Em sinead o brien:

POPLOAD NOW: 4 singles britânicos novos que vc precisa ouvir agora

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* O NOW estava meio sumidinho, né? Mas sempre que aparece um bom “pack” de novidades damos as caras.

Eis que os últimos dias renderam alguns lançamentos de singles beeeeeeem interessantes. Alguns já contamos, como Franz Ferdinand, Idles, Foals e Shame.

Mas na última sexta-feira de lançamentos teve estes outros singles, direto do Reino Unido, que não podíamos deixar passar.
Vamos atualizar essas playlists aí!

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SINEAD O’BRIEN: Sempre pedindo licença musical-geográfica para meter a Irlanda num pacote “britânico”, a artista de Dublin poeta-pós-punk radicada em Londres ainda não lançou seu aguardado disco de estreia, mas tem dado alguns spoilers do que está por vir com uma série de EPs. Ano passado tivemos “Drowning in Blessings” e mais cedo este ano ouvimos “Kid Stuff”.
Hoje ela lançou “GIRLKIND”, que só confirma que o disco que está por vir promete muito!

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BLACK COUNTRY, NEW ROAD: o septeto que estreou com o experimental EP “For the first time” deve lançar oficialmente o disco de estreia ” Ants from up There” em fevereiro de 2022. Fique com a tristinha canção do pão, a “Bread Song”. Sei lá.

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EGYPTIAN BLUE: mais um para o time dos “ainda sem álbum de estreia”. A turma de Brighton já mostrou alguns bons riffs e está com o primeiro disco, “YALA!”, no forno. Enquanto ele não fica pronto, temos este petisco “Salt” para saborear.

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ALT-J: mais um com lançamento de álbum engatilhado para o começo de 2022. Mês passado meio que nos surpreendemos quando o trio divulgou o single “U&ME” com um vídeo mostrando a cara (os caras) da banda, algo raro, já que estávamos acostumados com umas supreproduções visuais de cinema cabeçudas à altura das letras do grupo.
Para esta “Get Better”, novinha, o Alt-J apresenta uma animação que ilustra uma mensagem positiva, mesmo que trate de uma situação de perda. “Get better, my darling, I know you will”.

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* A foto da chamada é da banda Black Country, New Road, fotografada por Rosie Foster.
** Esta seção da Popload é pensada e editada por Lúcio Ribeiro e Daniela Swidrak.

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Revista britânica realiza shows virtuais semanais para fazer o indie girar: veja Sinead O’Brien e a banda Yard Act em ação

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* Anualmente, no mês de Janeiro, a bacanuda revista inglesa “DIY” promove uma série de shows com novos artistas, chamada “Hello”. Neste ano, por causa de você-já-sabe-o-quê, as apresentações ganharam formato digital, via YouTube. O “DIY Hello 2021” tem acontecido online todas as terças-feiras e vai até o fim deste mês. Ou seja, acaba na semana que vem.

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As apresentações desta semana (assim como a das anteriores) já estão disponíveis, e nosso destaque fica por conta da incrível performance da cantora-poetisa irlandesa Sinead O’Brien (já te falamos dela aqui e teve até entrevista aqui). Outro nome que brilhou na festinha de shows virtuais da “DYI” foi o dos novatos de Leeds, a banda Yard Act, esses carinhas abaixo.

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O’Brien, cuja foto ilustra a chamada da home da Popload para este post, levou toda sua graça post-punk ao cenário intimista do “Hello”, que conta somente com a banda e a equipe de produção da filmagem, seguindo todos os protocolos de COVID e tals.

E, por falar em post-punk, já guarda o nome Yard Act, quarteto que promete muito com suas músicas de herança descarada de tão natural de grupos vitais como o Fall, quase que faladas e não cantadas. O grupo ainda não tem um álbum completo, mas possui alguns singles bem legais e já famiiares a quem tem por hábito botar a BBC 6Music para rolar.

A apresentação completa das bandas de hoje você confere aqui embaixo. Tenha uma boa balada indie:

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* As fotos que ilustram o post são de Emma Swann.

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POPLOAD NOW: cinco nomes para você correr atrás agora, estrelando TTRRUUCES, Sinead O Brien, Ghostpoet, Working Men’s Club e Egyptian Blue

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* Mais de 200 dias de pandemia já se passaram. A gente já assou pão, assistiu muita live, chorou vendo qualquer doc sobre música e se em outros tempos, nesta época do ano, estaríamos lavando aquela camiseta de banda para montar o lookão do nosso querido festival, que aconteceria por agora. Hoje só estamos caçando o que tem de novo para ouvir, mesmo.

