Em sza:

Top 10 – Wet Leg ousa ocupar o topo do ranking. Desbancando o “novo” Idles e a linda Courtney Barnett. Mas cabe todo mundo

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* UAU! Que semana. Difícil escolher um primeiro lugar. As meninas do Wet Leg se destacam, mas como não pensar no IDLES em nova forma? Ou na Courtney Barnett cada vez mais reflexiva? Ou no Pond abrindo novos horizontes? Na dúvida, nosso conselho sempre é pegar todas as recomendações do top 10 na nossa playlist. É o melhor que você pode fazer.

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1 – Wet Leg – “Wet Dream”
E segue muito bem a dupla Wet Leg, formada por Rhian Teasdale e Hester Chambers. Com apenas dois singles, as meninas da mítica Ilha de Wight, Norte da Inglaterra, estão fazendo um superbarulho. Barulhinho bom, para sermos mais assertivos. “Wet Dream”, de acordo com Teasdale, é “uma música de separação”. Criada a partir de uma situação em que um dos ex dela passou por uma fase de enviar mensagens de texto depois que terminaram, contando que tinha tido um sonho com ela. Típico. Quem mandou ser mala? Agora virou música. Bem boa, aliás.

2 – Idles – “The Beachland Ballroom”
Um Idles como a gente nunca tinha visto. Oficialmente pelo menos. A barulheira da banda ainda está lá, mas a produção de Kenny Beats e a inspiração do próprio grupo abre o espectro sonoro para abraçar toques de soul e um órgão que dá todo um clima – sem dúvida um dos takes vocais mais inspirados de Joe Talbot. Um Idles bom para tocar em rádio brasileira, diríamos. Agora vai.

3 – Courtney Barnett – “Write a List of Things to Look Forward to”
Estamos gostando do que apareceu até agora do futuro novo álbum da nossa australiana predileta. Os três singles de “Things Take Time, Take Time” apontam uma Courtney mais calma e reflexiva – até agora nada muito explosivo e barulhento foi lançado. Essa canção especificamente é a primeira que ela escreveu para o novo disco, em um momento complicado de falta de inspiração que começou a acabar com ela indo morar sozinha e se reconectar consigo. E com uma esperança no futuro.

4 – Pond – “Song for Agnes”
Daqui a pouco nesta lista vai aparecer uma música do David Bowie. E é impossível não pensar em Bowie ao escutar esta nova do Pond. Sai os fortes toques psicodélicos e entra um jeitão de pensar em música pop até que bem radiofônica. Tem até um sax…

5 – Kali Uchis e SZA – “Fue Mejor”
SZA encaixou muito bem neste remix de um dos hits de Kali Uchis no álbum “Sin Miedo (del Amor y Otros Demonios)”. A música é basicamente a mesma, mas sem o rapper PartyNextDoor. Detalhe: ele rimou em inglês enquanto a SZA foi mais na proposta da Kali, que fez este álbum quase todo em espanhol, e rimou em espanhol também com muita desenvoltura, pela primeira vez se aventurando na língua. Que dupla!

6 – Remi Wolf – “Anthony Kiedis”
Por falar em favoritas da casa, a gente está ansioso pelo primeiro álbum da Remi Wolf. Não tem muito tempo que a Dora Guerra dedicou uma Semiload a ela. Esse single divertido que consegue relacionar, de uma forma muito louca, ficar isolada na pandemia a amar a família como Anthony Kiedis ama, só aumenta nossas expectativas. Sim, ele mesmo: o Anthony Kiedis.

7 – Elton John e Stevie Wonder – “Finish Line”
Dois magos do pop reunidos. Não é o primeiro encontro deles: Wonder já tocou sua gaita em “I Guess That’s Why the Call It the Blues” e ambos cantaram com Dionne Warwick e Gladys Knight em “That’s What Friends Are for”. Além de ser um encontro bonito, é para ficar de cara com o quanto a voz de Stevie Wonder, que tem quase a mesma idade de Elton John, segue intacta.

