Em soundgarden:

Chamas que nunca se apagam: em uma de suas últimas gravações, Chris Cornell canta material inédito de Johnny Cash

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Duas figuras que fazem parte da memória da cultura pop, Chris Cornell e Johnny Cash serão revividos em “Forever Words”, novo projeto que consiste em uma coleção de canções escritas e não lançadas por Cash.

Cornell cantou em “You Never Knew My Mind”, que mescla duas músicas de Cash, a de mesmo nome, escrita em 1967, e outra chamada “I Never Knew Your Mind”. Esta foi uma das últimas gravações do ex-líder do Soundgarden, que morreu em maio de 2017.

“Johnny Cash: Forever Words” tem co-produção de John Carter Cash, seu filho, e conta com nomes como Willie Nelson, Alison Krauss e Kacey Musgraves na obra, que será lançada dia 6 de abril.

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Chester Bennington, do Linkin Park, é encontrado morto no dia do aniversário de seu amigo Chris Cornell

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Mundo pop em chamas com a bomba antecipada pelo site de fofocas/notícias de entretenimento TMZ na tarde desta quinta-feira, da morte de Chester Bennington, vocalista do Linkin Park, aos 41 anos.

As primeiras informações dão conta de que o cantor se enforcou em uma casa em Palos Verdes Estates, região de Los Angeles. Chester deixa seis filhos, frutos de dois casamentos.

No entanto, o que começa a pipocar na internet, atentado pelo próprio TMZ, é um possível link da morte de Chester com a de outro cantor, Chris Cornell, que também se suicidou há cerca de dois meses. Os dois eram amigos muito próximos e Chester era padrinho de um dos filhos do ex-líder do Soundgarden.

A amizade entre os dois era tamanha que Chester foi quem cantou “Hallelujah” no funeral de Cornell. À época, o vocalista do Linkin Park publicou uma carta aberta a Chris com linhas pesadas, do tipo: “Você me inspirou de diversas formas, o seu talento era sem igual. A sua voz era alegria e dor, fúria e perdão, amor e mágoa em uma só”, e “Não consigo imaginar um mundo sem você e peço para que você encontre paz em uma outra vida. Obrigado por ter me deixado fazer parte da sua”.

O detalhe mais marcante de todos até o momento é que hoje, 20 de julho, Chris Cornell completaria 53 anos de idade. Ai…

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A história diante dos olhos: fã brasileiro esteve a poucos metros de Chris Cornell em seu último show

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Lá se vai uma semana que o mundo ficou chocado com a partida repentina do grande Chris Cornell, um jovem de 52 anos, com uma importância histórica relevante, voz marcante do rock e ainda intocável, resistente ao tempo, algo raro de se ver (e ouvir).

Cornell se suicidou poucas horas após um belo show sold-out na roqueira Detroit, no dia 18. E, no meio das milhares de testemunhas da última ceia musical do roqueiro estava Marcelo Cordeiro, um brasileiro de São Paulo que está de férias em Nova York e deu um pulinho em Detroit para ver shows do Mastodon, Russian Circles e, principalmente, do próprio Soundgarden. Ele, e provavelmente ninguém (ou quase), imaginaria que aquele seria o último ato de Cornell em um palco. Quase colado em Cornell, Marcelo veria ali não só a última vez que o músico que integrou a revolução grunge botaria sua voz conhecida em público. O brasileiro veria Cornell em seus últimos momentos de vida.

Em um papo breve com a Popload, Marcelo contou que desde São Paulo já estava planejando ir até Detroit para ver o show, já que era a cidade “mais próxima” de Nova York na turnê da banda de Seattle. Assim que o show terminou, Marcelo foi direto ao aeroporto pegar o voo de volta para a cidade.

Marcelo, que estava na grade, entre Chris e Kim Thail, contou algumas de suas impressões sentidas durante o show: “Ele parecia ótimo. Cantando muito, e de bom humor. Agradeceu várias vezes a plateia, que tinha dado sold-out no show, e parecia feliz de estar ali. Brincou com os outros integrantes da banda. Por exemplo, quando iam começar a “Been Away for Too Long”, uma das cordas da guitarra dele quebrou, e ele foi para trás do palco trocar. Após uns dois minutos, ele voltou de mãos abanando e fez sinal para o Kim para levarem com uma guitarra só. Ao final da música, os dois riram”, conta.

