Em silva:

CENA – Boooooom. Sequência de shows absurda agita São Paulo até domingo

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cena

* Dá até uma canseira antecipada só de pensar. Daqui a pouco, a partir das 20h, com show da carioca Marcela Mahmundi no Auditório do Ibirapuera, e se estendendo até domingo (tem mais, mas até aqui está bom), São Paulo vai ser sacudida por indie, indie psicodélica, indie-MPB, electro cool, pós-punk retrovanguarda, tudo embalado numa pacoteira incessante de shows legais em lugares legais e diferentes e tudo mais.

A grande atração da semana vai ser a cada vez mais relevante e hoje enorme SIM – Semana Internacional de Música, uma feira de música, com foco na indústria e mercado e que traz encontros, negócios, palestras e muitos shows. E na órbita da SIM, que abre oficialmente hoje à noite com shows do Liniker & Elsa Soares, com abertura da Mahmundi, vão girar muitos dessas apresentações na cidade. Mas, fora do “music convention”, a programação vai ser dinâmica. Vamos tentar abraçar (quase) tudo.

Captura de Tela 2016-12-07 às 7.38.56 PM

quarta

* Abertura SIM – Semana Internacional da Música
Auditório do Ibirapuera
Mahmundi – 20h
Liniker (foto acima) e Elsa Soares – 21h
ingressos esgotados

* Showcase Bananada @ SIM
Stage Bar (Barra Funda)
Hierofante Púrpura – 23h30
Boogarins – 0h30
mais infos aqui

quinta

* SIM
Centro Cultural SP – Sala Adoniran Barbosa
– Jéf 15h
– FingerFingerrr 15h40
– Deb and the Mentals 16h20
– Ogi 17h
– Tássia Reis 17h40
– Verônica Ferriani 18h20
– Chocolat 19h
– The Baggios 19h40
– Maglore 20h20

Z Carniceria
– Allie X
– Jaloo
– Tássia Reis
Das 21h às 3h

Casa do Mancha
Showcase Bananada

– Ventre
– Brvnks
Mais infos aqui.

Cine Joia
– Céu
– General Elektriks
– Sophie Hunger
Das 22h às 1h50

Centro Cultural Rio Verde
Festival Dias Nórdicos

– Inky
– Julia Clara
– Sandra Kolstad
– Teitur
Das 22h às 23h55

* Honey Bomb Mini Fest
Breve
– Bike 21h
– Catavento 22h

sexta, dia 9

* SIM
Centro Cultural SP – Sala Adoniran Barbosa

– Vicente Barreto 15h
– Craca e Dani Nega 15h40
– Molina Y Los Cósmicos 16h20
– Isaar 17h
– Yangos 17h40
– Quartabê 18h20
– Iara Rennó 19h
– Random Recipe (Canadá) 19h40
– Nomade Orquestra 20h20

Casa do Mancha
Showcase Bananada

– Carne Doce
– Bike
Mais info aqui.

Associação Cultural Cecília
– FingerFingerrr
– The Baggios
Das 20h à 0h

Z Carniceria
– Cartola
– Catavento
– Wannabe Jalva
Das 22h à 1h

Estúdio
– Dingo Bells
– Silva
Das 21h às 23h55

Cine Joia
– Orquestra Brasileira de Música Jamaicana
– Pardieiro
Das 23h às 5h

Jongo Reverendo
– Mi Amigo Invencible
– Pélico
– Un Planeta
Das 21h às 23h55

* Rakta
Show de lançamento do álbum “III”
Sesc Belenzinho – comedoria
Das 20h30 às 23h

sábado, dia 10

* SIM
Centro Cultural SP – Sala Adoniran Barbosa

– Juliana Cortes 15h
– Jack Nkanga (Angola) 15h40
– Luiza Lian 16h20
– Projeto Rivera 17h
– Mi Amigo Invencible (Argentina) 17h40
– Allie X (Canadá) 18h20
– Ventre 19h20
– Tagore (Canadá) 19h40
– As Bahias e a Cozinha Mineira 20h20

Estúdio
– Adam Naas
– Scalene
– Selvagens à Procura da Lei
Das 21h à 0h

Centro Cultural Rio Verde
– Chocolat
– Foreing Diplomats
– Les Deuxluxes
– Random Recipe
Das 21h às 23h55

VIC – A Casa do Centro
– El Efecto
– Francisco El Hombre
– Juanafe
– Rachid
Das 22h à 0h

