Em tame impala:

Tame Impala, o rei da TV americana, “foi” ao Jimmy Fallon tocar “Borderline”

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* Novo rei da parte musical dos famosos e onipresentes programas dos entrevistadores da TV americana, o grupo australiano Tame Impala fez um número para enfeitar o Tonight Show do nosso amigo Jimmy Fallon, que foi ao ar ontem à noite.

Acho que o Tame Impala deve ter empatado em aparições neste ano, com mais esta do Fallon, com a californiana Phoebe Bridgers só.

A banda do nosso amigo (este sim!) Kevin Parker mandou uma performance avermelhada de “Boderline”, uma das pequenas pérolas do álbum “Slow Rush”, quarto disco dele lançado em fevereiro deste ano, ainda num mundo livre.

“Gone a little faaaaaaar…”

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Tame Impala transmite live para a série The Tiny Desk. Veja aqui

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* Hoje às 11h, no horário de Brasília, a banda australiana Tame Impala fez um número especial com três músicas para a sensacional Tiny Desk Concerts, que transmite para conglomerado de rádios americanas NPR, desde Washington DC, um monte de sessions incríveis onde botam as bandas e artistas para tocar numa sala de escritório apertada, entre mesas de computadores e estantes de livros e discos. E não importa o ritmo e o tamanho da banda. Para a série Tiny Desk, muito grupo louvável se aperta para performances históricas.

O streaming ao vivo do Tame Impala, que por conta das condições impostas pelo 2020 pandêmico foi enviado de lá da Austrália, no “escritorinho” da casa do Kevin Parker, teve performances para as músicas “Breathe Deeper”, “Is It True” e “Patience”, as duas primeiras do “Slow Rush”, álbum deste ano, e a último um single do ano passado.

Para esse showzinho do Tiny Desk, Parker contou com os impalas Jay Watson e Dom Simper.

Você pode assistir o Tame Impala em session para o Tiny Desk aqui embaixo.

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Kevin Parker tomou algo e fez um vídeo colorido para a ótima “Is It True”, do Tame Impala

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* Depois de um misterinho nas últimas postagens no Instagram, o bamba Kevin Parker soltou finalmente no Youtube (olha o crossover de plataformas) o colorido e dançante vídeo para “Is It True”, dito como oficial mas que traz as lyrics. Kevin, né?

O importa que “Is It True” é um espetáculo de música, uma das melhores do ótimo “The Slow Rush”, lançado em fevereiro, antes um pouquinho de o mundo fechar por aqui. E pela Austrália.

O vídeo, psicodélico de televisão antiga, digamos, segue a vibe gostosa da música. Viagenzinha boa, algo elevado que tem na água de Perth, provavelmente.

Então, como sempre com o Tame Impala, está tuuuuudo certo!

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The Streets lança mixtape que remói o passado, faz uso do presente e, óbvio, aponta o futuro. E, no futuro, ninguém vai sair vivo desta vida

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* Sexta-feira passada foi finalmente lançada na Inglaterra a nova mixtape de um sujeito rapper chamado Mike Skinner, que vem a ser conhecido pelo codinome The Streets e é um dos mais importantes caras da música inglesa desde, sei lá, 2000? E esse lançamento é mesmo muito significativo. Seja por qualquer ângulo que se olhe ou qual for o resultado sonoro disso.

“None of Us Are Getting Out of This Life Alive” é o nome da mixtape, que não tá catalogada na discografia parada do Streets desde 2011. Porque é isso mesmo: uma mixtape. 12 faixas comandadas por Skinner mas com colaborações preciosas de gente grande para nós como Tame Impala e Idles, mas também um monte de artista britânico da nova geração, principalmente a de MCs, que pode apostar com o dedo dele vão ser bem comentados num futuro próximo. Porque isso é The Streets.

Mike Skinner influenciou, com pelo menos seus três primeiros álbuns lá nos anos 2000, coisas e bandas como Arctic Monkeys e boa parte do grime produzido hoje na Inglaterra. Do indie ao eletrônico ao hip hop. Das batidas secas ao jeito de cantar (falar) à composição lírica do cotidiano inglês em canções.

Nas faixas, há o velho Skinner que a gente enxerga hoje e o futuro do rap inglês que a gente ainda não está enxergando. The Streets é assim. Deliciosa, cheia dos jeitos de fazer rap, de causar estranhezas, de pender ao indie e ao eletrônico sem cair em nenhum dos dois. E a voz charmosa de Skinner e de seus colaboradores escolhidos a dedo enfeitando tudo.

Chega até a ser irregular no que é muito bom. Como ousas, The Streets?

Para completar tudo, The Streets anunciou recentemente uma turnê inglesa de drive-ins para agora, começo de agosto. Hummmmmmm. Algumas datas sold-out, em lugares com capacidade entre 300 e 600 carros. No mundo “normal”, The Streets assegurou sua participação no gigantesco festival belga Rock Werchter, que deve acontecer em julho de 2021. Repare no “deve”. Repare no The Streets.

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Tame Impala bossa nova faz versão acústica para “On Track”

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* A gente sabe que a pandemia já deu quando vemos Kevin Parker no modo banquinho e violão. Ou cadeirinha e violão. O dono do Tame Impala soltou ontem à noite no Youtube uma versão quarentenada e acústica da faixa “On Track”, lentinha do álbum “The Slow Rush”, um dos grandes discos lançados neste ano complicado.

Não que a versão original seja uma daquelas músicas mágicas da banda australiana, que nos descola das realidades quaisquer quando escutamos. Mas essa versão acústica de “Ön Track”, embora até bonitinha, ali só no violão, vem desprovida das cores psicodélicas que marcam o Tame Impala.

Mas Kevin vem fazendo o que pode. A gente reconhece.

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