Em sxsw:

Diário da #CENA brasileira em Austin, no festival SXSW – terça

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A invasão brasileira no Texas, mais especificamente no festival SXSW, em Austin, está nas mãos de algumas das bandas que vivem dando as caras na #Cena: Boogarins, FingerFingerrr, Autoramas, Liniker, Maglore entre outras. “Cena”, aqui, não só a nossa seção especial de indie nacional, mas a cena-itself mesmo, aquela que tem agitado o mercado brasileiro como há muito tempo não se via com shows que vão desde um palco improvisado em laje a festivais gigantes como o DoSol, em Natal.

Uma parte do lineup brasileiro no SxSW, da programação da próxima sexta, 17

“Nossas” bandas começaram ontem o rolê texano e estamos aqui de olho no que elas vão aprontar por lá, fuçando as redes e acompanhando a repercussão dos shows de longe. A semana promete:

FINGERFINGERRR

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Os donos da poha toda: invasão brasileira na balada com Liniker, FingerFingerrr e Lista de Lily:

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Aquela sensação boa de ver o nome da tua banda em uma lousinha de pub…

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BOOGARINS

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A agenda “tranquila” do Boogarins em Austin:

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Hippies e limpinhos

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One down, six to go. A maratona Boogarins começou ontem no Hotel Vegas:

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LINIKER

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Liniker e os Caramelows desde já divando no aeroporto de Dallas

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Prêmio de melhor legenda:

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Ela chega treme de frio

A post shared by Liniker 🎤🌟🌷🌟🌈 (@linikeroficial) on

LISTA DE LILY

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A banda brasiliense Lista de Lily com talvez o melhor pôster da invasão?

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Havia um Boogarins no meio do caminho…

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AUTORAMAS

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Os cariocas do Autoramas acabaram de chegar na cidade, mas já aproveitaram para postar conteúdo informativo de qualidade antes mesmo de embarcar, na linha “Caetano estaciona no Leblon”

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AGORA SIM

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MAGLORE

Maglore, o quarteto que virou power trio e agora voltou a ser quarteto, representa Salvador no festival. A banda ainda não chegou a Austin e toca por lá nesta sexta e sábado.

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E OK: por enquanto, o prêmio de melhor pôster vai para eles…

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SXSW – Filme de Terrence Malick mostra tretas amorosas na cena musical de Austin

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* Começa hoje, segunda, em Austin, Texas, a etapa musical do impressionante South by Southwest, a maior vitrine de nova música do mundo, seja por bandas novas ou veteranos procurando novos espaços no mercado. A palavra “nova” e o nome do Sxsw andam juntos desde o final dos anos 80.

O Sxsw já movimenta uma das mais incríveis cidades americanas desde a semana passada, por causa do festival de interatividade e de cinema, ambos importantíssimos também para quem quer entender o mundo hoje e principalmente o mundo de amanhã nessas áreas.

Mas a música, suas mais de 2200 bandas tocando em mais de 90 espaços (o que significa ginásios gigantes e palcos na rua, no topo de restaurante, quintal de loja, estacionamento de churrascaria), do meio-dia fora da programação até à noitão em programação oficial, com grupos de 67 países se apresentando por dois dias de folia sonora, começa hoje, um pouco mais “modesto” que os outros dias, mas ainda assim com shows do maravilhoso !!! e solo da Cindy Wilson, que era do B-52s.

Uma galera brasileira representará nossa CENA em Austin. Boogarins, Autoramas, FingerFingerrr e o Maglore são alguns dos nomes que se apresentam no Sxsw.

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Na verdade, a música do Sxsw começou na mostra de cinema, quando no final de semana foi exibido o aguardadésimo filme novo do diretor americano Terrence Malick , “Song to Song”. A produção, que estreou no Sxsw e entra em cartaz nos EUA nesta semana e dizem chegar ao Brasil em abril, tem só gente badalada: Ryan Gosling (o cara da foto lá em cima), Natalie Portman, Rooney Mara (a mina da foto lá em cima) e Michael Fassbender no elenco. A trama? Dois triângulos amorosos em meio à cena musical de Austin. Se for para esticar o elenco, ainda que em ponta, temos no filme Iggy Pop, Patti Smith, os Chili Peppers, Johnny Lydon, a Florence, os Black Lips, Lykke Li, até a Cate Blanchett e o Val Kilmer.