8 – Illuminati Hotties – “Knead”
É muito bom o trabalho de Sarah Tudzin à frente de seu projeto Illuminati Hotties. De LA ela toca seu terceiro álbum, “Let Me Do One More”, que saiu sexta passada, ainda em imersão auditiva por aqui. Se a letra de “Knead” é um tanto quando indecifrável, as guitarras de Sarah seguem fáceis de amar de qualquer canto do mundo.

9 – The Specials – “Get Up, Stand Up”
Em um disco dedicado a canções de protesto que abrange músicas feitas entre 1924 e 2012, o lendário grupo inglês de ska Specials brilha agora em optar por uma versão acústica que dá um outro tom ao clássico de Bob Marley. É Marley de um jeito diferente e o próprio Specials de um jeito diferente. Emocionante.

10 – David Bowie – “You’ve Got a Habit of Leaving”
Em 2000, David Bowie juntou uma banda para regravar releituras de músicas suas antigas que estavam perdidas por aí. Uma delas era “You’ve Got a Habit of Leaving”, lançada por Davy Jones & The Lower Third, seu último registro antes de virar David Bowie. Mas o disco foi engavetado e nunca viu a luz do dia. Agora, com o lançamento da quinta caixa que desbrava sua longa discografia, o tal álbum perdido, chamado “Toy”, estará presente. E um Bowie é sempre um Bowie.

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* A imagem que ilustra este post é do duo inglês Wet Leg.
* Este ranking é formulado pelo duo Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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POPNOTAS – Só as minas: Kali Uchis, SZA, Billie Eilish, Lia Paris, Giovanna Moraes, Natália Noronha, Cris Botarelli

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* A cantora e fashion babe mezzo americana, mezzo colombiana Kali Uchis chamou a amiga bombator SZA para fazer com ela uma nova versão para a música “Fue Mejor”, que está diferente em seu mais recente disco, o segundo e pandêmico “Sin Miedo (del Amor y Otros Demonios)”, lançado no fim do ano passado. A prática tem sido comum em artistas que soltaram discos com o mundo paradão por causa da covid-19 e, agora que os shows estão voltando, querem dar uma reativada-relembrada nos lançamentos, sem ter que produzir algo novo para já. Essa nova roupagem (termo certo) para “Fue Mejor” traz a primeira vez que a cantora SZA manda um espanhol. “É um R&B latino, é SZA cantando em espanhol, este é “O” momento”, diz Kali Uchis. Não dá para não concordar. Acompanha um vídeo-drama à altura das divas.

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* CENA – A cantora chic paulistana Lia Paris, que uma hora pode estar gravando um disco na Itália e no dia seguinte sonorizando uma exposição na Islândia acaba de lançar um novo single, chamado “Five Star”, lindão. O negócio é que nada da Lia (da foto na chamada da home da Popload, em clic de Ali Karakas) vem assim, como um mero lançamento. “Five Star” vai ter uma série de NFTs, o certificado original tecnológico, à venda na primeira plataforma de NFT de música da França. Manja NFT, né? Já leu quantas vezes o exemplo da Mona Lisa? A estréia de Lia na plataforma francesa será através de um leilão de 48 de uma peça única (unique) e uma série de dez NFTs (legendary) de “First Star”, com valores acessíveis para dar mais possibilidades aos fãs compradores, que querem se sentir donos da obra original. “First Star” puxa uma fila de músicas de pegada intimista, supernovas ou não, que Lia Paris vai lançar nos próximos meses.