Stage Bar
– Banda Uó
– Gabi Milino
– Luê
– Serge Erege
Das 22h às 4h

Z Carniceria
– Ego Kill Talent
– Far From Alaska
– Medulla
Das 22h às 4h

* Honey Bomb Mini Fest
Breve

– The Holydrug Couple 21h
– Winter 22h

* NoPorn
Dois shows ainda de lançamento do álbum “Boca”
– Pavilhão da Bienal – 16h
Show faz parte da Oficina de Imaginação Política (que começa às 14h)
– Al Janiah
Show com Babá Eletrônica (2h) e André Baiano (23h) no espaço árabe cultural e político do Bexiga. O NoPorn toca à 0h.

mauricio-pereira

domingo, dia 11

* SIM
Centro Cultural SP – Sala Adoniran Barbosa

– Mauricio Pereira 20 anos atrás 18h

Mirante 9 de Julho
Baile Tropical

– Patricktør4 convida DJ Manga
– Dr. Swing
– Kick Bucket
Das 15h às 20h

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CENA – Talvez o maior festival indie do mundo, o nordestino DoSol anuncia 100 bandas e 160 shows em 14 cidades de cinco estados

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cena

* Corrija meu título se eu estiver errado. Pode não ter a programação do americano South by Southwest ou atingir o gigantismo de outrora do brasiliense Porão do Rock, mas o negócio é que foi anunciado recentemente a nova edição do ousado (por tudo que o cerca) Festival DoSol, evento indie original de Natal, Rio Grande do Norte, que agora em 2016 completa 15 anos e que movimentará a cena nordestina em novembro acontecendo em 14 cidades de cinco estados.

Serão mais de 150 apresentações de bandas nacionais e internacionais no rolê bastante patrocinado e apoiado do DoSol, que chacoalhará entre os dias 11 e 27 de novembro a própria Natal, mais cidades da Paraíba, Sergipe, Pernambuco e Ceará.

Plutão Já Foi Planeta_Foto por Anderson Silva

“Este ano é facilmente a edição mais desafiadora que já fizemos para o Festival DoSol em toda a sua história. É um ano de muitas mudanças, com insegurança nas políticas públicas para a cultura. Navegar com um barco desse tamanho nessas águas requer muita firmeza, mas conseguimos reunir artistas maravilhosos numa mostra bastante diversa e teremos uma edição bastante contundente. É sempre uma batalha, mas estamos felizes de estar em pé mais um ano”, diz Anderson Foca, organizador do Festival.

“Queremos ampliar nossa área de atuação no Nordeste e consolidar o mês de novembro como um polo recebedor de música por toda a região. Todo mundo ganha: produtores locais, artistas e casas que recebem uma programação de qualidade e mais barata, subsidiada em parte pelo Festival DoSol e seus parceiros.”

O DoSol 2016 vai receber bandas e artistas como O Terno, Tulipa Ruis, Silva, Mombojó, Ventre, Maglore, entre muitos outros. Exemplos da armada internacional a visitar o Nordeste temos Gonzo, do Uruguai, Killimanjaro, de Portugal e The Kendolls, da Suécia. A vasta cena de Natal empresta ao DoSol nomes como Fetuttines, Luisa & os Alquimistas, Mahmed, Plutão Já Foi Planeta (foto acima) e Camarones Orquestra Guitarrística, a banda do chefe do festival.

Ah, também presente estará o Conjunto de Música Jovem Merda, do Espírito Santo.

Toda a programação e eventos do Festival DoSol 2016 estão informados nos seguintes links.

Cartaz Geral_Cidades e Bandas

O DoSol, cidade a cidade

* Natal, RN

* Paranamirim, RN

* Pium, RN

* Mossoró, RN

* Assu, RN

* Currais Novos, RN

* Caicó, RN

* Santa Cruz, RN

* Recife, PE

* João Pessoa, PB

* Campo Grande, PB
Programação em breve.

* Santa Rita, PB
Programação em breve.

* Aracaju, SE

* Fortaleza, CE

Caramba!!!!

