Em subburbia:

CENA – Subburbia, de Curitiba, mostra vídeo com tudo o que não poderia ser feito. E, claro, ficou bom

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* Lado B do indie curitibano, que evidentemente já é um lado B por si só, a banda indie-fofa-macabra Subburbia continua sua notável produção, lançando músicas novas, mixtapes, fitas k7, fazendo vídeos e controlando todo o processo de suas coisas, porque, afinal, na real cena independente, o “modelo de negócios” é esse mesmo.

O single novo, “LIL Girl”, que é tirado da ótima mixtape “LUV EXORCISM”, revelada no final no ano passado, aparece com um vídeo dentro da “temática Subburbia”: espelhos quebrados, pegada de pesadelo, climinha de desespero. O que não está dentro da tal “temática Subburbia”, então, é a música em si, uma baladinha, que ganha peso rocker pela participação da boa banda synth-instrumental Tigre Dente de Sabre, do interior paulista. As duas, Subburbia e Tigre, navegam no indie-terror, e a combinação em “LIL Girl” saiu balada rocker. Ótima por sinal.

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O informe do vídeo é preciso: “Misturando tensão, agressividade e pureza, o Subburbia faz tudo que não pode ser feito. Marina Penny mostra seu lado Trash Princess na única balada da mixtape LUV EXORCISM, lançada em dezembro de 2017. Apesar de balada, a música é um pesadelo, aquela pra fazer os ravers chorarem de emoção”.

Sem mais.

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CENA – Sexo, drogas, punk e funk: saiu uma mixtape doida do inquieto Subburbia. E também uma review incrível do Emil e da Marina

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Se você acompanha a Popload há algum tempo, sabe que o Subburbia, banda noise-dance-punk-fuleirista de porão que ensaia no sotão de um sebo de discos e livros que fica “fora do eixo” curitibano, é uma das prediletas deste espaço.

Daí que, chegando o Natal, eles resolveram soltar uma mixtape. Tudo a ver, nada a ver. Mas a compilação feita pela dupla Emil e Marina mistura sexo, drogas, funk e até rock.

No total são 10 faixas e a melhor definição para tudo isso é “estranhamento”, palavra de alta receptividade por parte do Subburbia. O título? “Luv Exorcism”. Entre os convidados especiais, além de alguns produtores brasileiros, estão os Free Weed e Labanna Babalon.

Em meio ao lançamento da mixtape, o duo entrou em turnê com a gringa Colleen Green para uma série de shows pelo Brasil, incluindo uma noite dedicada ao seu selo, Terry Crew, dentro da programação oficial da SIM SP. Entre as datas, eles ainda viajaram até o sul do país para se apresentarem em uma noite lotada em Porto Alegre ao lado dos locais da Supervão.

“Luv Exorcism” está disponível abaixo e prepara o caminho para uma série de materiais que devem sair derivados dela, incluindo um vídeo para “Sniff Coca”. Para os amantes de música boa que vai de Death Grips a Prince, basta dar o play.

** No programa “Dance Boy Apresenta”, conhecido no circuito alternativo de Curitiba, Emil e Marina fizeram um faixa a faixa incrível da mixtape.

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CENA – Subburbia, novamente, sai dos porões de Curitiba para lançar single “white trash”

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* A gente morre de falar aqui. Tem a cena indie de Curitiba e tem a “outra cena indie de Curitiba”, mais baixo que o underground de lá, e capitaneada pela banda nada fácil Subburbia, um dos nomes prediletos desta casa no quesito #CENA brasileira. Pois bem.

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Daí que assim. O Subburbia, banda noise-dance-punk-fuleirista de porão que ensaia no sotão de um sebo de discos e livros que fica “fora do eixo” curitibano, está lançando uma nova música, em parceria com um “produtor novinho de São Paulo chamado FKOFF1963”, vulgo Erick Bertoncini ou o contrário, e “cheia de letra em português”, que fala direto na pegada a um clássico da velha-guarda zoeira de Curitiba, o Bonde do Rolê. E isso não é simples.