Velho parceiro meu de South by Southwest, o publicitário e brother Rafael Urenha está em Austin desde a semana passada com a antena ligada para as novidades do Sxsw. Ele viu o “Song to Song”, do Malick, e conta para nós o que achou sobre o show. Ou melhor, o filme.

‘Song to Song’, o filme que teve sua premiere mundial na noite de abertura do SXSW 2017, é por vários aspectos um clássico filme de Terrence Malick. A narrativa flui livremente por entre imagens de cair o queixo do começo ao fim, seja um lago banhado pela luz do sol ou um moshpit de punks num festival de música.

O casting é a fina nata do cinema atual: Ryan Gosling e Rooney Mara, como músicos aspirantes em Austin, e Michael Fassbender, o perturbado executivo de gravadora. Mas ainda tem Natalie Portman, Cate Blanchett, Holly Hunter e Val Kilmer (quase reprisando uma cena de “The Doors”).

A impressão que dá é que nenhum ator recusa quando Malick chama. Ainda assim, palavras como ‘desafiadora’, ‘dolorida’, ‘diferente’ foram repetidas pelos atores na hora de resumir a experiência de filmar com o aclamado diretor, durante o papo ao vivo que antecedeu a estreia do filme.

O casting é completado pela participação especial de Likke Li, Patti Smith, Iggy Pop, Johnny Rotten, os Red Hot Chili Peppers, todos bem à vontade nos bastidores dos shows.

Mas não se engane. O filme é sobretudo uma investigação livre e não linear sobre relacionamentos, traições, obsessões, tudo isso com a cena musical de Austin como mero pano de fundo.

Lindo de morrer, confuso e emocionante, como todo bom filme de Malick.”

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#SIMSP dia 2 – Os caras do Sxsw, as rádios e o Bike

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* A São Paulo indie segue chacoalhada com a programação oficial diurna e noturna da Semana Internacional da Música, que tem coração no Centro Cultural SP, mas se espalha por toda a cidade em shows e puxa ainda uma programação não-oficial de apresentações.

Ontem, na parte de palestras, demos uma olhada na que trouxe a galera do megauberhiperfestival indie South by Southwest, do Texas, a mais importante vitrine de música nova do planeta. O nome da mesa era “O SXSW e a porta de entrada para o mercado americano””. Teve Tracy Mann e Stacey Wilhelm, que trabalham para o SXSW, assim como Mark Gartenberg, que além de seu papel no festival de Austin é co-fundador da MG Limited, que trabalha com consultoria musical, e presidente da Adesso, uma boutique administrativa e editora/gravadora. O cara.

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O painel gastou seus primeiros 20 minutos basicamente apresentar o SXSW para quem ainda não conhecia, explicar o formato do festival que é mais uma feira que conecta gente do mundo inteiro, que está buscando, mais do que qualquer outra coisa, novidades de várias esferas, em modelos de negócios, mercado de filmes, atuações publicitárias modernas e diferenciadas e, claro, música.

Wilhelm (foto acima), que cuida basicamente da programação do festival, afirmou que chegam até ela e o pequeno grupo de oito pessoas que montam as edições do Sxsw cerca de 10.000 artistas interessados, e que no fim só 2.000 desses são selecionados. Falaram sobre a dificuldade de deslocamento e gastos que um artista novo selecionado precisa encarar para se deslocar até Austin e passar a semana por lá para se apresentar no festival.