*** A foto da banda Plutão Já Foi Planeta, deste post, é de Anderson Silva.

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Especial Bananada 2016 – os sete dias que abalaram o indie nacional

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aldo

* Queimando tudo até a última ponta, o festival Bananada aconteceu durante uma semana cheia em Goiânia, botando em sua 18ª edição a música independente para funcionar de segunda a domingo passados, da pequena Sara Não Tem Nome ao enorme Jorge Ben, em clubinho, bar, palcão, teatro e shopping center. Foi extremamente bem organizado, bem montado, bem conduzido. Foi politizado, foi alto astral, teve rock pesado, mpb fofinha, rap, eletrônica, Jorge Benjor e Planet Hemp.;

Um dos festivais mais robustos do calendário indie nacional, com 75 atrações e cujo epicentro eram os dois palcos do belo Centro Cultural Oscar Niemeyer, a Popload revela alguns de seus principais momentos, sob o olhar do site parceiro A Gambiarra, de Goiânia, que nos conectou com a movimentação toda produzida pelos produtivos produtores da Construtora Música e Cultura de uma das cidades mais agitadas e prolíficas hoje da cena brasileira.

Confira o especial Bananada 2016, um retrato das noites mais fortes do festival, de sexta a domingo. Mas, antes, a Mahmundi, que se apresentou na segunda-feira, na abertura do festival.


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mahmundi
A carioca Marcela Mahmundi fez no Bananada, logo na noite de abertura, o show de lançamento de seu delicado/suingado primeiro disco, digamos, que leva seu nome. Relatos que peguei da apresentação da multiinstrumenta apontam que, ao vivo, o pop oitentista da moça, com baruilhos cool enxertados, foi muito classe


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********** SEXTA-FEIRA **

** Sara Não Tem Nome
A noite de sexta, quando o festival ficou gigante partindo para o final de semana, começou com o show da menina do interior de Minas Gerais, Sara Não Tem Nome. O concerto, realizado no Palco Casa do Mancha, uma reprodução goiana do importante não-palco da Casa do Mancha paulistana, reuniu algumas pessoas entre a praça de alimentação e as lojinhas do festival. Mesmo com timidez, som abafado e instrumentos mais altos que sua voz, Sara conseguiu se sair bem. Ela conseguiu entregar um show simples e mostrou que sabe usar sua guitarra para construir seu som indie folk, que funciona tanto se apresentado aos mineiros ou em Vancouver, no Canadá. Aqui, no caso, foi para goianos ver.
A banda encerrou sua apresentação no Bananada com a faixa “Omega III”.



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** Bike
O primeiro show dos grandes palcos foi o da banda goiana psicodélica Bike, que começou o show mesmo com poucas pessoas, mas mostrou que estava ali para levar a galera para outras galáxias. Eles resolveram usar no Bananada a mesma roupa do vídeo de “Enigma do Dente Falso”, que lembra o uniforme de astronautas. A banda transitou entre faixas mais chill e outras um pouco mais pendendo ao hard rock, uma marca do indie goiano. Formada por um conjunto de cordas expert de suas guitarras e um baixo, eles ainda aproveitaram para criticar a situação política do Brasil e se posicionaram contra retrocesso político que o país está passando.



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** Yonatan Gat (Israel/EUA)
Um dos grandes momentos da sexta do festival aconteceu quando um pequeno palco foi montado no meio da galera com apenas três instrumentos (guitarra, baixo e bateria) e três focos de luzes coloridas. Logo depois o guitarrista, compositor e improvisador de punk rock Yonatan Gat. Considerado o melhor guitarrista de Nova York em 2013 pelo guia cultural “The Village Voice”, Gat comandou uma incrível performance de improviso na mesma altura do público.

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** Carne Doce com participação de Ava Rocha
Os goianos do Carne Doce eram um dos grandes esperados na sexta-feira e a ótima vocalista Salma Jô (foto acima) conseguiu entregar um show lindo, levando seu som psicodélico abrasileirado, sua Tropicália moderna para o palco do Bananada. A voz absoluta de Salma ecoou por todo o festival e tomou a atenção de todos, cantando já pequenos clássicos da banda e até o sucesso carnavalesco “Baile de Favela”. Além disso tudo, ela chamou a grande Ava Rocha para se juntar a ela na parte final do show, para tudo ficar ainda mais bonito.

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jorge

** Jorge Ben Jor
Carioca de Madureira, criado no Catumbi, Jorge Ben Jor queria ser jogador de futebol e até chegou a integrar o time infanto-juvenil do Flamengo, mas chegou. Mas ali, no Bananada, a megaatração entrou no palco mostrando o que realmente veio fazer neste mundo: música. Não teve uma pessoa em todo a extensa área do festival que não deixou o que estava fazendo para ir ver o show de Jorge Ben. A apresentação começou tranquila e leve, mas logo foi embalada pelos grandes sucessos do cantor. O que mais impressionou no show foi que ele mais parecia um regente de uma orquestra, conduzindo todos os outros instrumentistas. Impecável.