O fã também descarta as possíveis teorias feitas pós-morte. “Difícil falar se ele tinha dado algum sinal [de que faria algo com a própria vida]. Já falaram sobre o trecho de ‘In My Time of Dying’ do Led ao final da ‘Slaves & Bulldozers’, mas eles já tinham tocado isso várias vezes. Falaram sobre ele ter dito que tinha pena da próxima cidade, pois o público e o show tinha sido tão bom. Acho que isso tudo é besteira.”

O brasileiro conta que ficou ainda mais chocado porque soube da notícia da morte do cantor ainda no aeroporto de Detroit, enquanto esperava seu voo para Nova York. “Descobri que ele tinha morrido umas 3 e meia da manhã, enquanto esperava o meu voo das 6h de volta a NYC. Soube checando o Facebook, primeiro pelo “NME”, e depois em todos os outros canais como o “Classic Rock” e etc. Fiquei desesperado. Na hora achei que pudesse ser uma parada cardíaca ou algo do tipo. Drogas? Talvez, mas parece que ele estava limpo há 15 anos ou mais”, lamentou.

Abaixo, algumas fotos e vídeos feitos pelo Marcelo a poucos metros do Chris, cedidos gentilmente à Popload.

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Polícia de Detroit confirma suicídio de Chris Cornell, que cantou sobre morte em seu último ato

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180517_soundgarden2Chris Cornell em seu último show, em Detroit, dia 17 de maio. Foto de Ken Settle

Embora o Brasil esteja dividindo suas atenções para outro tipo de morte, os fãs da boa música acompanham ainda atônitos as notícias envolvendo a passagem repentina de Chris Cornell, voz marcante do rock das últimas décadas.

A polícia de Detroit confirmou na tarde desta quinta-feira que o líder do Soundgarden se enforcou em seu quarto de hotel, horas depois de uma apresentação sold out na cidade, na qual tudo parecia estar normal.

Chris foi encontrado por um membro do staff da banda, que arrombou a porta do quarto após insistentes tentativas de contatos feitos por Vicky, esposa de Cornell, que não conseguia falar com o cantor. No último domingo, Dia das Mães, Chris se declarou para a esposa, com quem era casado desde 2004, publicamente, a chamando de “mulher perfeita”.

Outro fato que chamou a atenção foi a inserção de trechos da letra de “In My Time of Dying”, do Led Zeppelin, em “Slaves and Bulldozers”, última canção do show, que acabou se transformando na última da vida de Cornell. Embora não tenha sido a primeira vez em que o som da banda de Robert Plant e Jimmy Page apareceu em um show de Soundgarden, a ocasião se tornou emblemática e se tornou uma espécie de despedida na ótica de muitos fãs.

R.I.P. Chris.

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Chris Cornell: informações preliminares apontam suspeita de suicídio

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O mundo da música amanheceu em choque com a notícia da morte do ainda jovem Chris Cornell, 52 anos, uma das vozes mais marcantes do rock nas últimas décadas.

De carreira consolidada com o ícone grunge Soundgarden, o supergrupo Audioslave, o cultuado Temple of the Dog, e ainda elogiada trajetória solo, Cornell foi encontrado morto em seu quarto no hotel MGM Grand, em Detroit, poucas horas após realizar um show com o Soundgarden na cidade.

As informações ainda são preliminares, mas grandes veículos como a Associated Press e o New York Times destacam que a polícia local suspeita que o cantor tenha se suicidado.

O corpo de Chris foi encontrado no banheiro e ele teria uma faixa ao redor de seu pescoço, informa o New York Times. Meios de comunicação de Detroit reforçam que a polícia da cidade indica que elementos básicos para esse tipo de ocorrência foram detectadas no local.

No entanto, apenas uma perícia de praxe é que apontará a real causa e é esperado um comunicado oficial nas próximas horas.

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