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* CENA – Adepta de lançamentos abundantes, a inquieta cantora multiinstrumentista Giovanna Moraes revelou nesta semana mais um single em parceria, trazendo como convidadas Natália Noronha (que era da banda potiguar Plutão Já Foi Planeta) e Cris Botarelli (do Far From Alaska, outro nome de destaque da cena de Natal, RN). A música se chama “O Escape É Seu Olhar” e carrega num “lado B” a indie “Driving Me Insane”, em que a guitarra esperta não fica obliterada pela voz de nuances de Giovanna. Voltando ao “lado A”, a do trio feminino, “O Escape É Seu Olhar” tem ainda um vídeo-conceito bem molhado e acorrentado, trazido pela maré numa tarde nublada. O escape é seu olhar. Então olhe:

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* A onipresente Billie Eilish vai ser ouvida nos cinemas a partir de hoje, de modo cavalar. Estreia no mundo todo o filme “Sem Tempo para Morrer”, o novo 007, para o qual Billie e seu brother Finneas compuseram a música tema, que vai embalar o famoso letreiro, que marca ainda a despedida de Daniel Craig no papel de James Bond. Enfim, Billie Eilish tem tocado em muitos festivais e eventos, nestes dias. Tudo no Youtube, pelo menos em parte. Para citar dois eventos parrudos, Billie se apresentou no Life Is Beautiful Festival, em Las Vegas, no último dia 19 e no nova-iorquino Governors Ball, no final de semana passada. Ambos os shows baseados no mais recente álbum de Billie Eilish, o ótimo “Happier than Ever”, lançado no final de julho. Trazemos o show todo do Life Is Beautiful e a performance de Billie para “Happier than Ever”, a faixa-título do disco, em Nova York. Não nessa ordem.

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Popnotas – Filme “Free Guy” resgata Mariah Carey e bota a new wave no TikTok. Hein? Courtney Barnett ao vivo na TV. Três novas da SZA de uma vez, mas ainda na fase “rascunho”

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– Na quinta-feira, a guitarrista australiana Courtney Barnett foi a atração musical do programa do Jimmy Fallon na TV americana, mandando de Melbourne uma performance do trio que ela lidera para a música “Rae Street”. A canção é o primeiro single lançado de seu novo álbum, “Things Take Time, Take Time”, seu primeiro em três anos e do qual já lançou outro single lindo, “Before You Gotta Go”. Ambas as músicas revelando sua pegada nova, chamada aqui de “menos Cobain, mais Velvet Underground”.

– Um dos filmes mais legais da retomada pós-pandêmica, “Free Guy”, produzido e estrelado pelo figuraça Ryan Reynolds (ao lado da espertíssima Jodie Comer, de “Killing Eve”) entrou em cartaz no Brasil na sexta passada. O longa está “salvando” as bilheterias neste complicado 2021 nos cinemas americanos. Aqui, neste primeiro final de semana em exibição, foi visto por um a cada quatro frequentador. Reynolds, superhero escrachado da espetacular série de filmes “Deadpool”, agora em “Free Guy” é um superhero “fofinho” que faz um bancário que descobre que na verdade é um personagem fictício de um videogame real. Mais ou menos isso. Reynolds é o cara. Fez a história versar sobre uma música da cantoraça Mariah Carey, de quem é fã. A música, que romanticamente o aproxima da heroína do filme (Jodie), é “Fantasy”, de Carey, de 1995, em que ela sampleia absurdamente o hit espetacular “Genius of Love”, do grupo Tom Tom Club, da new wave americana dos anos 80. Daí que a mais famosa música do Tom Tom Club, não a da extrafamosa Mariah Carey, está bombando no TikTok. Olha como gira o mundo musical, num spinning muito louco hoje em dia.

