Em Taylor Swift:

Princesinha do indie (siiim!), Taylor Swift mostra a nova “the lakes”, canção bônus do disco “folklore”

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Novo nome forte do indie (hehe), Taylor Swift lançou online de forma oficial a canção “the lakes”, faixa bônus do aclamado “folklore”, seu disco alternativo lançado há algumas semanas, o mais vendido em 2020.

A faixa apareceu até então apenas em versões físicas do álbum e foi produzida por Jack Antonoff, que também é braço direito da Lana Del Rey. Diferentemente do restante do disco, Aaron Dessner, do national, não assina participação em “the lakes”.

“folklore” é o oitavo projeto de estúdio de Taylor e segue no topo das paradas de diversos países. O disco fez da norte-americana a primeira cantora feminina a emplacar cinco álbuns #1 na Inglaterra neste século.

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Taylor Swift é indie! Oitavo álbum da estrela pop, “folklore” bate recorde de vendas na primeira semana em 2020

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Oitavo belo disco de estúdio da Taylor Swift, “folklore” teve a melhor estreia de 2020, de acordo com a Billboard, vendendo cerca de 846 mil cópias só na primeira semana.

Número bastante expressivo para os dias atuais, a venda mostra que o álbum parece ter sido bem recebido pelos fãs, além das ótimas reviews mundo afora. Vale lembrar que o “agravante” nisso tudo é que “folklore” vem sendo chamado por muitos como o disco indie da Taylor, uma das maiores estrelas do pop no planeta.

“folklore” também registrou as melhores vendas desde “Lover”, disco da própria cantora, que ano passado vendeu 867 mil unidades nos primeiros sete dias de comercialização.

O álbum conta com a produção de Aaron Dessner, do The National, e tem ainda nomes como Bon Iver e Jack Antonoff entre os colaboradores.

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E não é que o surpreendente disco indie da Taylor Swift é bom mesmo?

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* E dá-lhe pop na POPload. Vamos ter que fazer hoje depois, um post sobre o Unknown Mortal Orchestra e outro do Grizzly Bear para equilibrar.

Outra musa pop, a jovem Taylor Swift, ainda que fazendo um disco “indie”, soltou hoje seu novo e oitavo disco, “Folklore”, anunciado ONTEM. E já acordamos com um cinco-estrelas na cara, vindo do jornal inglês “The Guardian”. Só restou correr ao disco para conferir. E que disco bom.

Taylor Swift, que vem se apurando na música desde seus tempos de princesinha country, chegou definitivamente para o nosso lado, com “Folklore”. Entrou para nossa turma, digamos. Desta vez miss Taylor teve ajuda em 11 das 16 faixas do disco de Aaron Dessner, o guitarrista da banda The National, tanto na produção, quanto tocando um pouco e ainda co-escrevendo músicas. Outro patrimônio do indie americano, Bon Iver, canta em “Folklore”, fazendo dueto com a moça na bonita “Exile”, baladinha marcada por um piano tocante. E, por fim, o disco é produzido forte por Jack Antonoff, especialista em dar rumos a talentos femininos do indie voltado ao pop, como Lana Del Rey, Lorde e Grimes. E à própria Taylor.

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É tudo inesperado neste novo disco. Ele ter saído quando Taylor Swift nem precisava tê-lo já lançado, porque seu último álbum, “Lover”, bem inferior a este (não que seja ruim), ganhou lojas e streamings no finalzinho de agosto do ano passado. Mas a pandemia e as frustrações de não excursionar propriamente com o show de “Lover”, contando muito com o cancelamento de seu show headliner no Glastonbury 50 anos que não aconteceu, levou a cantora ao “Folklore”, direto e reto.

Sim, o disco novo traz algumas heranças de seu passado de extremo sucesso como pós-adolescente e dona de canções próprias da idade. Mas Taylor Swift, ainda que não consigamos nos acostumar que ela já tenha 30 anos, mostra que cresceu. O termo já está pálido a esta altura, mas o “novo normal” cabe perfeitinho para Taylor Swift.