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********** SÁBADO **

** Felipe Cordeiro
Viva o estilo kitsch! Felipe Cordeiro trouxe do Pará aquele tipo de exagero musical bonito de se ver. Não é novidade para ninguém que a musicalidade do norte do Brasil tem uma enorme representatividade hoje em dia, e Felipe consegue deixar tudo ainda mais emblemático.
Ele é aquele tipo de artista que anima qualquer espaço, com sonoridade que mistura o tradicionalesco paraense com a modernidade latina representada pela cúmbia, zouk, reggaeton, bachata, cacicó. Uma farra.

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** Silva
O capixaba dispensa apresentações. Silva se firma como um dos melhores artistas do atual pop brasileiro, um sopro de inteligência num cenário que ainda carece bastante de autenticidade. Como frisou Carlos Eduardo Miranda, uma espécie de “apresentador do Bananada” assim como era o lendário John Peel no lendário Reading Festival da Inglaterra, durante a apresentação de Silva ele consegue arriscar. As músicas do álbum Júpiter foram as mais aguardadas pelo seu já sólido número de fãs, que responderam imediatamente a qualquer primeiro acorde do músico, cantando junto. A atmosfera da apresentação ficou completa com o show de luzes. E, mesmo que um pouco calado, Silva consegue chamar todas as atenções ao palco e mostrar carisma. Um artista e ponto.

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liniker

** Liniker
A força de Liniker é notável assim que ele entra no palco. O que dizer de um show que já começa com a plateia gritando “Não vai ter Temer”? Pelo jeito, os minutos comandados por Liniker representaram o grito engasgado de muitos brasileiros descontentes com os novos rumos que o país está tomando. Cultura, arte, representatividade, tudo estava ali, nas entrelinhas. E, segundo vimos no festival, a partir de Liniker, já que vai ter mesmo golpe, vai também ter resistência. Um manifesto cultural com recados diretos do que é considerado a bola da vez da música brasileira, ainda pequeno mas com uma voz bem forte. Veja a performance dele em “Zero”:

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** Omulu, Cohen, Mau Mau e Noise
Para fechar a noite de sábado, a veia eletrônica dominou os últimos shows, tendo início com Omulu e terminando com o trio de DJs Cohen, Mau Mau e Noise em apresentação conjunta. Quem resistiu até o final do Bananada na noite do sábado, já na madrugada de domingo, viu a capital do indie hard rock se render à energia das batidas destes quatro nomes. Foi a primeira vez que a organização do Bananada deu tamanho destaque a DJs, e pela resposta, vai continuar assim nas próximas edições.

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********** DOMINGO **

** The Helio Sequence
Um dos grandes destaques da noite de encerramento, logo no início, foi o duo norte-americano The Helio Sequence. Marcando a primeira passagem pelo Brasil, Brandon Summers e Benjamin Weikel mostraram maturidade e técnica em cima do palco A Construtora. Também pudera: a dupla possui seis discos de estúdio lançados e um currículo de shows de dar inveja. Na ativa desde 1999, o duo da Sub Pop não só provou que o tempo de estrada refinou seu indie rock como ainda mandou um “Fuck Temer” no show. Arrastou grande público para vê-los.

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** Autoramas
Do começo ao fim, Gabriel, Érika, Melvin e Fred mostraram fôlego e conseguiram animar o público na Esplanada como poucos. Vale muito a pena destacar ainda mais a presença feminina de Érika na banda, que suaviza ao mesmo tempo em que mostra força. A banda carioca já é conhecida nacional e internacionalmente, o que gera familiaridade. No entanto, assistir à performance do quarteto em cima de um palco é sempre energizante, renovador.

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** Fingerfingerrr
Nosso White Stripes paulistano (cóf), a banda mais bem vestida do indie nacional, tocou cedo no palco Casa do Mancha, no meio da muvuca de lojinhas e praça de alimentação. Começaram a toda, som violento, causando uma estranheza na galera, mas logo chamaram o público para tomar uísque (!). Convidaram o próprio Mancha para tocar baixo no encerramento do show, que era também o encerramento da programação da réplica da pequena grande casa paulistana.