Foi falado na conversa que o Brasil é o quinto país dentro do South by Southwest em representatividade, ficando atrás só de países tipo Alemanha, Inglaterra e Canadá, além dos próprios EUA. Muitos perguntaram “Mas, e aí, como faz para tocar no SXSW?” A resposta dos palestrantes foi que não existe uma fórmula, e que eles estão sempre atrás de coisas novas que supõem sejam interessantes ao público que lota Austin todo ano. E que, para o festival, não importa números de streaming, curtidas em Facebook ou número de followers no insta para um artista ou banda integrar uma edição do Sxsw. Todo mundo tem chance e começa no mesmo patamar.

** “Espaço na Rádio. Qual teu dial ou link?” trouxe à tona, na sequência, uma conversa sobre rádios, com a participação de Meggie Collins (Triple J Austrália), Patricia Palumbo (Rádio Vozes), Roberta Martinelli (Som a Pino, Rádio Eldorado), Patrickor4 (Frei Caneca FM), Paulo Proença (Rádio Inconfidência), Veronica Pessoa (Faro MPB, MPB FM), Julianna Sá (Programa Radar, Roquette-Pinto) e Alberto Benitez (Radio Ibero 90,9, México).

Foi o painel mais “fervido” que vimos, com a sala lotada. Talvez por serem radialistas e adorarem falar, ainda mais sobre música, a discussão com a plateia foi das mais saudáveis e divertidas. Todos os palestrantes falaram um pouco sobre a carreira e sobre os projetos que estão trabalhando, e o fator comum foi levar música de artistas pequenos, independentes, ou da MPB, até o ouvido dos ouvintes mais diversos. E instigar ao máximo que essa música seja dissipada dentro de um país continental que não conhece a música do estado vizinho, mas sabe o que toca fora do país.

A grande e articuladíssima Triple J australiana deixa claro que o que falta no Brasil é investimento do governo em rádios que tenham um pouco mais de, digamos, curadoria, e que permita que novos sons, novas bandas e artistas sejam descobertos. A BBC britânica e a Triple J tem algo em comum: são totalmente financiadas pelo governo, o que possibilita, no feliz caso delas, a liberdade cultural florescer. Não por acaso a Triple J vem crescendo bastante no “gosto comum” na Australia e toca um tipo de música tida como “alternativa”.

A noite ferveu novamente nos shows pela cidade. Conseguimos chegar à Casa do Mancha novamente para ver o paulistano Bike tingir a casinha com cores psicodélicas, na dobradinha com a doçura do Carne Doce goiano em versão acústico-amorosa, dentro do showcase do Festival Bananada. No Z Carniceria, em noite gaúcha lotada, o Wannabe Jalva, o Catavento e o Cartola fizeram o povo cantar letras de forma impressionante.

Abaixo, temos vídeo da música que encerrou o show do Bike no Mancha.

* Na foto da hom, as cores do Wannabe Jalva em show no Z Carniceria ontem, dentro da programação da SIM.

** A cobertura POPLOAD do SIM – SEMANA INTERNACIONAL DA MÚSICA é de Lúcio Ribeiro e Isadora Almeida.

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CENA – Festival South by Southwest vem conversar com a cena brasileira na Semana Internacional de Música de São Paulo

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* Você acha que a movimentação da cena independente nacional já decretou o final do ano? Olha direito…

De 7 a 11 de dezembro, a cada vez maior SIM – Semana Internacional de Música de São Paulo promove em sua quarta edição, no Centro Cultural SP, um grande intercâmbio entre nossa CENA e a cena latina, americana, européia, australiana, a p*rra toda, com uma programação que apresentará 27 shows diurnos (gratuitos), e principalmente palestras, rodas de debates, encontros de negócios e mostra de cinema (para estes, precisa comprar um “badge”) .

Exclusivo: entre as várias discussões interessantes em que o SIM jogará sua luz de “music convention” para encurtar caminhos para a cena brasileira no exterior estará o principal festival independente do mundo, o texano South by Southwest, a maior vitrine alternativa para as cenas de qualquer lugar do planeta. Inclusive a brasileira.

