Em stephen colbert:

Julien Baker faz barulhinho bom na TV americana, bem no dia do barulhão ruim nos EUA

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* Pequena grande musa do indie americano, a multiinstrumentista Julien Baker prepara para fevereiro o lançamnto de seu terceiro álbum. “Little Oblivions” sai dia 26/2 e é puxado pelo single “Faith Healer”.

Foi exatamente essa música bem boa que levou Baker a distancialmente se apresentar, ao vivo, no programa de Stephen Colbert, ontem à noite na TV americana. Baker levou um pouco de barulhinho bom num dos dias mais barulhentos para o lado ruim nos EUA.

Bom ver Baker às voltas com suas próprias coisas, ela que é a rainha de colaborar com outros músicos e participar de outros projetos que não exatamente os seus mesmos. Como no ano passado, quando ela entrou para a banda de apoio da Hayley Williams, em trabalho solo além Paramore.

Mas aqui está Julien Baker, por ela mesma.

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Foo Fighters leva sua “Shame Shame” ao programa do Colbert em vídeo melhor que o oficial

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* A incrivelmente boa “Shame Shame”, música nova do Foo Fighters, está por todos os lugares, pode reparar. Mas ontem ela teve uma veiculação especialmente cool, que foi no programa noturno “Late Show”, do Stephen Colbert, na TV americana.

Com uma pegada digamos mais equilibrada da música e uma filmagem bem classe em tons escuros, tapetes árabes no chão e holofotes fornecendo a luminosidade atrás da banda, essa “Shame Shame” para o Colbert ficou até mais legal que o vídeo oficial. Não acha?

“Shame Shame” é o primeiro single a sair do futuro álbum novo da banda de Dave Grohl, “Medicine at Midnight”, o disco 10, que tem uma capa linda se você pensar no vinil que isso vai dar. Sai dia 5 de fevereiro, só.

O Foo Fighters, a gente acha, estava numa espiral de mesmice há tempos. Talvez de, sabe-se lá, o disco 7, “Wasting Light”, de 2011. Mas essa música nova e a promessa que o disco vai caminhar para uma linha “Last Dance”, do David Bowie, no sentido de experimentações pop, instrumental e vocal, dá um alento aos fãs do chapa Dave Grohl. A ver.

Por enquanto, fique com essa estilosa “Shame Shame” para o Stephen Colbert. Boa, Grohl.

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Coisa de gênio. Flaming Lips faz show com plateia no programa do Colbert. Mas cada um dentro de uma bolha

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* Sempre zoaram o Flaming Lips, chamaram o Wayne Coyne de doidão, psicodelia freak. Por que eles se fantasiam de bichinhos de pelúcia? Por que eles tocam dentro de uma bolha de plástico? Mas olha aí. Ontem, como convidado musical do programa do apresentador Stephen Colbert, a genial banda de Oklahoma City realizou o único show de música possível neste ano do coronavírus. Ainda que de uma música só.

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Coyne e seus parceiros de Lábios Flamejantes fizeram a apresentação mais segura e com distanciamento social ao mesmo tempo com as pessoas umas perto das outras deste 2020 problemático, em especial para a TV americana.

Tanto a banda junta no palco como o público embaixo assistindo estavam cada um dentro de uma bolha. Em seus shows quando o mundo era mundo, era famoso o momento em que Coyne entrava numa bolha dessas e saía para “caminhar” sobre a plateia. Agora, parece, pode ser uma vestimenta oficial dos novos tempos.

A música que o Flaming Lips tocou no “Late Show” do Cobert, não por acaso, é o hino “Race for the Prize”, uma das grandes músicas de seu grande álbum “The Soft Bulletin”, de 1999, na época já o novo disco do grupo.

Para o número, a banda usou dois bateristas. Na mesma bolha. Mas ambos usavam máscara.

Em “Race for the Prize”, Coyne canta que dois cientistas correm lado a lado para salvar a humanidade, determinados, trabalhando sem parar para encontrar a cura, mas é muito perigoso. Me fala se Wayne Coyne, ou o Flaming Lips como instituição musical, não é genial demais…

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* O Flaming Lips tem um álbum novo para sair em algum momento nos próximos meses, chamado “American Head”. Será o décimo-sexto disco da banda.

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Brasil: um morto por minuto. Brian Wilson ao vivo no Colbert: “God Only Knows”

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* Parabéns aos envolvidos. E parabéns especial ao apresentador americano Stephen Colbert, que tirou do refúgio a lenda Brian Wilson para recriar, no piano e de sua casa, um clássico de sua também mais que lendária banda Beach Boys. E ainda, de bônus e também ao piano, outra canção de seu bonito trabalho solo.

A mensagem do programa do Colbert é cristalina sobre Brian Wilson: suas estimadas canções sempre refletiram tempos difíceis e num mesmo sentido propuseram um refúgio deles.

Já há anos debilitado, mas sempre em turnê com suas músicas, Wilson, 77 anos, fez para a série #PlayAtHome de Colbert performances tocantes de “God Only Knows”, clássico de 54 anos de idade, e “Love and Mercy”, de seu disco “I Just Wasn’t Made for These Times”.

Até parece que essas músicas em especial foram escolhidas em homenagem ao Brasil!

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Ben Gibbard, do Death Cab For Cutie, canta sobre a vida na quarentena para o Stephen Colbert

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O querido Ben Gibbard, líder do fofo Death Cab For Cutie, banda que abrilhantou nosso Popload Festival em 2018, tem se movimentado bastante durante o período de isolamento social.

Além das lives bastante atrativas, nas quais vem fazendo covers incríveis, Ben apareceu na noite de ontem no programa do Stephen Colbert, que vem sendo feito de forma remota. Por lá, ele cantou a nova “Life in Quarantine”, que ele compôs por agora.

O resultado pode ser conferido a seguir.

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