Tipo assim. A música com essa coisa cheia de português na letra se chama “Sniff Coca” e conta a histórias de baladas de playboy que são sempre uma merda, mas a cocaína é ótima. Não sei de onde eles tiraram essa ideia.

Acompanhe. “Sniff Coca” vai fazer parte da mixtape (mixtape!) “LUV EXORCISM”, que o grupo (Penny + Emil) está compondo há anos. Já fizeram uma penca de músicas com tudo que contém a “marca Subburbia”, ou seja auto-tune, black metal, Mariah Carey, fuleragem, Prince, funk brasil, emo, Lil Wayne, cultura rave e NIN, já jogaram tudo fora e fizeram outras novas, depois rebuscaram outras antigas e é isso que vai compor a mixtape. “Porque, afinal, a gente veio do lixo, somos filhos do terceiro mundo, onde vendemos coleção de discos pra poder comprar equipamento”, acredita o Subburbia. Ok?

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Ufa. Bandas indies de hoje dão jeito nos Titãs

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* Veio à luz ontem uma homenagem à velha banda paulistana Titãs, que já perdeu uns 80% de seus integrantes originais e incrivelmente continua na ativa e sendo notícia. O tributo vem em forma do álbum “O Pulso Ainda Pulsa”, 32 faixas que atualizam sucessos ou não da banda dos anos 80 com sanguinho novo, uma desconstrução e depois reconstrução por parte de bandas independentes brasileiras de hoje.

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O projeto é de João Pedro Ramos, do blog Crush em Hi-Fi, e Rafael Chioccarello (do Hits Perdidos), que convidaram bandas de Abacates Valvudos a Giallos, para transformar os Titãs blues, electro, experimental etc.

A coletânea “O Pulso Ainda Pulsa”, da capa acima, está disponível para audição e download aqui, espelho do álbum no Soundcloud.

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A gente destaca quatro faixas das que conseguiram sair de algum modo da “normalidade Titãs” e botam a polêmica e veterana banda num certo “mundo invertido”. E terminam com resultado melhor que o original, na nossa opinião, claro. O primeiro é do duo garagem-punk paulistano Fingerfingerrr (foto da home) que refez “Polícia”. Outra é do grupo indie-do-indie curitibano Subburbia (foto acima do “trio”, haha), que “azucrina” na medida a música “Lugar Nenhum”.

O bom duo mineiro punk e fashion (não “punk fashion”, veja bem) Horror Deluxe transformou “Taxidermia/Nem Sempre Se Pode Ser Deus” em Cramps. E o felino Aletrix, trio de SP, deu a debilidade necessária à boa “Flat Cemitério Apartamento”.

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O novo vídeo muito louco do Subburbia. Ou seja, tudo certo

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* A banda mais odiada de Curitiba (hehe) e uma das mais adoradas pela Popload (hehehe), o grupo Subburbia lança música e vídeo de “Purple Weed”, uma viagem indie-hip hop electro que, segundo a banda, Emil e Marina Mirage, foi feita em homenagem à Fernanda Abreu e no “Verão da Lata”, de 1988. Tudo faz sentido, tirando que nada faz. A cara do Subburbia.

A música parece um som dos Pixies cantado pela Kim Deal em meio a uma viagem sem volta de ácido. Mas normal vinda do Subburbia. “Purple Weed” é o desejo de verão regressivo da banda.

Para ajudar, o músico Matthew Molnar, da banda Friends, canta um verso de “Purple Weed”, que vai estar na próxima mixtape do grupo de Curitiba, a sair a qualquer momento.

O vídeo foi editado por Marina Mirage, filmado por Alexandre Cardinal, Yuri Mira e Ian Joe e produzido pela Terry Crew. Sentiu?