Em sting:

Fim de semana agitado para o Sting. Disco novo hoje, reabertura do Bataclan amanhã

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Famoso por sua trajetória com o Police, uma das maiores bandas de todos os tempos, e de carreira solo sólida, embora mais direcionada para sonoridades experimentais e silvícolas, digamos, Sting lança hoje seu aguardado novo álbum, “57th & 9th”, que ele diz ser o seu primeiro disco mainstream desde 1999, quando lançou “Brand New Day”, vencedor de dois prêmios Grammy (como se…). Enfim.

“57th & 9th” é puxado pelos singles “I Can’t Stop Thinking About You” e “50,000” e chega ao mercado hoje. Em entrevista à revista “Rolling Stone” na época da divulgação da notícia, o britânico garantiu que este será seu disco mais pesado em muito tempo. O nome faz referência ao cruzamento de ruas que ele faz diariamente para ir ao estúdio, e a inspiração partiu das mortes recentes de ícones como David Bowie, Prince, Lemmy e Glenn Frey (e, talvez agora, Leonard Cohen).

Outra notoriedade que vem do ex-Police é que também neste final de semana ele será o responsável por reabrir a casa de shows Bataclan, um dos principais alvos do terror que assolou Paris há um ano. 89 pessoas morreram assassinadas na casa durante um show do Eagles of Death Metal, em 13 de novembro de 2015. E a França em particular e o mundo musical em geral está de olho neste acontecimento marcante, para o bem ou para o mal.

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Com show de Sting, Bataclan será reaberto um ano após os atentados terroristas

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Não será Pete Doherty, mas sim Sting o responsável por reabrir a icônica casa de shows Bataclan, em Paris, um ano após o atentado terrorista que matou 89 pessoas e deixou outras centenas feridas durante show do Eagles of Death Metal, em 13 de novembro de 2015.

O show do líder do Police, atualmente excursionando solo, será dia 12 de novembro, quatro dias antes dos dois shows do músico do Libertines, previamente anunciados como os primeiros da reabertura da casa. E portanto um dia antes do aniversário da tragédia.

Em comunicado divulgado à imprensa, Sting disse que o show será em memória aos que morreram naquela noite e também uma celebração à vida e ao que o teatro representa. A renda obtida com as vendas de ingressos serão revertidas para ONGs que prestam assistência às vítimas do ataque e suas famílias.

O Eagles of Death Metal anunciou para fevereiro do ano que vem o lançamento do documentário “Nos Amis (Our Friends)”, que vai relatar cronologicamente a noite que ficou marcada na história de Paris. A produção vai ao ar no canal pago HBO.

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De volta ao rock, Sting mostra nova música em show e toca single na TV

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Líder de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, mas focado em sonoridades mais experimentais enquanto artista solo, Sting promete para novembro seu primeiro álbum mainstream desde 1999, quando lançou “Brand New Day”, vencedor de dois prêmios Grammy.

O novo disco é “57th & 9th” que, aos poucos, vai sendo revelado pelo cantor inglês. Depois dos singles “I Can’t Stop Thinking About You” e “50,000”, Sting lançou em um show a inédita e pesada “Petrol Head”. A apresentação foi em um evento comercial, na cidade de Nova York.

Em entrevista à revista Rolling Stone há algumas semanas, o britânico garantiu que este será seu disco mais pesado em muito tempo. O nome faz referência ao cruzamento de ruas que ele faz diariamente para ir ao estúdio, e a inspiração partiu das mortes recentes de ícones como David Bowie, Prince, Lemmy e Glenn Frey.

Confira abaixo a nova “Petrol Head” e também uma apresentação de “I Can’t Stop Thinking About You” no programa do Jimmy Fallon, nesta semana.

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Sting “voltará ao rock” em novo álbum, que já tem single divulgado

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Depois de dedicar seu tino musical a projetos com sonoridades mais complexas e específicas, o cantor Sting anunciou que lançará em breve seu primeiro disco de rock em anos.

“57th & 9th” ainda não tem data de lançamento, mas marcará o retorno do líder do Police às guitarras. Sting não lança um disco considerado comercial desde 1999, quando soltou “Brand New Day”, com o qual ganhou dois prêmios Grammy e obteve sucesso de vendas.

Em entrevista à revista Rolling Stone, o cantor disse que este será seu disco mais pesado em muito tempo. O nome faz referência ao cruzamento de ruas que ele faz diariamente para ir ao estúdio, e a inspiração partiu das mortes de ícones como David Bowie, Brince, Lemmy e Glenn Frey.

O primeiro single da obra, ainda sem data de lançamento, foi mostrado por Sting e a banda de suporte The Last Bandoleros no programa de Jimmy Kimmel na noite de ontem e se chama “Next To You”.

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Royal Blood levando a Roxanne para a garagem

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* Não entendi nada desse prêmio que o semanário inglês “New Musical Express” organizou com a cidade de Austin, Texas, o já conhecido “NME Awards”. Quer dizer: até entendi. Mas não entendi.

Daí que essa cerimônia foi ontem, em Londres (!!!), e elegeu como melhor banda nova o duo Royal Blood, baixo-e-bateria. No guitars. Uma atualização inglesa do garage blues do White Stripes, mais áspero, menos charme.

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Hoje foi solto um vídeo do Royal Blood tocando em session na Radio One inglesa, da BBC. Foi no programa Live Lounge, das manhãs, em que as bandas fazem covers inusitadas, tbm.

A do Royal Blood, que enfeita com imagem este post, é a clássica “Roxanne”, do grande The Police, banda punk-pós-punk britânica de quando o Sting não era chato.

“Roxanne”, de 1978, é polêmica, não muito por seu tema, mas sim porque, dizem, foi feita quando o “certinho” professor de inglês Sting se apaixonou por uma prostituta.

“I know my mind is made up
So put away your make up
Told you once I won’t tell you again
It’s a bad way”

No vídeo abaixo, Royal Blood fazendo “Roxanne”, o vocalista-baixista Mike Kerr se apresenta como Sting, o parceiro como “Stu” e diz que a banda é o Police lançando o novo single. A cover começa assim, assim, mas depois engrena bem.

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