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A comitiva do Sxsw estará representada, em São Paulo, pela representante internacional do SXSW no Brasil, Tracy Mann; pela diretora, curadora e, ATENÇÃO, responsável por escolher as bandas brasileiras que tocam no evento, Stacey Wilhelm; e pelo líder de uma nova programação para compositores e produtores internacionais no SXSW (a ser testada na edição 2017), Mark Gartenberg. O trio fará parte da mesa “O SXSW e a porta de entrada para o mercado americano”.

Outras das conferências altamente recomendadas:
1. 9 de dezembro, 15h30: Espaço na rádio. Qual teu dial ou link?
Com Maggie Collins (Triple J/Austrália), Patrícia Palumbo (Rádio Vozes), Roberta Martinelli (Som a Pino, Eldorado FM/São Paulo, SP), Patrick Tor4 (Frei Caneca FM/ Recife, PE), Paulo Proença (Rádio Inconfidência/Belo Horizonte, MG), Verônica Pessoa (Faro MPB, MPB FM/Rio de Janeiro, RJ), Julianna Sá (Programa Radar, Roquette-Pinto/ Rio de Janeiro, RJ) e Alberto Benitez (Radio Ibero 90,9/México). MEDIADOR: Ricardo Rodrigues.

2. 10 de dezembro, 15h30: Novos festivais de música no Brasil.
Com Camila Cortielha (Festival Transborda/ Belo Horizonte, MG), Anna Penteado (Vento Festival/ Ilha Bela, SP), Guilherme Marconi e Thiago Custódio (Coala Festival/ São Paulo, SP), Katia Abreu (Dia da Música/ São Paulo, SP), Mancha Leonel (Festival Fora da Casinha/ São Paulo, SP), Gabriel Caixeta (Festival Timbre/Uberlândia, MG). MEDIADOR: Ricardo Rodrigues.

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* Abertura: o fenômeno Liniker e seus Caramelows e a cantora carioca Mahmundi fazem os shows de abertura da SIM no Auditório do Ibirapuera, no dia 7/12, de graça. A apresentação de Liniker terá, como convidada especial, a veterana cantora Elza Soares. Mahmundi sobe ao palco às 20h.

Mais shows da SIM, acontecerão no próprio Centro Cultural SP, na “programação diurna”, e também espalhados por clubes de São Paulo, entre eles Cine Joia, Z Carniceria, Centro Cultural Rio Verde, o Z Carniceria, jazznosfundos, na chamada “programação noturna”.
O encerramento da Semana Internacional acontecerá no Mirante 9 de Julho.

* Pro-BADGE: A SIM vende credencial que dá acesso a todo seu conteúdo e garante a entrada a todos os eventos e espaços da convenção, entre eles a Pro-Area, no Centro Cultural São Paulo, e a Pro-Area Virtual, no Facebook. Até dia 30/11, sai por R$ 280. Depois, R$ 350.

Mais informações sobre o badge e sobre shows e palestras no site oficial da SIM São Paulo.

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Ressurreição 2. As Deap Vally voltaram, fazendo session numa van

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* As Deap Vally, dupla de meninas guitarra-bateria da Califórnia, estão de volta, depois que a baterista Julie Edwards teve nenê. Essa é uma das notícias de destaque. A outra é que a linda guitarrista loirinha e bagaceira, a incrível Lindsey Troy, continua bagaceira, mas não está mais loirinha.

O duo andou fazendo uma pequena turnê americana nas últimas semanas, tendo como epicentro o festival South by Southwest, em Austin, Texas. As meninas aproveitaram para testar as músicas novas ao vivo, que é o jeito como elas gravam seus discos. O próximo álbum das Deap Vally, o segundo delas, é aguardado para este ano.

Daí que recentemente pintaram uma session esperta que Lindsey e Julie fizeram no Sxsw, como atividade paralela ao festival, dentro de uma… van. Foi para a série Jam in the Van, loucurinha rock armada pela revista americana de estilo “GQ”.

Olha que arraso! E olha a Lindsey morenaça!!

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