– Sdd, SZA. Já há quatro anos sem voltar definitivamente para o jogo, depois de seu explosivo álbum “Ctrl”, a multiestilos e multitalentosa cantora do Missouri tem testado seus fãs com o que ela chama de “idéias musicais”, nada muito oficial ou definitivo. No ano passado foram três canções em rascunhos. Não que ela tenha necessariamente sumido. Neste 2021 ela apareceu em uma participação no álbum da Doja Cat e na trilha sonora do novo “Space Jam”. Agora em julho, ” target=”_blank”>uma musiquinha lançada só no Youtube, tratada como “não finalizada”. E hoje três novas foram atiradas aos fãs de uma tacada só, avisadas em suas redes e postadas no Soundcloud, chamadas de “pensamentos randômicos”. São elas“Joni”, “I Hate You” e “Nightbird”. Estas daqui:

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Popnotas – O talvez disco do James Blake. O EP final do Gustavo Bertoni. A música nova da SZA, só no Youtube. E a Janelle Monáe com os Obama

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– “Mamãe, eu fiz um álbum.” Sim, foi desse jeitão que o inglês James Blake anunciou no Instagram que está com novidades musicais prontas para lançar. E só! Nenhum detalhe de título, datas ou arte. Nada. Vai que ele nem lança, né? Blake revelou seu álbum mais recente em 2019, “Assume Form”, além de dois EP, um de covers e um de inéditas chamado “Before”. Solta logo, Jay!

CENA – Por falar em EP, quem está com um novo é o Gustavo Bertoni. A gente cobriu por aqui seus singles mais recentes, “Ricochet” e “Old Ghosts, New Skin”, que estão em “A More Translucent Haze”, disquinho que saiu há alguns dias trazendo ainda duas inéditas, “Moon Bath” e “River Dry”. Na concepção de Gustavo, esse EP é o epilogo de sua carreira solo até aqui, fora do Scalene, seu plano A – com ideias ainda do seu álbum solo mais recente, mas também com rascunhos do que podem ser seus próximos passos. A produção musical do EP é de Lucas Mayer em três sons, exceto “Old Ghosts”. que é assinada pelo Apeles.

– Em uma live no YouTube, a cantora SZA (foto na home) lançou uma nova música, que segue inédita nas plataformas de streaming. “Shirt” já rondava a cabeça dos fãs desde que a mossa soul-R&B do Missouri deu uma prévia deste som online. A SZA não lança um novo álbum desde 2017, ainda que tenha adiantando alguns singles no ano passado. Agora em 2021 ela apareceu em uma participação no álbum da Doja Cat e na trilha sonora do novo “Space Jam”. E também tem a promessa de que em breve sai um música dela dela com Kevin Parker, do Tame Impala, e o superprodutor Mark Ronson. Pensa…

– E outra que andava meio quieta, com uma coisinha aqui e ali só, é a cantora, rapper, atriz e produtora Janelle Monáe, que não lança álbum desde 2018, mas entre singles seus e músicas para trilhas sonoras vai movimentando o rolê. Seu single mais recente é “Power”, feito para para o soundtrack do filme da série “We The People”, da Netflix, que no Brasil vai sair com o nome de “Lições de Cidadania” e estreia neste domingo e tem na produção o casal Barack e Michelle Obama. Em um episódio, Janelle vai aparecer cantando.

Top 10 Gringo: Começamos mais um ranking Popload semanal. Desta vez internacional. E com a Julien Baker fofa liderando

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* A gente enrolou bastante, mas agora o nosso “Top 50 da CENA” ganha seu irmão internacional. O Top 10 Gringo segue a filosofia do Top 50 de música brasileira que a gente costuma publicar às quartas-feiras de manhã aqui na Popload. Uma parada muito nossa, mais conceitual e de gosto do que de vendas/audições em streaming. Gerando toda semana uma playlistezinha básica bonitinha para ouvirmos.

Nem no da CENA, nem neste Gringo, a ideia não é promover a disputa entre artistas, mas sim a apreciação das músicas que mexeram com a gente durante a semana que passou. Vai ter muito lançamento fresco, sim, mas cabe também alguma antiga revisitada pelo espírito da época ou aquelas que descobrimos só mais para frente. É muita música neste mundão de meu Deus. Nesta estreia, um bom mix entre as primeiras de 2021 e as perdidas de 2020.

