Em supercordas:

CENA – Ex-festinha indie no Pará, Se Rasgum atravessa sua década a partir de amanhã com cerca de 30 atrações

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* A banda paulistana Holger abre amanhã, em Belém, a 11ª edição do Festival Se Rasgum. A capital do Pará será sacudida até sábado, dia 5, com perto de 30 atrações da música independente de vários cantos do país e inclusive internacionais. A banda inglesa Yuck (a da foto na home da Popload) é um dos bons nomes a tocar no Se Rasgum 2016.

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O Terno, Supercordas (foto acima), Barbara Ohana, Filipe Catto, Thiago Petit, Marcelo Jeneci e Tulipa Ruiz, Pega Monstro (Portugal), Molina & Los Cosmicos (Uruguais) mais nomes da cena local, veterana ou jovem, estão no elenco do festival deste ano

Outro festival indie do Norte/Nordeste brasileiro patrocinado e com grande apoio de empresas e do governo.

Serão cinco dias de música na noite paraense, iniciando amanhã com uma festa de abertura, no Café com Arte, na terça-feira, com os shows especiais de Holger (SP), Pelé do Manifesto e a discotecagem especial do Baile Tropical

Na quarta o festival acontece, ainda pequeno, no teatro Margarida Schivasappa, com os shows do gaúcho Filipe Catto, e os paraenses Luê e Pedro Vianna, ambos lançando disco novo.

O dia gratuito do Se Rasgum será na quinta, na Estação das Docas, quando se apresentam a powerband Aláfia (com participação de Bruno B.O), Aíla, a banda maranhense Criolina e o combinado Manari + Loopcínico (Maranhão).

O bicho no Se Rasgum pega mesmo com duas noites no Hangar, sexta e sábado, com 25 atrações. Veja a programação mais abaixo.

“O Se Rasgum começou em Belém em 2003, como uma festa entre amigos num clube para 100 pessoas, com o objetivo apenas de poder curtir juntos o que não se ouvia na noite local: Teenage Fanclub, Weezer, Yo La Tengo, Pixies… E com isso o público que passou a frequentar a festa era a galera que tinha banda autoral que, igualmente, não tinha palco pra tocar nessa noite em que imperava a banda cover”, lembra o criador do festival, Marcelo Damaso.

“Em alguns meses tínhamos uma festa quinzenal com 500 pessoas por dia. Foram dois anos fomentando a cena autoral, trazendo bandas e DJs de fora. E desde 2006 virou festival, que fazemos todos os anos.”

Confira a programação completa deste ano do Se Rasgum.

CAFÉ COM ARTE – abertura, amanhã, 1/11
– Holger (SP)
– Pelé do Manifesto
– Baile Tropical DJ set

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TEATRO MARGARIDA SCHIVASAPPA – quarta, dia 2/11
– Filipe Catto (RS)
– Luê
– Pedro Vianna

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ESTAÇÃO DAS DOCAS (programação gratuita) – quinta, 3/11
– Aláfia (SP, com participação de BRUNO B.O. (PA)
– Criolina (MA)
– Aila
– Manari (PA) & Loopcínico (MA)

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HANGAR – sexta, 4/11
– SCALENE (DF)
– THIAGO PETHIT (SP)
– YUCK (UK)
– PEGA MONSTRO (POR)
– BÁRBARA OHANA (RJ)
– VERÔNICA DECIDE MORRER (CE)
– SAMMLIZ
– CÉUS DE ABRIL
– BLOCKED BONES

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HANGAR – sábado, 5/11
– JENECI E TULIPA (SP)
– WILSON DAS NEVES (RJ) participação ARTHUR ESPÍNDOLA (PA)
– O TERNO (SP)
– PINDUCA
– GURI ASSIS BRASIL (RS)
– MOLINA & LOS COSMICOS (URU)
– SUPERCORDAS (RJ)
– LUCAS ESTRELA & ORQUESTRA PAU E CORDISTA DE CARIMBÓ
– ZEROMOU + SEMENTE DE MAÇÃ

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Avalanche de shows do indie nacional em SP chacoalha a CENA a partir de hoje

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É apenas um recorte do que vai acontecer nos próximos dias, dentro do que já vem acontecendo nos últimos dias e deve acontecer nos dias do futuro próximo, mas vamos tomar o período de duas semanas a partir de hoje como exemplo.

Acompanhe “parte” do que está programado em palcos variados de São Paulo (e adjacências) e todos os nomes envolvidos.

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* Hoje, 9/9, no belo Auditório do Ibirapuera, o power trio paulistano O Terno (foto), banda muito boa no palco e que tem as melhores fotos do indie nacional, além de andar dividindo shows por aí até com veteranos como Jards Macalé, apresenta o concerto de lançamento de seu novo disco “Melhor do Que Parece”. A empresa Natura banca esse show assim como bancou a produção desse terceiro álbum deles. Amanhã, sábado, dia 10, o espetáculo se repete.

