Em t-rex:

Nick Cave de novo. Agora fazendo cover do T.Rex para o programa do Corden

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* Lá vem de novo o astro indie australiano Nick Cave. Nesta noite que passou ele foi a atração do programa do apresentador James Corden, na TV americana. Obviamente à distância.

Para o Corden, Cave tocou o clássico “Cosmic Dancer”, do tironossauro rex Marc Bolan. Mais um número de divulgação de Nick Cave que serviu para duas coisas:

(1) o filme de cinema de seu show solitário no Alexandra Palace, em Londres, o “Idiot Prayer – Nick Cave Alone at Alexandra Palace”, que estreia nos cinemas mundiais (seja lá o que isso signifique) no dia 5 de novembro, com um luxuoso disco sendo lançado semanas depois;

(2) o disco especialíssimo “AngelHeaded Hipster: The Songs of Marc Bolan and T. Rex”, recém-lançado em vinil branco e CD, cheio de gente incrível homenageando o lendário Bolan, sua lendária banda e ainda o produtor Hal Willner (Devendra Banhart, Marc Almond, Gavin Friday, Joan Jett, Sean e Julian Lennon, Father John Misty, U2 com Elton John, Lucinda Williams…). O disco de 26 múicas, que tem umas faixas em streaming, foi o último trabalho de Hal Willner, importante produtor musical de discos, shows e autor de sketches para o programa “Saturday Night Live”, que morreu por causa da covid dia destes.

Sempre um prazer, Nick!

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Surge o vídeo do encontro de Morrissey e David Bowie cantando cover de T. Rex

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* Uma saborosíssima história da música pop, muito contada, bastante ouvida, mas nunca mostrada, ressurgiu nos últimos dias para corrigir esse grande problema: apareceu um espetacular vídeo dela.

O dia em que David Bowie “invadiu” o palco de um show do Morrissey em Los Angeles para ambos cantarem uma coisa do grande clássico “Cosmic Dancer”, de Marc Bolan, poeta, cantor e guitarrista do lendário grupo T. Rex.

A apresentação aconteceu durante uma turnê solo do Morrissey pelos EUA em 1991, do álbum “Kill Uncle”, seu segundo disco pós-Smiths. Foi um show na gigantesca The Forum, antiga arena onde os Lakers mandavam seus jogos na NBA e o poderoso Kings, na NHL, a liga de hockey.

Esse encontro de palco absurdo traz até imagens fora dele, nos bastidores, com Bowie esperando Morrissey sair do camarim, fumando um cigarrinho e conversando com amigos no corredor. A cover de Marc Bolan ocorreu no bis, na última música do show.

Sobre esse nunca-antes-visto encontro, Morrissey chegou a falar em sua autobiografia, publicada em 2013: “Ele entrou no palco todo majestoso e eu já estava exausto, quase sem voz. Mas o garotinho fã de 12 anos dentro de mim, que não ia para a escola sem antes acalmar meus nervos ouvindo “Starman” todos os dias, não estava acreditando no que estava acontecendo ali. Mas lá estávamos eu e ele”.

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Nick Cave lança maravilhosa cover de T. Rex. E daí???

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* Affe. Olha essa do Nick Cave… Ao piano, ainda por cima.

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Vai sair uma coletânea em setembro para homenagear as músicas do lendário Marc Bolan, cantor, guitarrista e poeta inglês que liderou o fundamental T. Rex lá nos anos 60 e 70, gerando o glam rock e tals, a psicodelia novinha tomando conta (até dos Beatles), envolvendo caras como David Bowie, essas referências leves.

Daí, agora, chamaram o Nick Cave para interpretar um clássico do T. Rex, a maravilhosa “Cosmic Dancer”, para este “AngelHeaded Hipster: The Songs of Marc Bolan and T.Rex”, que será lançada dia 4/9.

“Cosmic Dancer”, do Bolan, por Nick Cave, saiu hoje. Até em vídeo. Que coisa mais maravilhosa.

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Desplugado, Kasabian mostra música nova e uma cover de T. Rex na BBC

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O badalado grupo inglês Kasabian está em ritmo de divulgação de seu novo disco, “For Crying Out Loud”, lançado semana passada. A mais recente parada deles foi na BBC Radio 2, no programa de Dermot O’Leary, para entrevista e session.

Em pegada acústica, Tom Meighan & Co. mostraram o single “Bless This Acid House” e reeditaram “Cosmic Dancer”, faixa lançada pelo T. Rex em seu disco “The Electric Warrior”, de 1971.

“For Crying Out Loud” é o sexto disco da banda de Leicester e tem 12 faixas, todas escritas e produzidas pelo guitarrista Serge Pizzorno, que tem falado em entrevistas que este tem tudo para ser o melhor álbum deles.

De acordo com o guitarrista, desta vez ele fez as coisas como antigamente, tirou algumas semanas para compor o álbum todo e trabalhou “sem comodismo”, de um jeito “old school”.

A versão original:

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Conheça o Temples, maior banda pequena do mundo hoje

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Eles ainda não lançaram o disco de estreia, mas vão abrir o show dos Rolling Stones para 80 mil pessoas no Hyde Park no próximo sábado, tá?

Vem de Kettering – 130 km de Londres, 50 mil habitantes – a nova banda queridinha do Johnny Marr, do Brett Anderson e do Noel Gallagher. Formado no ano passado, o Temples é um quarteto liderado pelo esquisito vocalista James Bagshaw, que também toca guitarra. Os “outros” da banda são Tom Warmsley (baixo), Adam Smith (teclado) e Sam Toms (bateria).

Espécie de mistura interessante e improvável entre Tame Impala e T-Rex – inclusive visualmente falando, já que Bagshaw parece ser filho bastardo de Marc Bolan – o Temples lançou no final do ano passado o single “Shelter Song”. Foi direto para as rádios que tocam e tratam o Indie como coisa séria.

Neste ano, já abriram shows para o Suede, Vaccines e Kasabian. Sábado tocam para o Mick Jagger ver. Daqui duas semanas, abrem shows do Beady Eye de Liam Gallagher na Espanha. Fora isso, têm agenda movimentada até novembro, incluindo apresentações em festivais gigantes como o Benicassim e o inglês Reading.

Outras faixas soltas divulgadas no Youtube acabaram se tornando pequenos hits, casos de “Prisms” e a recente “Colours Of Life”. Assinaram contrato com o selo Heavenly Recordings (Magic Numbers, Mark Lanegan) antes mesmo de se apresentarem ao vivo, graças a um amigo de Bagshaw, que conhecia seu trabalho anterior na banda The Moons. Junto com o Temples, tem crescido uma certa nova onda denominada “New Psychedelia” ou simplesmente “Psych”.

O disco de estreia pode sair em algum momento do segundo semestre. Ou não. Por enquanto, o Temples continua desconhecido, pequeno e é bem difícil de se achar material deles. Mas eles vão abrir para os Rolling Stones assim mesmo.