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aldo2

** Aldo The Band
Show proibido para menores, o paulistano Aldo The Band, um dos shows mais bacanas do rock (?) eletrônico (?) nacional sacudiu o Bananada, em seu horário. Estima-se que tinha 5 mil pessoas para ver a bagunça sonora espetacular do Aldo. Uma banda “estranha” para a noite, composta de atrações de rock (inclusive o Planet Hemp, que está beeeeeem rock na real). Cenas de nudez explícita marcaram o final da apresentação, para resumir a vibe do que foi o Aldo no Bananada. Acima, uma foto liberada pela censura.

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** Hellbenders
O Bananada 2016 marcou o retorno do Hellbenders a sua cidade natal. Os goianienses atingiram um patamar na música nacional e internacional que é de admirar. Quem já conhecia o som da banda estava sentindo que tudo ocorria em um habitat natural. E mais: o grupo levou toda sua experiência para o palco, mesclando canções clássicas do começo da carreira com as do novo disco de estúdio, “Peyote”, que foi lançado no começo deste mês. E tudo fez muito sentido. Showzão.

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** Planet Hemp
De longe o show que mais reuniu público no Bananada 2016, que não se deixou abater por conta do atraso de mais de uma hora, a atração mais aguardada da noite chegou fazendo barulho e colocando o público para cantar e dançar. Mesmo quem não curtia muito o som de D2 e cia acabou sendo contagiado pelo som pareceu bem animado. No que pese o vai-não vai do histórico grupo, o afastamento de shows e incertezas de futuro, uma banda forte, coesa e sempre energética. Que final para o Bananada.

** Todas as fotos deste post e da home da Popload são de Ariel Martini, do I Hate Flash, especial para o Skol Music, patrocinador oficial do Bananada. A imagem que abre o post é de show do Aldo The Band, vista do palco. Na home, Liniker.

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Silva “íntimo” no Rio. No salão do restaurante cultural de Ipanema (!?)

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* O Rio de Janeiro estava “hot” neste final de semana que passou, o longo, do feriado. De Metronomy a Four Tet, passando por festa egípcia com gente pelada, Four Tet, Criolo e DJ set nos estúdios do lugar que os táxis não queriam levar. E, pior, não queriam buscar depois…

No meio dessa programação teve o capixaba Silva, tocando em versão ele-e-bateria, show “redux” delícia. O míni-concerto aconteceu na sala de cima de um certo centro gastronômico, etílico e cultural chamado The Complex, em Ipanema, um bar e restaurante cool que ainda usa suas dependências para pocket shows, exposições e cursos sobre tudo, inclusive o sentido da vida. Neste lugar onde Silva tocou, serve também para colocar as mesas do restaurante, quando é necessário. Comer e saber. Ouvir e ver.

Desta apresentação, tirei a performance dele para a música “Mais Cedo”, faixa cool do primeiro disco, “Claridão”, de dois anos atrás.

As fotos, f*das para variar, são do Fernando Schlaepfer, do incrível IHateFlash.

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Esquece os remixes. André Paste lança seu primeiro disco cheio de figurinhas indies

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* Prepare-se para ser surpreendido. O talentoso e prodígio André Paste, DJ e produtor capixaba, famoso por remixes e mashups desde os tempos que não tinha idade para beber na balada, para entrar na balada, resolveu fazer um disco só dele. “Simplesmente porque deu vontade de ter um álbum meu”.

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“Shuffle”, que está sendo lançado HOJE na internet, para ouvir e para baixar, tira André Paste, agora com 23 anos, de sua zona de conforto, que é o recorte e colagem das músicas dos outros. O álbum, que não se prende a levada nenhuma, é construído só com composição própria. E feito com a ajuda de amigos.

Esperto, Paste chamou a brodagem para dar uma força. O disco tem a participação do músico Silva, da banda paulistana Holger, de Waldo Squash (da brega Gang do Eletro), Mozine (do grupo punk Mukeka di Rato), do carioca João Brasil, dos conterrâneos do We Are Pirates e do também “local” e multiinstrumentista e multi-ritmos Fepaschoal.

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Lucio Silva, aliás, ajudou André Paste nos instrumentais de “Shuffle”, além de coproduzir o disco, que começa, claro, com uma música-introdução para Eros Ramazotti. A cara de André Paste começar assim.

* As fotos deste post e da home da Popload são de Hick Duarte.

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