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** Domingo, 11, no Centro de São Paulo, tem a segunda edição da feira Sacola Alternativa, evento do selo-banda-produtores-trazatraçõesgringas-levaatraçõesnacionais-temcasadeshows Balaclava Records, entidade paulistana de agitadores indies. O evento tomará a Galeria Olido, na Av. São João, e é parte do Mês da Cultura Independente, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura. Vão ter paineis para discutir a cena indie, o mercado, os caminhos. “Get together” de artistas e pequenas gravadoras do cenário independente brasileiro. Exposição e venda de lançamentos exclusivos de vinis, CDs, EPs, DVDs, fitas K7, merchandising dessa cena. E, óbvio, shows. Shows dentro de uma vitrine. Em que o público também entra nela. Certo?

Vitrine Olido
14h Sara Não Tem Nome (MG)
15h E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante (SP)
16h Marrakesh (PR)
17h Gorduratrans (RJ)
18h FingerFingerrr (SP)
19h Garotas Suecas (SP), foto acima

Dentro da programação tem ainda, na Sala Olido, outro espaço a ser ocupado pelo evento da Balaclava, show do quinteto Terno Rei. A apresentação marca o encerramento da feira. Na Sala Olido ocorre também os painéis (16h: Políticas de incentivo aos artistas e a Música Instrumental; 17h: Circulação de bandas no país e exterior; 18h: Tendências do mercado e a relação com as marcas) e a exibição do filme “GRU-PDX”, da cena de Portland, sob o olhar do duo paulistano Quarto Negro, que gravou na indiemente famosa cidade americana seu segundo álbum, lançado em abril. “GRU-PDX”, que passa às 14h, foi filmado durante seis meses de viagens para lá e para cá da dupla.

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* Está acontecendo em São Paulo o SP-Urban, evento anual de música, cinema e arte que nesta edição tem atrelado a seu nome a ação Samsung Conecta, plataforma de tecnologia da empresa coreana.
Hoje, 9/9, no principal telhado urbano da cidade, o Mirante 9 de Julho, estão programados dois ótimos shows com visuais do famoso artista Muti Randolph, que produzirá um sistema de áudio reativo para as apresentações indies.
– Às 18h30 o show será da banda surf carioca Beach Combers.
– Às 19h30 quem toca é o quarteto Inky (na foto acima, a vocalista Luiza Pereira), que mostra o recém-lançado disco novo, “Animania”, cuja produção foi bancada pela Red Bull.

Ainda ali na caída da av. Paulista, “atrás” do MASP e com vista cool da av. 9 de Julho a caminho do Centro, a junção música indie mais visuais artsy tem programado:
– amanhã, sábado, dia 10, às 19h50, Gabriel Thomaz Trio + Vj 1mpar.

No outro final de semana, sábado 17, ainda no SP-Urban, mas agora no palco externo do Auditório Ibirapuera, o evento vai ser robusto. A programação tem shows dos grupos Tigre Dente de Sabre, Superdose e os internacionais Boogarins, de Goiânia, que tocarão sob as performances visuais de, respectivamentes, VJZaria, Muti Randolph e United VJs.

De volta ao Mirante, no dia 18, às 18h30, o grupo goiano Carne Doce, que está lançando agora o segundo e belo disco “Princesa”, se apresenta no esquema sound & vision com o VJZaria. É o primeiro show em São Paulo do disco novo, que foi gravado aqui na cidade, sob a batuta dos produtores dos estúdios da Red Bull Station, que deu a master de presente ao grupo do Mac e da Salma Jô (foto da home da Popload).

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*** O Z Carniceria, palco estáile no agitado Largo da Batata, em Pinheiros, apenas falando deste final de semana tem a seguinte composição:
* hoje, sexta, show de pré-lançamento do primeiro disco autoral da banda instrumental LaMota, com exibição do novo vídeo do Maglore.
* amanhã, sábado, primeira edição da bombada festa Pardiero no Z Carniceria, que na estreia terá show da ótima banda-deboche Noporn (foto acima), redevivo projeto cool de Liana Padilha e Luca Lauri, que botará para rolar músicas de seu aguardado novo disco, “Boca”, a ser lançado em outubro.

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**** Na simpática e necessária Casa do Mancha, amanhã, sábado 10, tem show do grande Supercordas, banda carioca de psicodelia brasileira liderada pelo figuraça Pedro Bonifrate e que estreia baterista novo, o Caca Amaral. A Casa do Mancha é um dos espaços mais importantes e serve como uma espécie de laboratório aconchegante da CENA e realiza mais de 100 shows no ano, lutando “contra a subvalorização do artista nacional”.