Sendo assim, sob nítida influência por muitas horas de BBC Radio, a Popload separou aqui cinco bandas ou artistas britânicas (ou quase) que a gente vem ouvindo sem parar, graças às nossas conexões novidadeiras!

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** GHOSTPOET

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A gente paga um pau para o Obaro Ejimiwe, aka Ghostpoet, há um tempinho. É um cantor-compositor-produtor londrino bem colocado no underground da música britânaica que já fez um barulhinho no mundo da música quando foi indicado não uma, mas duas (!!) vezes para o Mercury Prize. Em 2011, ao lado de Metronomy e Adele, o artista perdeu para ninguém menos que PJ Harvey. Já em 2015, foi a vez de Wolf Alice superá-lo. Ghostpoet também já apareceu em músicas do Massive Attack e tocou nos incríveis Glastonbury e Sonar.
Em 2020, Ejimiwe volta com o lançamento do chapante “I Grow Tired But Dare Not Fall Asleep”, em maio, seu quinto álbum, que traz uma atmosfera sombria, rifs mil, alguns momentos “jazzísticos” e letras carregadas como “Once again, the happy pills ain’t doing shit” (“Mais uma vez, as pílulas da alegria não fizeram merda alguma”).
Sobre seu gênero musical muitos tentaram “encaixar” o artista como hip-hop ou trip-hop, ao que ele mesmo respondeu no Twitter: “Por que é tão importante para mim fazer parte de um gênero predeterminado com seus parâmetros e regras? Sou apenas um artista que experimenta sons e adora guitarras. Não há problema em se confundir, nem tudo na vida precisa de explicação, às vezes só temos que seguir em frente.”

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** WORKING MEN’S CLUB

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Dançante, meio raver, meio post punk, essa a gente até já chegou a ver ao vivo, no ano passado. Mas, como só cresce e acabou de lançar seu sacolejante disco de estreia, homônico, porque nem precisava mesmo dar um outro nome que não o da própria banda, aparece aqui bem na nossa lista de recomendações.
A ótima “Valleys” abre o disco já num mood “Klaxons conhece Human League”. Muito synth, electrofunk que fazem você querer ir direto para o clássico clube Hacienda, de Manchester, mais ou menos de propriedade do New Order.
A galera de West Yorkshire debutou ano passado com seu primeiro single e não podia ter aparecido em época melhor, com letras que misturam esperança, desespero e uma ânsia por recomeço. É a pedida perfeita nestes tempos bizarros.

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** EGYPTIAN BLUE

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Essa é para você que é fã da leva do novo (já não tão novo) post-punk britânico, como Shame (sdd daquele Balaclava, hein!), Idles, Black Midi…
Egyptian Blue traz direto de Brighton um som que eles mesmos descreveriam numa bio de Tinder como “Post-punk music obsessive, influenced by the surrounds of faded seaside glamour and the people it attracts, with only a loyal cat for company”, algo como “obcecados por música post punk, influenciados por um glamour à beira-mar decadente e pelas pessoas que ela atrai, tendo apenas um gato fiel como companhia”.
Essa pira não é nossa. É de uma entrevista deles para a ótima revista inglesa “DIY”. Aliás, foi por lá mesmo que fizemos esse achado.
Os caras ainda não têm um álbum lançado, mas tem soltado vários singles incríveis desde o ano passado. Aqui você confere “Collateral”, do EP intitulado “Collateral Damage”, que também tem a ótima “To Be Felt”. Divirta-se

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** SINEAD O BRIEN
Esta é nossa nova obsessão. De origem irlandesa, com um pezinho na moda (no dia-a-dia ela trabalha como alfaiate), mas da turma do agitado East London, O Brien de cara nos lembra Patti Smith e seu espírito poeta. Meio performática e também inserida no post-punk, ela a cada música ou a cada vídeo nos dá vontade de vê-la cada vez mais, de ouvi-la cada vez mais.
Por enquanto, ela só lançou um EP e um single e alguns vídeos legais, mas já está sob o cuidado do selo que também produziu os geniais Franz Ferdinand, Bat For Lashes e Fontaines DC, o Speedy Wunderground.

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** TTRRUUCES

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O misterioso duo cujos integrantes respondem pelos nomes de Sad Girl e Lost Boy lançou o disco de estreia homônimo em junho deste ano. Com um som que eles descrevem como “rock opera”, ainda têm uma historinha sobre terem se conhecido experimentando a droga TTRRUUCES e desde então estarem em busca de um “renascimento espiritual”.
Enigmas à parte, a gente curtiu bem o single “The Disco”, que tem um vídeo tão animado quanto o título da música sugere.

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* Esta seção é pensada e editada por Lúcio Ribeiro e Daniela Swidrak.

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