Sigur Rós, presença histórica na trajetória do Popload Gig, soltou uma mixtape “sem fim e em constante desenvolvimento”. Intitulada “Liminal”, a produção estará em constante processo de atualização.

Com o intuito de tornar público um material mais complexo que não é mostrado ao vivo, esta primeira parte de “Liminal” tem as participações do produtor Alex Somers e do compositor Paul Corley.

Em nota, o grupo disse que reunir as colaborações com amigos próximos deles visa levar o público a uma viagem interior, ao limiar de um lugar que não está nem lá. “Ele se aproxima do Sigur Rós como um ecossistema vivo, respirando, identificando conexões e ofuscando os limites entre o trabalho feito e o trabalho a se realizar; entre novas músicas e ideais mal nascidas; entre músicas escritas há 20 anos e colaborações a serem realizadas futuramente”, destacam.

“Liminal” está disponível nas plataformas de streaming convencionais como Apple Music e Spotify, e ainda no canal do Sigur Rós no YouTube.

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Sigur Rós, The Smiths, Black Mirror e o Tinder futurista

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Este não é um post daqueles “meu, isso é muito Black Mirror”. Estamos longe de querer analisar os efeitos colaterais das modernidades tecnológicas e as coincidências malucas entre a série e a vida real (*mentira, adoramos fazer isso, mas vamos deixar essa parte de lado). Viemos pela música mesmo. 😉

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Pode conter spoilers. Se você ainda não viu Black Mirror S04E04, leia com moderação!
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No quarto e melhor episódio desta quarta temporada, aquele que empresta o título de um trecho de uma música dos Smiths, “Hang the DJ”, um casal passa por todos os percalços possíveis em busca de um “match”. Com a diferença de que nesse futuro não tão distante, os envolvidos já dão o pontapé na relação sabendo quando ela vai acabar. Entre encontros e desencontros e depois de muitos “dates ruins”(aproveitando aquela hashtag do Twitter que resume muita coisa), ele e ela decidem burlar o sistema deste Tinder profético e, quem sabe, serem felizes para sempre.

Como todo episódio da série inglesa, agora nas mãos da Netflix, você fica esperando pela parte em tudo dá ruim. Mas neste, as cenas passam de fofas a (mezzo) engraçadas a aflitivas, e ele tem até um final feliz — até onde um final feliz de Black Mirror consegue ir, claro. E dando o tom para essa montanha russa está a trilha linda de Alex Somers, talentoso compositor, produtor e artista visual americano. Parceiro musical e de vida de Jónsi, vocalista e líder do Sigur Rós, Somers foi responsável pela arte das capas de vários discos da banda islandesa e colaborou (mixando e produzindo) nos álbuns ‘Valtari’ e ‘Kveikur’. O casal tem ainda o projeto musical e visual Jónsi & Alex, além de colaborarem um no projeto solo do outro e de fazerem diversas trilhas juntos, como para os filmes “Capitão Fantástico” e “Compramos um Zoológico” (e alguns vídeos de receitas veganas, sério).

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Para “Hang the DJ” (estamos falando de UM episódio, veja bem), Somers fez um set completo de 18 (!) músicas, entre canções e vinhetas curtas, duas delas em conjunto com o Sigur Rós. Você pode ouvir essa obra-prima toda abaixo. Para escolher o seu serviço de streaming de preferência, clique aqui.

*** MAIS SPOILERS ***

E se você está se perguntando sobre o título, “Panic” toca sim, bem no final. No trecho abaixo, dá para ouvir as inserções de Alex Somers, do Sigur Rós e dos Smiths, mas ATENÇÃO, esta é a cena FINAL do episódio. Não me xinga depois:

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Sigur Rós no Popload Gig: mais registros do show do ano

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Sem querer advogar em causa própria, muita gente tem dito que, quase aos 45 do segundo tempo, 2017 viu seu melhor show (não?) no Espaço das Américas, semana passada, quando o transcendental Sigur Rós aterrissou neste nosso planeta para causar uma comoção geral pouco antes vista na história do Popload Gig. E olha que foram muitos os momentos marcantes na nossa humilde trajetória.

Para relembrar um pouco mais do show, deixamos aqui mais um vídeo da apresentação, registrado pelos parças Rodolfo Yuzo e Rafael Andres, com as incríveis “EKKI MÚKK” e “Glósóli”. E, ainda, fotos tão incríveis quanto do pessoal do I Hate Flash!

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