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***** CAMPINAS: Neste final de semana, sábado 10 e domingo 11, rola no interior do estado aqui pertinho o festival Onde Pulsa a Nova Música, ajudado em sua realização pelo Governo do Estado e com entrada gratuita. O bacana Cícero e o exemplar do rock gaúcho Bidê ou Balde lideram a escalação que terá também Supercordas, Oito Mãos, O Bardo e o Banjo, Sala Especial e mais galera. A programação e os horários são estes:
Sábado – Na Estação Cultura a partir das 14h
14h – Ekena
15h15 – Ferdi
16h30 – O Bardo e o Banjo
18h – Oito Mãos
19h30 – Cícero

Dia 11/09 – Na Estação Cultura a partir das 14h
14h – Bels
15h15 – Supercordas
16h30 – Sala Espacial
18h00 – Muzzarelas
19h30 – Bidê ou Balde, foto acima.

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****** SOROCABA: Mais perto ainda de SP, em Sorocaba, neste final de semana acontece o Festival Febre. Começa hoje, acaba domingo. Esta é a 2ª edição do evento e serão mais de 50 atrações entre shows, palestras, painéis, workshops e exposições de arte. Grande parte das atividades é gratuita e acontecerá no Sesc. Sete bares e casas noturnas da cidade vão abrigar shows (pagando entrada). Tem ainda um palco público montado na praça Frei Baraúna.

Entre as atrações estão Wry (foto acima), Maglore, Tigre Dente de Sabre, Baleia, Apanhador Só, Camarones Orquestra Guitarrística e muito mais. Informações mais detalhadas no site oficial.

* Vamos junto?

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Festival Fora da Casinha bota a cena indie para andar forte

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The “kids” are alright. A nova cena indie brasileira cresce e aparece a olhos vistos não é de hoje, mas a partir de hoje apresenta outro exemplo feliz de evolução, que vai de uma pulsante organização em cima ou fora do palco que talvez nunca teve.

As bandas de SP e as que frequentam SP já constituem um número decente que possibilita chamar de “cena”. Gravadoras/produtoras como a Balaclava faz intercâmbio internacional de bandas, levando e trazendo, e toma para si o lançamento de discos de importantes nomes dessa cena. Exemplares tão díspares como efevescentes quanto Aldo the Band, Boogarins e Jaloo trazem ao indie o dinheiro de grandes empresas patrocinadoras, que bancam selos e produtores top para ajudar a coisa andar. Dentro de dez dias um importante palco para bandas independentes será inaugurado no Largo da Batata, em Pinheiros, reassumindo a vocação do hoje extinto Aeroanta e contribuindo para a a movimentação ao vivo do indie e além.

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Nessas, logo mais, a partir das 16h, a importante Casa do Mancha, laboratório de shows “caseiros” da cena nacional, sai de seus pequenos mas legitimadores domínios, o dos shows num quarto e sala e quintal, e vai à rua para protagonizar seu primeiro festival. A partir das 16h, emprestando as dependências do Centro Cultural Rio Verde, realiza o Fora da Casinha, com dez bandas relevantes desse sangue novo e nem tão novo, paulistano e brasileiro. De O Tenno a Holger. Da volta do Supercordas (foto acima) ao internacional Boogarins. Com Soundscapes (imagem da home) e Twinpine(s) (abaixo) na programação, entre outros, o Fora da Casinha faz com um pouco mais de pungência neste domingo o que a “casinha” de Danilo Leonel, o Mancha, tem feito há oito anos: botando a cena independente para andar.

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Confira a programação do Fora da Casinha

16h Discotecagem Trabalho Sujo
17h Maurício Pereira (Coreto)
17h40 Stela Campos (Sala Lago)
18h20 O Terno (Coreto)
19h The Soundscapes (Teatro)
19h30 Twinpine(s) (Sala Lago)
20h Holger (Teatro)
20h30 Carne Doce (Sala Lago)
21h Supercordas (Teatro)
21h30 Gui Amabis (Sala Lago)
22h Boogarins (Teatro)

O Centro Cultural Rio Verde fica na rua Belmiro Braga, 181, na Vila Madalena. E os ingressos custam, hoje, R$ 60.

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Botando o chocalhinho para funcionar. Vem aí o novo disco do Supercordas

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* “Itinerarium Extaticum In Temporalibus”, “Sinédoque, Mulher”, “Espectralismo ou barbárie?”. É isso mesmo que você está pensando. A grande banda indie carioca Supercordas, do cultuado e culto Pedro Bonifrate, está de volta ao disco. O grupo, ex-quinteto-agora-quarteto, lança o álbum “Terceira Terra” em streaming no dia 2 de outubro, pelo atuante selo-corporação Balaclava Records.