Talvez o mais engraçado em “Folklore” nas boas partes do disco, é que ele, por todo o banho de piano lindo, as guitarras delicadas e os toques eletrônicos suaves, fazem o álbum ser mais próximo aos fãs do National, para pegar a proximidade com Dessner, do que para os próprios fãs
de Taylor. E essa parece mesmo ser a intenção dela.

Conhecendo Taylor Swift de onde ela veio e o que ela alcançou e como alcançou, analisar as letras de “Folklore” pedem um capítulo (post) à parte. Vamos pensar em fazer isso. No “Guardian”, debaixo das 5 de 5 estrelas para o álbum, está escrito mais ou menos na crítica que “a quarentena tem sido frutífera para um certo vasculhamento da alma. Uma falta do muito provocando uma formação de novas memórias, provocadas e provocando devaneios nostálgicos. Este verão [e o que o verão provoca, no Hemisfério Norte] está começando a acabar. Mas este disco da Taylor Swift vai durar mais que o verão por mais vulnerável e fragmentada a cantora parece estar agora. E, por mais que se deseje [os fãs] que isso não marque o fim da era pop dela, o disco e suas letras têm jeito de apontar que as emoções de Taylor nunca estiveram tão agudas. E que isso veio para ficar”.

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Com nomes relevantes do Indie e com “folk” no nome, Taylor Swift anuncia novo disco de surpresa para amanhã

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Uma das maiores estrelas do pop, Taylor Swift pegou o mundo de surpresa ao anunciar para meia-noite, na virada de hoje para amanhã, o lançamento de um novo disco de inéditas.

“folklore”, oitavo álbum da cantora norte-americana, já pinta diferente não só pelo nome, que pode mostrar um novo direcionamento musical de Taylor, mas também pela turma envolvida.

Ela entregou que Aaron Dessner, do The National, participou de 11 das 16 faixas. Quem também aparece em “folklore” é o Bon Iver e o produtor Jack Antonoff, que tem trabalhos ligados a Lana Del Rey, Lorde, Grimes e a própria Taylor.

“Escrevi e gravei essas músicas em isolamento, mas colaborei com alguns dos meus heróis musicais; Aaron Dessner (co-autor ou produtor de 11 das 16 músicas), Bon Iver (que escreveu e foi incrivelmente gentil para cantar uma música comigo), William Bowery (que escreveu duas canções comigo) e Jack Antonoff (que basicamente faz parte da família musical a essa altura). Antes desse ano eu provavelmente teria pensado mil vezes sobre quando lançar essas músicas na ‘hora perfeita’, mas o período em que a gente está vivendo me lembra de que nada está garantido. O meu instinto me diz que se você faz algo que ama, deveria compartilhar com o mundo. Esse é o lado da incerteza com o qual eu posso concordar. Amo muito todos vocês”, disse a cantora.

A capa, linda, é esta abaixo.

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folklore – Tracklist
the 1
cardigan
the last great american dynasty
exile (feat. Bon Iver)
my tears ricochet
mirrorball
seven
august
this is me trying
illicit affairs
invisible string
mad woman
epiphany
betty
peace
hoax
the lakes

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Pop e Indie na mesinha: Taylor Swift e Brittany Howard mostram novas músicas em sessions intimistas

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Duas das cantoras mais bombadas de suas cenas nos últimos tempos, Taylor Swift e Brittany Howard estiveram recentemente no Tiny Desk Concert, projeto de sessions intimistas da rede de rádios norte-americana NPR.

Divulgando seu novo álbum, “Lover”, Taylor meio que retomou suas raízes e cantou com seu violão canções desse novo álbum, entre elas “The Man” e a faixa título. Ela ainda botou no set a faixa “All Too Well”, do álbum “Red”, de 2012.

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Já Brittany, que lançou há algumas semanas o álbum solo “Jaime”, em homenagem à sua irmã que morreu vítima de câncer quando as duas eram adolescentes, apresentou sons como “Stay High” e “Georgia”.

As duas sessions, lindas, podem ser conferidas abaixo.

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