De novo, tudo isso sempre como uma boa desculpa para formar já aquela playlist caprichada e sempre em construção em que você vai poder descobrir e redescobrir quais sons bombaram em 2021, quando (este ano esperamos abençoado) acabar.

Vamos ao primeiro TOP 10 Gringo de 2021?

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1 – Julien Baker -“Faith Healer”
Em um tratado sobre vícios, Julien Baker reflete além da questão do vício em drogas e avança sobre a questão do escapismo, que alguns encontram na política, na religião. Formas de lidar com a dor que talvez evitem a cura da própria dor quando confiamos em pessoas não muito bem intencionadas. Um musicão. Promete ser um álbum e tanto esse “Little Oblivions”, que chega em fevereiro.
2 – Navy Blue – “1491”
1491. Um ano antes de Colombo chegar à América. Sob uma das base mais deliciosas da safra 20/21, o rapper nova-iorquino Navy Blue criar um refrão e tanto, daqueles que dispensa traduções. “Uh, I used to kiss my Saint Christopher, fuck Christopher Columbus/1491, it’s one and done, this shit is fucked up/Uh, shit is fucked up”.
3 – Shame – “Nigel Hitter”
Pelo que adianta Charlie Steen, o vocalista do Shame, “Nigel Hitter” é um ponto determinante do novo álbum do Shame, “Drunk Tank Pink”, que sai sexta-feira. Muito do disco parece ter sido escrito entre sonhos e divagações após a looonga última turnê da banda. Aliás, aviso de gatilho, o Shame não prepara só um novo álbum. Eles já têm turnê agendada e com show esgotado. Sim, shows. Lembra? Se vai mesmo rolar é oooooutra história haha.
4 – SZA – “Good Days”
Será que teremos em 2021 o segundo álbum da SZA? Esperamos que sim. Desde 2017 sem um disco só seu, estamos com saudades dela. “Good Days” promete uma safra de músicas boas. Uma delicada bomba contra a ansiedade.
5 – Lana Del Rey – “Chemtrails Over The Country Club”
Enquanto a gente editava este post, Lana resolveu dar as caras. “Chemtrails over the Country Club” chega com a data de lançamento do seu sétimo álbum, que leva o nome da faixa. No disco, mais um tanto de sua parceria com o produtor Jack Antonoff e até uma cover para um som da Joni Mitchell. Fora o vídeo desta música, tão incrível como maluco. Bem Lana.
6 – Playboi Carti – “M3tamorphosis”
Bom de crítica, bom de vendas. O rapper Playboi Carti já começa 2021 fazendo história. No longo “Whole Lotta Red”, seu disco lançado no Natal, se destaca esse som que tem a presença do sempre certeiro Kid Cudi. Aí fica mais fácil. Musicaça.
7 – Viagra Boys – “In Spite Of Ourselves”
Um bom som do primeiro álbum de 2021 que bateu por aqui. Dentro de “Jazz Welfare” se destaca “In Spite of Ourselves”, música que tem feat. com Amy Taylor, da Amyl and the Sniffers, considerada a melhor banda da Austrália hoje, apesar do Tame Impala e tals.
8 – Tia Carys – “Trouble Train”
Rapper do Reino Unido que começa a circular devagarzinho por aí. Canção boa que pega nas primeiras notas. Balanço gostoso. Nome para se acompanhar.
9 – Phoebe Green – “Grit”
Mais uma inglesa. Desta vez de Manchester. Aquele som que parece produzido no quarto, um encontro de lo-fi, pop caprichado, bom gosto em cada timbre do instrumental, a voz.
10 – Kings of Leon – “The Bandit”
Entre erros (muitos) e acertos (alguns), não dá para ignorar os King of Leon. “The Bandit” é um dos acertos. E pelo visto caiu no gosto do fãs, que no Spotify ela deu um banho de plays no seu lado B, a outra inédita e fraca “100,000 People”.

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Você chamou a playlist? Ela tá aqui.

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* A imagem que ilustra este post é da multiinstrumentista Julien Baker.
* Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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