“Terceira Terra” (capa abaixo) vem para dar continuidade à psicodelia floral, animal e terrena de “A Mágica Deriva dos Elefantes”, um dos discos mais elogiados da música independente nacional em 2012 e o segundo álbum da banda.

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A lista de nomes legais das músicas do disco, que inicia este post, começa na verdade com a primeira faixa de “Terceira Terra”: “Fundação Roberto Marinho Blues & Co”. Veja o tracklist completo abaixo. O álbum contém a ótima “Sobre o Amor e Pedras”, já revelada aqui na Popload, tempos atrás, em dezembro.
single lançado há bem pouco tempo.

O grupo é formado por Bonifrate (voz, violão e guitarra), Diogo Valentino (baixo e voz), Filipe Giraknob (guitarra e percussão eletrônica) e Gabriel Ares (teclado e samplers). O baterista Santdro Rodrigues, o Digital Ameríndio, não está mais no Supercordas, embora tenha gravado o disco novo. Na foto da home da Popload, ele é reconhecidamente a figura central.

O Supercordas lança hoje ainda um teaser sobre o disco, gravado por Giuliano Gerbasi (autor da imagem do espantalho) no Estudio Canoa (Perdizes) e no lar da banda, Paraty, no Rio. Veja abaixo.

o tracklist:
Supercordas – Terceira Terra (2015)

01. Fundação Roberto Marinho Blues & Co.
02. Sobre o amor e pedras
03. Maria³
04. Colunas
05. Itinerarium Extaticum In Temporalibus
06. Primeira Terra
07. Sinédoque, mulher
08. Ipupiara
09. Espectralismo ou barbárie?
10. Segunda Terra
11. Terceira Terra

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Bonifrate revoluciona a arte do indie brasileiro, com novo vídeo. Mais ou menos isso

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* A Popload lança hoje o vídeo novo do Pedro Bonifrate, homem-banda carioca que lidera a psicodelia floral do Supercordas e tem um distinto trabalho solo quando tira o Pedro da frente e fica mais, digamos, urbano, musicalmente falando, embora ainda fale de “plantas inimigas” em letra. Em 2013 Bonifrate lançou o destacável “Museu de Arte Moderna”, disco que ganhou novo lançamento feliz por causa da versão vinil. Boa hora para corrigir o “erro” de não ter trabalhado logo essa bela “Revoluções”, em vídeo que seja, pois é uma das muitas boas canções do álbum solo. Mas daí que “Revoluções” chegou em vídeo então, montado pelo próprio cantor a partir de imagens velhas de internet. Não da velha internet, veja bem. O próprio Bonifrate explica tudo para nós, ali embaixo.

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Ele, claro, cooptado pelo selo Balaclava, que anda fazendo só coisas boas para a movimentação indie nacional tanto pelos artistas que escolhe para lançar quanto pelos eventos que escolhe produzir. Molecada viva.

O bacaníssimo vinil do “Museu de Arte Moderna” traz a estampa da Balaclava na capa. O disco pode ainda ter download gratuito no site do Pedro himself.

E o novo vídeo velho é este aqui:

Bonifrate : Revoluções from Bonifrate on Vimeo.

** Fala, Bonifrate:

“Revoluções” foi escrita em 2012 para o álbum que veio a se chamar Museu de Arte Moderna. No mesmo ano, antes do disco ser lançado, já estava sendo tocada com a banda – é uma das que melhor funcionam no palco, e tende a ser mais pesada e guitarrada ao vivo.

Os versos são desses que permitem leituras muito diversas. Pode-se estar falando de um flerte que não deu muito certo, ou interpretada como a fala de um intelectual marxista à classe operária (o que é, alegoricamente, bem parecido com um flerte que não deu certo), isso para ficar só no que me ocorre. As pessoas sempre levantam interpretações inusitadas das minhas canções, o que é muito maneiro.

É certo que ela ganhou uma nova perspectiva depois de junho de 2013, principalmente com um refrão que é uma espécie de arenga aos pequenos revolucionários que existem em nós. “Vem, vamos correr os riscos.”

Já era tempo de fazer um clipe para ela, potencial single que é, aproveitando que o LP foi lançado há pouco em vinil pela Balaclava Records. Então montei uma narrativa não muito linear, mas um bocado figurativa, a partir de imagens de arquivo catadas na internet. Priorizei filmagens de levantes populares ou revoluções comunistas do século XX, mas couberam também alguns trechos de filmes mudos obscuros, principalmente soviéticos. Isso e mais um pouco, tudo organizado de modo a trazer uma perspectiva sobre a tremenda confusão política-ideológica em que nos encontramos agora.”

** Foto deste post: Thalita Aguiar. Imagem da home: Daniel Moura.

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