Em strokes:

Olha ele aí! Julian Casablancas traz sua “outra banda” para tocar em SP e Rio em outubro

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No dia em que comemora 39 anos de idade bem vividos, tipo hoje, Julian Casablancas é quem vai “se oferecer” como presente para seus fãs no Brasil. A Popload ficou sabendo que a voz dos Strokes se apresenta em São Paulo e Rio em outubro, dentro de um rolê pela América do Sul com seu projeto com o the Voidz.

Julian tem armados dois shows certos no país: dia 18 de outubro em São Paulo e o do Rio de Janeiro em data “coladinha”, é o que apuramos. As info totais, inclusive dos lugares das apresentações do grupo paralelo do cantor dos Strokes, devem começar a surgir oficiais a partir de agora.

Recentemente, depois de uma pequena grande confusão que gerou a notícia de que os Strokes estavam trabalhando com o produtor Rick Rubin para um novo disco, Casablancas não apenas desmentiu como ainda informou, de forma oficial, que em breve lançará uma nova música por este seu projeto paralelo que vem ao Brasil.

Outro show dele confirmado aqui por nossas bandas latinas acontecerá dia 14 de outubro, em Santiago, Chile, com ingressos já sendo colocados à venda na próxima segunda-feira, 28 de agosto. O líder dos Strokes veio ao Brasil com o the Voidz no ano de 2014, quando se apresentou no Lollapalooza.

Vem, Julian!!!

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CRX, do Nick Valensi, lança disco de estreia e tenta ser o filho bastardo bonito dos Strokes

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Se tem alguma coisa que não deu muito certo nos últimos anos foram as bandas paralelas de membros dos Strokes. Enquanto Julian Casablancas com o Voidz é de doer e a formação alternativa de Albert Hammond Jr. só empolga quando se parece com Strokes antigo, Nick Valensi resolveu convocar Josh Homme para produzir o álbum de estreia do CRX, o sintomático “New Skin”, lançado na última sexta-feira. Quem mixou foi Andrew Scheps, que já trabalhou com Adele e Johnny Cash.

Nikolai Fraiture também está se aventurando com o Summer Moon, mas fica claro que quanto mais os caras do Strokes tocam fora da banda, mais os fãs ficam com saudade deles juntos.

“New Skin” chega para tentar contrariar a regra com 10 faixas inéditas, o dedo de Josh Homme e o Valensi cantando. Novidades a princípio suficientes para criar certa curiosidade sobre o álbum, que pode ser ouvido a seguir. Será que agora vai?

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Nick Valensi diz que novo álbum dos Strokes será incrível e que Julian está empolgado

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Nesta sexta, Nick Valensi se aventura com o lançamento do disco de estreia de sua banda, CRX, com produção do Josh Homme e tudo. Mas, em papo com o Zane Lowe, na Beats 1 Radio, o guitarrista contou algumas novidades dos Strokes, mais precisamente do próximo álbum, que não deve demorar a sair.

No início do mês, Valensi havia dito que a banda estava trabalhando de forma lenta nas gravações, mas deu a entender que o trabalhos está avançando. “É sobre nós cinco e nossas coisas. Vai ser incrível. Julian está empolgado. Ele é bem temperamental, então se você o tem empolgado com música significa que estamos no caminho certo”.

Neste ano, os Strokes soltaram o EP “Future Present Past”. O guitarrista disse que as músicas eram, inicialmente, para um disco cheio. “Começamos a grava-las e pensamos que elas estavam boas o suficiente para lançarmos. Talvez façamos isso de novo”.

O CRX, projeto paralelo de Nick, soltou nesta semana um bom single, “Broken Bones”.

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CRX, banda do Nick Valensi, solta novo single com cara de Josh Homme

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Mais um dos projetos paralelos da galera dos Strokes, o CRX, banda do guitarrista Nick Valensi, lança na próxima sexta-feira, 28 de outubro, seu disco de estreia, “New Skin”.

Depois de um primeiro single meia-boca, a banda aparece com um som mais encorpado em “Broken Bones”, com clara influência de Josh Homme, o produtor do disco, certamente maior esperança para que surja algo bom de alguém dos Strokes fora dos Strokes. Haha.

Depois de abrir uma turnê do Beck, o CRX tem uma série de shows nos Estados Unidos no mês de novembro para divulgar o novo álbum. Eles estiveram com um pé no Lollapalooza Brasil 2017, mas por causa de uma treta contratual caíram de última hora.

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Lollapalooza Brasil x “As Redes”: a repercussão

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* Malandragem, você pensa que é fácil fazer festival no Brasil, né? Veja o Popload Festival, por um exemplo aleatório.

Bota-se um cara com a história e gás do Iggy Pop para tocar quase que “private”, para só 2 mil pessoas se tanto, som bom, todo mundo enxergando sem precisar olhar para o telão, podendo ir ao banheiro (limpo) quando se quer ir ao banheiro limpo. Podendo ir comprar cerveja (gelada) quando se quer comprar cerveja. Fácil acesso para ir e vir. Tudo ali, sob o custo do que uma iniciativa dessa pede. Mas as “redes” jamais perdoam e decretam: “Ingressos caros, que absurdo”.

Aí você bota uma banda com o tamanho e uma história como o Wilco para tocar num ambiente onírico como é o Auditório do Ibirapuera. Ingressos a R$ 20. Meia sai por R$ 10. Mas as “redes” jamais perdoam e decretam: “Por que não fizeram de graça?”.

Não tem como escapar.

Hoje veio o nosso gigante Lollapalooza e soltou o seu line-up, para o festival de março. Os caras foram buscar os eternos reis indies dos Strokes, o medalhão forte na ativa Metallica, o delicadamente cultuado The XX, a sensação dance The Weeknd… Mas o quê? Acha que as “redes” perdoariam?

Abaixo, uma bem-humorada parte malévola da repercussão do anúncio desta manhã do Lollapalooza. Considere isso um “O Melhor do Twitter” temporão. Ou oportunista, vá lá.

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